quinta-feira, 24 de agosto de 2017

EQUILÍBRIO E HARMONIA - Radiestesia : Energias Telúricas - O QUE SÃO? QUAIS SUAS INFLUÊNCIAS?



Radiestesia : Energias Telúricas



o pendulo ainda é a melhor ferramenta na radiestesia por ser o Homem a melhor "antena" para localizar ondas de forma ou energias telúricas, mas também é frágil podendo comprometer a sua saúde  se ficar muito tempo em contato com elas!

 ENERGIAS TELÚRICAS
 

Contextualização: A Terra emana uma série de energias próprias. São as chamadas energias telúricas. A emanação dessa energia ocorre a partir do centro da Terra, subindo perpendicularmente à superfície terrestre e incorporando, ao longo desse caminho, propriedades diferentes conforme o tipo de solos, depósitos minerais e veios aquíferos por que passa.

Origem: O termo telúrico vem do latim tellus que significa terra. Este termo tem sido empregado há vários séculos por numerosos investigadores e radiestesistas, para definir as energias relacionadas a terra. Mais recentemente, o termo também passou a ser empregado pela ciência.

Ciência: Para a ciência, as únicas energias telúricas são as que podem ser fisicamente medidas: o calor geotérmico e as correntes elétricas geomagnéticas induzidas por mudanças na parte externa do campo magnético da Terra.

Peculiaridades: Cada terreno ou mesmo cada pedaço dele, pode ter características peculiares, próprias dos elementos que, no subsolo, interferem na emanação dessas energias.

Influência: As energias telúricas afetam todos os seres vivos, plantas, animais e o ser humano de forma positiva ou negativa conforme o teor dessas energias.

Passado: Em diversas partes do mundo, antigas culturas do passado procuravam estudar as características do terreno, diretamente, pela para percepção das energias, ou indiretamente, observando as plantas e animais que nele viviam para determinar que terrenos iriam ocupar, onde iriam construir.

Energias Telúricas:

No estudo de radiestesia é detectada a energia telúrica nociva que está atrapalhando o ser humano de viver harmonicamente em seu ambiente.

NA VISÃO DRUIDA

Energias telúricas - dos celtas aos dias atuais



Os druidas, sacerdotes do antigo povo celta, já conheciam as linhas de energia telúrica que, modernamente, são identificadas pela radiestesia e trabalhadas na harmonização de ambientes, através da geobiologia e do feng shui. Rowena Arnehoy Seneween, especialista em cultura celta, nos conta um pouco desta civilização e depois traça cruzamentos com os dias atuais e as questões de atuação ambiental. Confira.

Envoltos numa aura de mistério e magia, os celtas despertam um grande fascínio sobre nós através de seus antigos símbolos perdidos no tempo, da arte e dos mitos, onde espirais e círculos sagrados vibram intensamente até os dias de hoje, com tamanha vivacidade, que nos chega a ser irreal.

Os antigos montes de Newgrange, Knowth, Dowth, Fourknocks, Loughcrew e Tara, na Irlanda, são maravilhosos exemplos de espirais celtas, conhecidos como "As Espirais da Vida", que representam de um modo geral o ciclo da vida, da morte e do renascimento. As primeiras referências que temos sobre os povos celtas encontram-se na literatura greco-romana, por volta de 500 a.C., considerados como sendo os introdutores da metalurgia do ferro na Europa, dando origem à Idade do Ferro, neste continente. Há indícios, também, de uma cultura pré-cética ao redor do Danúbio, no ano de 1000 a.C., chegando à Idade do Bronze por volta do ano 1500 a.C.

Os celtas eram compostos de várias tribos, sendo que cada uma tinha seu próprio chefe e, apesar de serem bem diferentes entre si, possuíam uma cultura em comum, uma raça guerreira, o parentesco das línguas, os costumes, a religião e, conseqüentemente, os sacerdotes. Os druidas eram os sacerdotes dessas tribos e o druidismo, por sua vez, um fenômeno exclusivamente celta, ou seja, o druidismo era a religião dos celtas. É quase impossível falar dos celtas sem falar dos druidas e vice-versa. Para os celtas, os fenômenos naturais eram forças sobrenaturais reconhecidas, na sua maioria, como divindades femininas na forma de Deusas Mãe e veneradas de alguma forma. Eles acreditavam que toda árvore, montanha, pedra ou fonte de água possuía um espírito próprio e, por isso, eram dignos de veneração.

A mulher na sociedade celta era vista como a imagem simbólica da soberania e fertilidade. Eram reconhecidamente guerreiras, mães, mulheres feéricas (fadas), rainhas e sacerdotisas.

“As heroínas femininas épicas apresentam múltiplas aparências, múltiplos rostos, múltiplos semblantes, geralmente  em consideração o número simtrês, tendobólico sagrado dos celtas, o qual tanto se apresenta com a forma de tríade como o triskel, a tripla espiral que, girando à volta de um ponto central, simboliza por excelência o universo em expansão.” (Jean Markale - A Grande Epopéia dos Celtas).



O triskel ou triskelion é considerado um antigo símbolo indo-europeu, palavra de origem grega, que literalmente significa "três pernas". Este símbolo nos lembra três pernas correndo ou três pontas curvadas, uma referência ao movimento da vida, do universo e aos três reinos celtas: a Terra, o Céu e o Mar.

Sacralidade da terra - A ligação entre o sagrado e o mundano é muito estreita, na visão druídica, chegando a ser quase impossível separar o profano do espiritual ou o divino dos aspectos comuns da sociedade.
Nossos pensamentos, palavras e ações é que tornam todo este processo sagrado. Alguns lugares com características especiais, como os montes, as rochas, as árvores, os lagos, as fontes e os rios também são considerados sagrados, constituindo o elo dessa ligação e representando, assim, uma passagem entre o mundo profano e o divino.
Essas passagens, consequentemente, irradiam uma vibração muito forte, conhecidas como correntes telúricas, que são correntes elétricas de baixa freqüência que e se movem através do subsolo ou do mar, irradiando energias formidáveis, conectando-nos às grandes forças cósmicas.


Correntes Telúricas - Os druidas transmitiam seus ensinamentos apenas de forma oral, então, tudo o que sabemos hoje sobre os druidas, fora o fato de que eles adoravam o carvalho e o visco, vem dos relatos de militares e historiadores greco-romanos e, posteriormente, na Idade Média, de monges e abades.

Na visão druídica, os gigantescos blocos de granito e construções megalíticas, incluindo Stonehenge, eram utilizados como captadores de correntes telúricas. Lembrando que os druidas não construíram Stonehenge (monumento megalítico situado em Salisbury - Inglaterra), eles apenas utilizaram os círculos de pedras, conhecidos como “cromlech”, para fins religiosos.

Atualmente, podemos usufruir dos benefícios das correntes telúricas positivas, de uma maneira prática, através da técnica conhecida como Radiestesia. Essa técnica não tem nenhuma ligação com os celtas, nem com os antigos druidas. A Radiestesia ficou mais conhecida na Europa a partir do início do século XX, apesar das suas referências históricas virem de tempos longínquos. Ela era usada principalmente para encontrar veios de água, poços artesianos e jazidas subterrâneas de minérios, utilizando-se de uma varinha de madeira em forma de forquilha.



Essa investigação também pode ser feita nos ambientes de casas ou escritórios, com o auxilio de um pêndulo, que irá captar as vibrações emitidas por um objeto e todo o seu campo de atuação. Para identificar se essas correntes telúricas estão fluindo de forma positiva ou não, coloque o pêndulo no local onde será medida a vibração e observe, se ele girar no sentido horário quer dizer que a energia está positiva. Se girar no sentido anti-horário quer dizer que a energia está negativa.
Caso ele se mantenha parado ou trêmulo significa que há falta de energia.
Para corrigir essas falhas energéticas, podemos contar com o auxilio de pedras ou cristais, como o quartzo branco, por exemplo, que serão colocados no local afetado. As pedras preciosas são canais de energia, que possuem centros vibratórios e, por serem sagradas, nos remetem novamente à espiritualidade dos druidas. Que assim seja!

Referências bibliográficas:

BOSTRÖM, Francisco - A sabedorias das Pedras - Ed.Best Seller, 1994.

GREEN, MIRANDA JANE ALDHOUSE - Exploring the World of the Druids - London: Thames and Hudson, 1997.

JUBAINVILLE, Henri-Marie D‘ Arbois.- Os Druidas. Os Deuses Celtas com Formas de Animais - São Paulo: Ed. Madras, 2003. 

DESPERTANDO O CONHECIMENTO - COMO NOSSOS CORPOS FÍSICOS PODEM REAGIR À ELEVAÇÃO DA KUNDALINI…

Ativação da Kundalini 

kundalini energy O Que Está Acontecendo Com o Meu Corpo?
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Vemos isto com bastante frequência, uma pessoa passa por uma experiência espiritual ou transcendental intensa e então ela começa a perceber algumas coisas muito estranhas acontecendo. Ela pode começar a ter sensações de intenso calor ou energia fluindo através de seu corpo. Ela pode começar a ouvir tons algumas vezes muito agudo. Pode começar a sentir como se o seu corpo está vibrando, ou pode sentir uma pressão em sua testa. É comum algumas pessoas acreditarem que estão ficando loucas ou até mesmo que vão morrer quando essas coisas começam a acontecer, mas não se preocupe, tudo isto é realmente muito normal para um ser que optou por elevar sua consciência e é chamado de ativação da Kundalini.
O próprio termo Kundalini está ligado com diversas religiões hindu e também um número de escolas de mistérios ocidentais. Como tal, há muitas crenças conflitantes sobre Kundalini e muitas pessoas vão ensinar-lhe as formas “erradas” e as formas “certas” sobre ela. Eu vou ficar longe de tudo isso, tanto quanto possível e simplesmente compartilhar o que eu posso confirmar de minhas próprias experiências.
A primeira coisa a entender é como os chacras funcionam. Há sete chacras principais que estão alinhados com a sua coluna. Um na própria base de sua espinha (chacra raiz), um pouco abaixo do seu umbigo (chacra sacral), um pouco acima do umbigo (chacra do plexo solar), um no centro do peito (chacra cardíaco), um em sua garganta (chacra da garganta), uma em sua testa (chacra ajna ou terceiro olho) e um no topo de sua cabeça (chacra da coroa). Cada chacra corresponde a algo diferente, por exemplo, o chacra da garganta tem a ver com a comunicação, entre outras coisas. Há um número de sites que fazem um excelente trabalho explicando que chacra corresponde ao que, então eu não vou me preocupar em detalhes, aqui está um site.
Além dos sete chacras principais, há centenas, se não milhares de chacras em seu corpo. Os principais chacras são normalmente os mais fáceis de entrar em contato pela primeira vez, embora os nas palmas de suas mãos e em seus pés não devem ser muito difíceis de sentir. Se você alinhar as palmas das mãos voltadas uma para a outra e mantê-los a poucos centímetros de distância, você pode ser capaz de sentir os seus chacras das mãos.
Os chacras não funcionam independentes um do outro, eles estão todos abertos e conectados. Mesmo em uma pessoa muito inconsciente eles estão abertos, pelo menos um pouco, se não fossem assim a pessoa estaria morta. Os chacras são ligados uns aos outros por meio de canais de energia chamados nadis, estes canais de energia, juntamente com os próprios chacras formam o que é conhecido como o corpo sutil, corpo energético, ou corpo de luz.
Todos nós temos um corpo energético, é claro que nem todos estão cientes disto, então por que é assim? Para a maioria das pessoas, a energia que flui através de seus corpos é apenas um fio. O suficiente para não morrerem, mas não o suficiente para que eles verdadeiramente VIVAM. Seus chacras tornaram-se bloqueados pelas bagagens emocionais, medos e crenças de limitação. Isto dificulta o fluxo de energia entre os chacras e consequentemente para todo o ser, acabando por se manifestar como doença física.
Eu mencionei antes que o chacra da garganta tem a ver com a comunicação, e, como tal, está bloqueado por coisas como não se expressar, deixar as pessoas terem poder sobre você, este tipo de coisa. Medos do passado e traumas de infância podem fazer uma pessoa ter medo de expressar verdadeiramente a si mesma, estas coisas precisam ser curadas para ter um chacra saudável funcionando na garganta. Também é necessário um processo de cura semelhante para os outros chacras, embora seja diferente como cada chacra lida com diversos aspectos.
Assim o que é exatamente Kundalini? Há algumas opiniões divergentes, alguns personificam Kundalini como uma Deusa, mas eu vou me concentrar na Kundalini como um processo. É um processo de compensação energética que acaba por conduzir a um sistema de chacras com pleno funcionamento. Tradicionalmente deveríamos começar no chacra raiz e trabalhar seu caminho para cima através de cada chacra, mas a partir de minha experiência e de alguns outros com quem eu falei, isso começou no chacra da coroa e foi trabalhado seu caminho para baixo. Já ouvi falar de isto acontecer em ambos os sentidos.
O processo da Kundalini pode ser extremamente intenso. Tem sido descrito como um trem de carga correndo na sua espinha e posso testemunhar pessoalmente sobre esta descrição. Para uma pessoa que não entende o que está acontecendo, ele pode ser muito assustador. Minha maior recomendação é não resistir ao processo. Confie que o processo vai trazer para você o que você está pronto. Resistência torna as coisas mais difíceis e pode resultar em um processo muito doloroso e com medo.
Quando eu tive a ativação da Kundalini, notei muitas mudanças. Minha sensação física tornou-se muito mais sensível, indo para a minha visão anterior de túnel e durante algum tempo ruídos de carga que não costumavam me incomodar se tornaram um pouco dolorosos. Em um ponto, era como se todo o mundo externo estivesse renascendo de novo. O que antes era comum e chato se tornou milagroso, a vida de repente estava cheia de aventura e admiração como se eu fosse uma criança novamente. Os sentimentos sutis que eram inicialmente difíceis de entrar em contato começaram a integrar todos os aspectos da minha vida. A minha ligação empática com os outros foi reforçada enormemente, eu podia enfrentar todas as outras mudanças.
Para muitos, a maioria do que eu mencionei aqui provavelmente não é nada de novo. Este material não é mais um conhecimento escondido entre os grupos espirituais. Para outros porém, é a minha intenção de que isto os ajude a entender o que está acontecendo e para remover um pouco do medo que eles podem ter.


DESPERTANDO O CONHECIMENTO - O CAMINHO DO MÍSTICO

ASSIM É O QUE CHAMAM DE MÍSTICO…

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O caminho do místico é um caminho fascinante. Um místico tem como objetivo estar no mundo, mas não ser do mundo. Em vez disso, o seu foco avança e recua, entre a consciência superior e o mundo exterior, material. Um místico está sempre pesquisando sua consciência interior para obter informações adicionais sobre eventos físicos. Ele coleta informações de sua fonte interna.
Os místicos têm suas cabeças nas nuvens e os seus pés no chão. É uma grandiosa vida que produz segurança, sucesso e realização. O caminho do místico é aquele em que a unidade com a essência divina tem precedência, então, a harmonia reina em suas vidas. A essência divina está em toda parte, no interior e no exterior. Você só tem que prestar atenção à sua existência, a fim de ficar em sintonia com ela.
As pessoas, às vezes, têm dificuldade em entender idéias orientais como: “O Tao está em toda parte e, no entanto, em nenhum lugar.” O Tao, que é outro nome para o Absoluto, a Deidade ou Ser Infinito, é a consciência original por trás de todas as coisas. Diz-se estar “em lugar nenhum” porque ele existia antes até mesmo que o espaço e o tempo fossem criados. Depois da Criação, ele ficou em todo lugar no espaço porque todas as coisas são criações na mente do Criador.
É a mesma idéia de dizer que Deus é onipresente e onisciente. Afinal, Deus dificilmente pode evitar ser omnisciente quando a consciência do Criador está em todas as coisas. Todas as coisas são compostas da consciência daquilo que as criou. Seu corpo, sua mente e sua alma são todas facetas da consciência do Criador. Quando um filósofo se vangloria com a realização e declara: “Eu sou Deus”, ele não está se vangloriando, ele está afirmando que agora percebe que todos são um aspecto do Criador.
O fato de você ser um indivíduo único, diferente de todos os outros, é exatamente isso – a sua singularidade. Cada parte da Criação é projetada para ser diferente. A ciência da física agora mostra que, quando dois elétrons colidem, eles se lembram uns dos outros e agem de acordo. Isto significa que mesmo um pequeno elétron não só tem a singularidade, mas também a consciência, a memória e gosta de formar relacionamentos. Você poderia até dizer que algumas pessoas poderiam aprender com esses elétrons!
Lembre-se que, embora o mundo exterior pareça estar “lá fora” e seja muito real para os sentidos, a realidade maior está no interior. Sua alma vê este mundo como um palco sobre o qual atuar nossos dramas, com o propósito de aprender com as experiências da vida.
A verdadeira realidade está na consciência de sua alma e você pode aumentar o seu contato com essa luz interior que guia, apesar do barulho e do estrondo do mundo exterior, lembrando-se constantemente de sua presença.
Este é o caminho do verdadeiro místico, aquele que está em sintonia com o seu ser interior de uma forma que traz a sabedoria de sua alma, de forma clara e precisa, em sua consciência cotidiana.
Direitos Autorais:
Owen Waters é o autor de Love, Light Laughter:
The New Spirituality, disponível em livro impresso ou como e-book em: http://www.infinitebeing.com/ebooks/love.htm

DESPERTANDO O CONHECIMENTO - VIVENDO SEGUNDO O TAO…

Quatro regras espirituais para a vida – Lao Tzu

Vivendo o Tao
Lao Tzu, um dos maiores mestres chineses que viveu muitos séculos atrás, criou as Quatro Virtudes Cardinais, ou regras de vida.
Quando praticadas, elas podem proporcionar uma vida de verdadeira paz e propósito. Lao Tzu acreditava que centrar a própria vida em torno dessas virtudes permitiria o acesso à verdadeira sabedoria do universo e o alinhamento com a energia da Fonte.
“Quando você conseguir conectar sua energia com o reino divino por meio da alta consciência e da prática da virtude sem discernimento, a transmissão das verdades sutis mais finitas acontecerá.” –Lao Tzu
Lao Tzu literalmente significa “Velho Mestre”, e muitos acreditavam que ele tinha atingido o mais alto estado de consciência disponível para o homem. Você pode encontrar as Quatro Virtudes Cardinais no Tao Te Ching, um texto religioso cheio de ensinamentos e princípios taoistas. O Tao (também conhecido como o Caminho ou o Dao) contém antiga sabedoria universal disposta em um formato muito críptico, mas profundo, que convida os buscadores de sabedoria a ir fundo e encontrar a espiritualidade através de suas próprias interpretações do livro.
Se você se encontra buscando respostas para as perguntas da vida e quer iniciar uma jornada espiritual, pode querer conhecer os antigos ensinamentos de Lao Tzu, para ajudar a guiá-lo através do caos do mundo em um lugar de paz verdadeira.

Aqui estão as regras espirituais de Lao Tzu para a vida:

“Perceber a constância e estabilidade em sua vida é perceber a natureza profunda do universo. Esta realização não depende de nenhuma condição transitória interna ou externa, é uma expressão da própria natureza espiritual imutável. A única maneira de alcançar o Caminho Universal é manter as virtudes integrais da constância, firmeza e simplicidade na vida diária.” –Lao Tzu
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1. Reverência para toda forma de vida

A primeira regra cardinal afirma que devemos respeitar todas as formas de vida na criação, e não procurar dominá-las ou controlá-las. Primeiro devemos amar e honrar a nós mesmos, e então este amor fluirá para fora em direção a todos os seres. Neste mundo, dependemos de outras formas de vida para a sobrevivência pura, e isso significa que devemos tratá-las com respeito, bondade e gratidão. Lao Tzu acreditava que todos nós poderíamos viver em paz e harmonia, se nos lembrássemos dessa regra espiritual.
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2. Sinceridade natural

Esta virtude manifesta-se como honestidade, simplicidade e autenticidade. É basicamente permanecer fiel a quem você realmente é, e não permitir que as forças externas te influenciem. Possua sua verdadeira natureza, e não deixe que os outros lhe digam quem ser. Uma vez que chegamos a um lugar de realidade e sinceridade, podemos começar a entender o que precisamos para permanecermos felizes e pacíficos, e podemos estender isso para incluir outros que podem estar com dificuldades, também. Viva em sua verdade, e todo o resto cairá no lugar. Além disso, você vai inspirar outros ao longo do caminho a também mostrarem o seu verdadeiro eu e viverem autenticamente. Permita que seus pensamentos e ações se alinhem, e você conhecerá o significado da sinceridade.
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3. Gentileza

No mundo em que vivemos hoje, precisamos muito que essa virtude seja praticada com mais frequência. Gentileza significa simplesmente ser bondoso com toda forma de vida, e não agir com base em desejos egoístas. Quando praticamos a gentileza, desistimos da necessidade de estar certos, porque ser bondoso é mais importante do que estar certo. Quando somos sensíveis às necessidades de outras pessoas e jogamos fora o desejo de controlá-las ou dominá-las, podemos viver em harmonia uns com os outros. Muitas pessoas erram confundindo ser gentil com ser fraco, mas é só porque vivemos em um mundo cheio de egos inflados. Pratique a doçura, e você despertará a si mesmo e ao mundo para o que realmente importa.
“Gentileza geralmente implica que você não tem um desejo forte baseado no ego dominando ou controlando outro, o que permite que você se mova em um ritmo com o universo. Você coopera com ele. Gentileza significa aceitar a vida e as pessoas como elas são, ao invés de insistir que elas sejam como você. Conforme você pratica viver desta maneira, a culpa desaparece e você desfruta de um mundo pacífico.” –Wayne Dyer
“Minha religião é muito simples, minha religião é gentileza.” – Dalai Lama
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4. Apoio

Essa virtude implica que precisamos apoiar todas as formas de vida, inclusive nós mesmos. Quando primeiro atendemos a apoiamos a nós mesmos, podemos mais facilmente ajudar os outros. Esta virtude significa amar e servir a todos, independentemente do que podemos obter em troca. Esta virtude vem naturalmente a nós, mas o mundo nos diz que nos centrarmos em nós mesmos é a única maneira de sermos felizes. Na realidade, muitas pessoas não se sentem satisfeitas seguindo este caminho.
Assim, ajudando os outros, podemos encontrar uma vida de verdadeiro propósito e alegria, esforçando-nos para tornar a vida de outras pessoas um pouco mais fáceis.
“A maior alegria vem de dar e servir, então substitua o seu hábito de se concentrar exclusivamente em si mesmo. Quando você faz uma mudança para apoiar os outros em suas vidas, sem esperar nada em troca, você pensa menos sobre o que quer e encontra conforto e alegria no ato de dar e servir.” – Wayne Dyer
Deixe estas quatro virtudes perfumarem sua vida, e observe a graça e a facilidade que virão em seu caminho.
“As quatro virtudes cardinais são um roteiro para a simples verdade do universo. Venerar toda a vida, viver com sinceridade natural, praticar a doçura e estar no serviço de outros é replicar o campo de energia de onde você se originou.” – Dr. Wayne Dyer
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Fonte: Power of Positivity | Lao Tzu’s Four Spiritual Rules Of Living
Traduzido pela equipe de O Segredo
Publicado por: Luiza Fletcher • 8 de março de 2017

DESPERTANDO O CONHECIMENTO - COMPREENDENDO MELHOR A DUALIDADE…

COMPREENDENDO MELHOR A DUALIDADE…

ciclo do tao

A Dualidade

Yin (Lado Preto): Vazio, Frio, Sombra, Abstrato, Subjetivo, “Caos”, Feminino
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Yang (Lado Branco): Forma, Calor, Luz, Lógico, Objetivo, “Ordem”, Masculino.
A dualidade é uma das formas que a Fonte (Singularidade) manifesta-se, onde Yang tende a se expandir, se afastar do centro, se tornar mais complexo, gerando variações e Yin tende a contrair, ir em direção do centro, retornar a simplicidade da unidade.
tumblr_mcn95tApEP1qalxxzo1_500Alguns exemplos que dei acima estão relativos a interpretação, eu cito-os apenas para mostrar como é inerente desta existência a interação entre os “opostos”, mas que na realidade não são opostos, apenas diferentes processos dentro do mesmo campo de existência, que em suma, funciona como um grande processo só. Para demonstrar como estas forças não são opostas, mas complementares, cito o exemplo maravilhosamente oferecido pela Psicologia Gestalt, a ideia de Figura e Fundo, que postula que a mente não pode reconhecer objetos sem a presença de um fundo, da mesma maneira que não perceberíamos a existência de um fundo sem a presença de objetos, nem que seja em um aspecto bidimensional, como exemplificado nas imagens do Teste de Rorschach. Normalmente pensamos em preto e branco como algo que se anulam mutuamente, mas, imagine uma situação hipotética onde existisse apenas preto, isso seria o mesmo que ser cego, nada existiria, nada importaria. O mesmo se aplica caso houvesse apenas branco. É somente através do contraste que percebemos a existência de algo, como o exemplo de preto e branco, que são diferentes, mas implicitamente eles são um processo.
As polaridades ditas opostas não devem ser interpretadas como “bem” e “mal”, pois isso é uma criação da mente humana, é uma questão de opinião, de preferências, optamos pelo que nos é agradável e não pelo o que é desagradável, mas na realidade não existe tal coisa, a Singularidade não opina, ela é.
Uma visão mais apropriada seria falar em termos de “positivo” e “negativo”, mas novamente, um precisa do outro para existir, da mesma maneira como você não tem como saber se está certo a não ser que alguém esteja errado. Assim como o “nada”(“negativo”) e o “tudo”(“positivo”) precisam um do outro para existir, pois o nada não seria nada se não houvesse um conteúdo para compararmos o que cada um é, da mesma maneira o conteúdo não poderia existir se não houvesse um espaço no qual ele pudesse estar.
Temos o costume de ver as diferenças como uma dicotomia. Exemplo: a vida é diferente da morte, o bem é diferente do mal, a luz é diferente da escuridão, etc., embora isso seja verdade por um lado, de maneira oculta, ambas polaridades são diferentes partes de um processo só.
Uma dicotomia é uma divisão na qual o campo não é considerado como uma totalidade que possui suas características diferentes e interconectadas, mas como uma diversidade de forças não relacionadas e/ou competidoras entre si. O pensamento dicotomizado interfere na autogestão da consciência, pois gera tendências intolerantes em relação às diversidades que existem nas pessoas, nas situações e as várias faces da existência em si, que são muitas vezes paradoxais.
Existe grande importância em desenvolver o que Alan Watts chamava de “pensamento polar“, apesar de não ser exatamente um pensamento e sim uma forma de percepção, onde a sensação e sentimento também estão envolvidos. O “pensamento polar” é ver a interconexão entre todas as coisas que parecem anularem-se mutuamente por serem “opostas”. A importância nisso é enxergar a si mesmo de uma maneira completa, integrada, pois assim os conflitos podem ser usados de maneiras produtivas para gerar aprendizados e a criatividade necessária para transformarmos a nós mesmos, e assim o mundo. Sem essa visão abrimos espaço para o conflito, e este é o motivo pela qual os administradores da nossa sociedade se utilizam tanto da estratégia de dividir e conquistar.
O externo é reflexo do interno, e os administradores do mundo sabem disso. Toda a ignorância do mundo está dentro de cada um de nós, aquilo que chamamos de maldade está no coração humano, e eles se aproveitam da nossa ignorância, da nossa inconsciência sobre nós mesmos, para nos empurrarem de um lado para outro e servirem suas vontades.
É muito fácil cairmos na crença de que o mal mora no coração dos criminosos, dos traficantes de drogas, dos terroristas, das pessoas de caráter duvidoso, etc. A ideia de que mal mora no coração do outro é um dos pilares que sustenta a teia de ilusões disseminadas pelo Governo Oculto. Nós somos os cocriadores de tudo o que existe, um “pequeno” ato afetará toda existência, pois tudo está interconectado, e isso pode ser usado de maneira produtiva ou destrutiva.
  • Uma visão integradora

“Procurei por Deus e só achei a mim mesmo. Procurei a mim mesmo, e só achei Deus.”
— Proverbio Sufi
O Buddha disse: “Aquele que tem a experiência de unidade da existência vê seu próprio ser em todos os seres, e todos seres em seu próprio ser, com isso ele vê tudo com olhos imparciais.”, com essa percepção jamais faríamos mal a nossos irmãos.
Esse tipo de ensinamento, de que tudo é um, não costuma ser compartilhado na religião cristã com muita frequência, embora esteja na própria bíblia, segundo o profeta Isaías (45:5 e 7): “Eu sou o senhor e não há nada além de mim”, “Eu formo a luz e crio a escuridão, eu trago a prosperidade e crio a desgraça, eu, o senhor, faço todas as coisas”. O motivo disso não ser propagado entre os cristãos é porque abre espaço para o questionamento sobre o conceito que temos de “deus”, e principalmente, quem somos nós e qual nosso papel, de fato, nesta existência. E isso não interessa àqueles que possuem monopólio sobre as crenças humanas, já que sem a nossa crença de medo da morte, de que nossa ganância é justificada, ou qualquer crença de preservação do “eu” nos afasta da conexão com a unidade, e portanto, da compaixão para com todos os seres vivos.
“Quem não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor.”       
— 1 João 4:8
Amor não é apenas ter relação sexual, não é atração emocional ou intelectual, ou sequer uma “troca de energias”, e certamente o amor não é a fome do coração pelo afeto. O amor é uma poderosa vibração vindo direto da Fonte. O amor que falamos aqui não é uma emoção, na verdade, é um estado de consciência, uma forma de estar no mundo, uma maneira de ver a si mesmo e aos outros, é o que podemos chamar de empatia ou compaixão, mas no fundo é percepção que nós somos “o outro”.
Apesar desta minha tentativa de definir amor, é importante destacar que o amor não pode ser definido, quando definimos algo estamos usando nosso intelecto para limitar este algo em conceitos e com isso deixamos de amar.
O amor não se encontra no pensar, nem no sentir, ele se encontra no ser.
  • A Dualidade na Cabala

A explicação da origem do Universo, segundo a Cabala, também se resume a dois personagens: a Luz (Yang) e o Recipiente (Yin). Num dado momento, a Luz, que é puro amor infinito, sentiu vontade de compartilhar todo aquele amor e criou o Recipiente, apenas para receber o que ela tinha a oferecer, numa união perfeita. Só que, um dia, de tanto receber amor, o Recipiente começou a absorver as características da própria Luz e também sentiu necessidade de compartilhar. Como a Luz não podia receber do Recipiente, pois ela já contém tudo que existe, este começou a se sentir inferior e usando de seu livre arbítrio, “se separou da Luz” e criou o seu próprio mundo, finito, limitado. Para a Cabala, esse é o instante que os cientistas definem como Big Bang, a criação do Universo a partir de uma gigante concentração de matéria e energia em um único ponto.
Para a Cabala, os seres humanos são descendentes diretos do Recipiente e portanto, essencialmente recebedores. Isso explica a imensa dificuldade de doar e compartilhar e o desejo de sempre receber. Basta observar as crianças. Antes de elas aprenderem a dividir com os amigos, são naturalmente egoístas e querem tudo para si. Faz parte da essência humana.
No fundo, não há nada de errado com o fato de desejarmos bens materiais e não-materiais. A grande questão é o propósito com que pedimos e o que fazemos com o que conquistamos. Nosso grande desafio no mundo da matéria é aprender a transformar o egoísmo extremo em que vivemos hoje – e que gera uma série de conflitos internos e externos – num ato de receber para compartilhar amor, alegria, bondade, tempo, saúde e conhecimento. Exatamente como desejava o Recipiente, no momento em que se separou da Luz.
  • A Separação

O Jogo de Tempo e Espaço
Destacar que a separação é uma ilusão é fundamental aqui, jamais podemos nos separar da totalidade, pois sem nós tudo que existe não seria tudo que existe, seria “tudo que existe, exceto nós”.
A dualidade é só um JOGO, estamos dando forma a parte de nós que é abstrata. Essa realidade é real somente até certo ponto, mas mesmo sendo “real”, não faz dela nossa verdade absoluta. E se existe uma verdade absoluta, ela certamente é o conjunto de verdades relativas, pois necessariamente precisa englobar tudo que existe. O que não existe simplesmente não existe, é impossível sequer imaginar a “não-existência”.
Por isso a pergunta “porque nós existimos” é insignificante, pois nós precisamos existir. Colocando de outra maneira, a existência simplesmente é, a pergunta “porque a existência existe” é uma pergunta criada dentro da existência, portanto, a pergunta está subjugada à existência, mas a existência não está subjugada à pergunta. Além do mais, a característica fundamental da existência é existir, ela não precisa justificar a si mesma seu motivo de existir. Todas as coisas que nunca irão existir já não existem, não há espaço na “não-existência” para algo que existe. E como vimos aqui [A Ilusão de Tempo e Espaço: Matrix] todos os momentos (tempos) e todos os lugares (espaço) existem no eterno agora, portanto, nunca deixaremos de existir, apenas deixaremos de existir nesta forma que estamos vivenciando.
“Pois eu estou dividido pelo bem do amor; para haver a possibilidade de união.”
— “O Criador” (AL I:29) O Livro da Lei. 93
“Toda matéria é somente energia condensada em vibrações baixas, somos todos a mesma consciência tendo experiencias de maneira subjetiva. Não existe o que chamamos de morte, a vida é só um sonho, e nós somos a imaginação de nós mesmos”
— Bill Hicks 
  • Concluindo

Como historicamente essa visão de polaridade, Yin e Yang, foi popularizada pelo I-Ching, vou deixar abaixo sua descrição de como funciona a interação entre ambos os lados.
O I-Ching nos diz que para termos corpo e mente saudável é preciso estarmos em equilíbrio com Yin e o Yang, Para entendermos como podemos estar em harmonia entre ambas polaridades há 7 leis, ou padrões que a existência dualística segue, e 12 teoremas das possíveis combinações neste modo da energia interagir.
Os padrões são:
  1. Todo o universo é constituído de diferentes manifestações da unidade infinita;
  2. Tudo se encontra em constantes transformações;
  3. Todas as contrariedades são complementares;
  4. Não há duas coisas absolutamente iguais;
  5. Tudo possui frente e verso;
  6. A frente e o verso são proporcionalmente do mesmo tamanho;
  7. Tudo tem um começo e um fim.
Os teoremas são:
  1. Yin e Yang são duas extremidades de pura expansão infinita: ambas se apresentam no momento em que a expansão atinge o ponto geométrico da separação, ou seja, quando a energia se divide em dois, ou seja, no momento de criação deste universo;
  2. Yin e Yang originam-se continuamente da pura expansão infinita;
  3. Yang tende a se afastar do centro; Yin tende a ir para o centro; E ambos produzem energia;
  4. Yin atrai Yang e Yang atrai Yin; Yin repele Yin e Yang repele Yang;
  5. Quando potencializados, Yin gera o Yang e Yang gera o Yin;
  6. A força de repulsão e atração de todas as coisas é proporcional à diferença entre os seus componentes Yin e Yang;
  7. Todos os fenômenos têm por origem a combinação entre Yin e Yang em várias proporções;
  8. Os fenômenos são passageiros por causa das constantes oscilações das agregações dos componentes Yin e Yang;
  9. Tudo tem polaridade;
  10. Não há nada neutro;
  11. Grande Yin atrai pequeno Yin; o grande Yang atrai o pequeno Yang;
  12. Todas as solidificações físicas são Yin no centro e Yang na periferia.
“Não somos anjos ou demônios, somos os dois.”
— Carl Jung 
Por isso…
“A coisa mais assustadora que existe é aceitar a si mesmo completamente.”
— Carl Jung
Mas…
“Não existe como criar consciência sem dor. As pessoas farão de tudo, não importa o quão absurdo seja, para evitar encarar a própria alma. Não nos tornamos iluminados apenas imaginando figuras de luz, mas criando consciência da escuridão. Porém, esse procedimento é desagradável, portanto, não popular.“
— Carl Jung
Então…
“Aprenda a amar com todo o seu coração e aceitar o lado desagradável dos outros (e o seu).Qualquer um pode amar uma rosa, mas é preciso ter um grande coração para incluir os espinhos.“
— Ditado Budista