segunda-feira, 12 de junho de 2017

EQUILÍBRIO E HARMONIA - O PLANO DE PROSPERIDADE DE 40 DIAS - A EXPLICAÇÃO - Traçando o Princípio Da Suficiência Plena

O PLANO DE PROSPERIDADE DE 40 DIAS - A EXPLICAÇÃO



A forma e a experiência são apenas efeitos, aparências – e disseram-nos para não julgarmos pelas aparências! “Julgar” alguma coisa significa acreditar nela, assumi-la como verdadeira e concluir que é real. Mas disseram-nos para não fazer isso. Por que? Porque tudo que aparece como um efeito não tem valor próprio; o único atributo que um efeito tem são aqueles que você lhe dá.

Dinheiro é um efeito.

Quando você se concentra no efeito, está esquecendo-se da causa, e quando você esquece a causa, o efeito começa a diminuir. Quando você põe o foco de sua atenção em “conseguir dinheiro”, você está, na verdade, fechando seu suprimento.
O certo é começar, neste exato momento, a parar de acreditar que o dinheiro é sua substância, seu suprimento, seu suporte, sua certeza e sua segurança. O dinheiro não é nada disso, mas Deus é!

Quando você entende e concebe essa verdade, o suprimento flui ininterruptamente numa manifestação abundante e perfeita. Você precisa olhas exclusivamente para Deus como a Fonte e retirar por completo a sua mente dos efeitos externos.
Se você olhar para o seu trabalho, seu empregador, seu esposo ou seus investimentos como se fossem a fonte de seus suprimentos, você estará, na verdade, desconectando-se da Fonte Real. De fato: se você olhar qualquer pessoa, lugar ou condição necessária ao seu suprimento, estará fechando o fluxo. Se der poder a qualquer mortal, mesmo que seja o de ser um canal para o seu suprimento, você estará limitando seus bens.
Você deve pensar sobre dinheiro ou qualquer outro desejo de posse material simplesmente como um símbolo externo do suprimento interno, e a única realidade desse símbolo é a substância que está implícita na manifestação externa.

Dinheiro é o símbolo de uma Ideia na Mente Divina, ideia esta que é a suficiência plena de suprimentos para atender, com o excedente Divino, a cada uma das necessidades da sua vida individual. Quando a Ideia Divina se exterioriza na manifestação, ela aparece como um símbolo dinheiro –, mas dinheiro não é suprimento; o seu suprimento constitui-se, antes, da consciência de Deus enquanto abundância. Quando você tenta coletar, adquirir e possuir os símbolos, colocando a atenção no símbolo e não no suprimento interno, o escoadouro da manifestação fecha-se.

Você quer mais dinheiro, mais prosperidade em sua vida? Então, saia da consciência de efeitos (materialidade) e vá para uma consciência de causa (espiritualidade). Quando dá poder a um efeito, você está dando a ele o seu poder. Você está, na verdade, permitindo que o efeito tenha poder obre você.

Dinheiro tem poder?
Se a sua resposta for “sim”, então você tem dado a ele esse poder, tornando-se, você, o se servo. Você tem invertido os papéis.
A Presença Interna, o Você de você, é quem verdadeiramente faz o seu dinheiro. Seu pensar, sua mente racional, nada fazem.
Sua única Fonte é a Presença de Deus dentro de você. Se sua mente estiver na Fonte – a Causa –, então o suprimento fluirá livremente; mas se a sua mente estiver no efeito, você bloqueará o fluxo. Quanto mais impessoal você se tornar em relação à origem aparente do seu dinheiro (trabalho, salário, comissões, investimentos, marido, etc. ), mais pessoal você se tornará no relacionamento com a verdadeira Fonte do seu dinheiro, e quanto mais próximo o relacionamento com seu Verdadeiro Ser, maior a abundância em sua vida.
Volte-se para dentro de você e oriente a sua Mente Infinita para ver e conhecer somente a abundância. Nesse mar de conhecimento está a Idéia Espiritual correspondente a cada forma, evento, circunstância, condição ou experiência individual que você possa vir a desejar. A energia criativa, a substância dessas Idéias Divinas, está sempre fluindo em perfeita manifestação, mas lembre-se: se você olhar constantemente para os efeitos, a forma material criará uma mutação, uma manifestação inferior à perfeição. Entretanto, se você mantiver o foco no Espírito, estará mantendo aberto o canal para a sua exteriorização de acordo com a idéia Divina.
Virá um tempo em que você suprirá a necessidade de dinheiro por meio da constante dependência do seu Mestre Interior, e não mais das formas do mundo externo; contudo, até ser assim, você continuará a experimentar as incertezas de suprimento pelo resto da vida. Cada alma deve aprender essa lição e, até que isso aconteça, lhe será dada uma oportunidade atrás da outra, aparentemente, em forma de falta ou de limitação.

Resumo de: O LIvro da Abundância

Traçando o Princípio Da Suficiência Plena


Resultado de imagem para O PODER DA ORAÇÃO - AFIRMAÇÕES DIVINAS - PARA ASSUNTOS E SITUAÇÕES MUITO DIFÍCEIS

O conceito de suficiência plena foi construído a partir das formas originais de todos os sistemas filosóficos e religiosos existentes até o segundo século d.C., quando teve início a guerra contra o autoconhecimento e a autoconfiança.

Os antigos ensinavam que ter o entendimento de si mesmo equivalia a ter o entendimento de Deus, e que pelo processo de meditação nos é dados o poder de liberar a Energia Divina de dentro de nós e de transmutar a discórdia em harmonia, a ignorância em sabedoria, o medo em amor e a falta em abundância.


Os iniciados eram treinados para conceber a mais alta visão com seu Verdadeiro Mestre Interior – a Fonte de Tudo.


Estudantes dos sagrados mistérios eram, também, instruídos quanto ao uso do inato poder irradiante e magnético no exercício do domínio de si. Por meio do trabalho com a rítmica energia proveniente do Eu Superior, qualquer tipo de bem que fosse necessário para se efetuar uma troca era tido como um instrumento da boa vontade superior, assim como o dinheiro, que nada mais era que um simples sinal da apreciação pelo serviço de alguém, ou mesmo um símbolo de amor e integridade.


Sem entrarmos muito no mérito da questão, um ensinamento, em particular, permaneceu constante durante o processo de iniciático: mente e emoções personificando amor, gentileza e paz eliminam a limitação, de modo que a consciência de um estado pacífico e inofensivo liberte o indivíduo do cativeiro e das restrições do pensamento da raça humana.

Por meio da inspiração e dos ensinamentos de Jesus, os gnósticos (do grego gnosis, que significa conhecimento) continuaram a tradição esotérica e suas escrituras enfatizavam a unicidade entre Deus e o Homem, a Divindade do Indivíduo e o Poder Criativo de cada alma para se elevar acima das limitações.


No Evangelho segundo Tomé, Jesus deixa claro que o homem, ao conhecer sua própria e verdadeira identidade, passa a ter a compreensão de que é Uno com o Pai e enfatiza, então, a verdade que diz ser a consciência que o homem tem da sua Divindade, do seu Ser Crístico, o seu próprio suprimento. Jesus disse: “se não conheceres a ti mesmo, viverás na pobreza, e tu é quem serás a pobreza”.


No ano de 180, d.C., Irenaeus, Bispo de Lyon, atacou o pensamento independente e todo o ensino relativo à unicidade de Deus com o homem, pois acreditava que a consciência espiritual e a união pessoal com Deus acabaria por minar a autoridade dos padres; Para começar, Irenaeus editou os seus Cinco Livros Contra os hereges, seguido por uma lista dos escritos aceitos, para os quais foram escolhidos apenas aqueles cujas palavras apoiassem suas exigências em relação ao dogma estabelecido. O direcionamento da mente no sentido de dentro para fora começava a mudar a partir de então, e o inato poder do indivíduo foi, gradualmente, sendo colocado em uma estrutura exterior, rebaixando-se-lhe a autoridade.


O Cristianismo, quando tornado a religião única e oficial do Estado, em 395, pelo imperador Theodosius, assumiu o controle completo sobre as mentes dos indivíduos, entrando, a humanidade, em um período negro de mil anos, conhecido como a Era Escura. De fato, os primeiros quatrocentos anos desse período são considerados como o Período Infrutífero da Europa, período em que a literatura, as ciências e a educação pouco contribuíram com o futuro da raça humana, dado o reduzido avanço que tiveram.


O que hoje é conhecido como “consciência de prosperidade”, a compreensão de Deus como a Fonte de Todo o Bem, era quase inexistente. O sistema feudal controlou a vida das pessoas durante séculos e as chaves para a iluminação espiritual eram guardadas pelos líderes da Igreja. Uma interpretação livre e subjetiva da doutrina cristã ou a simples falta de fé na religião resultavam em penalidades extremas. Assim, com o constante embate entre a Igreja e o indivíduo, a prática e o domínio de técnicas por meio de uma necessidade autônoma, a exemplo da ciência das forças e das formas, estiveram temporariamente perdidas.


A mente ocidental foi mantida “no escuro” até a instituição cristã começar a se romper por volta do ano de 1500 – só então os princípios eternos da unicidade e da Unidade começaram a reemergir


Por volta de 1800, a filosofia esotérica e o misticismo prático inundaram a Europa e a América como um maremoto. O Movimento Transcendental, liderado por Ralph Waldo Emerson, começou na Nova Inglaterra; o Movimento Metafísico foi introduzido por Phineas Quimby; H.P. Blavatsky e Henry Olcott fundaram a Sociedade Teosófica; Mary Baker Eddy fundou a Ciência Cristã; o Movimento do Pensamento Novo floresceu com o trabalho e dos ensinamentos de Charles e Myrtle Fillmore (Unidade), Nona Brooks (Ciência Divina) e Ernest Holmes (Ciência Religiosa); Alice Bailey estabeleceu a Escola de Arcanos; Rudolph Steiner formou a Sociedade Antroposófica; Paramahansa Yogananda fundou a Confraternização da Auto-Realização; fora a riqueza material, nos arquivos de Edgar Cayce, que fez crescer a Associação para Pesquisa e Iluminação – apenas para nomear alguns dos colaboradores do desenvolvimento espiritual da Nova Era.


Estima-se, agora, que pelo menos 25% da população da América esteja envolvida, de alguma forma, com aquilo a que se atribuiu o nome de Filosofia Esotérica ou Religião do Pensamento Novo; e justamente no cerne de todo esse movimento, no coração dessa consciência que está emergindo, está a Verdade de que Deus é ilimitadamente próspero e que nós, sendo a expressão do Infinito, temos uma herança abundante.

Essa mensagem de prosperidade não poderia ser guardada em segredo nem mesmo na Bíblia – com mais de 2000 anos de censura, traduções e reedições, ainda assim a Luz de Ouro da Segurança do Pai permanece. Eis alguns exemplos:


O mundo, com toda sua beleza, felicidade e sofrimento, com sua alegria e dor, é planejado com a maior ingenuidade, na condição de que os poderes de Si Mesmo possam ser demonstrados na manifestação. (Annie Besant, seguidora de H.P.B. como diretora da Sociedade Teosófica.)


O que precisamos entender, acima de todas as coisas, é que Deus tem provido nossas maiores necessidades a cada minuto de nossa vida diária e que, se experimentamos falta de qualquer coisa, é porque não temos usado nossas mentes para fazer o contato correto com a supermente e com o raio cósmico que automaticamente flui do que nos falta. (Prosperity, de Charles Filmore.).


As riquezas do mundo têm sido temidas, desprezadas, condenadas e mesmo odiadas pelos aspirantes espirituais por causa da ignorância de como estar nelas sem “ser” delas, de como possuí-las sem “ser possuído” por elas. Sem dúvida, a atitude de repudiar e ignorar a riqueza é menos enganadora que o outro erro, o da ganância, da adoração ao dinheiro e o medo de perdê-lo, mas o verdadeiro sábio evita ambas as atitudes por saber que as riquezas do mundo são apenas um reflexo da existência real, que as riquezas espirituais precisam ser vistas primeiro, por último e para sempre. Tendo encontrado as riquezas do céu, você não pode escapar das riquezas da terra a menos que as repudie. (Both Richies and Honor, de Annie Rix Militz.)


Prosperidade é a manifestação da substância em nossos negócios. Tudo no Universo é para nós. Nada é contra nós. A vida sempre dá de Si Mesma. Nós precisamos apenas receber, utilizar e estender a dádiva. Sucesso e prosperidade são atributos espirituais pertencentes a todas as pessoas, mas não necessariamente usados por todas elas. (Science of Mind, de Ernest Holmes)

Deus é o doador e a dádiva; o homem, o recebedor. Deus vive no homem, e isso significa que a casa do tesouro, das riquezas infinitas, está dentro de você e totalmente à sua volta. Aprendendo as lei da mente você pode extrair desse depósito que está dentro de você tudo o que precisa para viver a vida gloriosa, alegre e abundantemente. (Your infinite Power to Be Rich, de Joseph Murphy.)


 ... E as mensagens continuam... E continuarão até a Verdade ficar registrada na consciência de cada alma, pois os pensamentos de falta e de limitação têm que ser erradicados da mente da raça humana.


resumo: Sandra Scudiero

O Livro da Abundância