sábado, 26 de março de 2016

DESPERTANDO O CONHECIMENTO - Pituitária ou Hipófise - Principal Glândula - A MORADA DA ALMA...

Pituitária ou Hipófise - Principal Glândula - Mística…

A glândula pituitária ou hipófise é uma glândula, situada na sela túrcica (cavidade óssea localizada na base do cérebro), ligado ao hipotálamo pelo pedúnculo hipofisário. 

A hipófise é responsável por várias funções do organismo como crescimento, metabolismo, produção de corticoides naturais, menstruação e produção de óvulos, produção de espermatozoides e produção de leite nas mamas após o nascimento da criança. A hipófise controla, em grande parte, o funcionamento das outras glândulas endócrinas e é, por sua vez, controlada pelo hipotálamo, uma região do cérebro que se encontra por cima da hipófise. A hipófise consta de dois lobos, o anterior (adeno-hipófise) e o posterior (neuro-hipófise). O hipotálamo exerce o controlo das atividades do lobo anterior mediante a emissão de substâncias semelhantes às hormonas que são lançadas nos vasos sanguíneos que ligam diretamente as duas zonas. Por sua vez, controla o lobo posterior mediante impulsos nervosos.Hipófise: a glândula principal. A hipófise, uma glândula do tamanho de uma ervilha que está situada por baixo do cérebro, produz uma grande quantidade de hormonas, cada uma das quais afeta uma parte específica do corpo (o órgão ao qual se dirige a hormona). Como a hipófise controla o funcionamento da maioria das outras glândulas endócrinas, com frequência recebe o nome de glândula principal.
O lobo anterior produz (segrega) hormonas que, em última instância, regulam o funcionamento da glândula tiroide, das glândulas supra-renais, dos órgãos reprodutores (ovários e testículos), a produção do leite (lactação) nas mamas e o crescimento corporal. Também produz as hormonas que causam a pigmentação escura da pele e que inibem a sensação de dor. O lobo posterior segregaas hormonas que regulam o equilíbrio da água, estimulam a descida do leite para as mamas de mulheres com crianças lactentes e estimulam as contrações do útero. 
Funcionamento da hipófise anterior…
O lobo anterior da hipófise corresponde a 80 % do peso total da glândula; liberta hormonas que regulam um crescimento e desenvolvimento físico normais ou estimulam a atividade das glândulas supra-renais, da glândula tiroide e dos ovários ou dos testículos. Quando o lobo anterior segrega hormonas em quantidades excessivas ou insuficientes, as outras glândulas endócrinas também aumentam ou diminuem a sua produção de hormonas.

Hipófise…

Secreção hormonal da glândula e a sua relação com outros órgãos.
Uma das hormonas segregadas pelo lobo anterior é a adrenocorticotropina (a hormona adrenocorticotrópica ou ACTH), cuja função é estimular as glândulas supra-renais a segregar cortisol, uma hormona fisiológica semelhante à cortisona, e vários esteróides androgênicos, semelhantes à testosterona. Sem a adrenocorticotropina, as glândulas supra-renais diminuem de tamanho (atrofiam-se) e deixam de segregar cortisol, quer dizer, aparece uma insuficiência da função das glândulas supra-renais. (Ver secção 13, capítulo 146Além da adrenocorticotropina, também se produzem simultaneamente outras hormonas, como a hormona estimulante dos melanócitos beta, que regula a pigmentação da pele, as encefalinas e as endorfinas, que controlam a percepção da dor, o estado de ânimo e a atenção.
A hormona estimulante da tiroide, também produzida pelo lobo anterior, estimula a produção das hormonas tiroideas. (Ver secção 13, capítulo 145Muito raramente, um excesso desta hormona provoca uma secreção hormonal excessiva por parte da tiroide e, por conseguinte, hipertiroidismo; a estimulação deficiente, em contrapartida, faz com que a glândula tiroide não produza a quantidade suficiente, tendo como resultado hipotiroidismo.
As outras duas hormonas que o lobo anterior produz, a hormona luteinizante e a filiculoestimulante (ambas gonadotropinas), atuam sobre os ovários e os testículos (gônadas). Nas mulheres, estimulam a produção de estrogênios e de progesterona e a libertação mensal de um óvulo a partir dos ovários (ovulação). Nos homens, a hormona luteinizante estimula a produção da testosterona nos testículos, e a hormona filiculoestimulante, pelo seu lado, estimula-os para que produzam esperma.
Uma das hormonas mais importantes segregadas pelo lobo anterior é a hormona do crescimento, que favorece o crescimento dos músculos e dos ossos e contribui para regular o metabolismo. Esta hormona pode aumentar bruscamente a entrada de açúcar nos músculos e no tecido gordo, estimular a produção de proteínas pelo fígado e pelos músculos e atrasar a produção de tecido adiposo (gordura). Os efeitos mais prolongados da hormona do crescimento, bloqueando a captação e o uso de açúcares (o que aumenta a sua concentração no sangue) e incrementando a produção de gorduras (e, portanto, aumentando a concentração de lípidos no sangue), parecem contrariar os seus efeitos imediatos. Estas duas ações da hormona do crescimento são importantes porque o corpo deve adaptar-se à falta de alimentos durante o período de jejum. Juntamente com o cortisol, a hormona do crescimento contribui para a manutenção das concentrações de açúcar no sangue destinado ao cérebro e mobiliza as gorduras de forma que estejam disponíveis para outras células do organismo, configurando assim uma fonte alternativa de energia. Em muitos casos, atua por meio da ativação de um determinado número de factores de crescimento, dos quais o mais importante é o fator I, semelhante à insulina (IGF-I).
Funcionamento da hipófise posterior….
O lobo posterior da hipófise só segrega duas hormonas: a hormona antidiurética e a oxitocina. Na realidade, são produzidas por células nervosas do hipotálamo, que apresentam projeções (axônios) que se estendem até à hipófise posterior, onde são libertadas as hormonas. Ao contrário da maior parte das hormonas hipofisárias, a hormona antidiurética e a oxitocina não estimulam outras glândulas endócrinas. As suas variações de concentração afetam diretamente os órgãos que regulam.
A hormona antidiurética, ou vasopressina, promove a acumulação de líquidos por parte dos rins e contribui para reter a quantidade adequada de água. (Ver tabela da secção 12, capítulo 136) Quando um doente está desidratado, existem receptores especiais no coração, pulmões, cérebro e aorta que indicam à hipófise a necessidade de produzir mais quantidade de hormona antidiurética. As concentrações no sangue dos electrólitos, tais como o sódio, o cloro e o potássio, devem ser mantidas dentro da uma margem estreita para que as células possam funcionar normalmente.As concentrações elevadas destes elementos, os quais são percebidos pelo cérebro, estimulam a libertação desta hormona. A dor, o nervosismo, o exercício físico, as baixas concentrações de açúcar no sangue, a angiotensina, as prostaglandinas e certos medicamentos, como a clorpropamida, os medicamentos colinérgicos e outros que se empregam para tratar a asma e o enfisema, também estimulam a libertação da hormona antidiurética.
O álcool, certos esteróides e algumas substâncias mais diminuem a produção da hormona antidiurética. A carência desta hormona causa a diabetes insípida, uma perturbação em que os rins excretam demasiada água. (Ver secção 13, capítulo 144) Por outro lado, em certas ocasiões produz-se uma quantidade excessiva da hormona antidiurética. É o que se chama síndroma da secreção inadequada da hormona antidiurética, em que a concentração desta hormona é demasiado alta, e por conseguinte retém-se água e desce a concentração no sangue de alguns electrólitos, como o sódio. Esta síndroma manifesta-se em pessoas com insuficiência cardíaca e, em casos excepcionais, nas que sofrem de determinadas doenças do hipotálamo. A hormona antidiurética pode produzir-se fora da hipófise, sobretudo em algumas formas de cancro pulmonar. Por isso, quando se descobrem concentrações elevadas de hormona antidiurética, não apenas se estuda o funcionamento da hipófise, como também se investiga a possibilidade de existência de cancro.
A oxitocina contrai o útero durante o parto e imediatamente depois do mesmo para prevenir a hemorragia excessiva. Também estimula a contração de certas células das mamas que rodeiam as glândulas mamárias. O processo inicia-se com a sucção do mamilo, que estimula a hipófise para que liberte oxitocina. As células das mamas contraem-se e conduzem o leite desde o seu lugar de produção até ao mamilo.

Hipófise e Espiritualidade….

Estudos mais minuciosos indicam que além de ser a Glândula principal, é possível olhar a hipófise sob o ponto de vista espiritual. Assim sendo, o que se segue é citação do livro escrito por Max Heindel .
O corpo pituitário corresponde ao Mundo do Espírito de Vida. Encontra-se sob o controle de Urano. A nota-chave deste grande espírito planetário expressa-se no plano físico como: originalidade, universalidade, amor pela liberdade, compaixão, ingenuidade, independência, reforma, progresso, invenção, ação rápida, intuição, clarividência, misticismo e altruísmo. 
Na sua polaridade negativa, encontramos estas expressões manifestando-se como: excentricidade, irresponsabilidade, ação espasmódica, turbulência, perversão, impaciência e anarquia. 
A nota-chave pura, celestial, do Espírito planetário de Urano eleva-se sobre o de Vênus e, no devido tempo, desperta a nova correspondente no corpo pituitário. Então, a sexta rosa na cruz do corpo vital desdobra as suas pétalas douradas e floresce. Esta elevada vibração da hipófise conduz a consciência do indivíduo ao reino da vida espiritual, onde todos os filhos de DEUS, eventualmente, se tornam em unidade com Ele. Os indivíduos podem, então, perceber a força vital de DEUS que penetra  toda a criação, unindo cada um com o todo. Este é o reino do puro altruísmo. 
O corpo pituitário é um dos elos da cadeia espiritual que une o homem com o grande Espírito de Cristo que, habitualmente, funciona no Seu veículo de Espírito de Vida. Coração, corpo pituitário, éter superior, Urano, alma intelectual e vida espiritual são usados pelo indivíduo no desenvolvimento do Cristo interior que é a sua própria vida espiritual. A hipófise é o assento primário da vida espiritual, sendo o coração o seu assento secundário.  Por assento, quer-se exprimir o meio pelo qual o indivíduo trabalha no desenvolvimento das potencialidades latentes da sua vida espiritual, que representam o pólo feminino do seu ser  -  o imaginativo, o educacional, a energia maternal protetora do seu Espírito. A cor da vida espiritual é o amarelo; a cor de Urano é o amarelo; a cor do éter superior é o amarelo; e quando o corpo pituitário está despertado, ele brilha com luz amarela. 
O corpo pituitário está intimamente relacionado com o caminho que conduz à  Iniciação. 
Pode-se, assim, entender claramente que o despertar do corpo pituitário para a ação é a realização mais importante a ser atingida nos poderes feminino e de amor  -  sabedoria do Espírito. 
Conhecendo a anatomia e a fisiologia da hipófise, meditando sobre as suas potencialidade psíquicas, chegaremos à nova compreensão da vida, pelo despertar de forças latentes que nos tornarão melhores e mais eficientes, mais poderosos e mais capacitados para amar e bem servir.
O TRABALHO INDIVIDUAL DO ESPÍRITO…
Não foi possível o Espírito desenvolver seus poderes enquanto não construiu seus três veículos inferiores, os Corpos denso, vital e de desejos. É deles que o Espírito obtém o alimento com o qual nutrirá e desenvolverá seus poderes potenciais. Este alimento-essência é chamado alma. 
Do corpo denso, o Espírito extrai, automaticamente, a “alma consciente” mediante a ação reta em relação aos impactos externos, pelas experiências e observações. Este pânulo ou alimento desenvolve as potencialidades latentes do Espírito Divino em poderes dinâmicos que se manifestam como vontade, inteligência, conhecimento, a força positiva do seu ser, o princípio paterno, o poder fazer. Pela discriminação em relação ao importante, o essencial, e as coisas reais da vida e o que não é importante, não é essencial nem real, o Espírito extrai automaticamente o alimento essência do corpo vital, a Alma Intelectual, com a qual alimentará e desenvolverá, em poderes dinâmicos, as potencialidades do Espírito de Vida que são imaginação, intuição, poder receptor, poder de assimilar, o poder maternal e a natureza do amor. Pelo domínio dos instintos animais, por meio da devoção guiada por sentimentos elevados e sublimes e pelas emoções geradas pela reta ação e experiências purificadoras o Espírito extrai automaticamente a Alma Emocional - o alimento essência do corpo de desejos para em seguida nutrir e desenvolver as potencialidades do Espírito Humano, que são poder criador (físico e mental), fecundação, expansão, germinação e crescimento, desenvolvendo-se em forças dinâmicas sob o domínio da vontade. Multa ajuda vem sendo dada ao indivíduo pelos Grandes Seres através das glândulas endócrinas a respeito das quais vamos estudar. Uma glândula é formada por uma massa celular; esta é composta por uma substância densa, incolor, gelatinosa, chamada protoplasma. Cada glândula pode ser comparada a um laboratório no qual as células são os operários, e o produto do laboratório é a secreção. As glândulas endócrinas não têm aberturas, tubos, nem condutos para excretar suas secreções. Descarregam-nas diretamente no sangue e nos vasos linfáticos que as permeiam. 
As glândulas de secreção interna são chamadas glândulas endócrinas ou glândulas produtoras de hormônio. Endócrina é, com efeito, a palavra mais conveniente, por referir-se tanto à secreção como para a glândula, mas a palavra hormônio refere-se especificamente à secreção interna e não à glândula. O hormônio é uma substância formada em um órgão do corpo que é levada por intermédio do sangue a outro órgão onde produz um efeito estimulante. A palavra deriva-se do verbo grego, cujo significado é estimular ou pôr em movimento. Sem suprimento do fósforo endócrino, fornecido pela glândula Tiróide, nenhum cérebro funcionaria. A pulsação do coração cessaria no momento em que deixasse de ser suprido com a secreção das Supra-Renais. Tem havido casos de pessoas com corações considerados “mortos” e que, depois de estimulados por hormônios das supra-renais, pulsaram novamente com ritmo regular. 
O estudo científico das glândulas de secreção interna foi iniciado há menos de cinquenta anos, e a maior parte dos conhecimentos que delas temos foi adquirido durante os últimos vinte anos. Todavia, o que os cientistas ainda não descobriram é que as glândulas de secreção interna, em principio, não pertencem ao corpo físico. São expressões do corpo vital, diferenciadas e cristalizadas até a densidade apropriada para desempenharem certa espécie de trabalho. 
As glândulas e o sangue são manifestações especiais do corpo vital. Embora cada uma das glândulas tenha um trabalho específico a realizar, todas elas trabalham em perfeita harmonia quando normais e em boa saúde. As glândulas de secreção interna são de interesse particular para os estudantes do ocultismo, porque podem ser chamadas em certo sentido, “as sete Rosas” na cruz do corpo e por estarem intimamente relacionadas com o desenvolvimento oculto da humanidade. 
As principais glândulas de secreção interna são: a Pineal, a Pituitária, a Tiróide, a Timo, o Baço e as duas Supra-renais. As Supra-renais, o Baço e a Timo pertencem à personalidade ao passo que a Pituitária e a Pineal se relacionam com o lado espiritual da natureza humana. A Tiróide constitui o elo entre os dois grupos de glândulas. 
A GLÂNDULA HIPÓFISE OU PITUITÁRIA [OU CASA DA INTELIGÊNCIA]
A hipófise, também chamada de glândula “mestra” do organismo, é um órgão pequeno, tendo no homem o volume de uma pequena noz, pesando por volta de 0,6g. Situa-se no interior da caixa craniana, numa depressão óssea chamada sela túrcica. Ela coordena o funcionamento das demais glândulas, porém não é independente, obedece a estímulos do hipotálamo. A hipófise é formada de três partes: A hipófise anterior ou adeno-hipófise, hipófise intermediaria e hipófise posterior.
A atividade das células hipofisárias e a emissão de seus hormônios no sangue estão sob o controle de centros nervosos situados na base do cérebro, na região denominada hipotálamo. As relações entre as duas estruturas se faz por intermédio de substâncias químicas: os fatores de liberação, ou “releasing factors”, secretados por alongamentos de células especializadas do hipotálamo. Dos sete hormônios produzidos pela adeno-hipófise, quatro exercem sua ação por intermédio de uma outra glândula endócrina.
A ADENO-HIPÓFISE OU HIPÓFISE ANTERIOR
A adeno-hipófise produz hormônios essenciais ao crescimento, ao metabolismo geral e à reprodução, garantindo a sobrevivência da espécie. Ela produz pelo menos seis hormônios. Três deles, as gonadotrofinas, são sexuais.
OS HORMÔNIOS SEXUAIS - AS GONADOTROFINAS
Estas substâncias estimulam as gônadas [testículos e ovários] a produzirem células reprodutoras.
O HORMÔNIO TIREOTRÓFICO
O hormônio tireotrófico [TSH] estimula a glândula tireóide e participa no metabolismo orgânico, no aproveitamento da água, do iodo, do cálcio, do fósforo, dos açúcares, das gorduras, das proteínas e das vitaminas.
O HORMÔNIO ADRENOCORTICOTRÓFICO
O hormônio adrenocorticotrófico [ACTH] é o ativador da parte externa da glândula supra-renal, vital no controle da água, sais e outros elementos.
O HORMÔNIO SOMATOTRÓFICO
O sexto hormônio, o somatotrófico, ou hormônio do crescimento, estimula o
crescimento de todos os tecidos do corpo e também tem grande importância no aparecimento do diabetes.
A HIPÓFISE INTERMEDIÁRIA E O HORMÔNIO MELANOTRÓFICO
A parte intermediária da hipófise secreta o hormônio melanotrófico ou melatrofina que em peixes e anfíbios induz à dispersão dos grânulos de melanina dos melanócitos, levando ao escurecimento da pele. Esse processo é de fundamental importância para a proteção desses animais diante da ação dos predadores.
A HIPÓFISE POSTERIOR E A VASOPRESSINA, O HORMÔNIO ANTIDIURÉTICO E A OXITOCINA
A hipófise posterior ou neuro-hipófise, localiza-se no lobo posterior, sendo constituída por fibras nervosas desprovidas de mielina (desmielinizadas) e por células da neurologia. Os hormônios neuro-hipofisários são: a vasopressina ou hormônio antidiurético (ADH), ambos produzidos no hipotálamo e armazenados no lobo posterior da hipófise, que controla o equilíbrio hídrico do organismo.
A oxitocina age na musculatura lisa da parede do útero, facilitando a expulsão do feto e da placenta.
Uma característica peculiar da neuro-hipófise é a sua circulação, curiosamente feita quase que totalmente de sangue venoso, isto é, carregado de gás carbônico e com baixas taxas de oxigênio.
As secreções da “glândula mestra” obedecem a um conjunto de estímulos de ordem hormonal e nervosa. Assim, pode-se concluir que exista uma relação direta entre estado psíquico e hormônios.
CENTROS DE REGULAÇÃO DO COMPORTAMENTO E DA EMOÇÃO
Durante muito tempo acreditou-se que a regulação do comportamento e em especial o comportamento emocional estaria na dependência de todo o cérebro. Coube principalmente a Hess, demonstrar a existência de centros de regulação do comportamento. Sabe-se que as áreas relacionadas com o comportamento emocional ocupam territórios bastante grandes.
Por exemplo, no tronco encefálico estão localizados vários núcleos de nervos
cranianos, viscerais e somáticos. Ativando-se essas estruturas ocorrem estados emocionais, resultando diversas manifestações como: o choro, alterações fisionômicas, sudorese, salivação, aumento do ritmo cardíaco.
Além de sua participação nos fenômenos emocionais, estas áreas relacionam-se também com comportamentos ligados às necessidades básicas do organismo tais como a sede, a fome e o sexo, importantes para a preservação do indivíduo e da espécie. O fato de que as áreas encefálicas que regulam o comportamento emocional também regulam o sistema nervoso autônomo torna-se mais significativo se considerarmos que as emoções se expressam através de manifestações viscerais [choro, aumento de salivação, eriçar de pelos em um gato com raiva] e são acompanhadas de alterações da pressão arterial, do ritmo cardíaco e respiratório.
Torna-se claro também que muitos distúrbios emocionais graves resultam de afecções viscerais, sendo um exemplo clássico o caso das úlceras gástricas e duodenais.
OBSERVAÇÕES
A hipófise é muitas vezes marcada nas tradições como o “Terceiro Olho”.
Inúmeras obras de arte sacra e crenças místicas indígenas representam essa marca entre as sobrancelhas, na testa, assim como todas as religiões reconhecem sua importância espiritual.
Esta nobre glândula governa também a memória, a sabedoria, a inteligência e o pensamento. Ela ainda regula a produção de hormônios de outras glândulas, como a tireóide.
EXERCÍCIOS ESPECÍFICOS PARA A GLÂNDULA HIPÓFISE OU PITUITÁRIA
De preferência, faça esta série de exercícios sentado e com os olhos fechados.
EXERCÍCIO 1 [Ressoar o Tambor Celeste]
♦ Una os dedos médio e indicador [ver fig.], colocando o dedo médio em cima do indicador.
♦ Com os dedos unidos, coloque as palmas das mãos em forma de concha no ouvido [ver fig.].
♦ A seguir, desloque o dedo médio pressionando-o sobre o dedo indicador até que se separem. Através do impulso, o dedo médio “baterá” na depressão, na base do crânio.
Isto provoca uma ressonância, uma vibração, que vai atingir a hipófise. Coloque sua atenção na sensação produzida e também no som que ressoa na caixa craniana.
O som produzido é o “OM” primordial [AUM]. Essa vibração monossilábica é o som primordial inaudível, o som criador, a imagem do Verbo a partir do qual se desenvolve a manifestação.
EXERCÍCIO 2 [Tamborilar com os dedos a região entre as sobrancelhas e fazer movimentos circulares]
♦ Coloque os dedos médio e indicador das duas mãos na região entre as
sobrancelhas e os olhos. Com a polpa dos dedos dê suaves “batidinhas”,
como se tamborilasse a região.
♦ Em seguida, faça uma massagem com movimentos circulares entre as sobrancelhas e na nuca [com os dedos médio e indicador].
Coloque os dedos na região entre as sobrancelhas e com a outra mão toque o ponto abaixo do crânio, na nuca, onde há uma depressão ou reentrância [ver fig.].

♦ Comece a massagear simultaneamente os dois pontos, no sentido que lhe aprouver. Faça como achar mais confortável. Quando sentir que deve parar, passe para o outro exercício.
EXERCÍCIO 3 [Aquecer a região das têmporas]
♦ Friccione as mãos e coloque-as sobre as têmporas.
♦ Massageie as têmporas fazendo pequenos círculos.
EXERCÍCIO 4 [Tamborilar a região acima das orelhas]
♦ Coloque os dedos das duas mãos na região acima das orelhas. Com a polpa dos dedos dê suaves “batidinhas”, como se tamborilasse a região.
EXERCÍCIO 5 [Movimento em cruz sobre o osso do nariz e acima das sobrancelhas]
♦ Coloque os dedos médio e indicador de ambas as mãos sobre o início do nariz, na altura dos olhos, e suba até o meio da testa, desenhando uma reta.
♦ A seguir, mova-os (sem tirá-los do rosto) e percorra horizontalmente a
região das sobrancelhas, vá até o final delas.
♦ Volte os dedos para o nariz e suba até a testa novamente e depois para as
sobrancelhas. Repita este movimento em forma de cruz algumas vezes.
EXERCÍCIO 6 [Aquecer a região entre as sobrancelhas e a base do crânio]
♦ Aqueça as mãos friccionando a parte mais próxima dos punhos. Coloque uma mão sobre a região do “terceiro olho” e a outra na
base do crânio.
♦ Repita, aquecendo novamente as mãos e fazendo o mesmo gesto.
♦ Faça 3 vezes.
EXERCÍCIO 7 [Aquecer o pavilhão dos ouvidos]
♦ Friccione as palmas das mãos até aquecê-las bem, a seguir coloque-as sobre as orelhas. Sinta o calor invadindo a parte interna dos ouvidos e adjacências.
EXERCÍCIO 8 [Aquecer as cavidades oculares]
♦ Aqueça as mãos novamente e coloque-as sobre os olhos. Você pode permanecer de olhos abertos.
♦ Faça 8 vezes. Este exercício beneficia a visão e relaxa os músculos oculares.
A repetição diária permitirá que as situações da vida se tornem mais claras, que as soluções cheguem de maneira mais rápida e com inteligência lúcida. Restabelecerá a paz interior e a qualidade do sono se tornará melhor.
Este exercício tem um efeito imediato, pois os olhos fazem parte do cérebro. Ao fazer contato com as células cerebrais, os nervos ópticos serão privilegiados com um profundo relaxamento. Lembramos que estes órgãos maravilhosos são muito exigidos e forçados a trabalhar sem descanso. Faça este gesto várias vezes ao dia sempre que sentir a vista cansada ou a cabeça atordoada pelas exigências da vida.
A glândula pituitária ( hipófise ) é muito pequena. A biologia afirma que esta glândula é do tamanho de uma ervilha e pende da base do cérebro ( na região anterior, entre os dois hemisférios), descansando harmoniosamente sobre o osso esfenoide. Nesta glândula encontramos uma trindade maravilhosa. A lei do triângulo rege todo o criado. A glândula pituitária é constituída de três partes: dois lóbulos  (adeno-hipófise e neuro-hipófise) e uma parte média ( parte intermédia ). Eis aí o triângulo, maravilhoso a lei de toda a criação. 
Os Yogues da índia dizem que da glândula pituitária nasce a flor de lótus de duas pétalas. Essa flor de lótus situa-se no corpo astral, exatamente entre as duas sobrancelhas. Os sábios hindus dão a essas flores de lótus o nome de chakras. Os Yogues asseguram que o chakra pituitário nos faz clarividentes. Na terra sagrada dos Vedas existem muitas práticas secretas para desenvolver a clarividência.
O Clarividente pode perceber o ultra da natureza. O clarividente pode ver o corpo astral dentro do qual estão todos os princípios anímicos e espirituais do homem. O clarividente percebe a quarta dimensão.
A energia glandular não pode ser desprezada pelo biólogo. O intercâmbio bioeletromagnético  das glândulas pituitária e pineal nos faz clarividentes.
Parece existir certa relação entre o átomo do cobre e a glândula pituitária. Alguns sábios utilizam o cobre para desenvolver a clarividência. Nostradamus permanecia horas inteiras olhando fixamente as águas contidas num recipiente de cobre. Este sábio médico fez profecias que têm se cumprido com toda exatidão através do tempo. Os astrólogos afirmam que a glândula pituitária está influenciada por  Vênus e que o cobre também sofre influência desse planeta. Agora podemos compreender a íntima relação que existe entre o cobre e a glândula pituitária.
A Biologia analisa e estuda os conceitos científicos de todos os sábios. A Biologia já saiu do horrível materialismo  do século 18 e atualmente começa a estudar as potencialidades físicas, anímicas e espirituais das glândulas de secreção interna.