terça-feira, 4 de outubro de 2016

DESENVOLVENDO O CONHECIMENTO - Radiestesia e Radiônica como Terapia Holística

Uma Terapia em Sincronicidade 


Com grande atuação nas causas dos desequilíbrios energéticos das pessoas

 

 As terapias holísticas, alternativas ou complementares, como são denominadas, exercem hoje um papel importante em nossa sociedade. 
As terapias tradicionais funcionam dentro dos paradigmas bem conhecidos até então, como o paradigma cartesiano e o newtoniano. Grande parte das terapias holísticas trabalha com novos paradigmas. 
Mesmo sem conhecê-los muito bem, utilizamos essas terapias com bastante confiança, aceitando-as com muita facilidade. 
Em nosso mundo de grandes e constantes transformações é importante que busquemos idéias mais modernas e novos paradigmas, mudando nossos modelos, buscando resultados mais eficazes. 
A terapia com a radiestesia e radiônica, duas ciências distintas e comprovadas, funciona com base nos seguintes paradigmas: teoria holográfica do processamento cerebral de Karl Pribram; paradigma do Campo de Ponto Zero de Hal Puthoff; teoria do Pensamento como um Sistema de David Bohm; paradigma do Campo Morfológico de Rupert Sheldrake; paradigma da Totalidade e a Ordem Implicada de David Bohm e paradigma Quântico entre outros.

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A radiestesia entra como forma de avaliação e análise dos desequilíbrios do cliente e a radiônica como forma de potencializar e dinamizar o que se quer equilibrar. 
Num mundo em constante mudança é necessário incluir o “sistema de possibilidade”, capacidade de formular hipóteses na ciência e novos enfoques na tecnologia. 
Uma das dificuldades hoje, é que vivemos num mundo novo com paradigmas antigos. 
Tudo o que vemos é a materialização de um pensamento, uma imagem, uma energia, uma informação. 
Aquilo que vemos é uma ínfima parte do contexto em que estamos imersos. Como entrar em contato direto, consciente, com essa realidade que se nos escapa à visão, audição, razão? Como entrar em contato com aquilo que não sabemos conscientemente? Aqui entra a radiestesia como ferramenta capaz de nos dar as respostas que queremos. A radiestesia não é o estudo do pêndulo, mas de algumas das possibilidades da mente. “A Ciência avança... sim, a Radiestesia existe”. Palavras da revista Science et Vie, ano 1963.

A terapia com a radiestesia e radiônica surgiu quando se reconheceu que a forma humana é uma “antena” ideal, e que a mente humana é capaz de reconhecer uma variedade de formas ondulatórias complexas. O método radiestésico de estabelecimento de contato com os padrões sutis faz uso de um operador terapeuta e de instrumentos radiestésicos, incluindo um pêndulo. 
O terapeuta usa sua mente para procurar padrões específicos nos campos sutis de uma forma de vida organizada. Ao reconhecer um desses padrões, ele passa a medi-lo, a fazer perguntas sobre ele e a procurar as causas que estão por trás da condição desencadeante do problema. 
O movimento do pêndulo indica a presença ou ausência de um campo que ressoe com a forma ondulatória produzida pelo pensamento do terapeuta. Podem ser avaliados os campos físicos, emocionais e mentais; análises de distúrbios em corpos sutis, chakras, glândulas, sistemas e órgãos; influências externas à pessoa como também, influências internas. 
Nas influências externas, o terapeuta pode avaliar vibrações em desequilíbrio do cliente provocadas por energias nocivas do subsolo, por campos eletromagnéticos em demasia, por exposição a componentes tóxicos à sua volta e muitos outros, equilibrando esses distúrbios com a radiônica. Quanto às influências internas, podem ser avaliados os desequilíbrios emocionais causadores de variados sintomas, com a restauração do equilíbrio através da radiônica.

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A Radiestesia não é um dom que só poucos possuem, como poucas pessoas afirmaram no passado; é uma capacidade inata presente em todas as pessoas. O terapeuta tem na radiestesia uma enorme ajuda na obtenção de informações que, de outro modo não seriam conhecidas. Estamos cercados por um número imenso de vibrações, cuja existência é cientificamente comprovada, mas não tomamos conhecimento porque não temos receptores apropriados para elas.

A radiestesia parte do princípio de que a mente pode sintonizar-se com qualquer coisa e captá-la. Para isso são necessárias duas coisas: orientação mental que é a forma como nos sintonizamos com o objeto procurado; e a convenção mental que é a forma de codificar os movimentos do pêndulo. Com isto o terapeuta pode captar qualquer tipo de informação à sua volta, isto é qualquer coisa em qualquer lugar, seja radiação, vibração, energia, objeto, emanações de todos os tipos, desde que consiga uma boa sintonia com o que quer avaliar.

Quando o profissional capta a freqüência que uma forma tem, está fazendo radiestesia. Mas quando usa as formas ou instrumentos para mudar, transformar, está fazendo radiônica. Radiestesia é analisar, radiônica é modificar. 
A radiônica é um sistema emissor e transformador de informações no universo energético pelo canal da mente consciente através da intenção. 
O aparelho radiônico é uma convenção mental, feito com um padrão específico de funcionamento, com instrumentos radiônicos, símbolos, formas, figuras geométricas, através do qual entramos em contato com a energia primordial e a “informamos” da nossa intenção. 
Pode-se trabalhar um desequilíbrio vibratório, emitindo-se diretamente uma freqüência que vai harmonizar a causa do problema.
A terapia com radiestesia e radiônica traz harmonia, bem estar e equilíbrio, tendo em vista que capta a causa, modifica essa causa, liberando possibilidades e capacidades da pessoa para se equilibrar, tornando-a mais saudável em vários aspectos.