segunda-feira, 3 de novembro de 2014

O PODER DE DECRETAR - LIBERTO-ME DOS FARDOS DO PASSADO

LIBERTO-ME DOS FARDOS DO PASSADO






"LIBERTO-ME DOS FARDOS DO PASSADO E PROSSIGO COM MAIS LEVEZA, ALÍVIO, RAPIDEZ E ENTUSIASMO!"
.
A quantidade dos erros que cometemos no passado e a gravidade deles não são determinantes obrigatórias para nossa desventura e limitações presentes. Nossa liberação e consequente crescimento dependem de nossa compreensão e superação. Autocondenação e remorsos são sofrimento inútil e roubam as oportunidades de desabrochar, que o agora nos oferece.

Não se trata de sermos insensíveis aos erros pretéritos. Mas também não devemos ir ao extremo oposto de não nos perdoarmos por isso. Há muitos modos de corrigir e compensar os eventuais prejuízos que tenhamos causado a outrem. O aspecto mais importante da libertação é psicológico, interno, em nosso pensar e sentir.


A compreensão deve começar conosco mesmos. Os erros são inevitáveis em todo processo de aprendizado. Eles cumprem um papel de choque, de conflito, que muito contribui para nosso despertar, quando positivamente encarado. Além disso, aprendemos muito mais rapidamente com eles, do que com os êxitos. Isto faz com que se tornem mais exitosos do que os próprios êxitos. 

“Esqueço as coisas que atrás ficam e avanço para o alvo: a vocação de Deus em Cristo”.

Filipenses 3: 13- 14. Enviado por Paty

Alegria


Alegria é cântico das horas com que Deus te afaga
a passagem no mundo.
Em toda parte, desabrocham flores por sorrisos da natureza
e o vento penteia a cabeleira do campo com música de ninar.
A água da fonte é carinho liquefeito no coração da terra
e o próprio grão de areia, inundado de sol,
é mensagem de alegria a falar-te do chão.
Não permitas, assim, que a tua dificuldade se faça
tristeza entorpecente nos outros.
Ainda mesmo que tudo pareça conspirar contra a felicidade
que aspiras, ergue os olhos para a face risonha da vida
que te rodeia e alimenta a alegria por onde passes.
Abençoa e auxilia sempre, mesmo por entre lágrimas.
A rosa oferece perfume sobre a garra do espinho
e a alvorada aguarda, generosa, que a noite cesse
renovar-se, diariamente, em festa de amor e luz.




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