segunda-feira, 1 de junho de 2015

EQUILÍBRIO E HARMONIA - O PODER DA RESPIRAÇÃO (Segrados e Métodos) MUDE SUA VIDA PELA RESPIRAÇÃO

"Segredos e Métodos para praticar a Respiração”.

  


Quando voce está concentrado em sua respiração voce está protegido do vampirismo, de uma mente dominadora, de obssessores, perda de energia, pensamento compulsivos, emoções desconcontroladas, muitas vezes da depressão principalmente, se voce faz exercícios físicos e caminhadas, ajuda muito.


Quando sua mente está centrada, voce está no centro em harmonia com o Espirito, com a Alma. Você está protegido, pode ouvir sua intuição e estar ligado com o seu Anjo da Guarda.



Se a mente está sendo dominada pelo ambiente, pelo ódio, descontrole emocional, com a meditação e a concentração na respiração, voce está no controle da sua vida e na roda do dharma.


A Inteligência fixada no Espírito que respira é o centro do Ser ao redor do qual a mente e os sentidos giram é a Inteligência que é a fundação da vida e das sensações.

O Todo é Espírito – Mente Viva Infinita – Consciência -  É Luz Clara...

“A consciência da respiração é o caminho para a consciência.

Respirar é trazer nossa força da vida em uma espiral de sintonia com a hélice universal que carrega toda a força no cosmos.

Todos respiramos o mesmo ar. esse ar é Spiritus (latim "respiração de vida"). A presença do Spiritus dá vida. O Ar é a presença da essência da vida.  

A magia da consciência da respiração é a consciência do Espírito da Unidade.


"Segredos e Métodos  para praticar  a Respiração”.

As práticas de parar e observar tem por finalidade atingir a liberação, isto é, a liberdade da prisão.

A que estamos presos? Antes de tudo, caímos na distração que nos faz perder a plena atenção. Vivemos como se estivéssemos num sonho. Somos arrastados de volta ao passado e empurrados para o futuro.

Estamos presos às nossas tristezas, agarramo-nos à raiva, aos sentimentos de intranquilidade e medo. Aqui “liberação” significa ir além e deixar para trás essas condições a fim de vivermos totalmente despertos, com alegria e suavemente, tranquilos e em paz.

Viver dessa maneira significa que a vida vale a pena ser vivida. 

Vivendo assim, somos uma fonte de alegria para nossa família e para aqueles que vivem conosco e em torno de nós.

O budismo muitas vezes se refere à “emancipação”, isto é, ir além e abandonar nascimento e morte. Sentimo-nos ameaçados pela morte. 

Quanta intranquilidade e medo têm sido criados pelo medo da morte!

A meditação nos permite ficarmos livres dessas prisões de intranquilidade e medo.

Por favor, use quaisquer métodos que sejam... Respire! Você está vivo mais adequados à sua situação presente e, em primeiro lugar, pratique-os. 

Ao parar, observar já está presente, mais ou menos; ao observar, há um parar natural.


Os tópicos da plena consciência sugeridos abaixo podem ser divididos em sete categorias:

1) Seguir a respiração na vida diária — elimina o esquecimento e o pensamento desnecessário (Métodos 1 -2)
2) Consciência do corpo (Método 3)
3) Realizar a unidade corpo e mente (Método 4)
4) Nutrir a nos mesmos com a alegria da meditação (Méto—
dos 5-6)
5) Observar os sentimentos (Métodos 7-8)
6) Controlar e liberar a mente (Métodos 9-12)
7) Observar afim de derramar luz sobre a verdadeira natureza de todos os dharmas (Métodos 13-16)...

SAÚDE E EQUILÍBRIO - PODER DE CURA DAS PEDRAS E OS CRISTAIS E SUA IMPORTANCIA NA MANUTENÇÃO DO EQUILIBRIO DOS CHACRAS

OS CRISTAIS E SUA IMPORTANCIA NA MANUTENÇÃO DO EQUILIBRIO DOS CHACRAS


 OS CRISTAIS E OS CHAKRAS .



Os Chakras Correspondentes ao Corpo Físico. 

São sete os chakras principais, e cada um deles se associa a uma cor diferente, a glândulas diferentes e a cristais diferentes. Cada chakra é um vórtice energético em forma de cone, com o vértice no interior do corpo, ligado à coluna, e a base voltada para fora. O sétimo chakra tem a base arredondada no topo da cabeça, virada para cima, e o primeiro tem a base virada para baixo, em direção ao chão. Todos os outros são cones duplos, partindo do centro (coluna) para a frente e para trás Ao utilizar as pe.dras sobre os chakras, vamos colocá-las na frente do corpo, mas é preciso que a pessoa em que elas estarão sendo aplicadas visualize a energia das pedras atingindo também a parte posterior de cada chakra. O cristal de quartzo pode ser utilizado em conjunto com qualquer chakra, embora, por suas características principais, seja classificado como pertencente ao chakra coronário (sétimo). Descendo da cabeça para os pés, vamos iniciar nosso estudo pelo sétimo chakra. 






O Chakra Coronário (sétimo chakra) 
Situa-se na cabeça, bem no centro, e é também conhecido como coroa. Relaciona-se com a glândula pineal, sua cor é violeta, e está diretamente ligado à espiritualidade, ao contato com o Eu Superior, canalização e meditação. Fisicamente, rege nossa cabeça e o sistema nervoso central. É através do chakra coronário que entram no corpo as energias de transmutação, purificação e espiritualidade. As pedras que trabalham no sétimo chakra são as de cor branca transparente (incolores), violeta e dourada.
Branco transparente (incolor) Violeta/ Lilás                        
Violeta e dourado Dourado Outras Cores 
Apofilita Incolor 
Ametista 
Ametrino 
Calcita Dente de Cão 
Alexandrita 
Calcita Ótica 
Charoita Calcita Dourada Moldavita 
Cristal de Quartzo Fluorita Heliodoro 
Danburita Halita Violeta Pirita 
Diamante Iolita 
Diamante Herkimer Lepidolita 
Dolomita Sugilita 
Escolecita Tanzanita 
Fenacita 
Goshenita 
Selenita (Gipsita) 
Topázio Incolor 
Ulexita 
Para ativar e energizar o sétimo chakra com um cristal de quartzo, sugerimos o seguinte exercício de meditação: Prepare o ambiente com incenso e música suave. Escolha a posição mais confortável para seu corpo, de preferência sentado numa cadeira de espaldar reto. Concentre-se praticando um relaxamento que se inicia pelos pés, subindo lentamente até a cabeça, e mentalize luz branca em volta de todo o seu corpo, para proteção. Segure com a mão direita um cristal de quartzo gerador ligeiramente inclinado, com a ponta direcionada a seu chakra coronário, mantendo uma distância de 10 a 12 centímetros. Feche os olhos e mentalize um raio de luz branca saindo pela ponta do cristal e penetrando em seu corpo através do chakra coronário, abrindo-o e energizando-o. Mantenha o cristal em constante movimento giratório, no sentido horário, por três a cinco minutos. Depois, baixe seu braço direito e, mantendo o cristal em suas mão e os olhos fechados, perceba quaisquer sensações, luzes, cores, imagens ou intuições. Terminada a meditação, é bom anotar as sensações para comparação com experiências futuras. Não se frustre se não houver nenhuma sensação nas primeiras experiências. Tudo vem com a prática e a regularidade, como em qualquer trabalho espiritual.


O Chakra Frontal (sexto chakra) 
Está localizado entre as sobrancelhas, e é também conhecido como terceiro olho ou terceira visão. Associa-se também com a glândula pituitária e é responsável por nossa concentração, memória, imaginação e visualizações. Pode-se compará-lo ao computador que registra em nosso cérebro as informações e sensações recebidas através do chakra coronário, para que possamos compreendê-las e dar forma a elas através de pensamentos ou imagens. Sua cor é o índigo (azul anil), e as pedras que trabalham com esse centro energético têm também esta cor. As principais são:
Apatita Azul 
Azurita 
Calcantita 
Cianita Halita Azul Indicolita (Turmalina Azul) 
Labradorita 
Lápis Lazuli 
Papagoita 
Safira Azul 
Sodalita 
Vivianita 
Fisicamente, este chakra e suas pedras correspondentes regem a visão, a audição, a memória, a capacidade de concentração e todas as funções cerebrais. Para energizar o sexto chakra, proceda da mesma forma que na meditação anterior, apontando o cristal ligeiramente inclinado na direção deste centro de energia. Lembre-se de visualizar a parte posterior do chakra também vibrando com esta luz. O sétimo e o sexto chakras devem ser trabalhados sempre em conjunto, começando-se pelo sétimo. Algumas das pedras do sexto chakra também agem sobre o quinto, como o Lápis Lazuli e a Indicolita. Para energizar o chakra laríngeo proceda exatamente como nos dois primeiros, modificando apenas a posição do cristal, que neste caso deverá ficar paralelo ao chão, horizontalmente apontando para este centro de energia, não esquecendo de girá-lo sempre em sentido horário e de visualizar sua parte posterior.




O Chakra Laríngeo (quinto chakra) 
O quinto chakra situa-se na região da garganta e se associa à tiróide, que por sua vez está ligada ao metabolismo do corpo. Este centro energético é responsável pela verbalização, pela comunicação de nossa verdade interior e pela respiração. Fisicamente rege a garganta, a laringe, a boca e o nariz. É através desse chakra que purificamos nossas energias. Sua cor é o azul, assim como a das pedras que aí trabalham. As mais importantes são: 
Ágata Azul Rendada Crisocola 
Água Marinha Euclásio 
Ajoita Hemimorfita 
Albita Larimar 
Amazonita Quartzo Azul 
Angelita Shattuckita 
Calcantita Sílica Gema 
Calcita Azul Topázio Azul 
Celestita Turquesa 
Algumas das pedras do sexto chakra também agem sobre o quinto, como o Lápis Lazuli e a Indicolita.
Para energizar o chakra laríngeo proceda exatamente como nos dois primeiros, modificando apenas a posição do cristal, que neste caso deverá ficar paralelo ao chão, horizontalmente apontando para este centro de energia, não esquecendo de girá-lo sempre em sentido horário e de visualizar sua parte posterior.







O Chakra Cardíaco (quarto chakra) 
Localiza-se bem no centro do peito, entre os mamilos. É associado ao timo e é nele que se concentra a energia do Amor Incondicional, nossa fonte vital. É responsável também pela saúde e vitalidade do corpo físico, o coração e os pulmões. Sua cor é o verde, e as pedras a ele associadas são verdes (representando a cura e a energia vital) ou cor-de-rosa (representando o Amor). 
Verde Rosa Verde e rosa Translúcida 
Ágata Musgo Calcita Rosa Jade do Transvaal Opala 
Apatita Verde Cobaltocalcita (Afrodite) Turmalina Melancia Pedra da Lua 
Aventurina (Quartzo Verde) Halita Rosa 
Apofilita Verde Kunzita 
Brasilianita Morganita 
Calcita Verde Quartzo Rosa 
Crisoberilo Rodocrosita 
Crisoprásio Rubelita (Turmalina Rosa) 
Diopsídio Smithsonita Rosa 
Dioptásio 
Esmeralda 
Hiddenita 
Jade (Jadeíta e Nefrita) 
Malaquita 
Peridoto 
Serpentina 
Smithsonita Verde 
Uvarovita 
Variscita 
Verdelita (Turmalina Verde) 
Vesuvianita 
As pedras de cor rosa trabalham diretamente com a energia do Amor Incondicional e promovem tranquilidade e paz ao coração. As verdes trabalham com a energia da cura, da saúde, da vitalidade, do amor físico e da prosperidade. A Turmalina Melancia é bastante especial por conter as duas cores básicas deste chakra, representando-o em sua totalidade. O chakra cardíaco é especialmente importante por ser o ponto central de nosso corpo, separando (e unindo) os chakras superiores (quinto, sexto e sétimo), que regem a espiritualidade, dos inferiores (primeiro, segundo e terceiro), que regem o físico. Para energizá-lo e ativá-lo, proceda como das vezes anteriores, mantendo o cristal paralelo ao chão, na posição horizontal, com a ponta direcionada ao quarto chakra, e visualize também um raio de luz branca saindo de dentro deste seu centro de energia, encontrando-se e unindo-se ao feixe de luz que sai pela ponta do cristal. 






O Chakra do Plexo Solar (terceiro chakra) 
Este chakra se localiza de quatro a seis centímetros acima do umbigo. Controla toda a nossa energia emocional e é fortemente ligado ao Ego individual. Fisicamente rege o aparelho digestivo. Não é por coincidência que problemas emocionais sempre causam problemas digestivos. A emoção e a digestão estão intimamente ligadas. A cor do terceiro chakra é o amarelo e ele se associa diretamente ao pâncreas. As pedras que aí trabalham também são amarelas, destacando-se: 
Adamita 
Âmbar 
Apatita 
Amarela 
Calcita Amarela 
Citrino Natural 
Enxofre Pedra do Sol 
Piromorfita 
Tempest Stone 
Topázio Imperial
A energização e a ativação do plexo solar são feitas da mesma maneira que as anteriores, ficando o cristal na posição horizontal.






O Chakra Sexual (segundo chakra) 
O chakra sexual situa-se três a quatro centímetros abaixo do umbigo, e trabalha com a energia sexual e a criatividade. É ligado também à produção da adrenalina, e ao amor do homem pela Terra e pela Natureza. Tudo que criamos em nossa mente se ativa para manifestação através deste centro de energia. Fisicamente rege os órgãos sexuais. Sua cor é laranja, assim como a das pedras que lhe correspondem:
Andaluzita
Calcita Laranja
Coral Cornalina
Crocoita
Opala de Fogo
Orpimento
Vanadinita
Wulfenita 
Siga o mesmo processo de energização e ativação dos chakras anteriores, posicionando o cristal inclinado levemente com a ponta direcionada ao segundo chakra. Ao visualizar a luz branca entrando em seu corpo através do chakra sexual, faça com que ela se espalhe em círculos concêntricos por toda a região abdominal.





O Chakra Básico (primeiro chakra)
O chakra básico fica situado na direção da base da coluna, bem acima dos órgãos de reprodução, e se relaciona com a parte inferior do corpo, os pés, o ancoramento e os instintos físicos. É através dele que plantamos nossos pés no chão e nos relacionamos com o mundo físico. Sua cor é o vermelho e as pedras que com ele se relacionam são vermelhas, marrons, cinzas, pretas ou multicoloridas.
Vermelho Marrom/Cinza/Outras Cores Preto 
Bixbita 
Ágata de Botswana 
Crisântemo 
Calcita Vermelha 
Boji Stone 
Obsidiana 
Cinábrio 
Galena 
Ônix 
Cuprita Howlita Turmalina Preta 
Espinélio Jaspe Paisagem 
Granada Jaspe Pele de Leopardo 
Hematita Lingam 
Heliotrópio (Bloodstone) Madeira Petrificada 
Jaspe Vermelho Magnesita 
Quartzo Vermelho Magnetita 
Realgar 
Quartzo Enfumaçado (Fumê) 
Rodonita Quartzo Olho de Falcão 
Rubi Quartzo Olho de Tigre 
Rutilo Quartzo Rutilado 
Thulita Quartzo Turmalinado 
Zincita Unakita 
Zircão 
As pedras vermelhas se relacionam diretamente com o sangue e a circulação. As pretas são de proteção contra a negatividade. Todas, de qualquer cor, proporcionam ancoramento.
Para ativação e energização, proceda como nas meditações anteriores, mantendo o cristal ligeiramente inclinado com a ponta direcionada ao chakra básico. Importante: não gire o cristal, mantenha-o imóvel enquanto apontado para este centro energético.
Os exercícios de meditação para ativação e energização dos chakras devem ser praticados com regularidade, até que você consiga sentir reações nas áreas correspondentes aos chakras. É importante anotar o que acontece durante e após os exercícios e tentar reconhecer sua influência no cotidiano. Não espere nem procure resultados imediatos. Como em todas as coisas na vida, só com a prática e a regularidade nos exercícios é que se chega a reconhecer os resultados.





sexta-feira, 29 de maio de 2015

SAÚDE E EQUILÍBRIO - Cansaço excessivo pode ser um sinal de doenças

Desequilíbrios hormonais e deficiência nutricional podem estar por trás do sintoma


Ela pode chegar de mansinho, se instalando vagarosamente, uma sensação defadiga, moleza e falta energia, até mesmo para executar as pequenas atividades cotidianas. Mas será que é isso normal? Com a correria do dia a dia muitos atribuem essa sensação de cansaço extremo a noites mal dormidas e ao estresse, situações de desânimo que geram um impacto profundo nas atividades sociais e na produtividade profissional, tornando-se hoje uma das principais queixas dos consultórios médicos. 
A severidade dessa sensação de cansaço e fadiga pode e deve ser avaliada por uma escala de sinais, pois uma noite mal dormida, horas enfrentando o trânsito das grandes capitais ou ainda viver em eterno estado de tensão e estresse podem sugar sua energia. No entanto, existem outros fatores que podem e devem ser considerados, como os desequilíbrios clínicos decorrentes de carências nutricionais, desequilíbrios hormonais, infecções e doenças autoimunes. Vamos falar sobre os principais fatores que podem causar o cansaço excessivo:

Desequilíbrios hormonais


O declínio hormonal pode ocorrer em ambos os sexos, sendo um fator mais comum para as mulheres no período próximo ao climatério, e entre os 50 e 60 anos para o homem. O declínio hormonal é fisiológico, e não uma doença, mas quando a queda é acentuada pode gerar sintomas desagradáveis, dentre eles a sensação de fadiga e o cansaço.
Definir as causas da fadiga e do cansaço é de extrema importância, e isso deve ser feito por meio de avaliação médica criteriosa
Uma das hipóteses estudadas associa a sensação de cansaço permanente a uma queda de atividade dos neurotransmissores, como serotonina, dopamina e noradrenalina, indicando que o declínio hormonal pode ter ligação direta com a falta de energia e a sensação de fadiga. Nesse caso, é indicada a reposição hormonal, para reequilibrar o correto funcionamento do sistema nervoso central.
A baixa produção ou a falta de hormônios tireoidianos, por exemplo, pode agravar a sensação da falta de energia e causar sintomas de depressão, sendo portanto fundamental que o médico analise também os hormônios tireoidianos para buscar as causas da fadiga.
Alguns estudos, ainda não aceitos por toda a classe médica, propõem a reposição desses hormônios em pacientes com hipotireoidismo sub-clínico (quando os níveis hormonais estão apenas um pouco abaixo do limite ou no limite) e que apresentem quadro de cansaço excessivo, queda de cabelo e outros sintomas que tirem a qualidade de vida do paciente, melhorando assim a volta às atividades habituais do dia a dia com energia e disposição revigoradas.
Alimentos que ajudam na produção de hormônios tireoidianos (Iodo e Selênio) são indicados como coadjuvantes. Boas fontes de selênio são as oleaginosas (castanhas do Pará, castanha de caju e etc) e boas fontes de iodo são o sal marinho (evite excesso), peixes e algas marinhas.

Anemia

Muitas doenças hoje são ocasionadas por desequilíbrios alimentares, e esse é o caso do desenvolvimento da anemia ferropriva, situação muito associada à queda de energia e disposição física. Isso acontece pois o ferro é um nutriente essencial ao organismo, responsável pela produção de glóbulos vermelhos e transporte de oxigênio. A deficiência de ferro surge principalmente por carência nutricional, infecções intestinais, menstruação com fluxo sanguíneo muito intenso e durante a gravidez - mas qualquer pessoa pode desenvolver anemia, se não receber o aporte correto na dieta ou tiver problemas de absorção.
O tratamento contra a anemia é determinar sua causa e corrigi-la, uma vez constatada por exames laboratoriais, e nesses casos a recomendação é uma dieta rica no nutriente, que é encontrado principalmente na carne vermelha, em verduras verde escuras, leguminosas e alimentos enriquecidos, que ajudarão a suprir as necessidades diárias de ferro.

Déficit vitamina D

Estudos atuais revelam que a baixa dosagem de vitamina D no sangue é uma das prováveis causas do cansaço excessivo e sensação de desânimo. A dosagem de vitamina D no sangue é feita em laboratório e deve ficar acima de 30 mg/dl. Expor-se mais ao sol, mas sem exagero, e aumentar a ingestão de alimentos ricos em vitamina D, como a sardinha, é uma das estratégias de combate ao cansaço.

Dietas restritivas

Eliminar de maneira radical grande quantidade de alimentos ou fazer dietas da moda que cortam de maneira exagerada certos grupos alimentares podem gerar déficits nutricionais, pela dificuldade de conseguir obter por meio da alimentação nutrientes importantes para o organismo. O carboidrato, por exemplo, nos dá glicose, que é um combustível importante para o corpo e sem ele a sensação de esgotamento é mais frequente, tornando as queixas de cansaço e falta de energia mais comuns após as duas primeiras semanas de restrição.
O tratamento consiste em uma dieta equilibrada, que privilegie os bons carboidratos, boas proteínas e boas gorduras, além de combinar bons nutrientes, como os alimentos ricos em vitaminas do complexo B, que aumentam a resistência à fadiga.

Estresse e ansiedade

A ansiedade e o estresse são sem sombra de dúvidas males da vida moderna e a queixa mais frequente é a de acordar cansado. Isso ocorre porque o estresse libera quantidades altas de cortisol e adrenalina, hormônios que em altas doses prejudicam o funcionamento dos neurotransmissores, deixando os indivíduos ansiosos, com dificuldade de concentração e no sono. O tratamento nesse caso é praticar uma atividade física prazerosa, que alivie as tensões, e em casos extremos a recomendação é a de uso de medicamentos.
Definir as causas da fadiga e do cansaço é de extrema importância, e isso deve ser feito por meio de avaliação médica criteriosa, na qual um especialista fará um check-up clínico, nutricional e hormonal, descartando assim patologias que podem originar todos os sintomas.

SAÚDE E EQUILÍBRIO - Reconheça os sinais de que sua tosse não é normal

Presença de secreções e tempo de duração acusam diferentes doenças

A tosse é um reflexo natural do aparelho respiratório para eliminar micro-organismos que estejam afetando as vias aéreas - seja nariz, garganta ou pulmões. Mas nem sempre a tosse é igual ou chega sozinha, e analisar os diversos aspectos dela pode ajudar a entender se é um quadro alérgico leve ou sintoma de algo mais grave, como uma pneumonia. Conheça as principais características da tosse e quando buscar ajuda médica:

Tosse seca

De acordo com o otorrinolaringologista Jamal Azzam, da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial, geralmente a tosse seca é bastante incomodativa e não faz barulho de secreção - nem na garganta, nem nos pulmões. A tosse seca quase sempre sofre alguma alteração no sistema respiratório, como:

mulher tossindo - foto: Getty Images
A tosse aguda é aquela que dura até 3 semanas

  • Rinite alérgica
  • Faringites agudas irritativas, virais, bacterianas ou fúngicas
  • Amigdalites virais ou bacterianas
  • Laringites irritativas, virais ou bacterianas
  • Traqueítes ou laringotraqueítes virais ou bacterianas
  • Crise de asma/bronquite aguda
  • Pneumonia viral ou bacteriana
  • Uma causa grave e que pode levar à risco de morte é a embolia pulmonar.
Entretanto, a tosse também pode ocorrer como sintoma de outras doenças. "Ela pode ser sintoma de alterações cardiovasculares, reumatológicas ou gastroenterológicas, assim como de tumores benignos e malignos ou então um efeito colateral de medicamentos", explica o otorrinolaringologista Jamal. Além disso, muitos quadros virais ou bacterianos - como um resfriado ou gripe - podem manifestar tosse seca no final ou após o final do tratamento. "A pessoa tem nariz entupido, secreções e cerca de uma semana depois tem tosse."
O especialista afirma que se a tosse seca estiver acompanhada de febre alta persistente, mal estar intenso no corpo e dores nos olhos, é necessário buscar ajuda médica.

Tosse produtiva

"Na tosse é expelido o muco ou mais conhecido como catarro, que pode ser claro, espesso, branco, verde, amarelado ou em alguns casos acinzentado", diz Jamal Azzam. O muco ou catarro é produzido por pequenas glândulas que ficam abaixo da mucosa, uma camada que reveste internamente as vias aéreas. Segundo o pneumologista Ciro Kirchenchtejn, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, o muco é composto por água (90 a 95%), glicoproteínas, sais e restos celulares. Sua função é proteger as vias aéreas do ataque de vírus, bactéria se outros micro-organismos que podem infectar nosso corpo.
A presença do sangue na tosse pode indicar uma infecção viral, fúngica ou bacteriana.
Justamente por isso, a cor, consistência e até mesmo o odor do muco podem nos dizer se há algo de errado, uma vez que para eliminar os organismos invasores ele poderá ficar mais concentrado, com sangue ou mesmo mal cheiroso. "Quando existe catarro, a sugestão é que não seja somente uma doença irritativa, e sim viral ou bacteriana", explica Jamal. Da mesma forma que a tosse seca, a tosse produtiva também pode ocorrer após o tratamento de algumas doenças, uma vez que o organismo ainda está eliminando os micro-organismos.
Segundo os especialistas, sintomas como falta de ar e cansaço constante e/ou para atividades físicas leves devem motivar uma consulta médica. Clique aqui para saber mais sobre a cor e consistência do muco e quando ele indica problemas.

Que produz gosto ácido ou amargo na boca

Doenças como gastrite e refluxo gastroesofágico podem gerar uma tosse com gosto amargo na boca. "Quando há um retardo no esvaziamento dos alimentos do estômago, que sofrem uma fermentação por ação de bactérias, liberando odores desagradáveis", explica o gastroenterologista Décio Chinzon, do Laboratório Pasteur, em Brasília. "Algumas sintomas associados à tosse levantam suspeita para um problema gastroenterológico, como azia, irritação constante na garganta, sensação de que tem algo parado na garganta, ardor na garganta ou na boca e queimação na língua", enumera o otorrinolaringologista Jamal.

Tosse por tabaco

O tabagismo leva a uma tosse crônica, persistente e bastante incomodativa. Geralmente tem secreção associada cronicamente também. A secreção liberada na tosse do tabagista costuma ser escura, amarronzada. "O tabaco é um importante irritante das vias aéreas, tanto nasais como brônquicas e pode estimular as glândulas a produzirem mais muco", diz o pneumologista Ciro.
Parar de fumar aumenta as chances desse tipo de tosse diminuir com o tempo. "No entanto, pessoas que fumam há anos dificilmente irão parar de tossir, uma vez que a irritação de toda árvore respiratória é crônica e sequelar", completa Jamal Azzam.

Tosse com sangue

A presença do sangue na tosse pode indicar uma infecção viral, fúngica ou bacteriana. "Outras causas de tosse com sangue incluem ruptura de vasos do sistema respiratório, tumores, tuberculose, entre outros", afirma o otorrinolaringologista Jamal. Segundo o especialista, toda a tosse com sangue deve ser investigada, principalmente se associada à rouquidão persistente.

Por que a tosse piora à noite?

Quem sofre com tosse crônica ou está passando por um quadro agudo sabe que a situação tende a piorar à noite, principalmente durante o sono. Segundo o otorrinolaringologista Jamal, nosso sistema de proteção contra as inflamações e infecções fica mais debilitado durante a noite. "A causa é que o hormônio anti-inflamatório e antialérgico, o corticoide natural, é liberado uma vez por dia, somente de manhã, então à noite esse hormônio já foi consumido, causando uma piora no quadro de diversas doenças", diz. Essa situação é especialmente comum em crianças que apresentam alergia - nesses casos, a tosse começa cerca de 1 hora depois do sono e pode perdurar a noite toda.
Além disso, a posição deitada prejudica a drenagem das secreções das vias respiratórias, o que favorece seu acúmulo e estimula a tosse. Investir em travesseiros mais altos durante as crises de tosse podem ser uma alternativa para reduzir o problema.

Diferenças entre tosse aguda e crônica

De acordo com os especialistas, a tosse aguda é aquela que dura até 3 semanas. Já a tosse crônica dura mais de 8 semanas e deve ser investigada independente dos sintomas relacionados. "Entre as tosses aguda e crônica existe a tosse subaguda, que já deve ser tratada com atenção", afirma Jamal Azzam. Por isso, muito cuidado: tosse persistente por mais de 10 dias já é justificativa para uma consulta médica!
POR CAROLINA SERPEJANTE - ATUALIZADO EM 21/05/2015

segunda-feira, 25 de maio de 2015

SAÚDE E EQUILÍBRIO - Cistocele (bexiga caída): Sintomas e Tratamento - Atenção às disfunções do assoalho pélvico. Se não tratados, casos podem afetar até mesmo a vida sexual de quem apresenta a patologia.

Cistocele (bexiga caída): Sintomas e Tratamento





(As informações abaixo, não dispensam consulta médica)
Cistocele também conhecido como bexiga prolapso é o resultado de enfraquecimento e estiramento da parede da bexiga entre uma mulher e vagina, provocando a queda da bexiga na vagina. Isto pode também envolver o útero que desce na vagina e fica saliente a partir da abertura vaginal. 

As razões mais comuns para a ocorrência do transtorno são a gravidez eo parto. Para facilitar a relação sexual eo parto as paredes da vagina tem elasticidade. Num caso de parto vaginal, existe uma probabilidade de as paredes ficando esticadas levando a um prolapso. Também as mulheres que têm vários filhos, têm uma chance maior de ter esta doença. No entanto, esta pode não ser a única razão para a ocorrência do transtorno de cistocele. Às vezes as mulheres envelhecem ou após a menopausa, a diminuição nos níveis de estrogênio causa a degeneração dos músculos pélvicos, que por sua vez leva a cistocele. Cistocele pode também estar ligada à constipação, obesidade crônica e até mesmo a genética. Tendo uma histerectomia ou a remoção do útero também pode causar cistocele. 

Os sintomas da Cistocele 

Os sintomas de cistocele são exibidas, dependendo do grau da doença. No caso de um distúrbio leve cistocele ou quando a bexiga cai apenas um pouco mais para dentro da vagina, não existem sintomas visíveis. Para os graus mais elevados da doença, isto é, quando a bexiga fica muito suficiente para alcançar a abertura vaginal ou quando na verdade vem através da abertura da vagina os sintomas são graves. 

Os sintomas podem incluir: 

* Pressão na pelve e da vagina especialmente durante longos períodos de pé. 

* Dificuldade em iniciar e parar a micção e aumento da frequência urinária. 

* Incapacidade de esvaziar a bexiga após a micção. 

* Dificuldade enquanto esforço, tosse e curvando-se. 

* A incontinência de esforço ou perda do controle urinário, especialmente ao rir, espirrar ou tossir. 

* Recorrendo a incidência da infecção do trato urinário. 

* Extrusão do tecido: Com o aumento da gravidade do caso, a vagina e da bexiga podem sobressair fora da entrada vaginal. 

* A relação sexual pode resultar em dor e perda urinária. 

Tratamento da Cistocele 

O tratamento do distúrbio baseia-se na sua gravidade. Para casos mais leves, sem sintomas, o tratamento pode envolver exercícios de auto-determinados cuidados e fisioterapia. Nos casos moderados a utilização de um pessário é recomendada. É um dispositivo que, quando colocado na vagina mantém a bexiga no lugar. Com base na adequação e conforto o médico pode recomendar um pessário para o paciente. Às vezes, um tampão ou diafragma também é sugerida como uma alternativa. Na maioria das vezes esta é uma solução temporária para a cirurgia. 

Em casos graves cirurgia é recomendado que o médico coloca a bexiga de volta à sua posição normal. Os músculos são apertados pélvicos e algumas partes do tecido esticado pode ter que ser removido. A operação é geralmente realizada por um ginecologista ou um urologista. 

Os médicos também recomendam a terapia com estrogênio para aqueles que experimentam sintomas da menopausa. Isto é feito de modo a manter os músculos pélvicos forte que pode ter sofrido degeneração devido à ausência de estrogênio após a menopausa. Por vezes, os médicos podem recomendar a remoção do útero, se houver um prolapso do útero, bem como a bexiga. Com a recorrência de cistocele, o tratamento cirúrgico é recomendado novamente. 

Cistocele pode ser prevenida através de medidas que incluem exercícios, uma dieta rica em fibras e beber de oito a dez copos de água. Para as pessoas com obesidade, recomenda-se que consultar o médico para determinar o peso ideal. No caso de a informação adicional, com base no diagnóstico os médicos podem responder a consultas do paciente.

Atenção às disfunções do assoalho pélvico. Se não tratados, casos podem afetar até mesmo a vida sexual de quem apresenta a patologia.
Situações de perda involuntária de urina, desconforto durante relação sexual e a famosa "bexiga caída" agora contam com tratamentos menos invasivos que cirurgias. A fisioterapia urinoginecológica e urológica surgiu como uma opção para reverter quadros mais leves e auxiliar o processo de cura de casos mais severos.

 Com o tempo, a musculatura do corpo humano começa a perder o tônus. Este processo ocorre em toda a musculatura, já que as fibras de sustentação ficam cada vez menos rijas, com capacidade de contração reduzida. Isto também ocorre com a musculatura do assoalho pélvico. A gama de problemas ocasionada por esta falta de sustentação são chamados de disfunções do assoalho pélvico.
A musculatura desta região é responsável por apoiar os órgãos localizados na cavidade pélvica, como bexiga, próstata, reto e órgãos reprodutivos femininos. Também estão relacionados com o funcionamento dos esfíncteres urinários e anal. Assim, alterações na musculatura pélvica podem resultar em disfunções urinária e intestinal.
Os principais fatores causadores das disfunções são obesidade, procedimentos cirúrgicos, gestação, idade avançada, parto e menopausa. Algumas pessoas podem desenvolver esta disfunção em decorrência de fatores genéticos ou do seu tipo de colágeno.

A fisioterapeuta Luísa Braga Jorge, especialista em uroginecologia e urologia, explica que as principais disfunções são: incontinência urinária, fecal, dispareunia (dor durante a relação sexual), constipação, e prolapso (bexiga caída). Entretanto, o que apresenta maior prevalência é a incontinência urinária.

Esta disfunção independe de sexo, mas a maior incidência é registrada em mulheres devido à anatomia pélvica. Pesquisas indicam que de 12% a 56% das mulheres de 40 a 69 anos apresentam casos de incontinência urinária. No Rio Grande do Sul os índices podem aumentar em decorrência do frio. "A contração do corpo quando se está com frio gera espasmos na musculatura que podem facilitar a ocorrência de casos de incontinência", relata a fisioterapeuta.

Alternativas diferenciadas
de tratamento

Mas o diagnóstico desses casos irá depender unicamente da observação do próprio afetado, já que não existe um exame específico para diagnosticar tais condições. Contudo, após o quadro ser de conhecimento do médico, os tratamentos são basicamente simples.

O importante é que ao notar os primeiros sinais, procure auxílio profissional imediatamente, pois além de causar dor e constrangimentos, essas disfunções podem afetar até mesmo a vida sexual de um casal, já que o prazer sexual também está relacionado a esse conjunto de 13 músculos da região pélvica. Entre as disfunções sexuais que ele pode favorecer quando lesionado estão o vaginismo (contração involuntária dos músculos próximos da vagina, impedindo a penetração do pênis) e a dispareunia (dor durante a relação sexual).

Apesar de cirurgias e medicamentos serem as formas mais tradicionais de tratamento, existem alternativas menos invasivas e tão eficazes quanto. São exercícios realizados através de fisioterapia, que auxiliam no processo de fortalecimento destes músculos.
A fisioterapeuta Luísa, a primeira a trabalhar estes métodos alternativos em Bagé, explica quais são e como funcionam cada tipo de tratamento:

- Biofeedback: é a terapia mais comum no tratamento da disfunção do assoalho pélvico. Não é doloroso, e é eficaz em aproximadamente 75% dos casos. Através de exercícios de contração da musculatura pélvica, o paciente recebe uma resposta auditiva ou visual para saber se está executando o exercício de forma correta. O treinamento inclui diferentes métodos de conscientização e relaxamento, como, por exemplo, técnicas musculares, respiratórias, autogênicas e cognitivas.

- Técnicas de relaxamento e fortalecimento: envolve ioga e exercícios como pilates.
- Eletroestimulação, exercícios perineais, técnicas comportamentais, e reorganização corporal.

"Em grande parte dos casos, não é necessário submeter o paciente a um tratamento invasivo, uma cirurgia. Com técnicas simples de readequação, grande parte dos distúrbios pode ser contornada", afirma Luísa.

Como evitar o enfraquecimento da musculatura?

Existem diversos tipos de exercícios que podem ser realizados no próprio conforto do lar ou mesmo durante as atividades da vida diária. Mas, assim como em qualquer outro exercício de academia, o treino da musculatura requer persistência e precisão nos movimentos, sendo ideal o monitoramento inicial por um fisioterapeuta especialista: se realizados de maneira incorreta os exercícios podem ser prejudiciais, causando efeito inverso ao desejado.

O exercício abaixo é simples, nada mais do que a contração dessa musculatura que envolve a região do ânus e da vagina, para tonificar a área e prevenir problemas:

- Deitada de frente, com os joelhos dobrados e pés apoiados no chão ou colchão, coloque a mão desde o púbis, que é osso acima da vagina, até o cóccix, o osso do final da coluna. Está identificada a musculatura do seu assoalho pélvico.

- Em seguida, tente contrair, como se fosse segurar gases. Você vai sentir um movimento de sugar toda a região do ânus e da vagina para dentro. Depois tente realizar esse mesmo movimento e segurar essa contração por um segundo e relaxar dois segundos. Repita dez vezes.

- Aumente o tempo da contração para cinco segundos e relaxe dez segundos. Repita novamente dez vezes.
 
Fonte: Jornal Minuano

Fonte: Hospital Santa Lúcia 


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SAÚDE E EQUILÍBRIO - O que é a Quiropraxia?

QUIROPRXIA E O EQUILÍBRIO
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a Quiropraxia é uma profissão da saúde que lida com o diagnostico, tratamento e a prevenção das desordens do sistema neuro-músculo-esquelético e dos efeitos destas desordens na saúde em geral.

O que é a Quiropraxia?

Há uma ênfase em técnicas manuais, incluindo o ajuste e/ou a manipulação articular, com um enfoque particular nas subluxações.
O que é Quiropraxia?
O que é Quiropraxia?
Os conceitos e os princípios que distinguem e diferenciam a filosofia da Quiropraxia de outras profissões de saúde são de grande importância para a maioria dos quiropraxistas e influenciam profundamente a atitude e a abordagem destes em relação à atenção à saúde.
A relação entre a estrutura, particularmente a coluna vertebral e o sistema músculo-esquelético, e a função, especialmente coordenadas pelo sistema nervoso, constitui a essência da Quiropraxia e o seu enfoque para a restauração e preservação da saúde.
Hipoteticamente, conseqüências neurofisiológicas significativas podem ocorrer como resultado de distúrbios funcionais mecânicos da coluna vertebral, descritos pelos quiropraxistas através do termo subluxação ou complexo de subluxação.
O exercício da Quiropraxia enfatiza o tratamento conservador do sistema neuro-músculo-esquelético, sem o uso de medicamentos e procedimentos cirúrgicos. Causas e conseqüências biopsicossociais também são fatores significativos na abordagem do paciente.
“A existência da Vida e do Universo é o grande milagre”.
Por meio de manipulação, - ajuste, alinhamento – o Terapeuta alinha o “sistema-músculo-esqulético”, restabelecendo a harmonia e funcionamento orgânico.  
No corre-corre da vida urbana hodierna que nossa sociedade vive, por muitas vezes, ao sentirmos algum tipo de dor ou desconforto, optamos pela automedicação, que “aparentemente” resolve nosso problema.  Ao eliminarmos a dor, estamos “calando” o aviso enviado pelo corpo de que algo está errado – prorrogando nossa busca por um tratamento correto. A dor normalmente é um sintoma e não a causa. Isso sem mencionar outras enfermidades que o uso excessivo de medicamento pode causar em nosso organismo. 
Além de nossa memória emocional, existe a memória física – quando o cérebro memoriza os sintomas. Com o alinhamento das vértebras, juntas, músculos e esqueleto, o profissional corrige a postura substituindo os registros da memória física, fazendo com que o bom funcionamento permita que seu corpo trabalhe em harmonia.
A prática da Quiropraxia não é limitada ao mero tratamento do Sistema Estrutural (Sisteme-músculo-esquelético). Muitas doenças são decorrentes do mau funcionamento deste Sistema. As vezes uma dor nos rins pode ser um reflexo de um desalinhamento da Coluna. 
Transcrevo abaixo uma lista de enfermidades e mal estares que podem ser tratadas com a técnica de reflexoterapia Quiroprática, conforme o Dr. Michel Dupont:

“As letras depois do número da vértebra correspondem: C – Cervicais, D – Dorsais, L – Lombares, S – Sacrais.
- Angústia – 5.D
-Albumina – 8.D
Atelaxia – 6.7.D
Abcessos do Cérebro – 1.C
Arritmia – 2.C
Amígdalas – 3.4.5.6.C. – 4.D
Asma – 4.5.6.7.C. – 1.D
Artrite espadual (Dor nas costas)  - 6.7.C
Aneurisma – 7.C
Asfixia – 4.D
Arroto – 4.D
Anemia – 11.12D
Apêndice – 3.L
Baço – 1.2.3.D – 1.2.4.5.L – 11.12.D
Bócio – 4.5.7.C
Braço – 6.C
Bíceps – 6.C
Brônquios – 1.2.3.6.7.D
Bexiga – 4.D – 1.2.3.4.5.L
Cefaléia – Coriza – Coma – Convulsões – Crupe – Cretinismo – 1.C
Cabeça – 2.3.C
Cérebro – 1.3.C
Coração – 2.3.4.5.6.7.D
Cordas Vocais (fala) – 3.C
Coriza – 7.C
Congestão Abdominal – 2.3.L
Cardia – 2.3.D
Canal Colédoco – 7.D
Diafragma – 1.2.3.4.4.6.7.D
Dentes – 11.12D
Desmaio – 7.C
Diabetes – 7.11.12.D
Debilidade Cardíaca – 7.D
Depressão – 5.D
Diurese – 8.D
Diarréia – 11.12.D
Enxaqueca – 1.C
Estômago – 1.2.3.C – 3.4.5.6.7.D
Enfisema Pulmonar – 4.5.D
Esôfago – 6.7.D
Edema – 8.D
Esfíncter – 1.2.4.5.L
Ejaculação precoce – Sacro
Febre Tifóide – 1.C
Faringe – 4.5.6.C
Falta de Memória – 1.C
Fígado – 1.2.3.4.D – 1.2.L
Frieza das mãos – 7.C
Gengiva – 3.C
Glândulas mamárias – 6.C – 2.3.4.5.D
Gripe – 7.C
Gânglios – 2.C – 3.D
Gota – 10.D
Hipertensão – 11.12.D
Hipertireoidismo – 3.7.C
Hemorragia nasal – 5.6.C
Hipotensão – 6.7.D
Hérnia – 8.D
Hérnia de Hiato – 11.12.D
Hemorragia – 5.L
Hemorróidas – Sacro
Hipivagotonia – 7.C
Insônia – 1.C – 5.D
Intestino Delgado – 7.8.9.11.12.D – 1.2.L
Intestino Grosso – 9.11.12.D – 1.2.3.L
Impotência – 11.12.D – Sacro
Intoxicação – 5.L
Laringe – 3.C
Lombalgia – 2.3.L
Neuralgia Trigêmio – 1.C
Nervo frênico – 3.C
Nefrose – 7.C – 11.12.D
Neurastenia Esplênica – 2.3.6.7.D – 1.2.L
Nariz – 4.C
Neuritis parenquimatosas – 8.D
Olhos – 7.C – 1.3.4.D
Orelha – 7.C – 2.3.4.D
Ovários – 8.9.11.12.D – 1.2.3.L
Obstipação – 11.12.D
Próstata – 1.2.4.5.L – Sacro
Pâncreas – 1.2.3.C – 5.6.7.8.11.12.D
Pulmão – 1.2.3.C – 1.2.3.D
Peritônio – 2.9.D – 1.2.L  
Pleura – 2.C – 1.2.3.D
Pericárdio – 2.C – 1.2.3.D
Parkison – 7.C
Plexo Solar – 2.3.5.D
Pele – 2.3.D
Piloro – 2.3.5.D
Pitose Intestinal – 6.7.D
Pênis – 11.12.D
Rins – 2.8.9.D
Resfriado – 7.D
Regras – 7.D – 5.L
Reto – 4.5.L – Sacro
Secreção ovariana – 7.D
Sentidos – 3.C
Sexualidade – Sacro Cócix
Sífilis – 1.2.L
Soluço – 5.D
Sonambulismo – 1.C
Supra-renais – 7.D
Tríceps – 6.C
Taquicardia – 6.C
Tireóide – 1.2.3.4.C
Tosse – 6.7.D
Testículos – 8.9.11.12.D  
Ureter – 8.D
Urina – 8.11.12.D – 1.2.3.4.L
Útero – 9.11.12.D – 1.2.3.4.L
Úlcera – 11.12.D
Vaso-dilatação – 8.D
Válvula mitral – 11.12.D
Vagina – 4.L  
Vesícula Biliar – 2.6.7.8.D
Vômito – 5.D

Fonte: “Quiropraxia Indiana”, páginas 66-69, de autoria do Dr. Michel Dupont, a quem considero um Sábio e o conheço pessoalmente em seu consultório em Brasília.
A quiropraxia por vezes chega a intervir em casos diagnosticados com necessidade de intervenção cirúrgica – o que neste caso, a avaliação de um profissional em quiropraxia tem muito a contribuir.
A Quiropraxia é praticada por Povos Nativos desde épocas imemoriais. Quanto aos registros oficiais podemos citar alguns. Manuscritos Chineses e Gregos de 2.700 A.C. e 1.500 A.C. mencionam formas rudimentares de manipulação articular e manobras articulares nos membros inferiores do corpo humano a fim de aliviar dores lombares. Hipócrates, "pai da medicina", que viveu entre 460 A.C. a 377 A.C., publicou textos em que detalha: "adquira mais conhecimento sobre a Coluna vertebral, pois é a origem de muitas doenças". 
O desalinhamento da Coluna provoca o desequilibrio do corpo de tal forma 
que como você vê nesta foto, uma perna está mais curta do que a outra.