quarta-feira, 5 de outubro de 2016

DESPERTANDO A CONSCIÊNCIA - Infidelidade no relacionamento

O que é a infidelidade?


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A infidelidade em relacionamentos é um dos temas mais trazidos para as terapias de casais. Ela pode deixar marcas em quem foi traído e também na pessoa que foi infiel. Mas quais seriam os motivos que levam um casal que por anos viveu em harmonia se deparar com o fantasma da traição?

O que é a infidelidade?


A literatura nos traz diferentes tipos de infidelidade, que se caracterizam pelo ato que foi praticado. Podemos citar 2 tipos de infidelidade:

Infidelidade Sexual: contato sexual com um terceiro por meio de beijos, carícias, toque ou sexo oral. 
Infidelidade Emocional: flertar com terceiros, envolvimento íntimo com trocas de confidencias e aproximação emocional que vai além de uma amizade.

O conceito de infidelidade é muito amplo, pois cada casal ao iniciar uma relação faz seu "contrato de fidelidade", ou seja, o que é considerado traição por um casal pode não ser motivo de infidelidade para outro.

A infidelidade tem explicação?

Assim como existem milhares de "contratos" entre os mais diferentes tipos de casais, podem existir milhares de explicações do porquê uma pessoa foi ou é infiel. A motivação para uma traição depende muito da pessoa, dos valores que ela aprendeu e do momento que a relação está passando.

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Algumas pesquisas realizadas com casais que passaram por algum tipo de traição apontam alguns motivadores para a traição, são eles:

Insatisfação emocional: falta de reconhecimento, falta de atenção, distanciamento do parceiro(a) e falta de sentir-se cuidado pelo outro;

Falta de habilidades para resolução de problemas familiares e conjugais;

Crenças distorcidas sobre como deve ser um relacionamento: muitas pessoas têm crenças rígidas de como deve ser uma relação amorosa e quando essas crenças não são enxergadas dentro da relação têm a ideia de um relacionamento desgastado. São comuns crenças do tipo: "um relacionamento perfeito deve ter sentimentos duradouros e intensos"; "para sermos felizes temos que estar plenamente satisfeitos um com o outro"; "temos que pensar da mesma maneira para que possamos criar nossos filhos."

Repetição de comportamentos familiares: o histórico de infidelidade na família pode ou não ser um motivador para a traição. Crenças adquiridas nas relações com os pais, como idéias machistas, podem ser um motivador para a traição. Os comportamentos observados e aprendidos durante o desenvolvimento podem contribuir para que haja uma repetição do comportamento de trair durante a vida adulta. Por outro lado, o contato com um pai que traia a mãe, pode ser motivador para que o indivíduo quando adulto queira reformular esse padrão de comportamento familiar e não considerar trair seu parceiro. 

Crenças Culturais: A cultura de uma sociedade também pode ser influenciadora do comportamento de trair. Crenças sociais como "o homem necessita de mais sexo do que as mulheres", "homem que é homem não pode rejeitar mulheres", são como uma "permissão" para trair.

Perdoar ou não perdoar?


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A traição gera sofrimento, angústia, falta de auto-estima e diversos efeitos negativos dentro do relacionamento. Por outro lado, pode ser um momento de aprendizado e crescimento para o casal. Perdoar ou não perdoar uma traição é uma questão muito pessoal, a qual pertence somente aquele que passou por essa dor. 

Quando a decisão é pela continuidade do relacionamento, o casal necessitará de tempo para que consigam juntos resgatar o equilíbrio emocional da relação. Algumas pessoas conseguem perdoar o parceiro (a) e desenvolver estratégias para lidar com o medo de ser traído(a) novamente, com a insegurança e com os demais sentimentos negativos que possam surgir após a traição. 

Porém, algumas pessoas perdoam, mas não conseguem se desfazer de pensamentos negativos quanto ao futuro da relação. Para essas pessoas a psicoterapia de casal pode ser uma boa solução para, que além de conseguir perdoar, ela consiga desenvolver estratégias para lidar com suas emoções e pensamentos relacionados ao parceiro(a) e ao futuro da relação. 

Ana Cláudia Vargas da Silva
Psicóloga

Há traições que parecem anunciadas, em outras, ninguém consegue entender por que aquele casal tão bacana está passando por essa situação 

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A verdade é que as explicações para as puladas de cerca são inúmeras, mas o que realmente passa na cabeça do traidor e do traído? 
E o que significa traição? 
Afinal, cada pessoa tem um conceito definido para a palavra.
 
A traição pode ter diversas modalidades. A mais frequente é a insatisfação dentro do relacionamento ou a curiosidade por outra situação que seja sedutora, tentadora, interessante. O fato de o sujeito estar dentro de uma relação não o imuniza, não o libera de sentir outras atrações. 

A sociedade e a religião fazem um esforço em colocar a monogamia como um objetivo definitivo. Seria maravilhoso se assim fosse, mas os seres humanos estão sujeitos a um monte de circunstâncias: viagens, colegas de trabalho, oportunidades. 

Agora, a palavra traição é traiçoeira, porque nem sempre em uma relação uma infidelidade é motivada por um desejo de trair. Depende de muitas circunstâncias e, com frequência, quando o homem ou a mulher descuidam da vida matrimonial e são traídos, reagem como se o casamento fosse maravilhoso. 

Não percebem a participação que tiveram no que aconteceu. Não é para justificar, mas, às vezes, se entendem e, em muitos casos, a traição é um modo de acordar um relacionamento que estava meio adormecido. 

O que é traição para um, pode não ser para outro

Existe um modelo cultural de como você analisa a traição. Para um casal religioso, uma paquera de computador pode ser terrível. Para outro casal, o homem ir a um prostíbulo com os amigos não tem nenhuma importância. 

É relativo o modelo ideológico ético de cada casal, vai depender do modelo cultural, quais os limites que eles têm. Raramente se combina antes o que o casal vai considerar traição. Essas coisas, quando acontecem, é que começam a ser pensadas.

Traição de homem x traição de mulher

Não existe uma simetria entre o sexo masculino e feminino, as traições masculinas e femininas têm valores diferentes. Evidentemente, é muito mais frequente o homem ter outras relações e, culturalmente, isso de alguma maneira é mais aceito. Existe o conceito de machismo. 

Quando na juventude um homem tem muitas namoradas, ele é o garanhão. Uma mulher com muitos namorados, é oferecida. Mudou bastante o conceito nos últimos tempos, mas ainda não ficou totalmente simétrico, talvez um dia chegue a ser. Com as mudanças de hábito, moralidade, o mundo está mudando. 

Por que não se evita a traição

Tudo é evitável, mas depende. Sempre há um álibi, mas, em algumas situações, esse “podia evitar” é muito difícil, pois a situação nova parece sedutora. A pessoa não reprimiu porque sentia que podia ser um fator interessante, foi algo tão sedutor que não quis evitar. 

Quem trai uma vez, trai novamente. Não necessariamente, mas, quando se pulou essa cerca, pode se pular mais uma vez, mesmo em um outro relacionamento. Ou seja, não é tão frequente casais realmente monogâmicos. 

Os relacionamentos abertos

Não se conhece muito os que dão certo, porque não fazem barulho, ficam discretos. No entanto, o que não dá certo é escândalo. É muito delicado, muitas vezes é um acordo implícito, ninguém pesquisa muito o outro e fica tudo por isso mesmo. Acaba sendo um modelo mais inteligente, menos dramático.

O perdão e o recomeço após uma traição

Após a traição, o casal se obriga a uma análise. Muitas vezes, é muito útil porque o casal acorda e pode passar a tratar melhor o parceiro e cuidar mais da relação. E, às vezes, significa a morte do casal. Homem dificilmente perdoa, é mais difícil. 

Porque considera o corpo da mulher mais consagrado, há um certo mito com a pureza feminina. Com frequência, o que não se suporta é que o outro se apaixone fora do casamento. Se foi algo passageiro, fica mais fácil de perdoar. Não é simples, quebra uma fantasia, um mito, mas é recuperável desde que os dois queiram.

DESPERTANDO O CONHECIMENTO - TREINAMENTO PARA A SUA FORÇA EMOCIONAL

A FORÇA EMOCIONAL

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Quando ouvimos falar de treinamento de força, associamos imediatamente ao levantamento de pesos ou algo a ver com força física. Podemos ainda associar a força ao volume da massa muscular, ou a forças externas da natureza, como o vento, a força das marés ou até mesmo a força da gravidade com a qual lidamos todos os dias. Estamos ainda familiarizados com a força de vontade, mas pouco ou nada com o termo força emocional ou fitness emocional. 
Sabemos que as emoções são poderosas e exercem uma grande impacto na nossa vida, podendo interferir positivamente ou negativamente nos nossos objetivos ou resultados desejados.

FORÇA EMOCIONAL: UMA MAIS VALIA

Aprender a gerir as emoções é uma competência que em muito nos capacita. Ajuda-nos a tomar melhores decisões, a adequarmo-nos melhor às circunstâncias e a lidar de forma mais eficaz com os outros ou com situações desafiadoras. 
Alguns de nós somos emocionalmente mais fortes do que outros. 
A pessoa emocionalmente forte pode lidar eficazmente e funcionalmente melhor com desafios exigentes. 
Não quer dizer que não sofra, que não sinta o impacto avassalador dos acontecimentos, de todo. Claro que sente e sofre com isso, no entanto, a sua capacidade de manter o equilíbrio emocional, suportado pela sua força emocional, permite que se mantenha funcional, adaptado e adequado na sua vida.
Apesar das pressões da vida por vezes serem esmagadoras e a pessoa emocionalmente forte poder ficar abalada, por ser resistente, consegue aplicar estratégias de auto regulação que lhe permitem recuperar e seguir em frente.  
A pessoa emocionalmente forte, não se poupará a esforços para encontrar soluções para as dificuldades que surjam, mantendo-se focada em recuperar o seu equilíbrio emocional.
A pessoa que não seja emocionalmente forte, numa primeira fase também irá ficar abalada, quando confrontada com as pressões e os desafios da vida, mas por não ser tão resistente, por vezes cede, perde o foco no caminho da solução ficando mais vulnerável ao aparecimento de problemas psicológicos como a depressão e ansiedade, pode ainda ceder a drogas e álcool para lidar com as situações incapacitantes, enquanto outras podem tornar-se desesperançadas e desistir.
depressão

O QUE NÃO SE USA ATROFIA

Muitas pessoas investem em livros de auto-ajuda à procura de respostas, enquanto outros procuram os serviços de um psicólogo para encontrar soluções e algumas pessoas participam em seminários de desenvolvimento pessoal. E tudo isto é uma mais valia que certamente ajudará num determinado grau. No entanto, todas estas formas de ajuda só serão potenciadas se a pessoa partir para a ação e exercitar a sua musculatura emocional. O que muitas pessoas não percebem é a regra: “o que não se usa perde-se” que se aplica ao treinamento da força física, mas também deve aplicar-se ao treinamento da força emocional.

DEFINIR OS LIMITES EMOCIONAIS

Não há uma fórmula mágica para conseguir desenvolver a força emocional, porém, vamos examinar porque é importante e as diferentes maneiras em que podemos melhorá-la. 
O primeiro passo para o treinamento da força emocional é definir os seus limites. Se conseguir definir os seus limites emocionais, identificando como é que quer sentir-se e o que seria necessário para sentir-se dessa forma, pode começar a ter a noção das estratégias a tomar. 
Por exemplo, se você quer ser tratado com respeito, você deve saber o quanto você está disposto a tolerar e aceitar  determinados comportamentos dos outros. 
Quando os seus limites são definidos, você ensina aos outros como quer ser tratado e como devem tratá-lo. 
Através da definição e consciencialização dos seus limites emocionais, você estabelece uma barreira de proteção e fertiliza o terreno para a construção de força emocional.
Ao conhecer os seus limites emocionais, saberá reconhecer quando está a sair desses limites ou quando eles estão a ser ultrapassados por outros. 
Por exemplo, se você tem o seu conjunto de limites bem definido e estiver a lidar com uma relação doentia onde é desprezado e humilhado, um alerta soará na sua mente lembrando de seus limites e instigando à ação para criar a mudança. 
Como já referi, reconhecer os limites emocionais, pode ajudá-lo a tomar as medidas necessárias para se proteger. 
Acresce ainda a possibilidade de ir fortalecendo as suas emoções e construção de auto-respeito.
A definição dos limites emocionais, assim como a capacidade os reconhecer quando estão a ser colocados em causa ajuda-o a ficar motivado para alcançar o que você quer sentir. 
À medida que for percebendo as novas fronteiras a cada dia que passa, vai estabelecendo um novo conjunto de regras e objetivos para si mesmo. 
Essas regras e objetivos permitem que se movimente de acordo com isso, agindo e comportando-se de tal forma que nessa interação os sentimentos que você quer sentir surgirão. 
A musculatura emocional vai-se desenvolvendo até ao ponto em que você terá a energia necessária para lidar com os desafios que surgem na sua vida.
Dica: Determine ou perspetive o que você quer sentir, e saiba o que está disposto a aceitar. Saiba o que está disposto a fazer para começar a sentir-se emocionalmente forte. E lembre-se, defina as suas fronteiras emocionais.

LIVRE-SE DA BAGAGEM EMOCIONAL QUE O TEM TRAVADO

O treinamento de levantamento de pesos ajuda a reduzir o risco de lesões, aumenta a força muscular e permite ao corpo suportar o stress externo (forças externas).  
O mesmo acontece com o treinamento da força emocional, você fica mais capacitado e melhor equipado para lidar com as crises que vão surgindo na sua vida, ficando menos vulnerável. 
Um passo importante para o treinamento da força emocional é desprender-se da bagagem emocional negativa, paralisante e depreciativa que você possa ter vindo a transportar ao longo do tempo.
É incrível como a bagagem emocional negativa pode permanecer por largos períodos na nossa vida. 
É como se nos tivéssemos acostumado e ligado tanto a esse passado que torna-se desconfortável o desapego. 
Você pode ter tido que suportar um trauma grave em criança ou na vida adulta, sentindo-se culpado ou com vergonha acerca de algum evento passado, ou com raiva ou ressentimento. 
Por exemplo, você pode ter dificuldade em perdoar a alguém pelo mal-estar que lhe infligiu e ter desenvolvido um muro emocional, impossibilitando amar de novo. 
O treinamento da força emocional só pode ter lugar quando você se libertar do peso desnecessário que transporta em si mesmo e permitir-se a caminhar sem amarras emocionais.

NÃO SE FUNDA AOS ACONTECIMENTOS TRAUMÁTICOS DO PASSADO

Para facilitar o processo de livrar-se da sua bagagem emocional negativa é importante que não deixe que os acontecimentos traumáticos do passado possam definir quem você é. Não deve fundir-se a esses acontecimentos e muito menos confundir-se com eles ao ponto de identificar os seus traços de personalidade com o sucedido. O passado é passado e deve ser usada como lições para o futuro, mas nunca para bloquear o nosso caminho emocional. 
Evite definir-se por as coisas menos boas que lhe aconteceram no passado, mesmo que tenha contribuído para isso. Aprenda, perceba o que pode fazer de diferente, ou ao invés o que pode evitar fazer. 
Não deixe que os acontecimentos negativos e traumáticos o definam enquanto pessoa .
Agora é  hora de pôr um fim à velha forma e preparar-se para a libertação emocional.

CONHEÇA A SUA VERDADE

Embarque na aventura de conhecer o seu verdadeiro eu através da definição do seu sistema de valores, aquilo em que acredita, aquilo que faz de você animado, e como você quer ser percebido. Proponha-se a abrir mão de velhas percepções incapacitantes e paralisantes e torne-se emocionalmente forte....

O PODER DA AFIRMAÇÃO - INVOCAÇÃO DA PRESENÇA CRÍSTICA PARA REALIZAÇÃO

A PRESENÇA CRÍSTICA ATUANDO PARA MINHA REALIZAÇÃO

 
 
EU SOU A PRESENÇA CRÍSTICA ANCORADA EM MEU CORAÇÃO QUE ATRAI A MIM, COM A FORÇA MAGNÉTICA DO SEU AMOR, A PERFEITA REALIZAÇÃO E ACEITAÇÃO DE MINHA VERDADEIRA DIVINDADE.

EU SOU O CRISTO EM ATIVIDADE AGORA E PARA SEMPRE. 

EU SOU A AÇÃO IMEDIATA DE DEUS PRESENTE EM MEU CORAÇÃO, QUE VENCENDO TODAS AS BARREIRAS POSSÍVEIS E INIMAGINÁVEIS, MANIFESTA AGORA EM MINHA VIDA A VITÓRIA, A LIBERDADE, A PERFEIÇÃO.

EU SOU A VITORIOSA CONCLUSÃO QUE ULTRAPASSA TUDO O QUE É HUMANO.

EU SOU A RESSURREIÇÃO E A VIDA DO PLANO IMACULADO: DEUS EM ATIVIDADE EM CADA SER HUMANO.

EM NOME DE MINHA BEM-AMADA PRESENÇA DIVINA EU SOU, INVOCO: APRESENTAI-VOS CRISTO VIVENTE EM MIM E EM TODAS AS  PESSOAS. MANIFESTAI-VOS, AGORA!

SEDE A GLOBAL E ÚNICA FORÇA ATUANTE ATRAVÉS DE TODAS AS FORMAS NAS QUAIS HABITAIS. TRANSMUTAI TODAS AS ALMAS NA PURÍSSIMA SUBSTÂNCIA DA LUZ CRÍSTICA E ELEVAI-AS À DIVINA LIBERDADE.

terça-feira, 4 de outubro de 2016

DESPERTANDO O CONHECIMENTO - QI, ENERGIA FUNDAMENTAL



Qi na Terapia Holística


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Na natureza básica da Terapia Holística está a energia. Mas não o conceito físico de energia mecânica, ou eletromagnética. Trata-se da energia vital, da energia sutil, ou Energia Fundamental, que não podemos medir diretamente, mas conhecemos seus efeitos. Essa energia está presente em todas as terapias tradicionais, não importa sua origem. Até mesmo pensadores contemporâneos a empregam – Jung a chamou de Energia Psíquica, Freud de Libido, Reich de Orgone. Na tradição yoruba essa energia é denominada Asé, na hindu Prana, na japonesa Ki. Mas onde esse conceito foi mais aprofundado talvez seja na Terapia Tradicional Chinesa, onde é tratada de Qi.
Qi é o princípio mais empregado e mais mal compreendido por todos os que estudam esse tema. Maciocia, conhecido professor do assunto, diz em seu livro Os Fundamentos da Medicina Chinesa:
“A razão da dificuldade de traduzir a palavra Qi corretamente consiste em sua natureza fluida, pela qual o Qi pode assumir manifestações diferentes e ser diferentes coisas nas mais diferentes situações.”
Na verdade, Qi é a mais fundamental das substâncias. Qi procede do Vazio, ou o Vazio é Qi em seu estado mais rarefeito. Tudo que existe é Qi, em diferentes estados de concentração. O céu é Qi em seu estado mais fluido, a terra é Qi em seu estado mais agregado. O próprio corpo humano, em cada um de seus níveis, é constituído de Qi em diferentes formas. As substâncias vitais, Jing (Essência) , Xue (Sangue) e Jin Ye (Fluidos Vitais) são, na verdade, diferentes manifestações de Qi.
Mas, para os efeitos práticos da Terapia Tradicional Chinesa, Qi é o fluido energético que anima o corpo humano, que é absorvido do ar, da água e dos alimentos, separado, armazenado e movido pelos Zang Fu (Órgãos e Vísceras), e que circula por canais e colaterais que formam uma rede por todo o corpo. Pelo caráter etéreo, não pode ser medido, mas os efeitos são por si mesmo a prova de sua existência.

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Dizem as tradições chinesas que o ser humano está entre o céu e a terra. O céu é o polo positivo, de natureza yang, a terra o negativo, de natureza yin. Através do nosso corpo atuam essas energias, em perfeito equilíbrio, promovendo a circulação do Qi. Quando a desarmonia acontece, devido à má alimentação, falta de sono, excesso de trabalho, de álcool, de fumo, de sexo, ao estresse da vida na cidade, entre tantas outras causas, as consequências se fazem sentir no nível físico, emocional, mental e espiritual. A Acupuntura, Tui Na, Moxabustão, ventosas, Fitoterapia Chinesa e mesmo exercícios físicos como o Tai Chi Chuan buscam remover bloqueios e restaurar o equilíbrio do Qi.

O Qi na Medicina Tradicional Chinesa…

ENERGIA VITAL, segundo a medicina chinesa e as constatações ocidentais através da máquina Kirlian, o corpo humano possui meridianos energéticos – ou linhas – distribuídos no nível subcutâneo. Esses meridianos têm seus terminais principais nas extremidades do corpo, ou seja, nos pés e nas mãos.
As técnicas orientais de tratamento de doenças – como shiatsu, do-in, moxabustão e acupuntura – utilizam os pontos ao longo dos meridianos do corpo, das mãos e dos pés para reequilibrar a energia do organismo.
ying
Conforme diz o mestre Juracy Cançado: A energia que corre por esses canais é denominada ki, que para os orientais resulta da combinação de duas forças opostas: yang (ativa ou positiva) e yin (passiva ou Negativa), criadas continuamente do tao (unidade primordial ou origem do Universo).
  • Yang e yin são dois princípios antagônicos que se atraem e geram a energia concretizadora da matéria e de todos os seres vivos. Isso se compara à teoria da Grande Explosão, respaldada pelos cientistas para explicar a origem do Universo.
  • Yin e yang geram movimentos de contração e expansão, correspondendo às forças centrípeta e centrífuga, respectivamente. São a pulsação do Universo. Essa pulsação propaga a energia que, por sua vez, dispersa-se e condensa-se, criando e modificando a matéria.
A teoria da Medicina Tradicional Chinesa afirma que o corpo tem padrões naturais de Qi que circulam por canais denominados meridianos em Português. Não é possível entender completamente o conceito de Qi em Medicina Tradicional Chinesa sem compreender também o conceito de Yin e Yang, já que os teóricos da Medicina Tradicional Chinesa, como Zhang Zai (1020-1077 d.C) e Xun Kuang (313-238 a.C.), consideravam Qi como uma coisa material e imaterial ao mesmo tempo, e que tem capacidade de se manifestar de diferentes formas, dependendo apenas de sua tendência para Yin ou Yang.
Sintomas de diversas doenças são atribuídos a bloqueios, desequilíbrios e rupturas no movimento da energia vital através dos meridianos, assim como às deficiências e desequilíbrios do Qi nos vários órgãos e vísceras Zang Fu.
A Medicina Tradicional Chinesa geralmente procura aliviar estes desequilíbrios ajustando a circulação do Qi no corpo empregando diversas técnicas terapêuticas, por exemplo:

  • a tratamentos com medicamentos à base de ervas,
  • a alimentação baseada na Teoria dos Cinco Elementos,
  • os treinos físicos como o qigong, o Tai Chi Chuan e outras artes marciais que incluem o conceito de Chi entre seus princípios filosóficos e o trabalham tanto para a autodefesa como para assegurar a saúde,
  • a massagem Tui Na como método efetivo para desfazer bloqueios e revigorar o paciente,
  • a Acupuntura, como método para redirecionar ou equilibrar o qi através de finas agulhas de metal inseridas na pele.

DESPERTANDO O CONHECIMENTO - Personalidade de cada um nos 5 Elementos - Qual seu Elemento

Personalidade dos 5 Elementos


Veja qual o seu Elemento na Medicina Tradicional Chinesa, conheça seu elemento:


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Personalidade dos 5 Elementos

Veja qual o seu Elemento na Medicina Tradicional Chinesa, conheça seu elemento:

ÁGUA

Os nascidos sob a vigência do elemento Água tem habilidade em se comunicar e exercer influência sobre as outras pessoas. São conduzidos pela emoção, revelando muita sensibilidade e percepção. 



Altamente espiritualizados, são capazes de captar sutilezas na natureza e nas pessoas, tornando-as profundos conhecedores da alma humana. 

Do mesmo modo que são extremamente sensíveis, podem ser exageradamente vulneráveis. Magoam-se com facilidade, podendo transformar-se em indivíduos instáveis, inconstantes e inseguros. Segundo um velho ditado chinês: "A água conquista pela docilidade; nunca ataca, mas acaba sempre vencendo todas as batalhas".São pessoas que detestam brigas e ambientes tensos. Preferem a companhia de pessoas calmas, que transmitam a sensação de confiança e proteção. 

Os devaneios ocupam boa parte do seu tempo, o que impede que alcancem a realização prática dos seus objetivos. Essa tendência, sempre resultará em frustração, pois na realidade o que buscam é segurança afetiva e material, que, quando não é satisfeita, causa desequilíbrios e tempestades emocionais. Portanto, evite sonhar, faça acontecer.


FOGO 


Os nascidos sob a vigência do elemento Fogo são decididos e seguros de si. governam pessoas e demonstram muita segurança e poder de decisão.

Caracterizadas por um enorme entusiasmo, imensa autoconfiança e inacreditável reserva de energia empreendedora. Necessitam de muita liberdade de ação para que possam direcionar suas forças de maneira construtiva.

Dinâmicas e impacientes, fazem o possível e o impossível para que seus planos dêem certo, e não medem esforços para que seus desejos sejam satisfeitos. Movidas pela emoção e idéias e detestam ser contestadas. Tendem a ser criaturas exageradamente auto centradas e egoístas.

Possuem temperamento bastante explosivo e a falta de auto controle pode levá-las a causar danos às pessoas mais sensíveis ou vulneráveis. 

Essas pessoas transmitem muita alegria de viver e energia luminosa a todos à sua volta, o que as torna o centro das atenções. São capazes de ajudar muito àqueles que necessitam de motivação exterior. 

Os nativos do elemento Fogo, possuem o poder de cura, principalmente quando aprendem a valorizar a vida e quando desenvolvem a compreensão e a paciência tão necessárias no relacionamento cotidiano.


TERRA


Os nascidos sob a vigência do elemento Terra se preocupam com as coisas práticas e funcionais da vida. Pessoas um tanto passiva em relação ao mundo a sua volta, sofrendo influências e pouco influenciando, mas marcando sua passagem pelo esforço e pelo trabalho. 

São capazes de planejar, organizar e administrar, com muita eficiência, todas as áreas que lhes tragam segurança afetiva e material. Tanto assuntos de dinheiro como de família são tratados com inigualável prudência e bom senso. São pessoas incrivelmente auto-disciplinadas. 

Sério, cautelosos e um tanto convencionais, os nativos da Terra, sentem-se seriamente ameaçados pelas mudanças, seja de nível físico, intelectual ou social. Gostam de viver dentro de uma rotina programada, onde tudo possa ser analisado e controlado. 

Quando aprendem a valorizar os aspectos mais afetivos da vida, esses indivíduos desenvolvem um extraordinário espírito cooperativo, tornando-se criaturas inquestionavelmente amigas e confiáveis.


METAL


Os nascidos sob a vigência do elemento Metal são guiados por sentimentos fortes, e não hesitarão em fazer aquilo que acharem que é correto. São pessoas decididas e fortes, dispostas a enfrentar qualquer tipo de batalha para atingir seus objetivos. 

São criaturas empreendedoras, que não medem esforços para atingir seus objetivos. O amor pelo luxo e o poder motiva-as ainda mais na conquista de sua independência, não se importando de fazer sacrifícios e economias iniciais. São pessoas sujeitas a paixões e emoções fortes, que fazem com que vivam várias experiências e aventuras. 

Obstinadas, raramente admitem estarem erradas. Detestam mudar de opinião, mesmo quando reconhecem que não têm razão. Possuem um entusiasmo inabalável e nunca se dão por vencidas. 

Não hesitam em seduzir pessoas para que suas metas sejam alcançadas. Seu otimismo e coragem causam transformações positivas nas pessoas que com elas convivem.


MADEIRA


Os nascidos sob a vigência do elemento Madeira tem um elevado senso de ética e interesses variados. São privilegiados mentalmente, pertencendo à categoria dos intelectuais, filósofos e pensadores, preocupados com a moral e com a ética em seus relacionamentos
. 

São pessoas normalmente bem-sucedidas, além de serem generosas, humanitárias, expansivas e com tendência ao pioneirismo e ao inusitado. Amam tudo que se relacione com renovação e progresso. 

Diplomatas por natureza, são capazes de valorizar o esforço das outras pessoas, desde que estejam voltados a um bem comum e que tragam vantagens materiais a todos. Isto faz com que possam realizar projetos sociais e científicos de grande vulto.
A maior dificuldade encontrada por estes indivíduos está no fato de que nem sempre conseguem direcionar seus objetivos de forma constante e precisa. 

DESPERTANDO O CONHECIMENTO - Terapia Holística Conhecendo um pouco mais...PORQUE FAZER TERAPIA HOLÍSTICA

Terapia Holística



Para entendermos o é Terapia Holística em primeiro lugar devemos entender o que é terapia. 
De origem grega, o termo thaerapia significa “Servir à Deus”, se voltarmos no tempo veremos que para nossos antepassados a saúde era algo sagrado e aqueles que se dedicavam ao seu estudo formavam uma espécie de casta sacerdotal.

Holístico (outro termo de origem grega), significa o Todo, o conjunto, porque dentro do conceito holístico as doenças não devem ser catalogadas de forma mecânica, mas devem ser analisadas dentro de um todo. O homem não é apenas o corpo físico e perecível, o homem sente, pensa, e tais processos interferem em sua constituição. Enfim, a Terapia Holística propõe um novo paradigma de saúde, utilizando métodos naturais e na maioria das vezes pouco invasivos, entre as técnicas mais conhecidas de abordagem holística temos a acupuntura, o reiki, a fitoterapia e a radiestesia.

Funciona?

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Além do corpo físico, temos outros corpos mais sutis (emocional, mental e espiritual) que não vemos mas, sentimos. Os desequilíbrios gerados por pensamentos, emoções, sentimentos, intenções, pela permanência em estados negativos, provocam desequilíbrios nesses corpos que, por sua vez, “despejam” esses desequilíbrios no corpo físico, provocando sintomas (doenças) e, precipitando situações e acontecimentos desagradáveis em nosso cotidiano.

Por considerar os aspectos biofísico, psíquico, emocional, ambiental energético, como uma totalidade, a Terapia Holística, busca equilibrar esses aspectos do ser por meio de estímulos, os mais naturais possíveis, com o objetivo de despertar seus próprios recursos, para promover a auto-harmonização e ampliação da consciência.

A pessoa submetida às praticas de Terapia Holística, começa a aguçar sua sensibilidade para a percepção de sua própria vida e, a ser estimulada de maneira sutil a mudanças de atitudes e comportamento que levarão à maximização de oportunidades e minimização de condições adversas.

A Terapia Holística, também chamada de Terapia Complementar, uma vez que tem como objetivo, complementar (não substituir) os métodos de tratamentos tradicionais existentes no ocidente, atuam diretamente nos corpos sutis/energéticos, dando suporte para tratamentos médicos, auxiliando na prevenção de desequilíbrios e atuando diretamente na qualidade de vida de modo geral.

Por isso, a Terapia Holística ou, Alternativa ou, Complementar ou Vibracional, tem sido vista ,não só como uma alternativa de tratamento, mas também, como preventivo até mesmo de doenças que, aparentemente são de origem física, pois os padrões negativos mentais, emocionais e espirituais que possam gerar qualquer desequilíbrio, são modificados, corrigidos, transmutados.

Na verdade, dentro do contexto Holístico, “Um problema de saúde nunca é originado em apenas um aspecto do ser”।

Exemplos:

A febre, por mais que saibamos não se tratar de uma doença, continua sendo tratada como tal, priorizando o sintoma e deixando a causa de lado. As inflamações são um outro exemplo de alerta do organismo, contudo as causas geralmente são ignoradas nos tratamentos convencionais, que se concentram no desaparecimento da inflamação em si, o que de acordo com a Terapia Holística, não resolve a causa, mas faz com que surjam novas manifestações da mesma, e cada nova manifestação tende a ser mais intensa que a anterior.

A Terapia Holística parte de uma outra abordagem, procurando as causas do problema ao invés de concentrar-se nos sintomas, ou seja, “trata o doente e não a doença”, buscando localizar os fatores emocionais, mentais e energéticos que criaram a condição para que a patologia tenha se instalado.
Método

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Mas como é feito isto? Onde estão estas informações?

Basicamente no campo vibracional da pessoa, na Aura, nos Chacras e na estrutura energética que compõe a totalidade do indivíduo, tais informações podem ser acessadas de várias formas diferentes, a Radiônica por exemplo utiliza aparelhos eletrônicos para este fim (um destes aparelhos pode ser visto a esquerda), analisando a atividade vibratória da pessoa para detectar possíveis anomalias.

Uma das vantagens da Terapia Holística é a inexistência de padronização dos tratamentos, cada caso é um problema com características próprias e que requer uma abordagem única, exatamente o contrário do que é feito comumente, em que uma doença é tratada mecanicamente com tratamentos padronizados que não levam em conta a individualização1.

Nada do que expusemos até o momento é uma teoria nova, trata-se porém, de concepções milenares que antecederam algumas descobertas recentes da medicina, o papel das emoções e pensamentos na saúde humana por exemplo, é estudado a pouco tempo na medicina convencional e hoje abundam pesquisas indicando os efeitos terapêuticos do sorriso, bom humor, harmonia afetiva e contentamento sexual (para citar apenas alguns exemplos).

No oriente contudo, tais conhecimentos nortearam os últimos 4.000 anos de pesquisas na área da saúde com resultados fantásticos, no ocidente podemos encontrar rudimentos deste modo de ver entre várias civilizações, e também teorias muito refinadas entre povos antigos, como os nativos do Hawaí, que dentro de uma ciência milenar já descreviam processos avançados de Psicologia e Terapia.

Hipócrates (? 460- 377 AC), o pai da medicina, tinha sobre esta, ideias que muito destoam do que atualmente encontramos nas faculdades. Paracelso (1490-1541) falou sobre o impacto das emoções e pensamentos sobre a saúde humana há mais de quinhentos anos, Samuel Hahnemann (1785 – 1843) elaborou toda a teoria homeopática partindo da visão Holistica, para ele o menos importante era saber o nome da doença, sendo o ponto crucial conhecer o doente.

Para o terapeuta holístico é da máxima importância conhecer o “paciente”, seus hábitos, sua vida, alimentação, vida afetiva etc., cada informação tem o seu lugar dentro deste processo.

Percebemos, pelo exposto acima, que a Terapia Holística é parte de um conhecimento milenar, que antes de ser negado, dia a dia é confirmado por pesquisas ao redor do mundo.

Por estes e outros motivos recomendamos a todos que procurem um terapeuta holístico, ainda que não exista algum problema de saúde diagnosticado, as Terapias Holísticas são tanto preventivas quanto reparadoras, visando sempre a qualidade de vida do homem e o seu retorno aos hábitos saudáveis e naturais

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PORQUE FAZER TERAPIA HOLÍSTICA


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DSC_7889Como muitos que me leem não tem maior familiaridade com a Terapia Holística, penso que é interessante descrever um pouco desse processo e explicar quem deve se consultar com um terapeuta.
Logo de início, é importante dizer que a Terapia Holística não é medicina.  São paradigmas diferentes.  O médico trata doenças.  Nós, terapeutas, tratamos desarmonias energéticas.  São duas maneiras diferentes de ver o ser humano.  O paradigma da medicina é reducionista, vê a pessoa como um conjunto de ógãos e sistemas físicos.  O terapeuta entende o cliente como um todo (holo, em grego), que não separa o físico do emocional, do mental, do espiritual.
A energia que trabalhamos na terapia é reconhecida não só por tradições milenares como a vedântica (da qual deriva a ayurvédica), a taoísta (acupuntura e afins), como também por escolas mais recentes, como a psicoterapia (nos trabalhos de  Jung,  Reich,  Lowen, Groff , só para citar alguns) e até mesmo na Terapia Floral desenvolvida por Bach.  Hoje é conhecimento comum.  Quem não se refere a uma pessoa, ou lugar, dizendo que tem “boas vibrações”?  Essas vibrações são a energia sutil.
Assim, sugiro que nossa decisão de tratar-se com um Terapeuta Holístico seja baseada exatamente nisso – nossas próprias “vibrações”.  Se o estado em que você se encontra inclui falta de vitalidade, pessimismo, medo, visão negativa da  vida, e não há razão física para isso, pode ser um bom indicador de que sua energia não se encontra bem.  Se em algum momento, ou por qualquer razão deixamos de ter paz de espírito, e aquela sensação de integridade físico-psíquica indescritível que chamamos “bem-estar”, um trabalho terapêutico pode ajudar.  Se chegamos a um momento na vida em que sentimos um “vazio”, necessitamos nos conhecer melhor, mergulhar na viagem da autodescoberta, e buscar a integridade do nosso ser espiritual, emocional e físico, a Terapia Holística pode ser o caminho.
Se você está em dúvida, procure a resposta dentro de você mesmo.  Por detrás da nuvem com que a correria diária escurece nossa consciência, está aquela voz interior.  Ela sabe o que você precisa.  Confie nela.

DESENVOLVENDO O CONHECIMENTO - Radiestesia e Radiônica como Terapia Holística

Uma Terapia em Sincronicidade 


Com grande atuação nas causas dos desequilíbrios energéticos das pessoas

 

 As terapias holísticas, alternativas ou complementares, como são denominadas, exercem hoje um papel importante em nossa sociedade. 
As terapias tradicionais funcionam dentro dos paradigmas bem conhecidos até então, como o paradigma cartesiano e o newtoniano. Grande parte das terapias holísticas trabalha com novos paradigmas. 
Mesmo sem conhecê-los muito bem, utilizamos essas terapias com bastante confiança, aceitando-as com muita facilidade. 
Em nosso mundo de grandes e constantes transformações é importante que busquemos idéias mais modernas e novos paradigmas, mudando nossos modelos, buscando resultados mais eficazes. 
A terapia com a radiestesia e radiônica, duas ciências distintas e comprovadas, funciona com base nos seguintes paradigmas: teoria holográfica do processamento cerebral de Karl Pribram; paradigma do Campo de Ponto Zero de Hal Puthoff; teoria do Pensamento como um Sistema de David Bohm; paradigma do Campo Morfológico de Rupert Sheldrake; paradigma da Totalidade e a Ordem Implicada de David Bohm e paradigma Quântico entre outros.

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A radiestesia entra como forma de avaliação e análise dos desequilíbrios do cliente e a radiônica como forma de potencializar e dinamizar o que se quer equilibrar. 
Num mundo em constante mudança é necessário incluir o “sistema de possibilidade”, capacidade de formular hipóteses na ciência e novos enfoques na tecnologia. 
Uma das dificuldades hoje, é que vivemos num mundo novo com paradigmas antigos. 
Tudo o que vemos é a materialização de um pensamento, uma imagem, uma energia, uma informação. 
Aquilo que vemos é uma ínfima parte do contexto em que estamos imersos. Como entrar em contato direto, consciente, com essa realidade que se nos escapa à visão, audição, razão? Como entrar em contato com aquilo que não sabemos conscientemente? Aqui entra a radiestesia como ferramenta capaz de nos dar as respostas que queremos. A radiestesia não é o estudo do pêndulo, mas de algumas das possibilidades da mente. “A Ciência avança... sim, a Radiestesia existe”. Palavras da revista Science et Vie, ano 1963.

A terapia com a radiestesia e radiônica surgiu quando se reconheceu que a forma humana é uma “antena” ideal, e que a mente humana é capaz de reconhecer uma variedade de formas ondulatórias complexas. O método radiestésico de estabelecimento de contato com os padrões sutis faz uso de um operador terapeuta e de instrumentos radiestésicos, incluindo um pêndulo. 
O terapeuta usa sua mente para procurar padrões específicos nos campos sutis de uma forma de vida organizada. Ao reconhecer um desses padrões, ele passa a medi-lo, a fazer perguntas sobre ele e a procurar as causas que estão por trás da condição desencadeante do problema. 
O movimento do pêndulo indica a presença ou ausência de um campo que ressoe com a forma ondulatória produzida pelo pensamento do terapeuta. Podem ser avaliados os campos físicos, emocionais e mentais; análises de distúrbios em corpos sutis, chakras, glândulas, sistemas e órgãos; influências externas à pessoa como também, influências internas. 
Nas influências externas, o terapeuta pode avaliar vibrações em desequilíbrio do cliente provocadas por energias nocivas do subsolo, por campos eletromagnéticos em demasia, por exposição a componentes tóxicos à sua volta e muitos outros, equilibrando esses distúrbios com a radiônica. Quanto às influências internas, podem ser avaliados os desequilíbrios emocionais causadores de variados sintomas, com a restauração do equilíbrio através da radiônica.

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A Radiestesia não é um dom que só poucos possuem, como poucas pessoas afirmaram no passado; é uma capacidade inata presente em todas as pessoas. O terapeuta tem na radiestesia uma enorme ajuda na obtenção de informações que, de outro modo não seriam conhecidas. Estamos cercados por um número imenso de vibrações, cuja existência é cientificamente comprovada, mas não tomamos conhecimento porque não temos receptores apropriados para elas.

A radiestesia parte do princípio de que a mente pode sintonizar-se com qualquer coisa e captá-la. Para isso são necessárias duas coisas: orientação mental que é a forma como nos sintonizamos com o objeto procurado; e a convenção mental que é a forma de codificar os movimentos do pêndulo. Com isto o terapeuta pode captar qualquer tipo de informação à sua volta, isto é qualquer coisa em qualquer lugar, seja radiação, vibração, energia, objeto, emanações de todos os tipos, desde que consiga uma boa sintonia com o que quer avaliar.

Quando o profissional capta a freqüência que uma forma tem, está fazendo radiestesia. Mas quando usa as formas ou instrumentos para mudar, transformar, está fazendo radiônica. Radiestesia é analisar, radiônica é modificar. 
A radiônica é um sistema emissor e transformador de informações no universo energético pelo canal da mente consciente através da intenção. 
O aparelho radiônico é uma convenção mental, feito com um padrão específico de funcionamento, com instrumentos radiônicos, símbolos, formas, figuras geométricas, através do qual entramos em contato com a energia primordial e a “informamos” da nossa intenção. 
Pode-se trabalhar um desequilíbrio vibratório, emitindo-se diretamente uma freqüência que vai harmonizar a causa do problema.
A terapia com radiestesia e radiônica traz harmonia, bem estar e equilíbrio, tendo em vista que capta a causa, modifica essa causa, liberando possibilidades e capacidades da pessoa para se equilibrar, tornando-a mais saudável em vários aspectos.