segunda-feira, 30 de maio de 2016

SAÚDE E EQUILÍBRIO - DICAS TERAPÊUTICAS - O funcionamento do intestino - prisão de ventre como curar?

Prisão de ventre: entenda o problema e veja dicas para se livrar deste incômodo


Pelo menos um, em cada cinco brasileiros, tem dificuldades eventuais ou persistentes na função intestinal. Prisão de ventre para os leigos, constipação intestinal para a medicina, o fato é que, quando o intestino não funciona adequadamente, acontece muito desconforto, além de prejuízos à saúde. 
Ficando por mais tempo no intestino, há mais absorção de toxinas pela mucosa intestinal que acabam sobrecarregando os sistemas enzimáticos do fígado. 
As fezes ficam mais endurecidas, porque a mucosa intestinal também absorve água demais, tornando-as ressecadas, gerando dor e desconforto no momento da evacuação.
A prisão de ventre, ou constipação, é a dificuldade ou a impossibilidade de evacuação das matérias fecais e a diminuição acentuada do número de defecações, devido a uma retenção anormal e prolongada das fezes no intestino grosso, que se tornam duras e ressecadas. 
Quando se retarda a evacuação, ou a eliminação das fezes contidas no interior do intestino, gradativamente, elas se tornam mais sólidas, devido à absorção da água (pela mucosa intestinal), ao seguirem a sua trajetória em direção ao reto (parte terminal do tubo digestivo).
De maneira alguma se deve pensar que a prisão de ventre seja um problema simples e de pouca relevância clínica, que não precise ser combatido rapidamente; na verdade, a prisão de ventre é a origem de tantas outras enfermidades. 
Toxinas das bactérias intestinais provavelmente se encontram relacionadas ao desenvolvimento de doenças como diabetes, meningite, colite… 
Existe uma abundância de compostos tóxicos nas fezes, por isso sua eliminação diária torna-se extremamente importante; tais compostos tóxicos podem ser reabsorvidos pela mucosa intestinal se permanecerem por um tempo maior no interior dos intestinos. 
Os antígenos e as toxinas das bactérias intestinais, provavelmente, encontram-se relacionados ao desenvolvimento de algumas doenças: diabetes mellitus, meningite, miastenia grave (afecção neurológica caracterizada por uma fraqueza muscular excessiva), da tireoide, colite ulcerativa, dentre outras.
Existe um desequilíbrio entre a forma como homens e mulheres lidam com o intestino. Enquanto os homens são autorizados desde pequenos a falar publicamente de suas necessidades fisiológicas, as meninas são educadas para nunca emitir informações ligadas ao funcionamento do seu intestino.
E as consequências dessa dificuldade aparecem com o passar do tempo. A ideia de usar o banheiro vai se tornando um problema cada vez maior para elas: a maioria tem vergonha de ir ao banheiro no trabalho ou quando está com o namorado, simplesmente porque não quer dar sinais de que tem essa necessidade.
O resultado dessa relação difícil entre mulher e intestino aparece até nas estatísticas de problemas intestinais: segundo estimativas dos gastroenterologistas, a cada quatro pessoas que têm prisão de ventre, três são mulheres.
Tudo isso porque, quando se trata de intestino, as questões fisiológicas estão profundamente relacionadas às questões emocionais e comportamentais. Por um lado, de tanto a mulher segurar a vontade de ir ao banheiro, o cérebro entende que essa função não é tão necessária e manda sinais ao órgão de que não precisa “funcionar” com frequência.
Do outro lado, o intestino também é fortemente influenciado por alterações emocionais, como estresse e ansiedade. 
Quem nunca sofreu uma alteração intestinal durante uma viagem? É o melhor exemplo de que até mesmo um pequeno desconforto – o fato de estar em um ambiente novo – pode alterar o funcionamento do órgão. 
Situações mais drásticas, como estresse no trabalho ou problemas familiares, podem alterar a secreção de neurotransmissores que atuam nos movimentos peristálticos, acelerando ou retardando o funcionamento intestinal.
Por isso, é fundamental aprender a observar e respeitar os sinais do próprio corpo e entender que o funcionamento do intestino depende diretamente da forma como você lida com ele.

Quantas vezes deve-se ir ao banheiro?

O saudável é evacuar diariamente. Se o intestino deixa de funcionar de dois a três dias, isso deve ser combatido. Após as causas serem identificadas e removidas, o funcionamento intestinal precisa de ser reeducado, para se restabelecer o seu funcionamento diário.
O padrão de funcionamento de um intestino saudável varia muito: de três vezes por semana até três vezes ao dia. O importante é ficar atenta ao ritmo-padrão e à sua sensação de bem-estar. Se houver alguma mudança, surgir dor, desconforto, fezes mais ressecadas ou sangramento, procure um especialista. O mesmo vale se você tiver um emagrecimento inexplicável.
O momento ideal para ir ao banheiro também é bastante relativo. A maioria das pessoas evacua facilmente pela manhã, mas há um grupo que sente vontade depois das refeições, após o estômago preenchido. O mais importante é cada um descobrir o seu ritmo e atender o intestino sempre que ele der sinal, esteja onde estiver.
Quem não vai de jeito nenhum ao toalete fora de casa precisa repensar esse hábito. Para se sentir mais confortável em banheiros públicos, use um papel para forrar o assento e recorra também lenços higiênicos umedecidos (para as mulheres, tenha-os sempre na bolsa).


Suco bom para o funcionamento do intestino

Ingredientes
Metade da polpa de um maracujá
Meio copo de água
1 colher de sobremesa cheia de semente de linhaça triturada
1 xícara de chá de camomila frio
Modo de preparo
Prepare o chá de camomila e deixe-o esfriar. Coloque no liquidificador a polpa de maracujá batida e coada, a água, a semente de linhaça e o chá. Bata bem. Adoce e sirva logo a seguir.

Consumir fibras em excesso é prejudicial

As fibras são grandes aliadas do bom funcionamento intestinal e das dietas de emagrecimento. No entanto, apesar de ajudarem na eliminação de toxinas e no aumento da saciedade, elas não devem ser consumidas em excesso. Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), cerca de 30 gramas por dia é o suficiente para obter bons resultados.
Elas são classificadas em duas categorias: solúveis e insolúveis. As primeiras, solúveis em água, formam uma camada de gel no intestino para retardar a absorção de gorduras e açúcares. A fibra solúvel mais conhecida é a pectina, encontrada em frutas como a maçã e a laranja, vegetais como a cenoura, farelos de aveia, dentre outros. Ela ajuda a reduzir os níveis de colesterol e previne o surgimento de doenças cardiovasculares. Dietas ricas em fibras solúveis também são eficazes no combate à obesidade, uma vez que proporcionam maior saciedade. Já as fibras insolúveis – encontrada em grãos e hortaliças – aceleram o metabolismo e retardam a absorção de glicose no organismo, atuando como uma espécie de esponja.
Geralmente, na busca pelo corpo ou peso ideal, as pessoas ultrapassam o consumo diário de 30 gramas. É preciso tomar cuidado: fibras em excesso dificultam o funcionamento do intestino e a absorção de nutrientes e minerais.
Quando o intestino não funciona adequadamente (prisão de ventre), as toxinas permanecem por mais tempo no corpo e podem ser reabsorvidas através da corrente sanguínea. Nesse processo, os mais prejudicados são os rins, o fígado e a pele. Os excessos de toxinas ainda podem desencadear celulites, manchas na pele, acne ou intolerância alimentar devido ao aumento da permeabilidade intestinal – ou gases.
Ao consumir alimentos com fibras, beba bastante líquido – em especial, a água. Quando as fibras não são hidratadas surtem efeitos contrários ao emagrecimento. Prefira consumir as frutas em sua forma natural, ao invés de sucos e verduras e leguminosas refogadas, ao invés de fritas.

Causas da prisão de ventre

  • Hábitos dietéticos errôneos, à base de alimentos refinados (industrializados), pobres em vegetais como: legumes, verduras, leguminosas, tubérculos, frutas e fibras. Resumindo: falta de fibras na dieta.
  • Consumo diário inadequado de líquidos (uma pessoa adulta precisa beber dois litros de água por dia).
  • Sedentarismo (muito prejudicial à saúde física e mental), atividade física inadequada e repouso prolongado na cama e/ou no leito.
  • Medicamentos alopáticos: anestésicos, antiácidos (sais de alumínio e de cálcio), anticolinérgicos, anticonvulsivantes, antidepressivos (tricíclicos, inibidores da monoamino oxidase), anti-hipertensivos, antiparkinsonianos, antipsicóticos (fenotiazinas), agentes bloqueadores beta-adrenérgicos (propranolol), sais de bismuto, diuréticos, sais de ferro, laxativos e catársicos (uso crônico), relaxantes musculares, intoxicação por metais tóxicos (arsênio, chumbo e mercúrio).
  • Distúrbios do metabolismo: hipocalemia (diminuição dos valores do potássio no sangue abaixo dos valores normais), hiperglicemia, uremia, porfiria (conjunto das afecções hereditárias devido à anomalia do metabolismo das porfirinas, das quais diversos derivados são eliminados na urina) e amiloidose (substância anormal que se parece com o amido e que se deposita entre as células de certos tecidos do corpo ou em órgãos, provocando lesões degenerativas e diversos distúrbios).
  • Distúrbios endócrinos: hipotireoidismo, hipercalcemia e para-hipopituitarismo.
  • Anormalidades estruturais: feocromocitoma (tumor, em geral, benigno da medula supra-renal) e glucagonoma (tumor, em geral canceroso, que produz hormônio glucagon, o qual eleva o nível de glicose no sangue e produz uma erupção cutânea característica).
  • Doenças intestinais: diverticulite, síndrome do intestino irritável e tumor.
  • Distúrbios neurológicos: distúrbios nervosos do intestino (neuropatia autônoma; aganglionose – inervação anormal do intestino que acomete o ânus e pode estender-se pelo intestino num grau variável); distúrbios da medula espinhal (trauma e esclerose múltipla); e distúrbios cerebrais (apoplexia, doença de Parkinson e neoplasma).
  • Estresse e distúrbios psicogênicos.
  • Uso crônico de enemas/laxantes (introdução de líquido medicado pelo ânus com finalidades terapêuticas) e laxantes.
  • Exposição a inseticidas.
  • Mudança de rotina de vida, como gravidez e viagem.
  • E o mais comum: ignorar as vontades de evacuar!


Como evitar a prisão de ventre durante a gestação?

A constipação, ou intestino preso, é uma queixa comum entre as gestantes. Pesquisas mostram que duas em cada três gestantes apresentam queixas sobre o funcionamento do intestino.
O problema é comum devido às alterações hormonais e físicas que o corpo sofre durante a gravidez. Os sintomas tendem a se agravar a partir do segundo trimestre, quando o bebê está maior e o intestino fica mais pressionado e, conseqüentemente, mais lento. Nos casos mais graves, quando a ida ao banheiro é mais demorada menos freqüente, a gestante pode chegar a desenvolver hemorroidas, que são bastante desagradáveis e doloridas.
Os medicamentos devem ser evitados ao máximo durante a gestação, portanto, o Guia do Bebê selecionou algumas dicas para que a gestante consiga driblar a prisão de ventre e colocar o intestino para funcionar de forma natural.
A boa alimentação é fundamental para regular o intestino. Os alimentos ricos em fibras, como cereais, aveia, pães integrais, frutas, verduras e legumes estimulam o trânsito intestinal. As frutas mais indicadas são mamão, ameixa, melão, laranja, damasco, manga e morango. Evite banana, maçã, pera e goiaba, que são constipantes. É importante adequar a alimentação aos poucos para que o organismo se acostume com o novo cardápio. Comer em horários regulares também ajuda.
A ingestão de líquido é muito importante para evitar que as fezes endureçam e para facilitar sua passagem pelo intestino. É indicado beber cerca de oito copos de água por dia. Boas opções são sucos naturais, vitaminas com mamão e água de coco.
Para dar mais um empurrãozinho no intestino é recomendada a prática de atividade física moderada e constante, como hidroginástica, yoga e caminhada, se o médico liberar. Isso porque o exercício estimula o peristaltismo, ou seja, o movimento intestinal, favorecendo a eliminação.
Se esses cuidados não forem suficientes, o médico poderá avaliar seu estado e recomendar o uso de algum medicamento. Nunca tome laxante ou chás naturais sem consultar o seu médico, pois eles podem causar problemas para a gestante e para o bebê.

O que o intestino preso pode causar?

Falta de disposição, queda de cabelos, unhas quebradiças, espinhas, gases e mau humor são os principais sintomas da constipação intestinal – um problema que não gera apenas desconforto momentâneo, mas pode afetar, e muito, a saúde do corpo. Para a nutricionista paranaense Stefania Valenta da Silva, a explicação para os efeitos negativos fica por conta da incapacidade do organismo de absorver os nutrientes que são necessários para as demais funções de outros órgãos e de eliminar o que não serve mais. “Somente uma alimentação equilibrada, rica em fibras e à base de muita água pode estimular de forma natural o funcionamento do intestino”, destaca a profissional. Um intestino preso pode provocar as seguintes perturbações: infecções das vias urinárias (atenção especial às candidíases de repetição), infecções renais, infecções intestinais, problemas glandulares (tireoide, mamas, ovários, etc.), dificuldades circulatórias, digestivas, cutâneas, nervosas e finalmente mentais.
O propósito de uma vida saudável (em todos os níveis de consciência) é ser cúmplice da sua harmonia metabólica: nutrir sadia e desintoxicação diária. E é nos intestinos que tal fenômeno precisa acontecer de forma efetiva e rápida. No intestino delgado decide-se o que irá para a corrente sanguínea como nutrição e o que não passa pelo crivo deste sistema de seleção irá seguir seu caminho para o intestino grosso e posterior excreção na forma de fezes.
Quando a prisão de ventre é constante ela pode aumentar o risco de câncer no intestino porque o intestino possui micro-organismos que quando entram em contato com as fezes durante muito tempo podem levar à diferenciação de suas células, tornando-as cancerígenas.
Para evitar este risco deve-se manter o hábito de consumir vegetais e frutas diariamente. É importante ainda ir ao banheiro sempre que der vontade, e não ficar segurando por muito tempo ou fazendo força quando não se tem vontade, pois este hábito pode levar ao surgimento de hemorroidas.

O que comer para evitar

Para reorganizar os ponteiros do relógio do intestino e evitar sofrimentos na hora de ir ao banheiro, faça uso regular desses dez alimentos. Confira!

 – Mamão

Ele sempre esteve na lista de indicações da vovó como um dos principais alimentos para combater a prisão de ventre. É rico em fibras, sais minerais e tem alto teor de betacaroteno, um antioxidante responsável pela obtenção indireta da vitamina A. Além de dar aquela força para a saúde do intestino, o mamão tem propriedades calmantes e atua como ótimo amigo daqueles que têm um estômago sensível. “É aconselhável ingerir mamão diariamente, pela manhã”, indica a nutricionista funcional Andrezza Botelho, de São Paulo.

 – Ameixa seca

De acordo com o médico cardiologista Edmar Santos, a ameixa seca tem efeito laxativo natural e, por conter um alto teor de fibras insolúveis, é capaz de absorver mais água do organismo e acelerar o trânsito intestinal. O resultado só será positivo se houver uma grande ingestão diária de água. “Para quem sofre de prisão de ventre é necessário cerca de cinco unidades de ameixas secas por dia”, aconselha o profissional.

 – Linhaça

Nos últimos anos, ela se tornou um alimento indispensável no cardápio de quem deseja perder peso. Principalmente porque auxilia no funcionamento do intestino. Rica em fibras solúveis e insolúveis, a linhaça aumenta o volume do bolo fecal, aumentando o trânsito intestinal e ainda contribuindo para a limpeza eficaz da região. “A linhaça ajuda a combater a prisão de ventre e diminui o risco de hemorroidas e diverticulite, que é a inflamação da parede do intestino”, ressalta o nutrólogo Euclésio Bragança.
Sugestão: consumir uma colher de sementes de linhaça trituradas acompanhadas com leite ou iogurte uma vez ao dia, de preferência no café da manhã ou na ceia.

 – Abóbora

Além de ser um bom alimento para diminuir a vontade por guloseimas, já que tem sabor levemente adocicado, a abóbora pode ser uma aliada na hora de colocar o intestino para funcionar. A fruta – que tem alto teor de fibras, zinco, potássio e ferro – ajuda no equilíbrio da flora intestinal se consumida, no mínimo, três vezes na semana. Dica: consuma a abóbora na salada, com arroz ou como acompanhamento na hora de preparar a carne de sua preferência.

 – Café

Se engana quem acha que ele só serve como aditivo milagroso para manter o corpo acordado e disposto por mais tempo. As propriedades químicas da bebida também são capazes de estimular a movimentação do bolo fecal. Entretanto, há ressalvas: “Não conte com o café constantemente como laxante, pois em algumas pessoas ele vicia. Com isso, os nervos do cólon podem ficar cada vez mais tolerantes ao efeito estimulante da bebida, o que deixa o intestino mais preguiçoso”, adverte a nutricionista funcional Andrezza Botelho. A dose certa e saudável de café é uma xícara logo pela manhã, diariamente.

 – Legumes e verduras

A ordem para esta categoria de alimentos é consumi-los sempre crus nas principais refeições do dia. Desta forma, é possível manter as propriedades benéficas, como as vitaminas e o alto teor de fibras. Alface, rúcula, agrião, couve e abobrinha têm o poder de aumentar o trânsito intestinal, sendo facilitadores da evacuação. Lembre-se: a ingestão de água é determinante no processo de reabilitação do intestino, pois o líquido une-se ao bolo fecal e é eliminado com mais facilidade.

 – Aveia

De acordo com o nutrólogo Euclésio Bragança, a aveia é rica em proteínas, vitaminas e sais minerais. Mas seu destaque é mesmo ter alto teor de um tipo de fibra solúvel, que, em contato com a água, transforma-se em uma goma capaz de facilitar o trânsito intestinal e impedir absorção de gorduras pelo organismo. A atuação da aveia também é ótima para quem tem problemas de colesterol.

 – Soja

Ela está entre os alimentos funcionais mais consumidos pelos brasileiros na última década. Tudo por causa dos benefícios mais do que comprovados à saúde. Rica em proteínas, vitaminas e minerais, a soja, segundo o médico ortomolecular Edmar Santos, é determinante no combate da prisão de ventre por ser fonte de glutamina, um aminoácido reparador do epitélio intestinal. O alimento também reduz o nível de glicose no sangue se transformando num aliado para quem tem diabetes.

 – Lentilha

De acordo com a nutricionista Joyce Rebouças Passos Mourão, do Hospital Oswaldo Cruz, de São Paulo, a lentilha contém fibras, proteína, zinco, fósforo, vitaminas do complexo B, magnésio, potássio e enxofre. A ingestão do grão facilita a redução de absorção de gorduras e aumenta o bolo fecal. “Substitua pelo feijão na hora do almoço ou do jantar, preferencialmente, três vezes na semana”, indica a especialista.

 – Iogurte

O iogurte serve como agente de manutenção da saúde da flora intestinal. O produto é eficiente por conter em sua composição os famosos lactobacilos, responsáveis por estimular a proliferação de bactérias benignas ao intestino, mantendo seus ritmos e funções em ordem. Por ser prático, o alimento pode ser consumido nos intervalos das refeições como um lanche rápido e saudável. Cabe, neste caso, potencializar o efeito do iogurte adicionando uma colher de semente de linhaça.

Receita natural para prisão de ventre

Um bom remédio natural para curar a prisão de ventre é a seguinte vitamina de frutas:
Ingredientes
  • 1 copo de iogurte natural
  • 1 colher de granola
  • 1 fatia de mamão 
  • 2 ameixa-preta secas.
Modo de preparo
Bater todos os ingredientes no liquidificador e beber a seguir. Recomenda-se tomar esta vitamina todos os dias, pela manhã para alcançar a cura natural da prisão de ventre.
Fontes: Alex Botsaris / Vya Estelar / Andreia Meneguete / IG – Saúde / Alimentação / Online Farma

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"Eu segurei muitas coisas em minhas mãos, e eu perdi
 tudo; mas tudo que eu coloquei nas mãos de Deus eu 
ainda possuo."

"Se algo for por água abaixo, não desvie
sua correnteza. Pois é da foz de rios 
que nascem belas cachoeiras."




domingo, 29 de maio de 2016

DESPERTANDO O CONHECIMENTO - A FORÇA DA ENERGIA SEXUAL EM EQUILÍBRIO - Svadhisthana Chakra Esplênico – Segundo Chakra ou Sexual.

Chakra Esplênico – anima e o animus, Integração dos opostos


                                                                                                      
Svadhisthana Chakra Esplênico – Segundo Chakra ou Sexual.

“Aquele que medita em Svadhisthana torna-se imediatamente libertado de seus inimigos, como a culpa, o egoísmo e assim por diante Torna- se um lorde entre os yogues e sua luz ilumina a escuridão da ignorância”. (Avalon, 1964, p.364). 


Para Jung em Svadhisthana estamos no mundo do inconsciente. Inundado pelos conteúdos deste, o ego deve absorvê-los e integrá-los, ou defender-se de alguma forma, sob o risco de ser aniquilado pelo monstro marinho.

Significação de Svadisthana: Lugar de permanência do Eu. Sua própria Morada. Morada do Sol. Esplênico. Sacral. Lugar sagrado. Doçura (centro do prazer físico) para alguns estudiosos. Deriva de SVA aquilo que pertence a si mesmo e Svadhistana, que significa “o seu verdadeiro lugar”. Também é conhecido como o Chacra do baço.


É o centro das emoções, da musculatura, da identidade sexual e da sexualidade, que vai além da necessidade primária de procriação do Primeiro Chakra.

Função: desejo, prazer, sexualidade, procriação. Filtrar e distribuir energia, através da circulação dos líquidos que levam os hormônios para o corpo. Sua função mais importante é absorver a vitalidade do campo energético, modificá-la, e distribuir aos outros centros. Movimento e da expansão. Alegria de viver, e prazer em todos os sentidos. Regula a entrada do prana no duplo etérico do homem.

Para alguns estudiosos do assunto, este Chakra está relacionado com os fenômenos mediúnicos, pois é através de seu campo magnético que os espíritos incorporam nos médiuns. 

As descrições dos chakras variam; em algumas tradições ele está localizado acima do baço e é considerado como um dos sete principais centros, em outros é tido como auxiliar.

Para Leadbeater, encontra-se localizado um pouco acima do centro sacro, à altura do baço e tem a função de especializar, subdividir e difundir a vitalidade oriunda do Sol.  

Chakra da vida vegetativa, é mais brilhante que o anterior e desempenha contudo um papel bastante importante no sistema de chakras.  Sua função mais importante é absorver a vitalidade do campo energético, modificá-la, e depois distribuí-la aos outros centros.

Localização: Está ligado ao osso sacro, ao plexo sacral e prostático. Baixo ventre, área genital, útero. Lugar vibratório situado dois dedos abaixo do umbigo. Está conectado com o nervo ciático, é o centro de movimento do corpo.

O sacro é o centro de massa do corpo, a pressão aplicada em ou perto dele tem um efeito muito maior sobre o corpo inteiro. As meninges (o revestimento da medula espinhal) está anexada ao sacro e, assim é possível colocá-lo em movimento recíproco com os ossos do crânio como o fluido cérebro-espinhal é produzido e liberado no canal espinhal.

O plexo sacral afeta os órgãos pélvicos, incluindo a parte inferior do trato digestivo e, juntamente com o plexo coccígeo controla o reto, tornozelos, pés, glândula arcos, pés, pernas, nervo ciático, e próstata. 

OUTRAS ÁREAS ATINGIDAS ANATÔMICAS – através deste Chakra trata-se as Glândulas supra-renais, problemas com menstruação, rins, bexiga, fluidos corporais, circulação sanguínea, diarréia, eliminação da urina,  útero, rins, sistema reprodutor, sistema circulatório, bexiga, cólicas, colite,  ovários, testículos. Síndrome do intestino irritável.



Palavras chaves: 

Água, Lua, Mudança, polaridades, movimento, prazer, emoções, procriação, sedução, atração, sexualidade, criatividade, cuidados, clarissenciência, nascimento, degradação, momento da concepção. Fantasia, imaginação, mundo astral, éter. Esfera da emoção e do desejo. É o centro da sexualidade, das sensações, do prazer do movimento e do cuidar.

Esse Chakra afeta o fluxo dos fluídos em todos os níveis. No físico, a absorção e eliminação está ligada ao metabolismo, no campo espiritual, ao conhecimento. Este centro inclui a função genital, a absorção e a eliminação.

Quando esta energia está equilibrada o ser gerencia bem o dar e o receber: é hospitaleiro, empático, estabelece limites na relação, cordial, compassivo, revela sentimento de pertencimento, tem amor a vida, capacidade de doar e amor pelo reino vegetal. Assimilação de novas idéias. Criatividade.  Harmonia. Equilíbrio à nível emocional e físico. Saúde.  

O segundo chakra é também o centro da identidade sexual, Supõe-se que todos os seres humanos devam manter um equilíbrio psicológico, emocional, físico e espiritual entre macho e fêmea, mas a maioria não consegue fazer isso. Sexo e sexualidade se tornam confusos. 

A liberação de energia desse Chakra é mais exteriorizada na mulher do que no homem. 

“A totalidade, o Tao busca o equilíbrio a integração dos opostos, a união no universo; e o gerador de todo e qualquer mal é o egoísmo, o agir contra a Unidade, é colocar-se em desequilíbrio com as forças mantenedoras da vida rompendo com a harmonia que lhes é própria.
O símbolo do Tao traz em si a unidade, a mutação e permanência, o processo de individuação,  o movimento dinâmico e interativo na sua seqüência infinita de ciclos e forças complementares geradoras da vida, entre elas o masculino e o feminino. (2)
O processo de individuação não exclui a pessoa do mundo, mas aproxima o mundo da pessoa” 
“O conceito de individuação foi criado pelo psicólogo Carl Gustav Jung e é um dos conceitos centrais da sua psicologia analítica.

A individuação, conforme descrita por Jung, é um processo através do qual o ser humano evolui de um estado infantil, imaturo, emocionalmente carente de identificação para um estado de maior diferenciação, o que implica uma ampliação da consciência, maturidade emocional e equilíbrio.

Através desse processo, o indivíduo identifica-se menos com as condutas e valores encorajados pelo meio social, cultural  e familiar; e assim encontra mais com as orientações emanadas do Si-mesmo, do Self, ou podemos  simbolicamente relacionar com o  Eu Interior, Alma, Divina Presença, Mônada, Cristo Interno. Considera o Self como a  totalidade (consciente e inconsciente) da personalidade e seu centro diretor.
A psique é constituida pelo consciente e inconsciente, é  um sistema auto-regulador teleologicamente orientado  pela interação entre eles. O atingimento da consciência, da totalidade é a meta de desenvolvimento da psique, que contem um impulso em direção à totalidade e tem a tendencia a se equilibrar atravé da função compensatória do inconsciente, do equilíbrio interno, da integração dos opostos; 

Sabemos que  eventuais resistências em permitir o desenrolar natural do processo de individuação é uma das causas do sofrimento e da doença psíquica, uma vez que o inconsciente tenta compensar a unilateralidade do indivíduo através do princípio da enantiodromia”

A integração da anima, isto é, a incorporação do elemento feminino na personalidade consciente do homem faz parte do processo de individuação. A anima aparece com frequencia em sonhos ou fantasias com várias formas, com vários rostos femininos. 

A anima representa a ligação com a fonte da vida que está no inconsciente.
Jung, que nos trouxe o conceito de Anima e Animus. 
O arquétipo da anima constitui o lado feminino no homem, e o arquétipo do animus constitui o lado masculino na psique da mulher.  Ambos os sexos possuem aspectos do sexo oposto, não só biologicamente, através dos hormônios e genes, como também psicologicamente, por meio de sentimentos e atitudes.
No relacionamento do homem e com a mulher acontece o encontro, a entrega para o amor.



“O orgasmo é como "uma pequena morte", como o é o sono, e como o é a menstruação, já que este é um pequeno processo de morte que se manifesta quando o óvulo ao morrer, se dissolve no sangue mensal. Porém, a morte expõe o simbolismo de libertação do Eu e de suas manipulações, para deixarmos que as coisas "sigam o seu curso".

O orgasmo é uma "pequena morte" porque pede a morte do Eu na fusão com o Outro. Ao permanecermos ligados ao nosso Eu não conseguimos nos entregar ao orgasmo. Abrindo mão do poder e do controle sobre o outro, nos deixamos a natureza seguir o seu curso’(1).





Emma Jung diz que “quando não existe ligação desse tipo, ou quando ela é interrompida, instaura-se um estado de estagnação ou de endurecimento que muitas vezes é sentido como tão perturbador que a pessoa atingida se vê levada a ‘procurar um psicoterapeuta. Gottfried Keller descreveu este estado de maneira muito impressionante em sua poesia:


Noite de Inverno
Nem mesmo um rumor de asas passava pelo mundo,
A neve branca continuava quieta e ofuscante.
Nem uma nuvenzinha no dossel de estrelas,
Nem uma onda no lago congelado.
Do fundo ergueu-se a árvore do lago,
Até que no gelo a copa congelou;
Por seus ramos subiu a ninfa,
Olhando através do gelo verde.
Eu estava em pé sobre o gelo fino,
Que me separava da negra profundeza;
Bem embaixo sob meus pés eu vi
A beleza branca de seus membros.
Com lamentos sufocados ela apalpava
A dura coberta, aqui e ali;
Jamais esqueço o rosto triste.
Que ficará comigo para sempre!

O chakra sacro, pode ficar fechado se o homem está “imobilizado” inconscientemente para o contato com o seu feminino, com a sua anima.

“A ninfa presa no gelo corresponde à princesa encantada na montanha de vidro que foi mencionada acima; tanto o gelo como o vidro constituem igualmente uma couraça fria e dura que aprisiona o que está vivo e que dela precisa ser libertado. 

O poema nos lembra que a perda do contato com a anima é sofrido, e o homem sente a solidão do frio do inverno. 

Quando a água congela, ou as emoções congelam perdemos o contato com os nossos sentimentos, com a afetividade acolhedora e empática e e nos tornamos agressivos ou nos perdemos nos braços da solidão.

A simbologia da água aparece frequentemente em sonhos nos quais questões, valores e complexos do analisando estão se dissolvendo nas águas do inconsciente (morte simbólica), para que algo novo possa surgir (renascimento).


Este chakra está muito vinculado aos relacionamentos, porque o primeiro relacionamento é com a nossa mãe e todos os outros seguem-se baseados neste 2º chakra, que está vinculado às glândulas sexuais ou gónadas.  Estes órgãos sexuais é que produzem as hormonas que precisamos, Os ovários na mulher, por exemplo, produzem várias espécies de hormonas necessárias para a reprodução e de uma série de outras funções do nosso organismo. E as hormonas dos homens também são produzidas nos seus órgãos sexuais. 





Quando uma pessoa tem problemas de relacionamentos, ou uma baixa auto-estima, ou seja, a relação com ela mesma, este chakra é afectado e começa a funcionar aquém da sua capacidade e acaba por prejudicar o funcionamento das glândulas que não produzem mais as hormonas necessárias e o organismo pára de funcionar como deveria, e aí a doença vem. 

O sistema é bem lógico: o chakra não consegue transferir para a glândula a energia que ela precisa, essa glândula desequilibra-se e não produz mais o que o organismo precisa e a pessoa tem de recorrer a uma forma sintética de repor aquilo que o organismo poderia produzir naturalmente. 

Todo o ser humano possui internamente uma força capaz de curar qualquer desequilíbrio, e todos nós temos essa força interna, basta aprendermos a usá-la e a colocar os nossos chakras em equilíbrio. 

O que tira um chakra do equilíbrio?


Pensamentos, sentimentos e emoções negativas. 


Este texto é resultado de uma pesquisa e está inspirado em vários mestres.
1. site astrosirius.com
2. site universus.com
3.Emma Jung
Motoyama, Jung,  Joy Gadner e outrros.
Dharma Dhannya

EQUILÍBRIO E HARMONIA - O PODER DE HARMONIZAR DAS FLORES

A VIDA FICA MAIS FELIZ COM AS FLORES....

A Harmonia das Flores



As flores representam a etapa de máxima sutilização da matéria no reino vegetal.
Para elas convergem substâncias e forças terrestres que ascendem do solo e se elevam de patamar em patamar dentro do campo vital da planta.

Por outro lado, as flores são o gesto sublime de entrega do vegetal à luz.
Nessa doação ele incorpora os elementos imponderáveis que lhe chegam de todas as direções do cosmo e os expressa como cores, harmonia de formas, aromas e vibrações.

Por meio das folhas as plantas se abrem diretamente às influências da luz do Sol.
Assimilam sua energia radiante, materializam-na pela fotossíntese sob a forma de substâncias, e assim a introduzem na vida vegetal. 

Por meio das flores, porém, as plantas se doam por completo à luz e trazem à manifestação material o resultado dessa comunhão.

 Assim, na formação floral as plantas se elevam acima da vida vegetativa e se relacionam mais intensamente com a vida solar e cósmica, seus ritmos e movimentos.
Nas flores se materializa em alto grau o padrão de harmonia da planta. 

Esse concentrado de energias, impregnado de impulsos de ordem e pureza, atua no organismo e no psiquismo humano, favorecendo seu reequilíbrio.

A irradiação das flores tocam o ser humano sobretudo no plano etérico e no astral-emocional. 

Suas cores, a simetria das suas formas, seus perfumes e emanações sutis elevam também o campo etérico do ambiente.

Mas há ainda aspectos mais profundos das flores, aspectos que atingem até a periferia do corpo causal (*)do ser humano, influenciando suas disposições anímicas. 

É dessa influência que derivam as demais, acima citadas.

Cada vegetal está em sintonia especial com determinadas correntes de energia cósmica.

(*) Corpo causal: veículo de expressão da alma em níveis supramentais. Trata-se de uma estrutura energética que sintetiza as experiências do ser nas suas passagens pela Terra.


Namastê!

SAÚDE E EQUILÍBRIO - DICAS TERAPÊUTICAS - ÓLEO DE ABACATE PODEROSO - protege o coração e ajuda a emagrecer, entre outras coisas....

Azeite das Américas. 



É assim que o óleo de abacate ficou conhecido e, apesar de ainda não ser muito comum no Brasil, o produto tem destaque na lista dos óleos funcionais que protegem o organismo contra diversas doenças. 

"Basta acrescentar uma colher de sopa a preparações cruas ou nas saladas", afirma a nutricionista Noadia Lobão, do Rio de Janeiro. 

Conheça os benefícios de mais este aliado da saúde e incremente o sabor das receitas.


Efeito anti-inflamatório


O óleo possui altas concentrações de vitamina E, que oferece ação antioxidante e anti-inflamatória ao organismo. 

"A vitamina E oferece proteção contra os efeitos nocivos dos radicais livres, contra aterosclerose, inflamações das articulações e complicações provocadas pelo diabetes", diz o nutricionista Wellington Pinheiro, de São Paulo. 
   

Previne doenças cardiovasculares


Assim como o azeite de oliva, o óleo de abacate possui ácidos graxos monoinsaturados e poli-insaturados, que contribuem para a saúde do coração. "O óleo age diminuindo os níveis triglicérides e colesterol ruim, sem alterar os níveis de colesterol bom', diz a nutricionista Myrla Merlo, da clínica Da Matta Fisio, em Belo Horizonte. "Além disso, o óleo de abacate ajuda a prevenir o desenvolvimento de lesões das artérias, outro fator de proteção para doenças cardiovasculares."


Câncer de próstata


O óleo de abacate contém uma substância chamada beta-sitosterol, que inibe a enzima esteroide 5-alfa-reductase (relacionada à redução na produção de testosterona). 
'Inibindo a ação dessa enzima, o organismo produz mais testosterona e evita um desequilíbrio hormonal, prevenindo o aumento progressivo da glândula da próstata e, consequentemente, o câncer de próstata, diz o nutricionista Wellington. "O beta-sitosterol também age reduzindo a hiperplasia prostática, que é a dilatação da próstata."


Controle da glicemia


As gorduras insaturadas e o beta-sitosterol presentes no óleo promovem a aceleração dos processos metabólicos nas células, que produzem mais energia de forma eficaz. 

"Com a respiração acelerada, a utilização de glicose é aumentada e isso contribui para o controle da insulina e do açúcar presente no sangue", diz a nutricionista Raquel Maranhão, da Clínica BeSlim. 

Essa ação é benéfica para qualquer pessoa, mas em especial para quem tem intolerância ao açúcar, resistência à insulina e diabetes. 


Fortalece a imunidade


"Por possuir uma combinação única de lipídios, fitoquímicos, vitaminas, ômegas e antioxidantes essenciais para a saúde, o óleo de abacate é muito eficaz para manter o sistema imunológico fortalecido e o corpo livre de radicais livres", afirma a nutricionista Noadia Lobão, do Rio de Janeiro. 

"Além disso, a enzima beta-sitosterol age aumentando a produção de células de defesa no corpo", diz o nutricionista Wellington. 


Ajuda no emagrecimento


Mais uma vez as gordura insaturadas e a beta-sisterol são as responsáveis por esse benefício. 

"Eles controlam os níveis do hormônio cortisol que, em excesso, pode diminuir o gasto de energia e aumentar o apetite, a retenção de líquidos e a absorção de gorduras e açúcares", afirma a nutricionista Raquel. 

Segundo Myrla Merlo, o cortisol controlado evita o acúmulo de gordura abdominal e favorece o aumento de massa magra.
 
olhos azuis - Foto Getty Images 

Protege os olhos contra doenças


Devido à presença abundante de antioxidantes como a luteína, vitamina E e glutationa, o óleo de abacate age na prevenção de doenças oftalmológicas. 

"Esses antioxidantes agem impedindo o cristalino (conjunto de células dos nossos olhos responsável por focalizar as imagens) de ficar opaco, processo desencadeador por exemplo da catarata", diz a nutricionista Myrla. 

O óleo também possui vitamina A e carotenoides, nutrientes essenciais para a saúde dos olhos. 


Rejuvenescimento da pele


As vitaminas A, D e E presentes no óleo de abacate possuem um alo poder antioxidantes e participam da produção de colágeno, formando um time campeão na luta contras as rugas. 

"A vitamina A ajuda prevenir a pele seca, enquanto as vitaminas E e D são eficazes contra rugas da pele e retardam o processo de envelhecimento", diz a nutricionista Noadia. 

Os especialistas também recomendam o uso do óleo de abacate como produto cosmético, porém mediante consulta ao dermatologista e compra do produto recomendado para esse fim. 


Por Carolina Gonçalves 
Fonte: Minha Vida

SAÚDE E EQUILÍBRIO - O CORPO FALA - O ÚTERO E SEUS SEGREDOS

O Útero - A MAGIA DE SER MULHER...






























Embora haja diferenças distintas entre a energia dos ovários e a do útero, muitas mulheres têm problemas com ambas, simultaneamente. Por exemplo, muitas mulheres cujos ovários são afectados por endometriose também apresentam fibromiomas no útero. Portanto, é de toda a utilidade discutir, na sua generalidade, a natureza global dos padrões de energia emocionais e psicológicos, tendentes a gerar saúde e doenças nos órgãos pélvicos. 
 
Os órgãos pélvicos internos (ovários, trompas e útero) estão relacionados com aspectos do segundo chakra. A sua energia depende de um instinto feminino capaz, competente ou potente para gerar abundância e estabilidade emocional e financeira, e para expressar a criatividade na sua plenitude. 

A mulher deve ser capaz de se sentir bem consigo mesma e com as suas relações com os outros no decorrer da sua vida. 
Por outro lado, as relações que ela acha cansativas e limitadoras podem afectar adversamente os seus órgãos pélvicos internos. 
Assim, se uma mulher permanece numa relação não saudável porque pensa não poder bastar-se a si mesma, económica e emocionalmente, os seus órgãos internos podem correr um sério risco de contraírem doença.
 
A doença só surge quando uma mulher se sente frustrada nas suas tentativas de efectuar mudanças que ela precisa fazer na sua vida. A probabilidade e gravidade da doença dependem do quão eficientemente funcionam as diversas áreas da sua vida. Um casamento e uma vida familiar que a apoiem, por exemplo, podem compensar parcialmente um trabalho cansativo. 

Um padrão psicológico clássico associado a problemas físicos na pelve é o de uma mulher que quer libertar-se de comportamentos limitativos nas suas relações (com o marido ou no trabalho, por exemplo) mas não consegue confrontar-se com os seus medos relativamente à independência que essas alterações lhe trariam. Embora ela possa aperceber-se de que outros estão a limitar a sua capacidade de se libertar, na realidade, o seu maior conflito desencadeia-se dentro de si mesma em torno dos seus próprios medos.



Um outro aspecto que afecta os órgãos pélvicos é a competição entre as várias necessidades. Quando as suas necessidades mais íntimas de companheirismo e apoio emocional entram em competição com as suas outras necessidades exteriores, autonomia e aprovação familiar, esta situação pode interferir com os órgãos pélvicos, os ovários e o útero. 

A nossa cultura ensina-nos que não podemos estar ao mesmo tempo emocionalmente preenchidas e ser bem sucedidas financeiramente e que as nossas necessidades relativamente a ambos os aspectos são mutuamente exclusivas; que, como mulheres, não podemos ter tudo. 

As mulheres não são geralmente ensinadas a ser competentes nas áreas financeira e económica porque o sistema patriarcal assenta na própria dependência feminina. Uma vez que ter dinheiro e estatuto nos protege e nos faz sentir seguras, foi-nos ensinado que, para adquirir segurança temos que casar, e aos homens que devem providenciar para que não falte dinheiro nem estatuto às suas esposas. 

O sucesso, no sistema aditivo, permite-nos controlar os outros. 

Estas crenças e o comportamento determinante que geram são a base para o aparecimento dos problemas pélvicos.

O útero está energeticamente relacionado com o mais íntimo sentido de independência de uma mulher e com o seu mundo interior. Simboliza os seus sonhos e as personagens que gostaria de gerar. O seu estado de saúde reflecte a sua realidade emocional e a sua crença em si mesma ao nível mais profundo. 

A saúde do útero está em risco se uma mulher não acreditar em si mesma, ou se for excessivamente autocrítica.
 
A energia uterina é mais lenta que a energia ovárica. O tempo de gestação biológica do feto é de nove meses lunares, enquanto que o tempo de gestação de um ovo é de apenas um mês lunar. Pensa-se no útero como sendo a terra, quer simbolicamente, quer biologicamente, na qual as sementes produtivas dos ovários crescem a seu tempo.

A energia ovárica é mais dinâmica e de alteração mais rápida que a do útero. Nos ano
s reprodutivos, os ovários saudáveis libertam mensalmente novas sementes de uma forma dinâmica. 

Quando esta energia ovárica dinâmica precisa da nossa atenção, os ovários são capazes de mudar muito rapidamente. Um quisto ovárico pode desenvolver-se numa questão de dias, sob determinadas circunstâncias.
 
A saúde ovárica está directamente relacionada com as relações da mulher com as pessoas e coisas exteriores a si mesma. 

Os ovários estão em risco quando as mulheres se sentem controladas ou criticadas pelos outros, ou quando elas, por seu turno, criticam e controlam os outros.  
 
in Corpo de Mulher, Sabedoria de Mulher de Christiane Northrup