quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

SAÚDE E EQUILÍBRIO - Diabetes e suas causas emocionais e como tratar

PESSIMISMO E DEPRESSÃO FALTA DE DOCILIDADE NA VIDA

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Doença caracterizada por excessiva quantidade de urina. Causadora de sede e fome intensas, a diabetes acarreta sensível perda de peso, distúrbios vasculares e alterações de visão por lesão da retina.
Entre outros tipos de diabetes, a mais comum é a diabetes Melitus, resultante de uma interação variável de fatores hereditários e alimentares.
Caracterizada pela deficiência absoluta ou relativa de insulina — hormônio produzido pelas ilhotas do pâncreas —, apresenta-se como uma perturbação metabólica aguda e crônica, evidenciada pelo excesso de açúcar no sangue (hiperglicemia), bem como pela presença deste na urina.
A glicose é obtida através da alimentação. Ao contrário do que se imagina, ela não provém só dos doces, mas principalmente de carboidratos (massas, batatas, etc.)
A falta do hormônio insulina no sangue impede a transformação da glicose ou açúcar que circula no sangue em conteúdos para as células. No interior das células a glicose promove as reações intracelulares que proporcionam energia para o funcionamento adequado do organismo.

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A óptica metafísica aponta para determinadas características marcantes da personalidade do diabético. Possuidores de certo grau de amargura e tristeza (nem sempre expressos em sua fisionomia), esses indivíduos revelam baixa auto-estima, além de alto grau de dependência. Para omitir seus mais íntimos sentimentos, não relutam em brincar e divertir outras pessoas.
Em decorrência da grande dificuldade em expressar o que sentem, os diabéticos não costumam reagir diante de ofensas e injustiças. Sofredores silenciosos, tendem ao choro fácil, geralmente longe de todos. Ressentem-se pelo que pensam ter deixado de fazer no passado. Cheios de culpas inconscientes, são constantes vítimas da melancolia.
Os melancólicos, apesar de comumente afáveis, tranquilos e simpáticos, deprimem-se com facilidade. Se por um lado denotam meticulosidade e tendência ao perfeccionismo, por outro revelam acentuada inclinação ao isolamento, inadequação, desamparo, pessimismo e submissão. Desvalorizam-se em tudo que fazem e desencorajam-se diante de novas condições de vida. Com o agravamento da melancolia, passam a viver em estado depressivo.
Como visto anteriormente, a depressão está presente nas doenças do pâncreas. A pancreatite mostra uma reação agressiva não externada, levando o indivíduo à amargura. Já na diabetes, com a ausência da força reativa, ocorre a interiorização dos sentimentos, desaguando no quadro acima apresentado.

Sem a habilidade em lidar com a ternura e o afeto, os diabéticos não vivem uma relação harmoniosa com as pessoas.
Sublimando seus sentimentos, não deixam transparecer sua bondade interior.
São considerados emocionalmente imaturos. Com base em sua dependência afetiva, buscam incessantemente atenção, afeto e amor. No entanto, não se atrevem a procurar abertamente. Muitas vezes essa busca é mascarada com certo ar de indiferença. Dessa maneira, simplesmente deixam que o afeto se vá.
Grande número das crises diabéticas são geradas por tensão emocional, geralmente causada pelo reavivamento de sua dependência externa, agravada por uma possível rejeição e perda. Nesse caso se tornam hostis e deprimidos. Por serem facilmente machucados afetivamente, passam a rejeitar qualquer manifestação de carinho. Segundo Kolb, "dificuldades sexuais são comuns tanto nos homens quanto nas mulheres portadores de diabetes. As mulheres diabéticas preocupam-se com a criação dos filhos, enquanto os homens diabéticos muitas vezes são impotentes".
A educação da criança desempenha um fator importante na formação de uma personalidade depressiva.
A hereditariedade é apontada pela ciência médica como principal causa da diabetes. As estatísticas demonstram que, quando os pais têm diabetes Melitus, há aproximadamente 90% de probabilidade de essa doença ocorrer em seus descendentes. Contudo, não há ainda uma explicação adequada para a não-manifestação da diabetes em indivíduos com essa herança genética.

Independentemente da predisposição genética, a manifestação da diabetes está relacionada a períodos de graves distúrbios emocionais, como rupturas no lar, frustrações afetivas, profissionais ou estresse.
Portanto, não apenas a herança genética, mas também a própria educação da criança leva à tendência de repetição dos padrões de comportamento de um ou de ambos os pais. No caso de possuir essa herança, os filhos passam a ter uma grande probabilidade de desenvolver a diabetes. Entretanto, casos existem em que nem todos os irmãos são acometidos dessa doença, notando-se inclusive uma nítida diferença de comportamento entre os que contraíram a diabetes e os que não a contraíram. Estes últimos não se deixaram influenciar pela atmosfera em que foram criados, apesar de terem recebido as mesmas influências dos pais. Sua estruturação interna não permitiu que mantivessem os mesmos padrões que envolvem a diabetes.

Tomemos como base o seguinte exemplo: pensemos numa família formada por uma mãe e um pai diabéticos. Apesar de carregar em si alguma tristeza, a mulher é arrojada nos negócios, tomando frente em qualquer resolução indispensável. Com relação ao pai, este já se mostra mais reservado, submisso e quieto. Possuem três filhas, das quais duas com diabetes. Enquanto uma das filhas diabéticas se parece com a mãe, sendo atirada nos negócios e festiva — embora sua expressão fisionômica não esconda suas tristezas de ordem afetiva —, a outra, também diabética, possui as características do pai, vivenciando apenas interiormente suas decepções. A terceira, livre da diabetes, possui um comportamento completamente diferente: espontânea e sincera, fala o que sente, seu semblante é sereno, calmo e tranqüilo.

Pais depressivos projetam sobre os filhos sua insatisfação e dependência de afeto. Eles fazem isso de duas maneiras. No primeiro caso, passam a exigir demasiadamente da criança e essas exigências podem resultar em um adulto excessivamente rígido consigo. Freqüentemente insatisfeito, cobra sempre um sucesso cada vez maior. Esse processo poderá levá-lo da melancolia à depressão.
Outra alternativa para essa projeção pode residir numa severidade demasiadamente agressiva para com o filho. Na maioria das vezes, essa hostilidade é gerada por motivos completamente infantis, como brincadeiras barulhentas, ou mesmo pela simples presença da criança. Essa atitude pode até mesmo ser proveniente da frustração de um dos pais por ter-se submetido ao casamento tão-somente devido à gravidez, considerando-se agora infeliz.

Essa frustração pode também ter suas raízes na dependência afetiva do outro cônjuge, sendo que a atenção e carinho é agora dividida com os filhos.
A criança diabética possui uma dependência afetiva acentuadamente maior do que as outras crianças. Algumas apresentam um estereótipo desafiador e intransigente; outras se vestem de vítimas, fazendo-se de coitadas perante seus amigos. Ambas sofrem variações de ânimo. Trazem um sentimento de hostilidade, normalmente desencadeado por lembranças de agressões corporais.
Para se compreender a criança diabética, deve-se levar em consideração a expressão de hostilidade proveniente do membro da família cuja imagem seja considerada ameaçadora para a criança. Além de um dos pais, essa figura hostil pode ser um outro irmão, com o qual o processo competitivo fica evidenciado por meio de freqüentes brigas e discussões. Vale lembrar aos pais que constantes surras, e até mesmo trancafiar a criança em algum cômodo da casa, podem desenvolver profundos traumas afetivos.

A reação da criança diabética à dependência afetiva ou à figura ameaçadora é expressa, conforme dissemos, com uma atitude de intransigência.
A diabetes pode surgir numa criança no momento em que ela perde alguém muito especial, responsável por lhe dar amor e carinho.
A privação do afeto é fator primordial no desenvolvimento de uma personalidade diabética. Tanto na criança quanto no adulto, essa dependência de afeto pode ser compensada por meio de um apetite acentuado por doces, que simbolizam, por si só, a própria doçura e afeto de que sentem falta. Deve ser lembrado que os doces constituem-se em sérias agravantes para a diabetes.
Voltando à diabetes infantil, convém salientar que o excesso de rigor e censuras ao filho pode produzir um mau controle da doença na criança.
No controle da diabetes, privar uma criança de certos alimentos saborosos, especialmente os doces, provoca com extrema facilidade uma verdadeira batalha entre a criança e os pais. Um doce pode representar para a criança um sinal de aprovação na família. Privá-la desse prazer pode levar a complicações emocionais que afetam o estado da diabetes. Uma dieta rígida, de um lado, reduz a quantidade de açúcar no sangue; de outro, pode reduzir o nível de tolerância do organismo ao açúcar.
A substituição da alimentação normal pela dietética exige dos pais grande dose de psicologia, a fim de ser evitada a conotação de negação do afeto. Para uma dieta que atenda às necessidades orgânicas e emocionais do diabético, passa a ser de fundamental importância a introdução do carinho e do afeto em seu preparo e no servir o alimento à criança.

Afinal, ela pode ter, no alimento, uma arma a ser usada contra os pais sempre que seus desejos lhe forem negados. Isso poderá se refletir numa transgressão à dieta, comendo às escondidas os alimentos que lhe são comumente negados.

Entre as diversas complicações da diabetes, uma das mais graves é a acidose, ou coma diabético, em que ocorre o aumento dos ácidos no sangue, provocado pela formação de corpos cetônicos, espécie de substâncias tóxicas para o organismo. Ela ocorre nos diabéticos pela ausência de metabolismo do açúcar em energia para o corpo. Com isso o organismo lança a lipólise, um método de obtenção da glicose a partir da quebra de células de gordura dos tecidos. Esse processo desencadeia a formação de corpos cetônicos. Caracterizada por intensa falta de ar, pode levar a pessoa ao coma e até à morte.
Esses elementos agressores no organismo caracterizam bem a hostilidade que os diabéticos mantêm em si. Quer sejam calados ou queixosos, nota-se a agressividade nas relações afetivas, estabelecendo uma polaridade entre amor e agressividade.

Os diabéticos que repentinamente entram em coma encontram-se em depressão profunda, abatidos pelo desânimo. No auge do desespero, entregam-se à morbidez de seus sentimentos, abandonam todo o controle dietético e deixam de tomar insulina, expressando assim seus impulsos suicidas.
O coma pode ser precipitado no diabético adulto, durante uma fase de ansiedade. Já na criança, pode ser simulado numa discussão com os pais.

Como vimos anteriormente, a instabilidade emocional do diabético influencia o estado glicêmico, podendo haver oscilações entre o excesso (hiperglicemia), que é o caso da diabetes, ou falta de açúcar no sangue, como é o caso da hipoglicemia. A dificuldade da pessoa em lidar com seus aspectos afetivos provoca uma mudança repentina em seu humor. Da mesma forma que pode se animar repentinamente, sem nenhuma razão perde todo o entusiasmo.

Se você estiver disposto a se reformular interiormente e sair dessa condição, o primeiro passo é não se colocar numa condição de vítima, é reconhecer que de alguma forma você atraiu os acontecimentos desagradáveis. Obviamente isso não ocorreu de maneira consciente, você não agiu com a intenção de ter os infelizes resultados. No entanto, sua condição interna foi propícia a tais eventualidades. Exemplo: ao ser magoado, você atribui ao outro a causa dessa mágoa, mas quem alimentou esperanças e expectativas que o decepcionaram foi você. Se os outros o fizeram sofrer, é que você abriu mão de seu poder de escolha, permitindo que eles determinassem as "regras do jogo".
Em segundo lugar, resgate a docilidade e o sabor pela vida, volte a confiar em si mesmo. Acredite: o pior já passou, abra-se para as perspectivas favoráveis do presente e viva intensamente o aqui - agora.

Encare os fatos vividos como intensos desafios que o fortaleceram interiormente, sinta-se vitorioso por ter transposto experiências tão dramáticas.
Lembre-se: nem sempre o vitorioso é aquele que atingiu seus objetivos; muitas vezes a vitória está no fato de superar intensos desafios, sem perder a dignidade.

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Livro: Metafísica da Saúde Vol.1

O mau humor e o derrotismo afetam o pâncreas e causam o diabetes 

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O pâncreas é um órgão discreto e essencial para o metabolismo corporal. Ele desempenha dupla função: endócrina e exócrina. Como glândula exócrina produz um líquido alcalino denominado suco pancreático, que é secretado no duodeno para neutralizar a acidez do quimo (substância que sai do estômago carregada de ácidos). Esse suco possui enzimas poderosas que encerram o processo de desmembramento dos componentes do quimo, favorecendo a digestão.

A função desempenhada como glândula endócrina consiste na produção de insulina e de glucagon, esses hormônios formam uma espécie de “gangorra química” que equilibram os níveis de glicose (uma das principais fontes de energia) na corrente sanguínea. A função da insulina consiste em transportar a glicose até os tecidos e garantir a sua entrada nas células para a produção de energia. O glucagon estimula o fígado a liberar mais açúcar para o sangue, regulando o nível de glicose na corrente sanguínea.

Os aspectos metafísicos relacionados a funções exócrinas do pâncreas consistem em contemporizar os acontecimentos, ter habilidade para lidar com as situações difíceis do cotidiano de maneira relativamente equilibrada e assim apropriar-se dos conteúdos essenciais das ocorrências.

Evite reagir com drama, escândalo ou desespero. Dramatizar tanto agrava os acontecimentos quanto dificulta o entendimento da situação. Responder escandalosamente desperdiça energias poderosas, que se forem bem canalizadas transformariam as situações ruins.

As funções endócrinas do pâncreas, segundo a Metafísica da Saúde, referem-se à administração interna das fortes emoções, canalizando essas forças poderosas do ser com sabedoria, preservando a disposição, a alegria e o bom humor. Essas atitudes preservam a qualidade de vida e mantêm a saúde pancreática.

Os bons resultados exteriores são consequências da estabilidade emocional. A capacidade de gerenciar as emoções e mantê-las estáveis pode ser denominada Inteligência Emocional, que consiste em controlar as reações instintivas e promover respostas mais apropriadas ou assertivas para os problemas exteriores.

Dentre as principais doenças do Pâncreas a mais comum é o Diabetes. Existem dois tipos da doença: o tipo 1 (ocorre a destruição das células do pâncreas que produzem a insulina) surge na infância ou no adulto jovem e requer o uso de insulina no tratamento e representa aproximadamente 10% dos diabéticos; o tipo 2 (redução da produção de insulina ou a incapacidade do organismo de usar a insulina) geralmente ocorre após os 35 anos de idade; os sintomas são leves e podem passar despercebidos, dificultando seu diagnóstico, e o tratamento representa aproximadamente 90% dos casos.

Dentre os aspectos da Metafísica da Saúde relacionados :
diabetes tipo 1 destaca-se uma espécie de “torpor emocional” frente às adversidades. Trata-se de jovens que não sabem administrar as suas emoções e se comportam de maneira aparentemente indiferente aos acontecimentos, recorrendo ao isolamento e, não raro, esboçam visível mal humor. A impulsividade característica dos jovens fica reprimida, diante de algum contratempo “fecham a cara” e ficam como conhecido no popular “emburrados”. Novo padrão: deve-se procurar resgatar as forças interiores e restabelecer o bom humor.

diabetes tipo 2, em face dos incontáveis sofrimentos da trajetória de vida, constituem uma espécie de “engessamento emocional” que inibiu a capacidade de reagir às adversidades. Os esforços para manter a tolerância comprometeram a força reativa, “anestesiando” a sua impetuosidade. Essa conduta dificulta a interação harmoniosa com o meio. Prefere se isolar para não ser intransigente. Esse tipo de diabetes representa uso indevido da inteligência emocional. Em vez de ordenar as forças reativas, reprime os seus impulsos de tal forma que suas emoções ficam abaladas, comprometendo a disposição para se dedicar a novos projetos de vida ou dedicar-se a outros relacionamentos.

Novo padrão: dedique-se a resgatar o sabor pela vida; transforme as experiências adquiridas em combustíveis para modificar as situações desagradáveis do cotidiano.

Dicas de Cromoterapia: a principal cor para energizar o pâncreas é o amarelo. Ele sugere alegria, descontração e o bom humor. Aplique a luz sobre o órgão e tome água solarizada amarela (solarização de água: envolver um recipiente de vidro transparente com o papel celofane amarelo, encher de água e levar ao sol por 2 horas). São indicadas outras duas cores: visualize a cor laranja para despertar a coragem e ousadia e mentalize também o verde para equilibrar as emoções.

Valcapelli

DESPERTANDO O CONHECIMENTO - Você sabe quem é o YHWH? O grande Eu Sou?

"EU SOU" O SENHOR TEU "DEUS"
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Como você reagiria se alguém viesse lhe dar um recado, dizendo que uma pessoa com o nome YHWH, ou EU SOU, foi quem pediu pra lhe dar esse recado? Você acharia no mínimo estranho não é?
Bom, é assim que Deus se identificou a Moisés, e no decorrer da Bíblia, vemos várias outras formas que Deus usava para se identificar ao Seu povo. Porém, o que vemos como uma simples identificação ou expressão, na verdade, traz um significado extremamente complexo e poderoso ao mesmo tempo.chartNeste artigo, fazemos um resumo do significado dessa identificação dada pelo próprio Deus ao seu povo e de sua importância ainda para os dias atuais.
O nome de Deus é impronunciável, no idioma hebraico é demonstrado como יהוה , que posteriormente foi traduzido em línguas originárias do latim e para nossa língua (português) seria YHWH ou YHVH, mais conhecido como Tetragrama Sagrado. Esse nome em forma de tetragrama é considerado tão sagrado que os Judeus não o utilizam sem necessidade, a não ser em cerimônias muitíssimo importantes.
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Originariamente, em aramaico e hebraico, era escrito e lido horizontalmente, da direita para esquerda יהוה ou seja, YHVH. Formado por quatro consoantes hebraicas — Yud י Hêi ה Vav ו Hêi ה ou יהוה , o Tetragrama YHVH tem sido latinizado para JHVH já por muitos séculos.
As letras da direita para esquerda (pois neste idioma se escreve assim) segundo o alfabeto hebraico são:
י = que pronuncia-se Yodh ou Yud = letra Y
ה = que pronuncia-se He ou Hêi = letra H
ו = que pronuncia-se Waw ou Vav = letra V
ה = que pronuncia-se He ou Hêi = letra H
O tetragrama aparece 6.828 vezes — sozinho ou em conjunção com outro “nome” — no texto hebraico do Antigo Testamento.
Os nomes YaHVeH (convertido em português para Javé), ou YeHoVaH (convertido em português para Jeová), são transliterações possíveis nas línguas portuguesas e espanholas, mas alguns estudiosos preferem o uso mais primitivo do nome das quatro consoantes YHVH; já outros eruditos favorecem o nome Javé (Yahvéh ou JaHWeH).
Ainda alguns destes estudiosos concordam que a pronúncia Jeová (YeHoVaH ou JeHoVáH), seja correta, sendo esta última a pronúncia mais popular do Nome de Deus em vários idiomas.
A antiguidade e legitimidade do Tetragrama como o Nome de Deus para os judeus pode ser comprovada na conceituada tradução para o grego da Bíblia Hebraica, chamada Septuaginta Grega, onde o Tetragrama aparece escrito em hebraico arcaico ou páleo-hebraico.
Foram encontrados fragmentos de cópias primitivas da LXX (Papiro LXX Lev. b, Caverna n.º 4 de Qumran, datado como sendo do Século I d.C.) onde o Tetragrama YHWH’ é representado em letras gregas (Levítico 3:12; 4:27).
Fragmento da Septuaginta, do século I
Fragmento da Septuaginta, do século I
Estudos revelam que apenas em cópias posteriores da Septuaginta Grega, datadas do final do Século I d.C. em diante, os copistas começaram a substituir o Tetragrama YHWH por Kýrios, que significa SENHOR (em letras maiúsculas) e por Theós, que significa Deus.
Essa foi a razão de YHWH ter desaparecido graficamente do texto do Novo Testamento em algumas traduções bíblicas. O Deus YHWH é deste modo identificado como Criador do Universo e de todas as formas de vida na Terra. É também chamado por:
– Adonai (Soberano Senhor);
– Elohim (Deus, e não deuses, visto que trata-se de plural majestático, ou seja, poder supremo, absoluto);
– HaAdón (o [Verdadeiro] Senhor);
– Elyón (Deus Altíssimo) e
– El-Shadai (Deus Todo-poderoso)
Deste modo, como explicamos no início, os judeus temiam em usar o nome de Deus em vão, por isso, preferem não pronunciá-lo, e assim não contrariar o mandamento de Deus. Também é por isso que judeus brasileiros usam o termo D’us (sem a letra “e”) para não escrever o nome completo do Senhor:
Não tomarás o nome de YHWH, teu Deus, em vão, pois YHWH não considerará impune aquele que tomar seu nome em vão. Êxodo 20:7
Quando Deus se apresentou a Moisés através de uma sarça e deu a ordem para este conduzir seu povo para a libertação da escravidão do Egito, o próprio Moisés sabia que deveria apresentar o nome de Deus aos seus conterrâneos para que estes acreditassem em suas palavras, por isso, perguntou:
Eis que quando eu for aos filhos de Israel, e lhes disser: O Deus de vossos pais me enviou a vós; e eles me disserem: Qual é o seu nome? Que lhes direi? Êxodo 3:13
Então YHWH lhe responde:
EU SOU O QUE SOU”. Disse mais: Assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós. E Deus disse mais a Moisés: Assim dirás aos filhos de Israel: O SENHOR Deus de vossos pais, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque, e o Deus de Jacó, me enviou a vós; este é meu nome eternamente, e este é meu memorial de geração em geração. Êxodo 3:14-15.
Desta forma, os hebreus puderam acreditar em Moisés, pelo nome eterno de Deus, o EU SOU que eles já conheciam.
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O significado exato do Tetragrama YHVH ainda é objeto de controvérsia entre os especialistas. Em Êxodo 3:14, YHVH disse a Moisés: “Ehiéh ashér ehiéh.” Segundo muitas traduções da Bíblia, esta expressão, encontrada no texto hebraico significa: “EU SOU O QUE SOU.” – Almeida Revista e Atualizada.
E assim também compreenderam outros tradutores da Versão dos Setenta (Septuaginta): “Ego eimi ho ôn“. Disse Deus a Moisés: “Eu sou Aquele que é“. Disse mais: “Assim dirás aos filhos de Israel: “EU SEREI me enviou até vós.” – Bíblia de Jerusalém.
Esta expressão “EU SOU O QUE SOU” é usada como título para Deus, para indicar que ele realmente existia. Isso corresponde a “EU SOU AQUELE QUE É“, “EU SOU O EXISTENTE“. YHVH estaria assim confirmando sua própria existência.
Entende-se que este nome sagrado, na realidade, é um verbo, a forma causativa, indefinida, do verbo hebraico hawáh. Assim, segundo estudiosos, o Tetragrama YHVH significa “ELE CAUSA QUE VENHA A SER”. “MOSTRE SER” ou: “MOSTRARÁ SER“, incorporando em si mesmo um propósito. Assinala o Portador deste nome exclusivo como “AQUELE QUE TEM UM PROPÓSITO.”
A expressão ou nome “EU SOU“, como descrito anteriormente, aparece várias vezes no antigo testamento, mas também aparece no novo testamento, como uma forma de identificar quem era o Deus que se apresentaria a humanidade, ou seja, o Messias profetizado no antigo testamento que viria para salvar Seu povo – “MOSTRARÁ SER”, “AQUELE QUE TEM UM PROPÓSITO”, “ELE CAUSA QUE VENHA A SER”, “O EU SOU”.
Todas essas expressões derivadas do YHWH ou YHVH como explicado, indicam que Deus estava ao lado de Seu povo, estava presente e sempre estaria, e essa mesma expressão indica que ELE SE MOSTRARIA QUE TINHA UM PROPÓSITO e viria a existir declaradamente, pessoalmente como CAUSA QUE VENHA A SER.
Quem falava com Moisés era o próprio Jesus, o EU SOU, o YHWH
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Assim, Jesus se identificou ao judeus da mesma forma que Deus havia se identificado à Moisés, mas os judeus não creram, não o aceitaram, ao contrário, por conta dessas declarações de Jesus, muitos deles queriam matá-lo por blasfêmia (Marcos 14:61-64), pois eles sabiam da poderosa importância que este nome tem e que Jesus estava se igualando a Deus.
O interessante é que Jesus sabia mais do que ninguém o quanto esse nome tinha importância e que qualquer pessoa que o usasse de qualquer forma, ou para se identificar com ele, era passível de morte. Mas Jesus foi enfático em dizer: antes que Abraão fosse (viesse a existir, nascer), EU SOU. Não EU FUI, mas EXISTE ETERNAMENTE. (João 8:56-59)
No Novo Testamento vemos várias frases de Jesus com relação a sua identificação como o YHWH ou o EU SOU. Jesus se mostrou como o EU SOU com PROPÓSITO, ou seja, AQUELE QUE SE MOSTRARIA, que estaria no meio dos homens, que seria um de nós, que viria para salvar a humanidade, como havia sido profetizado nas escrituras sagradas do antigo testamento.
No evangelho de João, aparecem as mais enfáticas formas com que Jesus se identificava:
– EU SOU o pão da vida: João 6:35,41,48,51;
– EU SOU a luz do mundo: João 8:12;
– EU SOU a porta das ovelhas: João 10:7,9;
– EU SOU o bom pastor: João 10:11,14;
– EU SOU a ressurreição e a vida: João 11:25;
– EU SOU o caminho, e a verdade e a vida: João 14:6;
 EU SOU a videira verdadeira: João 15:1,5.
E mais…
No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o VERBO ERA DEUS. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por Ele, e sem ele nada do que foi feito se fez. Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens. E a luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam. João 1:1-5
E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade. João testificou dele, e clamou, dizendo: Este era aquele de quem eu dizia: O que vem após mim é antes de mim, porque foi primeiro do que eu. E todos nós recebemos também da sua plenitude, e graça por graça. Porque a lei foi dada por Moisés; a graça e a verdade vieram por Jesus Cristo.
Deus nunca foi visto por alguém. O Filho unigênito, que está no seio do Pai, esse o revelou. João 1:14-18
Jesus explicava toda a Sua importância e Seu significado mas as pessoas não entendiam, por isso disse:
Mas eu tenho maior testemunho do que o de João; porque as obras que o Pai me deu para realizar, as mesmas obras que eu faço, testificam de mim, que o Pai me enviou. E o Pai, que me enviou, ele mesmo testificou de mim. Vós nunca ouvistes a sua voz, nem vistes o seu parecer. E a sua palavra não permanece em vós, porque naquele que ele enviou não credes vós. Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam. João 5:36-39
Conclusão
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Como podemos entender, essa simples expressão: EU SOU, possui um significado infinitamente poderoso e que nos dá uma pequena dimensão da grandiosidade e ao mesmo tempo, simplicidade de Deus. Podemos chegar a conclusão de que o EU SOU, é o próprio Deus manifesto, ou seja, Deus conosco (Emanuel), Deus presente, Deus que nunca deixará seu povo e que morreu numa cruz para pagar uma dívida que nós não poderíamos pagar, esse Deus, o YHWH, EU SOU, EU SOU O QUE SOU, é JESUS CRISTO.
O mesmo Jesus que usou palavras carregadas de poder e eternidade para se apresentar ao mundo. Nós devemos crer no único “EU SOU” para termos a vida eterna. Jesus disse:
Porque, se não crerdes que EU SOU, morrereis nos vossos pecados. João 8:24

O PODER DA ORAÇÃO - A Lei de Deus nunca falha - A Luz de Deus está sempre presente, é só invocar

EU SOU LUZ... EU SOU O PODER REALIZADOR DE DEUS... EM TUDO QUE EU FAÇO.


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A qualquer hora ou em qualquer necessidade o homem, como filho de Deus, pode invocar estas Forças Divinas e prontamente será auxiliado.Com a simplicidade que caracteriza as coisas de Deus, é suficiente que o homem coloque a sua atenção em um Ser do Raio que deseja receber, invocando a sua ajuda.
A seguir, deve visualizar-se (imaginar-se) envolto e traspassado pela Luz solicitada.Os anjos e os Seres de Luz invocados estarão presentes realizando o seu trabalho, pois esta é a Lei.

Tenha a certeza que o auxílio é imediato.
Mesmo que o seu corpo físico, momentaneamente não tenha a capacidade de sentir, certamente essa incapacidade dos sentidos não será um fator limitador da realização da Vontade Divina.
Tenha em mente que
a Lei de Deus NUNCA FALHA.
Mesmo que você não a perceba, ela se realiza.

EU SOU LUZ – Fortalece sua Aura com a pura Luz de Deus

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EU SOU Luz, Luz resplandecente.
Luz radiante, Luz intensificada.
Deus consome a minha escuridão,
Transmutando-a em Luz
Hoje EU SOU um foco do Sol Central.   
Através de mim corre um rio de cristal,
Uma fonte vivente de Luz
Que nunca pode ser corrompida
Por pensamentos e sentimentos humanos.
Eu Sou um posto avançado do Divino.
A escuridão que se serviu de mim é consumida agora
Pelo poderoso rio de Luz que EU SOU.
EU SOU Luz, EU SOU Luz, EU SOU Luz;
Eu vivo, eu vivo, eu vivo na Luz.
EU SOU a mais completa dimensão da Luz;
EU SOU a mais pura intenção da Luz.
EU SOU Luz, Luz, Luz
Inundando o mundo onde quer que eu vá,
Abençoando, fortalecendo e anunciando
O propósito do reino dos céus. (3X, 9X ou 14X)

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

DESPERTANDO O CONHECIMENTO - RADIESTESIA QUÂNTICA VIBRACIONAL. - O QUE É?

RADIESTESIA QUÂNTICA VIBRACIONAL.



O QUE É?

a) Um método iniciático de trabalho com as energias, baseado em fontes modernas (Etienne Guillé, Rudolfo Steiner, Sheldrake, Carl Jung, Michio Kushi, etc.) e em fontes antigas tradicionais do sagrado (Egito da era de Ouro, simbologia do Graal, Cabala hebraica, druidismo celta, taoísmo chinês, etc.):

b) Uma técnica de leitura das energias, permitindo, entre mil outras aplicações, o diagnóstico, o prognóstico (diagnóstico precoce) e a terapêutica (através dos transferts diretos de energia), que pode efetuar-se à distância, merecendo por isso o cognome de «tele ação» (propriedade que existe ao nível dos genes da célula e se chama «respiração celular»);

bb) Com a tele ação relaciona-se o chamado «acontecimento e ato mágico», ação à distância regida pela lei de ressonância vibratória ou lei das correspondências/equivalências cósmicas;

c) Como aplicação terapêutica, a RQV tem afinidades com algumas escolas antigas de xamanismo e outras medicinas sagradas, sistemas globais de cultura onde curar não se dissocia(va) de um autoconhecimento e de uma auto evolução espiritual; do xamanismo a Jung, o sono e o sonho, como processo de autoconhecimento, têm, na cura, um papel preponderante:

d) A RQV vai buscar fundamentos teóricos às ciências de ponta - Biologia e Física quânticas, Biologia molecular, Termodinâmica, Análise global dos sistemas, Psicanálise do inconsciente coletivo - , concluindo que todas essas grandes descobertas da ciência moderna já eram; pelo menos, desde a Lemúria, pátria dos deuses, desde a Atlântida e dos egípcios que receberam o legado delas:

e) Em parte, o trabalho alquímico que é o ponto central da RQV, visa a «limpeza» (transmutação) dessas energias ancestrais impressas no DNA da célula viva; em parte, porque a substituição (transmutação) de energias negativas e nocivas em energias curativas é um trabalho alquímico total, aos 3 níveis do ser humano trinitário: corpo, alma, espírito;

ee) Energia = Matéria = Informação = Memória = Consciência: poderá considerar-se a fórmula quântica da RQV e do seu novo paradigma;

f) A composição trinitária é um dos postulados indiscutíveis da RQV, que assenta em (algumas) certezas inabaláveis, rejeitando teorias e crenças de que o mercado dito espiritual, esotérico ou «new age» está hoje repleto;

g) Um outro postulado (indiscutível) é o do Continuum energético entre céu e terra, entre macro e microcosmos, entre energias vibratórias e suporte vibratório: o que está em cima é igual ao que está em baixo (Hermes Trismegisto), sendo a ressonância vibratória (sincronicidade de Jung) entre todos os níveis energéticos um outro princípio que daquele deriva;

h) O pêndulo Da RADIESTESIA QUÂNTICA VIBRACIONAL é apenas a ponta da meada que, uma vez segura na mão do ser humano, lhe permite, como um fio de Ariadne, fazer a viagem através das energias, ou seja, do labirinto da existência e da eternidade;

j) Este fio de Ariadne serve de condutor no oceano de informações (= energias) ainda hoje disponíveis, desde que, com a Queda e o incêndio da Biblioteca de Alexandria, essas informações se perderam, sabemos lá se por maquiavélico plano cósmico, se por erro e cobiça dos atlantes ou, simplesmente, porque a Era Zodiacal dos Peixes foi das eras mais macacas de todos os tempos;

k) Utilizando a mão esquerda, tanto como a direita, a RQV coloca o operador do pêndulo no centro do processo, que é o centro do universo humano, que é o centro do círculo: chame-se lhe medianeiro ou médium, o ser humano passa a ser o protagonista da história, o aparelho por excelência de medir, detectar, avaliar, analisar energias; e, como Einstein descobriu, observador e observado ao mesmo tempo;

l) Preparar a nova era zodiacal do Aquário, iniciada em 28 de Agosto de 1983, será um dos muitos objetivos, ao nível humano, que a RQV se propõe, declarando um projeto de vida: a edificação da Nova Idade de Ouro que cosmicamente nos é imposta e que o ser humano tem obrigação de ajudar o Cosmos a construir: face à justiça cósmica expressa pelo nome de uma deusa - Maat - que é apenas o nome de uma energia, a «salvação» depois da efemeridade, ou seja, o nosso destino eterno, está dependente deste contributo;

m) Como prática iniciática, a RQV socorre-se de alguns utensílios básicos, nomeadamente as 2 grelhas de Etienne Guillé (metais e letras), sefirotes e quadrados mágicos (Cabala hebraica), estruturas palindrômicas, símbolos em geral e alguns em particular, letras dos alfabetos sagrados - sânscrito, ideogramas hebraicos, hieróglifos egípcios, alfabeto ogâmico das árvores (druidas), etc.

n) O trabalho básico com a grelha dos metais implica a primeira grande alquimia (a da célula), base das alquimias que irão repercutir-se - por ressonância - nos outros corpos energéticos e níveis vibratórios de consciência, até às energias cósmicas criadoras, chamadas, desde Hermes Trismegisto, energias filosofais: enxofre (princípio masculino), mercúrio (princípio feminino), sal (princípio aglutinante) e, filha desta trindade, a (energia da) Pedra Filosofal (a que as lendas Arturianas chamaram Graal);

o) O mecanismo vibratório do Câncer (= energia da anti-pedra filosofal) tem a ver com esta concepção cósmico-telúrica do ser humano: a cura da mais típica doença da era dos Peixes depende de uma «aliança» com as energias filosofais criadoras, fazendo contravapor às energias da decadência milenar programada pelo Antigo Cosmos;

p) O 6º sentido da RQV serve de porta de acesso aos 12 órgãos dos sentidos (cinco manifestados e sete potenciais, segundo os hierofantes egípcios) e às 12 ciências sagradas, entre as quais se conhecem (de forma degradada e decadente) Astrologia, Magia, Numerologia, Simbologia, Teurgia, Geometria Sagrada, etc.

q) O acesso ao 6º e restantes 6 órgãos dos sentidos, constitui o que, em parapsicologia vulgar, se chamam «faculdades paranormais» ou «estados alterados de consciência»: do que se trata, com a RQV, é adquirir, metódica, integrada e graduadamente, uma consciência alargada - iluminada - em consonância com o Eu Superior; a capacidade de materializar/desmaterializar não é uma hipótese de ficção científica mas um facto corrente das civilizações Lemuriana, atlante e egípcia (vide construção das pirâmides, por exemplo);

r) A descoberta, por Etienne Guillé, do segundo código genético, abre ao ser humano uma era de liberdade, ou seja, contraria frontalmente o fatalismo congénito, multissecular e tenebroso do código genético da hereditariedade física: os evolucionistas darwinistas tinham razão (somos filhos do Macaco ou, pelo menos, alguns são) .

s) A partir do código vibratório, ativado pelo trabalho com os metais (e cores, sons, essências, etc.), e, portanto com a alquimia profunda, o livro do nosso destino passado, presente e uturo, pode ser relido, emendado, reescrito, etc., capítulo a capítulo, frase a frase, letra a letra;

t) Relativamente a todos os fatalismos, inclusive o das profecias hoje à venda, que traçam cenários apocalípticos do futuro, a RQV apresenta, serenamente, o método para sair do atoleiro, caso haja quem ouça, veja, saiba e faça;

u) Presente ao estudioso de RQV está sempre, portanto, a mensagem profética da Grande Esfinge resumida nos verbos: saber, querer, ousar, deter-se e amar (Seis vezes no mínimo);

v) Com a descoberta da linguagem vibratória de base molecular (e respectiva grelha universal das letras), Etienne Guillé põe fim a toda a era de confusão e caos pós-Babel (de que é símbolo moderno a Internet);

w) Chamando Eternidade ao que o mundo profano chama de Morte, a RQV altera todas as escalas de valores vigentes desde a Queda, propondo uma ordem de valores absoluta e, portanto, alterando prioridades e paradigmas impostos pela sociedade de consumo; o valor vibratório vem dizer que a era do Virtual é, energeticamente falando, o Zero absoluto e, na maior parte dos casos, abaixo de Zero (o caso dos Nintendos, causadores de patologias epileptiformes);

y) A RQV vem propor um Novo Paradigma de pensamento e ação, que será o Paradigma da Nova Idade de Ouro;

z) A RQV tenta erguer os alicerces sobre os quais se poderão construir o Templo do sagrado que potencialmente o ser humano é (YHWH, que vulgarmente se lê Jeová).


 

O QUE A RQV NÃO É


a) Não é um método de Radiestesia vulgar, empírica e geotelúrica: trabalha com o espectro global das energias, entre macro e microcosmos, não se limitando às energias terrestres, físicas ou planetárias do espectro eletromagnético (calor, luz, radiações, ondas curtas, médias, longas, etc.);

b) Não é uma mística ou contemplação passiva e extática, mas uma técnica operativa e atuante, essencialmente iniciática;

c) Não exige conhecimentos teóricos de ordem profana e/ou académica - quanto mais se dispensar o ego intelectual, erudito, profissional, etc., mais se progride energética e vibratoriamente no trabalho de RQV;

d) Não é mais uma arte divinatória das que se encontram hoje no mercado, mas a única arte divinatória credível, pois só é possível obter informações antecipadas no tempo, subindo em vertical os vários níveis vibratórios de consciência, os sete corpos energéticos que potencialmente existem no ser humano;

e) Não é uma ciência oculta nem esotérica, antes pelo contrário, põe nas mãos do ser humano a forma de aceder aos melhores conhecimentos sistematicamente ocultados pelas castas de sacerdotes de todos os tempos e religiões.

f) Não é (apenas) mais uma especialidade terapêutica, embora dê acesso a aplicações de noologia terapêutica (acupuntura, homeopatia, essências florais de Bach, etc.)

g) Não é uma técnica manipulatória, rejeitando as técnicas direta ou indiretamente manipulatórias, em nível do corpo, da alma e do espírito;

h) Não é uma egrégora de cariz religioso;

i) Não é uma escola autoritária, de mestre/discípulo, mas um método onde cada um é mestre de si mesmo, aprendiz de si mesmo, professor de si mesmo;

j) Não é um rito nem um conjunto de rituais, não é uma religião, não é uma igreja, não é uma seita, não é uma escola ou instituição: o acesso ao sagrado faz-se, em RQV, por subida individual (gradual) dos estados de consciência, o que apenas exige a prática de testes vibratórios, hierarquizados segundo os sete níveis de frequência vibratória ao alcance das nossas mãos;

l) Não é uma brincadeirinha com o pêndulo, mas pode considerar-se um jogo lúdico, no sentido em que a criança é um ente lúdico, ou seja, tem acesso direto ao sagrado;

m) Não é uma técnica para aprender a sonhar, mas uma técnica que permite ler os sonhos e tudo o que ocorre nos níveis de consciência a que o sono/sonho dá acesso;

n) Não é uma doutrina kármica, porque dá a chance de ultrapassar o círculo fatalista das reencarnações, através do acesso (para as transmutar) às memórias ancestrais a que as doutrinas chamam karma: a lei unilinear de causa/efeito só existe ao nível dos espaços/tempo lineares, ultrapassáveis em princípio com o trabalho de RQV;

o) Não é uma profecia apocalíptica dos novos tempos, mas uma previsão científica da evolução do Cosmos na Era Zodiacal do Aquário, em que o velho mito humano do Ouro tem finalmente explicação: à proporção sagrada chamava Pitágoras, discípulo de Hermes, o Número de Ouro, sendo a Idade de Ouro aquela em que tudo irá obedecer a essa proporção e em que, portanto, terá fim a ganância do Ouro-Metal: que, por sinal, vibra um rotundo Zero;

p) Não é um trabalho apenas no espectro eletromagnético das energias, mas aquém e além desse espectro, aquilo a que os modernos chamam área quântica e que sempre foi conhecida dos iniciados de todos os tempos;

q) Não é um jogo de dois opostos apenas opostos (polaridade), mas um jogo a N variáveis, em que os opostos se tornam complementares, dando lugar a uma dupla cadeia ou espiral cósmica, de que a dupla cadeia do DNA molecular é microcosmos e símbolo.

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SAÚDE E EQUILÍBRIO - DICAS TERAPÊUTICAS A RESPIRAÇÃO CORRETA PODE CURAR - A Respiração Diafragmática e o Stres

A RESPIRAÇÃO CORRETA PODE CURAR



 Vocês sabiam?

Que nossa maneira de respirar pode mudar nossa percepção da vida é um caminho para o autoconhecimento e autocura?

Reparem nas grandes mudanças qualitativas que podem ocorrer em sua vida. Somente através da respiração. É mágico! Uma vez que você respira melhor, que alivia as tensões inconscientes, que você liberta a respiração, começa a se perceber mudando em todas as particularidades e níveis, e se descobre com todas as habilidades mais afinadas.

Quando a respiração é perfeita, todo o resto se equilibra, respirar é vida!

Respirar é mesmo sinônimo de vida, sim; mas a quase totalidade das pessoas prefere ignorar esse fato. E, claro, paga um preço por isso. O resultado dessa conta pode ser visto em qualquer ser humano desse mundo moderno:

Problemas de coluna, pressão alta, enxaquecas crônicas, gastrite, ansiedade, síndrome do pânico, fibromialgia, e tantos outros.

A sua dispersão se transforma em atenção, a insegurança em confiança, os seus medos vão simplesmente se dissipando e você repentinamente encontra entusiasmo para levar a sua vida à frente.

A respiração desbloqueada se torna música para você. E como benefício adicional, como o pulmão envolve o coração, respirar plenamente massageia o coração melhorando a circulação do músculo do coração, evitando e prevenindo todas as doenças relacionadas a ele, ao mesmo tempo em que torna você uma pessoa mais amorosa e emocionalmente alimentada. E sem amor, não há ponte possível entre você e seu criador.

Vou explicar aqui uma prática de Yoga muito simples, fácil e rápido para ser feito diariamente.

Nesta técnica de Yoga, absorvemos energias que são desconhecidas pela maioria dos ocidentais. Mas, vai dar bastante energia, saúde em todos os corpos constitutivos, inspiração e etc...
Encontrará o EQUILÍBRIO em tudo, com esta prática.

Vamos lá...




É o PRÂNÂYÂMA. Mas é pra fazer com Entus + siasmo, hein?

É assim:

NOTA: A Respiração correta deve ser feita em quatro tempos.

IDA (Pingala – termo usado na Cabalah – “Coluna direita da Cabalah” = Positiva)

1. Fechar a narina esquerda com o dedo anular e inspirar com a narina direita;
(Por exemplo: Conte até quatro, inicialmente, mais tarde aumenta esse tempo)

2. Fechar a narina direita e retenha o ar nos pulmões (Ambos os lados estarão fechados)
(Conte até quatro)

3. Soltar o ar pela narina esquerda (A narina direita permanece fechada)
(Conte até quatro)

4. Fechar a narina esquerda e manter os pulmões vazios (Ambos os lados estarão fechados)
(Conte até quatro)
Continue...

VOLTA (Ida – termo usado na Cabalah – “Coluna esquerda da Cabalah” = Negativa)


5. Retirar o anular da narina esquerda e inspirar o ar (Com a narina direita fechada)
(Conte até quatro)

6. Fechar também narina esquerda e reter o ar nos pulmões
(Conte até quatro)

7. Expirar pela narina direita deixando os pulmões vazios
(Conte até quatro)

8. Fechar a narina direita e manter os pulmões vazios (Com a narina esquerda fechada)


INSPIRAR com as duas narinas e EXPIRAR com as duas narinas (O famoso “respire fundo”) – Sushumnâ – conceito da Cabalah, ou melhor, “coluna do meio do Cabalah” = Equilíbrio.

OBS: Repetir esta série por SETE vezes. Em sete etapas ela é infalível.

Assim, com o tempo saberão respirar corretamente. Aproveitem!

Olhem os tipos que se designaram de respirações:

Respiração lenta: acalma, deixa a pessoa pacífica e compreensiva, produz clareza de pensamento. Ajuda a desenvolver uma percepção mais ampla de todos os fenômenos, aprofunda o autoconhecimento e a consciência universal. Diminui o ritmo das atividades biológicas e a temperatura tende a baixar.

Respiração longa: dá poder de concentração e sintoniza a pessoa com o ritmo do universo; traz paciência, calma, tolerância, desenvolve uma visão profunda das coisas e a consciência do aqui e agora. A memória e a visão do futuro tornam-se mais extensas e claras.

Respiração profunda: gera harmonia entre todas as funções do corpo e, com isso, há mais satisfação, estabilidade emocional, confiança e capacidade de expressão. Facilita a meditação e o sentimento amoroso.

Respiração rápida: excita, produzindo um estado mental instável. A pessoa muda de emoções bruscamente e tem reações inesperadas de ataque e defesa; torna-se mais subjetiva e egocêntrica, vê mais os detalhes que o todo, fica mesquinha.

Respiração superficial: gera carência, já que não supre as necessidades orgânicas de oxigênio e isso se reflete no estado mental e emocional. A pessoa fica medrosa, volúvel, insegura, ruim de memória e de intuição. A angústia tem muito a ver com isso.

Respiração curta: é dispersiva, traz impaciência, cria um ritmo irregular; a pessoa muda muito de idéia, tende à intolerância e ao mau humor. Custa-lhe adaptar aos ambientes, vive sempre em conflito e se apega mais aos detalhes que ao todo.

Daí se conclui, sem muito esforço, que uma respiração longa, lenta e profunda pode criar dentro de cada um de nós um oásis particular de harmonia, paz e saúde.

A Respiração Diafragmática e o Stres
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O que é Diafragma?

O diafragma é um músculo estriado esquelético em forma de cúpula e principal responsável pela respiração humana. Ele auxilia o abdomen a se expandir e se comprimir conforme o transcorrer da respiração. No momento da inspiração ele desce, expandindo o abdômen e arrastando consigo a base do pulmão, aumentando o seu volume interno e a sucção do ar. Na expiração, o diafragma sobe, comprimindo os pulmões e expulsando o ar.
Com o passar do tempo esse processo vai se perdendo, restando apenas a respiração com a parte superior dos pulmões, caracterizando uma respiração torácica, curta e superficial.

O resultado é uma menor oxigenação do organismo, ocasionando mudanças fisiológicas, acelarando o nosso metabolismo contrubuindo para o aumento de sintomas de ansiedade e consequentemente stress.

Respiração diafragmática : A respiração diafragmática ou respiração profunda é chamada assim porque expande o diafragma e leva o ar rico em oxigênio até o abdômen. É através dela que se consegue aumentar significantemente a capacidade volumétrica dos pulmões, facilitando a oxigenação de todo o corpo, inclusive o cérebro. Esse processo possibilita a desaceleração contínua do nosso metabolismo, atingindo diretamente os efeitos do stress. Essa respiração pode ser realizada em momentos de stress, poi restabelecer o equilíbrio do nosso corpo.

Como realizá-la?
• Sente-se ou deite-se de forma confortável;
• Coloque a mão no abdômen (barriga) próxima ao umbigo;
• Feche os olhos e concentre-se em sua respiração;
• Inspire pelo nariz e encha os pulmões de ar, leve-o até o abdômen, percebendo que ele se movimenta.

Ao inspirar conte até quatro (mentalmente) para que o pulmão e o abdômen fiquem expandidos;
• Retenha o ar por dois tempos (conte até dois mentalmente), mantendo a barriga e os pulmões cheios;
• Expire lentamente pela boca, contando até cinco, esvaziando completamente o pulmão e o abdômen;
• Reinicie os movimentos após reter os pulmões vazios por dois tempos.

IMPORTANTE:

Em primeiro lugar é imprescindível acreditar no que se esta fazendo, que realmente este procedimento irá dimunir o seu estado de tensão, por exemplo....

Repita pelo cinco vezes a respiração ou pratique por aproximadamente três a cinco minutos. Treine pelo menos uma vez ao dia.

ALERTA: No caso de se sentir mal, com tonturas, saiba que isso é normal e vai desaparecer. O ideal é que voce vá praticando aos poucos até que o seu organismo se acostume.
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