terça-feira, 27 de junho de 2017

DESPERTANDO O CONHECIMENTO - SEXTO CHACRA - Terceiro olho - A chave da integração dos opostos

 Chakra - Sexto. Terceiro olho - A chave da integração dos opostos

                                             
"Se não compreendemos o que é que gera esse dualismo, essa oposição instintiva, não compreenderemos a significação do conflito que sentimos em nós. Estamos cônscios, em nossa vida, do dualismo e seu conflito constante; desejar e não desejar, céu e inferno, Estado e cidadão, luz e treva. Não surgirá o dualismo do próprio desejo?
(…) A realidade deve ser compreendida somente mediante o processo do “eu” como consciência, da qual surge a individualidade (ente individualizado). Isto é, o indivíduo tem de compreender o processo do seu próprio vir-a-ser, que implica inteligência. (…) "


 A integração das polaridades é uma qualidade da consciência que busca o Tao e que o Terceiro olho ativa - Shiva aquieta a mente : conheço o som do Ser supremo. AUM

"É, pois, importante compreender o desejo de condenar ou aprovar, de justificar ou comparar, (…) que impede a plena compreensão do “todo”. Quem é esse juiz, essa entidade que compara e analisa? Não é um aspecto, somente, do todo, um aspecto do “eu”, que está sempre a manter o conflito? (…) Só quando se compreende o todo, pode o pensar correto abrir a porta que conduz ao eterno".(2)
Terceiro olho ou  Adjna - a chave da integração dos opostos 

"Terceiro Olho".   de Sônia S. Ramos
Os Chakras falam.
"Frase de competência: Que se/a Luz o olhar sobre o Mundo.
Meu nome é Ajna, a casa do Espírito interior, mas também me chamo chakra do rosto; fico no centro da testa, entre as sobrancelhas, e na parte interna da cabeça, me encaixo ali na parte mais alta da farínge, aonde coincide com o encontro final de duas nadis, Ida e Pingala, os canais etéricos que se cruzam nos chakras e que dão voltas pelo corpo.
Sou o chakra que está dentro do crânio, coincidindo com o próprio cérebro, mostrando a minha natureza mental e a minha ligação com a percepção dos caminhos para a Luz.
 Eis porque meu elemento é a luz, o pensamento, a memória ou os impulsos elétricos. Refletir sobre a ligação intrínseca destes nomes e da afinidade energética entre eles dá o que fazer pela vida toda!

Meu centro de forças físicas fica a cargo da glândula hipófise ou pituitária.

Resultado de imagem para Chakra - Sexto. Terceiro olho - A chave da integração dos opostos - parte 1

O meu movimento, como o chakra da garganta, é de dar voltas, só que recebo e solto cargas energéticas em redemoinhos que formam um movimento especial, presente em muitas representações simbólicas: o oito deitado, seja de lado que de frente para trás.
As duas pétalas que circundam o meu centro representam a duplicidade do círculo e a sobreposição dos mesmos, contudo simbolizam também as asas da liberdade que existe além do tempo e do espaço.

 As pétalas também correspondem às duas hélices, relativas aos dois lóbulos do cérebro, esquerdo e direito, que entre- laçam a dualidade como movimento de evolução perfeito, tão perfeito que um terceiro olho, o da Unidade, começa pulsar bem no meio da cabeça e vocês nos vêm como pontas de raios que se sobrepõem em festa.
É, assim, como o chapéu do Mago do Tarot, que sentindo-se em expansão percebe si mesmo como algo maior do que as dimensões do corpo físico, ou sou o ponto de onde o ser percebe as dimensões que influenciam o humano. 

É ainda, como o ápice do caduceu, símbolo da medicina, que também tem duas asas.
Esta simbologia explica que o corpo físico e o mental começam, por aqui, a ter todos os elementos que compõem o si (ego primário) e o Self, Eu Interior, todos os movimentos para concretizar a Obra Completa, ou seja, chegar a ser mais que simples corpo e mente!

Eu sou aquele chakra que une as pontas, os fios, o que integra coordenando a lógica racional e a lógica intuitiva, o Yin e o Yang, começando a ligar vocês ao centro do próprio oito que é onde emana o chakra coronário,
coroando a carne e a matéria com o Dom do Encontro, da Unificação de todos os deuses e demônios de que somos o espelho.

Para alguns devotos de tantrismo este centro é chamado SHIVAGENA, ou casa de Shiva, enquanto outros o interpretam como o lugar da “URNA” ou pedra, representando meu centro com um rubi, ou pintando-me como ponto entre as sombrancelhas, com o vermelho que exprime o fulgor ou Vajra.

 Esta pedra, ou ponto vermelho, é o alicerce do Shivalingam, o dedo de Deus na natureza, e tido como símbolo fálico, masculino, yang, solar, indicador da potência divina. Para outros, ainda, eu sou a Lua “maravilhosamente branca” (Furnananda), já que a minha deusa hindu, Hakini, é a deusa da pureza mental, com suas seis faces ou seis luas.
Isto tudo se relaciona com representações gráficas, porque o importante mesmo é perceber que no meu centro a consciência se torna um pólo magnético que cria matéria elétrica; é assim como a força do núcleo de um átomo invisível aos olhos, mas que impulsiona a criação do que for material e visível, e principalmente, do que é essencial à compreensão da Vida.

 Os meus impulsos estão ligados a todos os outros chakras, principalmente ao sexual, porque promove a “sensação”, enquanto o terceiro olho promove a percepção que atrai a sensação e vice-versa, porque o estado de ser físico surge do pensar o fato ou originá-lo. Um indivíduo sabe que está vivo porque “sente” o fato, não é mesmo!?

E é por isto que a memória e o pensamento acabam se fundindo num único elemento, pois cada pensamento acaba conformando uma memória individual com a qual o individuo cria a sua manifestação, ou que constitui a luz que dele emana à sua volta. E por tudo isso que é importante unir o meu centro à ação do cardíaco, para que a manifestação torne-se manifestação como Filho que pelo coronário está sempre em sintonia com o seu Pai.
Sou o chakra da dedução; aquele chakra que sente e vê e, acima de tudo contem OS órgãos de memória de tudo o que o corpo, a mente e o espírito vivem e viveram até o presente momento.

Na área posterior do crânio, entre hipocampo e cérebro, se hospedam dados milenares que estão em ação. Hospedam-se em meus domínios os fios condutores (ILIC são como nascentes individuais (a nascente Superior da força vital universal fica no coronário, mais em cima) de informações para todo o corpo e vice-versa.
Sou o chakra que aciona as funções e para isso conto com minha glândula poderosa: a pituitária ou hipófise. Esta pequena bomba atômica regula o crescimento ósseo, a atividade dos ovários e testículos, da tireóide, das glândulas supra-renais.
Em meus raios reside a elaboração do discernimento, a elaboração dos pensamentos; o pensamento é uma polaridade e a emoção outra, da unidade chamada saber.

O mantra que faz com que meus deuses ou minhas características, meus aspectos acordem é o OM. Em representações gráficas mais delicadas, este som, representado em três partes distintas, apresenta em cada uma delas, figuras de Vishnu, Brahma e Shiva, e, respectivas famílias, integrados na sacralidade de tal som.
Podemos dizer que meu símbolo é o trigo, porque exprimo o poder divino em abundância, porque assim que a percepção se expande é inevitável reconhecer a abundâncias da generosidade vital. Mas, sobretudo, sou o depósito dos simbolismos, simbologias e como moradia dos símbolos eu poderia usar infinitos meios para expressar o que vejo e como vejo.

Aqui comigo fica Júpiter, aqui esta presente a Voz do próprio guru interior, assim como do Mestre ou dos Mestres.
Os olhos, o nariz e os ouvidos são órgãos de recepção informática e, portanto, de energias formidáveis. Quando vocês, ao ouvirem a voz de alguém, se sentem “em casa”, ou quando aspiram um aroma que dá a mesma sensação, ou ainda quando reconhecem um traço ou traços familiares no corpo de alguém, quer dizer que a memória de vocês entrou em ação; agitaram-se meus raios e eu entrei na onda para coordenar, em centésimos de segundos, as informações recebidas ou captadas naquele momento da percepção, com os dados do arquivo pessoal contido no Sistema Simpático.

 A reação dessa parte do Sistema Nervoso Autônomo nasce exatamente da interação informativa. Isto quer dizer que as reações automáticas, aquelas em que, praticamente, vocês não controlam, surgem como conseqüência dessa elaboração molecular rapidíssima.
Colocaremos logo a seguir anotações de descobertas modernas (ref. no glossário) sobre o treking ou a trilha dos neurônios olfativos para dar uma idéia mais concreta de moléculas que se transformam em informações.

Falar de energia significa falar de informação acima de tudo, e portanto, de movimento.
Como prova de que as partículas “andam” e de como os neurotransmissores atuam na prática aparecem as descobertas sempre mais numerosas da ciência “oficial”, como as observações a seguir. Contamos isso, porque obedecem às mesmas regras com as quais nós, os chakras, trabalhamos.
O olfato existe numa mecânica sutil. Os aromas não significam um processo cerebral, mas pertencem às células nervosas que estão no nariz e que entram em contato direto com o externo. Os cheiros são moléculas! São moléculas voláteis que chegam ou atingem o nariz, estimulando os receptores presentes nos neurônios olfativos e que causam urna série de eventos.

Isto faz do sinal olfativo um sinal elétrico que alcança o cérebro! Aí sim, este sinal é elaborado e produz a sensação do aroma, odor, cheiro. Quando o estímulo odoroso-olfativo se repete, uma etapa cio processo fica inativo e este bloqueio acontece durante a etapa em que o sinal olfativo se torna elétrico. O neurônio olfativo não reage mais ao estímulo. Por esta razão, quando se entra num local, no início vocês percebem cheiros e depois não.
Este processo de transformação é o mesmo que transforma a luz em sinais elétricos na retina. Dois estímulos externos completamente diversos que produzem o mesmo efeito! 

Com uma diferença: os cones da retina tem somente três tipos de receptores.
Eles reconhecem as três cores fundamentais, o vermelho, o amarelo e o azul, as quais são reelaboradas e fornecem toda a gama das cores. Aliás, os cientistas dizem que as cores vistas pelo humano nem existem na realidade, mas ao serem recebidas pelo corpo físico são decodificadas em lindas cores. Como vêem, a subjetividade faz parte dos processos, essa subjetividade que compreendemos tão bem.
Os receptores para os cheiros são mais de mil, embora não se saiba como se combinem nas células, mas a estimulação dos mesmos leva o nariz humano a perceber mais de dez mil cheiros diferentes.
 

O movimento dos chakras “puxam” as informações para o cérebro e este as descodifica baseando-se nos seus dados e provoca novo movimento com o qual as informações descem pelo cerebelo, pela medula alongada e espinhal através de nervos que irrigam todos os sistemas físicos, ao mesmo tempo que remanda informações reformuladas ou acentuadas ao centro do chakra num moto perpétuo - movimento contínuo e eterno - de troca, em entrada e em saída.

Podemos afirmar que somos o chakra do comando ordinário. O chakra da garganta põe a casa em ordem, mas quem dá as ordens somos nós, já que a Ordem Cósmica mora aqui pertinho e me apoia por trás. É ele o verdadeiro interruptor geral do conjunto de corpos do ser humano, divino e espiritual.

A intuição aliada ao intelecto forma o intuito, nosso forte, nossa força! Somos os impulsionadores dos visionários ou trabalhamos a todo vapor na cabeça deles. Isto também pode ocorrer na cabeça de cantores, principalmente líricos, que entoando notas muito agudas expandem o som, expandindo a intuição junto.
Aqui, pelas minhas bandas, a inteligência e a intuição se unem em memória onde a Grande Mente jaz soberana.
Característica básica: Moradia dos símbolos, a linguagem mais avançada permitida ao homem.


Ver, perceber, Integrar, dar harmonia, coordenar aspectos físicos, mentais, emotivos e espirituais. Sou eu que garanto a ligação entre as funções extra-corpóreas ou funções perceptivas e o corpo físico. Assim minha função primordial é focalizar a percepção.
Cor: O azul-pavão é a minha cor, tocando muitas vezes o turquesa. No raio azul-pavão ou lápis-lazuli a visão dupla se harmoniza com as polaridades e com a unidade, o olho de Horus, de Shiva, do Onipotente.
Elemento: Memória pessoal e cósmica.
Aspecto motório: zig-zag em oito, vertical e horizontal.

 Aspecto funcional e seus instrumentos: decifrar códigos advindos dos cinco sentidos e colocá-los em sintonia com a memória pessoal (= SEXTO SENTIDO) para criar o que se chama inteligência. Inteligência é, na realidade, o tipo de resposta ao ambiente que a pessoa consegue elaborar e exprimir.

Mas servimos também para movimentar energias como as que vocês chamam: concluir, finalizar, atribuir, fazer funcionar, ver e sentir.
Visualização específica: Usar todas as técnicas para treinar as nuances do arco-íris, para desenvolver o espírito de observação, sobretudo, cultivar a meditação sistemática aliada aos estudos. Se nos perguntarem quais são as melhores técnicas para ativar a percepção, responderemos que são aquelas que simplesmente aparecerem no caminho de vocês para se acostumarem ao nosso dom especial de criar trilhas nos caminhos individuais, que levam sempre ao centro do oito.

No meu reino já não existem erros, tão somente enganos. Não sou maravilhoso?
Todavia, aqui vai um exemplo: respirar com o terceiro-olho a Luz Branca e expirar pelos ouvidos qualquer cor que aparecer na tela da própria imaginação, liberando cargas emocionais e distensionanclo os músculos de todo o corpo. Visualizar a liberação energética dos canais internos dos olhos, dos ouvidos e cio nariz, também é eficaz.

Obstáculo: Preguiça mental, comodismo psíquico e principalmente emocional. Necessidade premente e constante de estar em movimento físico, de ser ativo a qualquer preço, sem dar chance ao próprio Eu de contatar a consciência. Dar um descanso à própria mente pode nos dar a ocasião de trazer bons dados à tona.

Outros empecilhos são o não querer ver, não dar asas à criatividade intelectual e intuitiva, ou ao contrário voar demais sem disciplina, não sentir a lógico intrínseca da vida afetiva e humana, assim como aquela Divina. Passividade, dependência de drogas.
Dádivas inerentes: Domínio sobre o medo, sobre os pensamentos negativos e as ânsias; equilíbrio humoral devido à compreensão mais completa que o nível psíquico pode alcançar. É conhecer a harmonia amorosa enquanto no coronário é um ser harmonia.
Característica positiva: aqui, com a coragem de olhar o medo de frente abro as portas que espreitavam atrás dele. E elas, as portas ou portais, serão abertas definitivamente pelo coronário.

Como sou o referencial de Sushumna, canal etérico da coluna quando vocês fizerem exercícios comigo e com o chakra da garganta, vocês sentirão como se fossem uma armadura única com energias laterais que puxam uma orelha para cima e outra para baixo, ou as duas para cima e para baixo enquanto tudo roda. Base do pescoço, pescoço e cabeça tornam-se um tronco único.

Minha cor padrão é o tom azul aceso como o azul pavão ou a cor do lápis-lazuli, minha vogal é o “é”. Funciono maravilhosamente bem quando o biorritmo físico, emotivo e intelectual de uma pessoa está baixo. Parece que isto mc lubrifica favorecendo minha tarefa de interiorização profunda.

Aliás, na hora em que acontecem estas interiorizações, as consequentes visualizações e sensações trazem olheiras para o rosto de vocês, mas, depois, a pele brilha e se abre toda como uma flor que respira livre expirando seu perfume e atraindo abelhas e beija-flores.
Meu movimento principal é: ficar e estar presente a qualquer preço em qualquer momento para olhar, ver, sentir; o próprio timbre da voz de vocês, que chega da garganta, ajuda a manter vocês e aos chakras acordados.

E quando estamos de bem com vocês a velocidade se restabelece, mandamos mensagens conciliatórias aos companheiros de luta, aqueles do primeiro andar (chakra base), a temperatura do corpo se restabelece harmoniosamente graças às nossas hélices e o bem estar finca-se nas entranhas de vocês. E para além da nossa superfície e... para além da profundidade!

Característica negativa: Perseguir intuições a todo vapor, induzir excessivos estados alterados de consciência, curiosidade gratuita, viver pensando ativamente sem ouvir o que está por detrás das lógicas racionais. Tapar o nariz, por viseiras, não permitir a flexibilidade perceptiva e mental. Impasse mental.
Indicação curativa: Provocar a aceitação emocional e mental da vida. Dar muita Luz Branca e/ou de azulão vivo e translúcido. Para processos mais sofisticados o turquesa roda bem minhas asas, que são sempre aquelas que circundam a esfera superior do símbolo da medicina, ou caduceu.

Curar os bloqueios de contato com o próprio discernimento e o destaque das opiniões radicais que condicionam o entendimento superior.
Iniciativa instintiva: Ver, agregar, conciliar os sentidos, discernir, visualizar o próprio Caminho entre os meandros do dia-a-dia, e em níveis mais avançados, do caminho da família humana antecipar flashes contundentes do chamado “futuro” e do “passado” é compreender o presente em relação aos “outros” tempos.

Dom Supremo: Treinar o consenso íntimo que vai enxugar as águas da Lua e criar terreno seguro para Centauro ser atraído ao Sol, trilhando o Caminho, para logo a seguir, no coronário Ser o próprio Caminho. Enfim, aqui as asas se abrem para que o coronário possa direcioná-las definitivamente.

Trabalhar esta minha roda desenvolve a telepatia como sintonização profunda com os sentimentos, sensações, pensamentos de outra pessoa, e que em Sahasrara, o sétimo chacra, se transforma em conhecimento universal, o Saber Supremo. Trabalhar comigo é ir além de perceber com os sentidos, é tocar o além do sensorial, é sentir o indescritível!
Aqui as asas se abrem criando sombra e água fresca para os que ficam embaixo...
Correspondências fisicas

- Olhos: compreensão, esforço-distensão, conciliação (na medida em que os seres vêem, incorporam e conciliam).
- Dor de cabeça: excesso de comando em tudo em todos no dia-a-dia, ou a pessoa acredita ter perdido o comando.

- Tonturas, vertigens: visão exasperada de qualquer situação ou polaridade oposta.
Dentro do concerto musical das glândulas encontramos a vice-diretora glandular (a diretora geral é a pineal), que é a hipófise ou pituitária.

A pituitária é a glândula que coordena as outras glândulas. O hipotálamo, o qual podemos definir como um eixo único com a hipófise, ou, zona glandular (a medicina não define o Hipotálamo como uma glândula propriamente dita) regula a energia geral baseando—se nos impulsos que lhe chegam da pineal ou epífise. Os médicos ainda não entenderam a pineal, só sabem que retirá-la mata as pessoas.

Os místicos dizem que o eixo hipotálamo-hipofisário é o reservatório cio óleo de unção; e ao abrir-se a porta dessa área de consciência acontece o encontro com o chamado Unto ou Ungido, que vive em união eterna com o Pai criador. Encontro com o Cristo.

 Tudo isto serve para mostrar como os dois últimos chakras estão ligados diretamente através de uma área comum, onde a pituitária emite informações e recebe ordens “específicas para” serem executadas, embora a pineal se reserve um espaço livre para poder agir sobre outras glândulas de urna maneira independente.

O hipotálarno é uma pequena área do cérebro que fica no alto e mais para trás do Céu da boca. Esta área tem um papel importante no humor das pessoas e logo abaixo proporemos um exercício para estimular a sua ação de bom-humor, porque provoca a produção do que os ocultistas denominam o “néctar dos deuses”.
Sentados eretos podem respirar ritmicamente e encostar a ponta da língua (nestas alturas a língua estará levemente encurvada no meio) a 3/4 da abobada do Céu da boca, olhos fechados para conseguir fluir melhor e enunciando o mantra AUM repetidamente (conservar
a língua virada para cima e tocando o céu da boca).
 
 
Chakra CORONÁRIO

Frase de competência: Todo e qualquer ato criativo subentende uma funcionalidade perfeita ou a perfeição em potencial. Você já criou algo para que NÃO funcionasse? E a Energia que criou o que existe, faria isto?
Ó, Supremo Bem e Suprema Fonte, quem há de resistir a tanto brilho, tanto fausto explendor de vida e de amor?!
É assim mesmo que exprimo a confiança na evolução amorosa de meus raios ligados ao Divino, ao Absoluto, ao Infinito.
Minha forma é a de uma coroa feita com mil pétalas do lotus.

 Resultado de imagem para Chakra - Sexto. Terceiro olho - A chave da integração dos opostos - parte 1
 
Pesquisado por dharma dhannyael