segunda-feira, 30 de maio de 2016

SAÚDE E EQUILÍBRIO - DICAS TERAPÊUTICAS - O funcionamento do intestino - prisão de ventre como curar?

Prisão de ventre: entenda o problema e veja dicas para se livrar deste incômodo


Pelo menos um, em cada cinco brasileiros, tem dificuldades eventuais ou persistentes na função intestinal. Prisão de ventre para os leigos, constipação intestinal para a medicina, o fato é que, quando o intestino não funciona adequadamente, acontece muito desconforto, além de prejuízos à saúde. 
Ficando por mais tempo no intestino, há mais absorção de toxinas pela mucosa intestinal que acabam sobrecarregando os sistemas enzimáticos do fígado. 
As fezes ficam mais endurecidas, porque a mucosa intestinal também absorve água demais, tornando-as ressecadas, gerando dor e desconforto no momento da evacuação.
A prisão de ventre, ou constipação, é a dificuldade ou a impossibilidade de evacuação das matérias fecais e a diminuição acentuada do número de defecações, devido a uma retenção anormal e prolongada das fezes no intestino grosso, que se tornam duras e ressecadas. 
Quando se retarda a evacuação, ou a eliminação das fezes contidas no interior do intestino, gradativamente, elas se tornam mais sólidas, devido à absorção da água (pela mucosa intestinal), ao seguirem a sua trajetória em direção ao reto (parte terminal do tubo digestivo).
De maneira alguma se deve pensar que a prisão de ventre seja um problema simples e de pouca relevância clínica, que não precise ser combatido rapidamente; na verdade, a prisão de ventre é a origem de tantas outras enfermidades. 
Toxinas das bactérias intestinais provavelmente se encontram relacionadas ao desenvolvimento de doenças como diabetes, meningite, colite… 
Existe uma abundância de compostos tóxicos nas fezes, por isso sua eliminação diária torna-se extremamente importante; tais compostos tóxicos podem ser reabsorvidos pela mucosa intestinal se permanecerem por um tempo maior no interior dos intestinos. 
Os antígenos e as toxinas das bactérias intestinais, provavelmente, encontram-se relacionados ao desenvolvimento de algumas doenças: diabetes mellitus, meningite, miastenia grave (afecção neurológica caracterizada por uma fraqueza muscular excessiva), da tireoide, colite ulcerativa, dentre outras.
Existe um desequilíbrio entre a forma como homens e mulheres lidam com o intestino. Enquanto os homens são autorizados desde pequenos a falar publicamente de suas necessidades fisiológicas, as meninas são educadas para nunca emitir informações ligadas ao funcionamento do seu intestino.
E as consequências dessa dificuldade aparecem com o passar do tempo. A ideia de usar o banheiro vai se tornando um problema cada vez maior para elas: a maioria tem vergonha de ir ao banheiro no trabalho ou quando está com o namorado, simplesmente porque não quer dar sinais de que tem essa necessidade.
O resultado dessa relação difícil entre mulher e intestino aparece até nas estatísticas de problemas intestinais: segundo estimativas dos gastroenterologistas, a cada quatro pessoas que têm prisão de ventre, três são mulheres.
Tudo isso porque, quando se trata de intestino, as questões fisiológicas estão profundamente relacionadas às questões emocionais e comportamentais. Por um lado, de tanto a mulher segurar a vontade de ir ao banheiro, o cérebro entende que essa função não é tão necessária e manda sinais ao órgão de que não precisa “funcionar” com frequência.
Do outro lado, o intestino também é fortemente influenciado por alterações emocionais, como estresse e ansiedade. 
Quem nunca sofreu uma alteração intestinal durante uma viagem? É o melhor exemplo de que até mesmo um pequeno desconforto – o fato de estar em um ambiente novo – pode alterar o funcionamento do órgão. 
Situações mais drásticas, como estresse no trabalho ou problemas familiares, podem alterar a secreção de neurotransmissores que atuam nos movimentos peristálticos, acelerando ou retardando o funcionamento intestinal.
Por isso, é fundamental aprender a observar e respeitar os sinais do próprio corpo e entender que o funcionamento do intestino depende diretamente da forma como você lida com ele.

Quantas vezes deve-se ir ao banheiro?

O saudável é evacuar diariamente. Se o intestino deixa de funcionar de dois a três dias, isso deve ser combatido. Após as causas serem identificadas e removidas, o funcionamento intestinal precisa de ser reeducado, para se restabelecer o seu funcionamento diário.
O padrão de funcionamento de um intestino saudável varia muito: de três vezes por semana até três vezes ao dia. O importante é ficar atenta ao ritmo-padrão e à sua sensação de bem-estar. Se houver alguma mudança, surgir dor, desconforto, fezes mais ressecadas ou sangramento, procure um especialista. O mesmo vale se você tiver um emagrecimento inexplicável.
O momento ideal para ir ao banheiro também é bastante relativo. A maioria das pessoas evacua facilmente pela manhã, mas há um grupo que sente vontade depois das refeições, após o estômago preenchido. O mais importante é cada um descobrir o seu ritmo e atender o intestino sempre que ele der sinal, esteja onde estiver.
Quem não vai de jeito nenhum ao toalete fora de casa precisa repensar esse hábito. Para se sentir mais confortável em banheiros públicos, use um papel para forrar o assento e recorra também lenços higiênicos umedecidos (para as mulheres, tenha-os sempre na bolsa).


Suco bom para o funcionamento do intestino

Ingredientes
Metade da polpa de um maracujá
Meio copo de água
1 colher de sobremesa cheia de semente de linhaça triturada
1 xícara de chá de camomila frio
Modo de preparo
Prepare o chá de camomila e deixe-o esfriar. Coloque no liquidificador a polpa de maracujá batida e coada, a água, a semente de linhaça e o chá. Bata bem. Adoce e sirva logo a seguir.

Consumir fibras em excesso é prejudicial

As fibras são grandes aliadas do bom funcionamento intestinal e das dietas de emagrecimento. No entanto, apesar de ajudarem na eliminação de toxinas e no aumento da saciedade, elas não devem ser consumidas em excesso. Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), cerca de 30 gramas por dia é o suficiente para obter bons resultados.
Elas são classificadas em duas categorias: solúveis e insolúveis. As primeiras, solúveis em água, formam uma camada de gel no intestino para retardar a absorção de gorduras e açúcares. A fibra solúvel mais conhecida é a pectina, encontrada em frutas como a maçã e a laranja, vegetais como a cenoura, farelos de aveia, dentre outros. Ela ajuda a reduzir os níveis de colesterol e previne o surgimento de doenças cardiovasculares. Dietas ricas em fibras solúveis também são eficazes no combate à obesidade, uma vez que proporcionam maior saciedade. Já as fibras insolúveis – encontrada em grãos e hortaliças – aceleram o metabolismo e retardam a absorção de glicose no organismo, atuando como uma espécie de esponja.
Geralmente, na busca pelo corpo ou peso ideal, as pessoas ultrapassam o consumo diário de 30 gramas. É preciso tomar cuidado: fibras em excesso dificultam o funcionamento do intestino e a absorção de nutrientes e minerais.
Quando o intestino não funciona adequadamente (prisão de ventre), as toxinas permanecem por mais tempo no corpo e podem ser reabsorvidas através da corrente sanguínea. Nesse processo, os mais prejudicados são os rins, o fígado e a pele. Os excessos de toxinas ainda podem desencadear celulites, manchas na pele, acne ou intolerância alimentar devido ao aumento da permeabilidade intestinal – ou gases.
Ao consumir alimentos com fibras, beba bastante líquido – em especial, a água. Quando as fibras não são hidratadas surtem efeitos contrários ao emagrecimento. Prefira consumir as frutas em sua forma natural, ao invés de sucos e verduras e leguminosas refogadas, ao invés de fritas.

Causas da prisão de ventre

  • Hábitos dietéticos errôneos, à base de alimentos refinados (industrializados), pobres em vegetais como: legumes, verduras, leguminosas, tubérculos, frutas e fibras. Resumindo: falta de fibras na dieta.
  • Consumo diário inadequado de líquidos (uma pessoa adulta precisa beber dois litros de água por dia).
  • Sedentarismo (muito prejudicial à saúde física e mental), atividade física inadequada e repouso prolongado na cama e/ou no leito.
  • Medicamentos alopáticos: anestésicos, antiácidos (sais de alumínio e de cálcio), anticolinérgicos, anticonvulsivantes, antidepressivos (tricíclicos, inibidores da monoamino oxidase), anti-hipertensivos, antiparkinsonianos, antipsicóticos (fenotiazinas), agentes bloqueadores beta-adrenérgicos (propranolol), sais de bismuto, diuréticos, sais de ferro, laxativos e catársicos (uso crônico), relaxantes musculares, intoxicação por metais tóxicos (arsênio, chumbo e mercúrio).
  • Distúrbios do metabolismo: hipocalemia (diminuição dos valores do potássio no sangue abaixo dos valores normais), hiperglicemia, uremia, porfiria (conjunto das afecções hereditárias devido à anomalia do metabolismo das porfirinas, das quais diversos derivados são eliminados na urina) e amiloidose (substância anormal que se parece com o amido e que se deposita entre as células de certos tecidos do corpo ou em órgãos, provocando lesões degenerativas e diversos distúrbios).
  • Distúrbios endócrinos: hipotireoidismo, hipercalcemia e para-hipopituitarismo.
  • Anormalidades estruturais: feocromocitoma (tumor, em geral, benigno da medula supra-renal) e glucagonoma (tumor, em geral canceroso, que produz hormônio glucagon, o qual eleva o nível de glicose no sangue e produz uma erupção cutânea característica).
  • Doenças intestinais: diverticulite, síndrome do intestino irritável e tumor.
  • Distúrbios neurológicos: distúrbios nervosos do intestino (neuropatia autônoma; aganglionose – inervação anormal do intestino que acomete o ânus e pode estender-se pelo intestino num grau variável); distúrbios da medula espinhal (trauma e esclerose múltipla); e distúrbios cerebrais (apoplexia, doença de Parkinson e neoplasma).
  • Estresse e distúrbios psicogênicos.
  • Uso crônico de enemas/laxantes (introdução de líquido medicado pelo ânus com finalidades terapêuticas) e laxantes.
  • Exposição a inseticidas.
  • Mudança de rotina de vida, como gravidez e viagem.
  • E o mais comum: ignorar as vontades de evacuar!


Como evitar a prisão de ventre durante a gestação?

A constipação, ou intestino preso, é uma queixa comum entre as gestantes. Pesquisas mostram que duas em cada três gestantes apresentam queixas sobre o funcionamento do intestino.
O problema é comum devido às alterações hormonais e físicas que o corpo sofre durante a gravidez. Os sintomas tendem a se agravar a partir do segundo trimestre, quando o bebê está maior e o intestino fica mais pressionado e, conseqüentemente, mais lento. Nos casos mais graves, quando a ida ao banheiro é mais demorada menos freqüente, a gestante pode chegar a desenvolver hemorroidas, que são bastante desagradáveis e doloridas.
Os medicamentos devem ser evitados ao máximo durante a gestação, portanto, o Guia do Bebê selecionou algumas dicas para que a gestante consiga driblar a prisão de ventre e colocar o intestino para funcionar de forma natural.
A boa alimentação é fundamental para regular o intestino. Os alimentos ricos em fibras, como cereais, aveia, pães integrais, frutas, verduras e legumes estimulam o trânsito intestinal. As frutas mais indicadas são mamão, ameixa, melão, laranja, damasco, manga e morango. Evite banana, maçã, pera e goiaba, que são constipantes. É importante adequar a alimentação aos poucos para que o organismo se acostume com o novo cardápio. Comer em horários regulares também ajuda.
A ingestão de líquido é muito importante para evitar que as fezes endureçam e para facilitar sua passagem pelo intestino. É indicado beber cerca de oito copos de água por dia. Boas opções são sucos naturais, vitaminas com mamão e água de coco.
Para dar mais um empurrãozinho no intestino é recomendada a prática de atividade física moderada e constante, como hidroginástica, yoga e caminhada, se o médico liberar. Isso porque o exercício estimula o peristaltismo, ou seja, o movimento intestinal, favorecendo a eliminação.
Se esses cuidados não forem suficientes, o médico poderá avaliar seu estado e recomendar o uso de algum medicamento. Nunca tome laxante ou chás naturais sem consultar o seu médico, pois eles podem causar problemas para a gestante e para o bebê.

O que o intestino preso pode causar?

Falta de disposição, queda de cabelos, unhas quebradiças, espinhas, gases e mau humor são os principais sintomas da constipação intestinal – um problema que não gera apenas desconforto momentâneo, mas pode afetar, e muito, a saúde do corpo. Para a nutricionista paranaense Stefania Valenta da Silva, a explicação para os efeitos negativos fica por conta da incapacidade do organismo de absorver os nutrientes que são necessários para as demais funções de outros órgãos e de eliminar o que não serve mais. “Somente uma alimentação equilibrada, rica em fibras e à base de muita água pode estimular de forma natural o funcionamento do intestino”, destaca a profissional. Um intestino preso pode provocar as seguintes perturbações: infecções das vias urinárias (atenção especial às candidíases de repetição), infecções renais, infecções intestinais, problemas glandulares (tireoide, mamas, ovários, etc.), dificuldades circulatórias, digestivas, cutâneas, nervosas e finalmente mentais.
O propósito de uma vida saudável (em todos os níveis de consciência) é ser cúmplice da sua harmonia metabólica: nutrir sadia e desintoxicação diária. E é nos intestinos que tal fenômeno precisa acontecer de forma efetiva e rápida. No intestino delgado decide-se o que irá para a corrente sanguínea como nutrição e o que não passa pelo crivo deste sistema de seleção irá seguir seu caminho para o intestino grosso e posterior excreção na forma de fezes.
Quando a prisão de ventre é constante ela pode aumentar o risco de câncer no intestino porque o intestino possui micro-organismos que quando entram em contato com as fezes durante muito tempo podem levar à diferenciação de suas células, tornando-as cancerígenas.
Para evitar este risco deve-se manter o hábito de consumir vegetais e frutas diariamente. É importante ainda ir ao banheiro sempre que der vontade, e não ficar segurando por muito tempo ou fazendo força quando não se tem vontade, pois este hábito pode levar ao surgimento de hemorroidas.

O que comer para evitar

Para reorganizar os ponteiros do relógio do intestino e evitar sofrimentos na hora de ir ao banheiro, faça uso regular desses dez alimentos. Confira!

 – Mamão

Ele sempre esteve na lista de indicações da vovó como um dos principais alimentos para combater a prisão de ventre. É rico em fibras, sais minerais e tem alto teor de betacaroteno, um antioxidante responsável pela obtenção indireta da vitamina A. Além de dar aquela força para a saúde do intestino, o mamão tem propriedades calmantes e atua como ótimo amigo daqueles que têm um estômago sensível. “É aconselhável ingerir mamão diariamente, pela manhã”, indica a nutricionista funcional Andrezza Botelho, de São Paulo.

 – Ameixa seca

De acordo com o médico cardiologista Edmar Santos, a ameixa seca tem efeito laxativo natural e, por conter um alto teor de fibras insolúveis, é capaz de absorver mais água do organismo e acelerar o trânsito intestinal. O resultado só será positivo se houver uma grande ingestão diária de água. “Para quem sofre de prisão de ventre é necessário cerca de cinco unidades de ameixas secas por dia”, aconselha o profissional.

 – Linhaça

Nos últimos anos, ela se tornou um alimento indispensável no cardápio de quem deseja perder peso. Principalmente porque auxilia no funcionamento do intestino. Rica em fibras solúveis e insolúveis, a linhaça aumenta o volume do bolo fecal, aumentando o trânsito intestinal e ainda contribuindo para a limpeza eficaz da região. “A linhaça ajuda a combater a prisão de ventre e diminui o risco de hemorroidas e diverticulite, que é a inflamação da parede do intestino”, ressalta o nutrólogo Euclésio Bragança.
Sugestão: consumir uma colher de sementes de linhaça trituradas acompanhadas com leite ou iogurte uma vez ao dia, de preferência no café da manhã ou na ceia.

 – Abóbora

Além de ser um bom alimento para diminuir a vontade por guloseimas, já que tem sabor levemente adocicado, a abóbora pode ser uma aliada na hora de colocar o intestino para funcionar. A fruta – que tem alto teor de fibras, zinco, potássio e ferro – ajuda no equilíbrio da flora intestinal se consumida, no mínimo, três vezes na semana. Dica: consuma a abóbora na salada, com arroz ou como acompanhamento na hora de preparar a carne de sua preferência.

 – Café

Se engana quem acha que ele só serve como aditivo milagroso para manter o corpo acordado e disposto por mais tempo. As propriedades químicas da bebida também são capazes de estimular a movimentação do bolo fecal. Entretanto, há ressalvas: “Não conte com o café constantemente como laxante, pois em algumas pessoas ele vicia. Com isso, os nervos do cólon podem ficar cada vez mais tolerantes ao efeito estimulante da bebida, o que deixa o intestino mais preguiçoso”, adverte a nutricionista funcional Andrezza Botelho. A dose certa e saudável de café é uma xícara logo pela manhã, diariamente.

 – Legumes e verduras

A ordem para esta categoria de alimentos é consumi-los sempre crus nas principais refeições do dia. Desta forma, é possível manter as propriedades benéficas, como as vitaminas e o alto teor de fibras. Alface, rúcula, agrião, couve e abobrinha têm o poder de aumentar o trânsito intestinal, sendo facilitadores da evacuação. Lembre-se: a ingestão de água é determinante no processo de reabilitação do intestino, pois o líquido une-se ao bolo fecal e é eliminado com mais facilidade.

 – Aveia

De acordo com o nutrólogo Euclésio Bragança, a aveia é rica em proteínas, vitaminas e sais minerais. Mas seu destaque é mesmo ter alto teor de um tipo de fibra solúvel, que, em contato com a água, transforma-se em uma goma capaz de facilitar o trânsito intestinal e impedir absorção de gorduras pelo organismo. A atuação da aveia também é ótima para quem tem problemas de colesterol.

 – Soja

Ela está entre os alimentos funcionais mais consumidos pelos brasileiros na última década. Tudo por causa dos benefícios mais do que comprovados à saúde. Rica em proteínas, vitaminas e minerais, a soja, segundo o médico ortomolecular Edmar Santos, é determinante no combate da prisão de ventre por ser fonte de glutamina, um aminoácido reparador do epitélio intestinal. O alimento também reduz o nível de glicose no sangue se transformando num aliado para quem tem diabetes.

 – Lentilha

De acordo com a nutricionista Joyce Rebouças Passos Mourão, do Hospital Oswaldo Cruz, de São Paulo, a lentilha contém fibras, proteína, zinco, fósforo, vitaminas do complexo B, magnésio, potássio e enxofre. A ingestão do grão facilita a redução de absorção de gorduras e aumenta o bolo fecal. “Substitua pelo feijão na hora do almoço ou do jantar, preferencialmente, três vezes na semana”, indica a especialista.

 – Iogurte

O iogurte serve como agente de manutenção da saúde da flora intestinal. O produto é eficiente por conter em sua composição os famosos lactobacilos, responsáveis por estimular a proliferação de bactérias benignas ao intestino, mantendo seus ritmos e funções em ordem. Por ser prático, o alimento pode ser consumido nos intervalos das refeições como um lanche rápido e saudável. Cabe, neste caso, potencializar o efeito do iogurte adicionando uma colher de semente de linhaça.

Receita natural para prisão de ventre

Um bom remédio natural para curar a prisão de ventre é a seguinte vitamina de frutas:
Ingredientes
  • 1 copo de iogurte natural
  • 1 colher de granola
  • 1 fatia de mamão 
  • 2 ameixa-preta secas.
Modo de preparo
Bater todos os ingredientes no liquidificador e beber a seguir. Recomenda-se tomar esta vitamina todos os dias, pela manhã para alcançar a cura natural da prisão de ventre.
Fontes: Alex Botsaris / Vya Estelar / Andreia Meneguete / IG – Saúde / Alimentação / Online Farma