sábado, 12 de abril de 2014

SAÚDE E EQUILÍBRIO - CÂNCER TEM CURA - GRAVIOLA PODEROSA - produto milagroso para matar as células cancerosas


CÂNCER TEM CURA - GRAVIOLA PODEROSA  


produto milagroso para


matar as células cancerosas

 

 
 
 
 



A graviola ou graviola árvore é um produto milagroso para matar as células cancerosas. É mais potente do que 10,000 quimioterapias.

Por que não está ciente disso? Porque há organizações interessadas em encontrar uma versão sintética, que lhes permite obter lucros fabulosos. Assim, a partir de agora você pode ajudar um amigo em necessidade, deixando-o saber que beber suco de graviola pode prevenir a doença. O seu sabor é agradável. E, claro, não produz os efeitos terríveis da quimioterapia. E se você tiver a chance de fazer, plantar uma árvore em seu quintal de graviola. Todas as partes são úteis.

A próxima vez que você quiser beber um suco, escolha o de graviola!!!
Quantas pessoas morrem enquanto este tem sido um segredo bem guardado para não por em risco os lucros multimilionários de grandes empresas? Como você bem sabe a gravioleira é baixa. Não ocupa muito espaço, é conhecido pelo nome de Graviola no Brasil, Guanabana em espanhol, e "Graviola" em Inglês.
O fruto é muito grande e sua polpa branca, doce, comida diretamente ou normalmente usado para fazer bebidas, sorvetes, doces etc... O interesse desta planta é devido a seus fortes efeitos anti-câncer.

E embora ele atribuída muito mais propriedades, o mais interessante é o efeito que produz sobre os tumores... Esta planta é um remédio para o câncer de todos os tipos. Alguns dizem que é muito útil em todas as variantes de cancro.
Considera-se também como um espectro de agente anti-microbiano largo contra infecções bacterianas e fúngicas, é eficaz contra parasitas internos e vermes, que regula a pressão sanguínea e combate o stress elevado, a depressão e distúrbios do sistema nervoso.




A fonte desta informação é fascinante: ela vem de um dos maiores fabricantes de medicamentos do mundo, que diz que depois de mais de 20 testes de laboratórios realizados desde 1970 extratos revelaram que: destrói as células malignas em 12 tipos cancros, incluindo o cólon, mama, próstata, pulmão, pâncreas entre outras ...

Os compostos desta árvore mostrou 10.000 vezes melhor ato na diminuição de células de cancro que o produto da adriamicina, um fármaco quimioterapêutico, tipicamente usado em todo o mundo.

E o que é ainda mais surpreendente: este tipo de terapia, com o extrato de graviola, só destrói células de câncer maligno e não afeta as células saudáveis.








Instituto de Ciências da Saúde, L.L.C. 819 N. Charles


Street Baltimore, MD 1201.


Já postei uma matéria sobre isso algum tempo atrás, mas como é muito importante e útil, aqui vai novamente. 
 
- POR FAVOR LEIA E ESPALHE ....... OBRIGADO.

É 10.000 vezes mais forte do que a quimioterapia e não querem que nós saibamos, pois caso contrário, as grandes cadeias iria parar VENDER MEDICAMENTOS !!!
O MAIS PODEROSO ANTI-CÂNCER DO PLANETA COMPARTILHEM...!

SAÚDE E EQUILÍBRIO - Cardápio ajuda aprevenir Alzheimer

Cardápio ajuda aprevenir Alzheimer
 
 
Os dados do IBGE apenas comprovam o que já podemos ver nas ruas: o número de idosos no Brasil só aumenta. De acordo com o instituto, a população acima de 65 anos representa 7,4% dos brasileiros, e esse número tende a dobrar até 2025. E conforme a expectativa de vida aumenta, maiores são as chances dessa pessoa desenvolver doenças relacionadas à demência, dentre elas o Alzheimer. Isso acontece porque os neurônios vão se degenerando naturalmente conforme a idade. A perda da função cerebral pode afetar a memória, o raciocínio, a linguagem, o juízo e o comportamento. No entanto, é possível retardar essa degeneração dos neurônios com a adoção de hábitos saudáveis, como dormir bem, praticar atividades físicas e ter cuidados especiais com a alimentação. Confira como a dieta pode ajudar na prevenção do Alzheimer. 

1 de 8
romã - Foto: Getty Images
Casca de romã
Uma pesquisa realizada na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo, em Piracicaba, descobriu que a casca da romã pode prevenir o surgimento do Alzheimer. Os cientistas identificaram uma enzina na fruta que tem atuação específica na prevenção da doença, além dela possuir uma elevada quantidade de antioxidantes. "Esse nutriente é conhecido por combater os radicais livres, ação que ajuda a diminuir a perda degenerativa, protegendo contra o Alzheimer e outras demências", afirma a nutricionista Érika Suiter, do Hospital Sírio Libanês. É importante ressaltar que apenas o consumo contínuo da casca de romã pode trazer esses benefícios, já que ele são percebidos em longo prazo. Os cientistas estão estudando uma forma de transformar a casca de romã em pó, para colocá-la em cápsulas, mas você pode consumi-la na forma de suco, por exemplo.
café - Foto: Getty Images
Cafeína
Já foi comprovado que a cafeína age como protetora do organismo contra o Alzheimer e outras demências. A explicação para o feito ainda não é clara: por enquanto, a ação antioxidante e anti-inflamatória da substância são os pontos de destaque para a prevenção. "O café, além de cafeína, também contém boas doses de ácido clorogênico, substância de conhecida ação anti-inflamatória, também encontrada em vegetais amarelos ou avermelhados", afirma o nutrólogo Roberto Navarro, da Associação Brasileira de Nutrologia. Um grupo de pesquisadores das universidades do Sul da Flórida e de Miami, nos Estados Unidos, demonstrou que consumir cafeína pode ajudar a reduzir as chances de idosos com comprometimento cognitivo leve desenvolverem doença de Alzheimer. Os resultados, que foram publicados no periódico Journal of Alzheimer's Disease, mostraram que beber ao menos três xícaras de café é capaz de proteger o cérebro do declínio cognitivo. Além do café, outras fontes de cafeína são os chás preto e mate, o chocolate e o guaraná.
salmão com batatas - Foto: Getty Images
Peixes
Um estudo feito na Escola de Medicina na Universidade de Pittsburgh (EUA) indicou que idosos que comem peixe assado ou grelhado pelo menos uma vez por semana protegem o cérebro contra doenças. Os pesquisadores descobriram que as células do cérebro responsáveis pela memória morriam mais rápido entre as pessoas que comiam pouco peixe, e 47% delas desenvolveram a doença de Alzheimer cinco anos após os exames. Por outro lado, apenas 3% das pessoas que comiam peixe de uma a quatro vezes por semana desenvolveram Alzheimer ou apresentaram comprometimento leve da memória. O responsável por essa proteção é o ômega 3, uma ácido graxo que faz parte da estrutura da matéria cinzenta do cérebro. "Ele promove a comunicação entre as células nervosas, mantendo-as leves e funcionais, ajudando o cérebro a monitorar o humor, a memória e a concentração", explica a nutricionista Érika.
Oleaginosas
Ter uma dieta rica em oleaginosas (como castanhas, nozes e amêndoas) diminui significativamente as chances de uma pessoa desenvolver o Alzheimer, afirma um estudo feito pela Universidade Columbia (EUA). Essa conclusão foi tirada da análise das dietas de 2.148 adultos americanos com mais de 65 anos, durante quatro anos. De acordo com a nutricionista Érika, esses alimentos são ricos em selênio, um mineral cuja deficiência pode causar distúrbios na atividade dos neurotransmissores - substâncias produzidas pelo neurônio que tem como função levar informações de uma célula a outra. "O selênio ajuda substâncias como a serotonina, a dopamina e a acetilcolina, que são fundamentais para a transmissão de mensagens entre os neurônios e o bom funcionamento cerebral", diz Érika. Outras fontes de selênio são grãos, alho, carne, frutos do mar e abacate. Uma unidade ao dia de castanha do pará já fornece a quantidade diária recomendada de 350mg de selênio para trazer benefícios ao organismo.
Frutas roxas e vermelhas
Comer uma ou duas porções por dia de amoras pretas, ameixas, uvas ou mirtilos pode ajudar no combate ao Alzheimer, Parkinson e até câncer. A conclusão faz parte de um estudo feito na Universidade de Manchester, no Reino Unido, e publicado no periódico Archives of Toxicology. De acordo com os cientistas, o responsável por esse benefício é o polifenol, um poderoso antioxidante. Outro trabalho, desenvolvido pelo Salk Institute for Biological Studies, na Califórnia (EUA), constatou que um flavonoide chamado fisetina, presente nas frutas vermelhas, estimula a área do cérebro responsável pela memória de longo prazo e o protege de doenças degenerativas como o Alzheimer e a esclerose múltipla. "Essa substância é capaz de desencadear um processo que permite que as memórias sejam armazenadas no cérebro com mais facilidade e que o cérebro estabeleça conexões mais fortes entre os neurônios", diz o nutrólogo Roberto. O especialista afirma que o morango é a fruta vermelha que mais contém fisetina.
Azeite de oliva
Velho amigo da saúde, o azeite de oliva extra-virgem é comumente relacionado à prevenção de doenças cardiovasculares. Entretanto, uma pesquisa feita pela Universidade de Frankfurt, na Alemanha, descobriu que existe um composto presente no azeite chamado hidroxitirosol é capaz de impedir a degeneração dos neurônios, retardando o processo de envelhecimento cerebral. "O azeite também é rico em vitamina E, um antioxidante que atua na reconstrução das fibras nervosas", explica o nutrólogo Roberto. Para obter o benefício, consuma o azeite na forma in natura para regar saladas ou a comida. Quando é submetido a altas temperaturas, boa parte das propriedades do óleo são desperdiçadas.
Álcool com moderação
Uma revisão de 143 estudos, que contou ao todo com a participação de 365 mil pessoas de 19 países, constatou que o consumo moderado de álcool ajuda na prevenção do Alzheimer. O trabalho foi feito pela Loyola University, nos Estados Unidos, e publicado no periódico Neuropsychiatric Disease and Treatment. De acordo com os cientistas, quem consumia álcool moderadamente tinha 23% menos chances de desenvolver sinais de perda de memória causados pelo Alzheimer. No entanto, pessoas que bebiam mais do que duas doses por dia tinham mais chances de ter perda de memória.

De acordo com a pesquisa, o vinho era a bebida que mais proporcionou benefícios aos participantes. ?A bebida auxiliam na proteção de doenças degenerativa por conter ação antioxidante e melhorar a circulação cerebral?, diz o nutrólogo Roberto. A quantidade recomendada é de uma dose de bebida alcoólica por dia para as mulheres e duas para os homens - o equivalente a 140ml de vinho ou 340ml de cerveja. "Essas quantidades, porém, pressupõem que a pessoa tem outros hábitos saudáveis, como uma dieta adequada e a prática de exercícios físicos."
Cúrcuma
Um estudo realizado pela Universidade da Califórnia, nos EUA, sugere que comer curcumina uma ou duas vezes por semana pode ajudar na prevenção do Alzheimer. A curcumina é um dos componentes do cúrcuma, ingrediente que dá a cor amarelada ao curry indiano. "O tempero possui efeito anti-inflamatório e antioxidante, ajudando a prevenir o envelhecimento e eliminar as estruturas no cérebro associadas ao Alzheimer", afirma Érika Suiter.

SAÚDE E EQUILÍBRIO - AZEITE DE OLIVA contra a osteoporose


Azeite contra a osteoporose 
(óleo de oliva!)




Guarde bem este nome: oleuropeína. A substância, encontrada no azeite de oliva extravirgem, é a nova arma da nutrição para evitar e combater a osteoporose, doença que acelera a perda de massa óssea.

O cálcio que se cuide, porque seu posto solitário de melhor companheiro do esqueleto anda ameaçado.

Calma, o mineral não vai perder seu lugar de destaque como protetor dos ossos - muito longe disso. 

A questão é que a ciência descobre fortes concorrentes para dividir com ele essa prestigiada posição. 

É o caso da oleuropeína, presente no azeite de oliva. 

Um estudo da Universidade de Córdoba, na Espanha, revela que esse tipo de polifenol aumenta a quantidade de osteoblastos, células que fabricam osso novinho em folha. 

Consumi-la , portanto, traria imensas vantagens para manter o arcabouço do corpo em pé ao longo da vida.

“O tecido ósseo é dinâmico, destruído e construído constantemente”, explica o geriatra Rodrigo Buksman, do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia, em Brasília. 

Os osteoblastos ajudam justamente a realizar a reconstrução. 

É como se fossem a massa corrida colocada na parede para tapar os furos que aparecem com o tempo. Sem essas células, os buracos ficam maiores, os ossos se enfraquecem e cresce o risco de fraturas. 

O envelhecimento e a menopausa provocam uma queda na concentração de osteoblastos no organismo. Daí a importância da reposição desses construtores, que recebem um belo reforço com a inclusão do azeite de oliva extravirgem no dia a dia, a melhor fonte de oleuropeína. 

“Aos 30 anos nosso corpo atinge a quantidade máxima de massa óssea e, a partir daí, começa a perdê-la”, nota o ortopedista Gerson Bauer, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo. Por isso é que se diz que a prevenção da osteoporose se inicia muito antes da maturidade. 

“Essa doença se caracteriza pela diminuição progressiva da densidade óssea, o que torna os ossos mais frágeis e propensos às fraturas”, arremata a nutricionista Clarisse Zanette, mestre em ciências médicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. 

Com o azeite, no mínimo, esse processo destrutivo demora mais tempo para ocorrer. 

E, se alguém quiser substituir sua fonte de oleuropeína de vez em quando, saiba que existe mais uma opção. “A substância também é fornecida pela azeitona, de onde o óleo é extraído”, diz Clarisse.


Não são apenas os ossos que se deliciam quando saboreamos um prato regado a azeite. O coração também se beneficia, porque suas veias e artérias ficam livres de entraves. 

“A gordura monoinsaturada, principal constituinte do óleo, interfere nos receptores do fígado que captam o colesterol circulante”, explica o cardiologista Daniel Magnoni, do Hospital do Coração, em São Paulo. 

“Assim, há uma redução nas taxas da sua versão ruim, bem como de sua quantidade total.

” Já os compostos fenólicos do azeite diminuem a oxidação do colesterol, processo crucial para a formação das placas que obstruem as artérias e causam as doenças cardiovasculares. “Esse poder se deve à sua intensa atividade antioxidante”, justifica a cardiologista Paula Spirito, do Hospital Copa D’Or, no Rio de Janeiro.

“Esses compostos impedem que os radicais livres - moléculas que provocam danos às células - oxidem o colesterol e contribuam com o aparecimento de placas nos vasos.” 

A circunferência abdominal é outra que agradece o consumo do azeite. 

É que o alimento ajuda a evitar a inflamação de uma área do cérebro chamada hipotálamo. A inflamação é provocada por dietas ricas em gorduras saturadas, presentes nas carnes e nos produtos de origem animal. 

Como o hipotálamo é o órgão responsável pelo controle da fome e do gasto energético, não é um exagero dizer que o óleo de oliva auxilia a manter a harmonia na massa cinzenta e, assim, a afastar os quilos a mais. 

Além disso, ele acelera a produção de um hormônio chamado GLP 1, que age no cérebro aumentando a saciedade e reduzindo o apetite.


A oleuropeína - voltamos a falar dela - tem participação no pelotão antiinflamatório. 

“Esse polifenol tem propriedades antioxidantes significativas, inibe a agregação de plaquetas e reduz a formação de moléculas inflamatórias em todo o corpo”, afirma a nutricionista Mércia Mattos, da Faculdade de Medicina de Marília, no interior paulista.

Tantas propriedades se refletiriam em um menor risco de uma porção de males, entre eles infartos e derrames. 

Por falar em proteção, vale destacar, ainda, que esse antioxidante também resguarda as mitocôndrias, estruturas dentro das células responsáveis pela obtenção de energia - dessa forma, fica mais difícil uma célula se aposentar antes da hora.


Quando regamos o prato com azeite extravirgem, porém, não ganhamos apenas boas doses de oleuropeína. O tempero é uma ótima fonte de vitamina E. “Esse nutriente retarda o envelhecimento das células, diminuindo o risco de tumores e doenças do coração”, aponta a nutricionista Soraia Abuchaim, do Conselho Regional de Nutricionistas do Rio Grande do Sul. O melhor é que, para desfrutar de tudo isso, bastam 2 colheres por dia. Mas tem que ser do tipo extravirgem, que concentra maiores teores da substância. De preferência, use-o em saladas e ao finalizar pratos quentes - o azeite não gosta de calor e, se for lançado ao fogo, perde grande parte de suas qualidades. E só o sabor, nesse caso, não basta, certo?


Dra. Maria Dora Ruiz Temoche

SAÚDE E EQUILÍBRIO - Benefícios do açafrão (Curcuma Longa) para a saúde - O açafrão é tão eficaz quanto o Prozac no tratamento do transtorno depressivo maior.

Benefícios do açafrão (Curcuma Longa) para a saúde

Pesquisadores realizaram um estudo comparando os efeitos da cúrcuma (açafrão-de-terra) e o Prozac (fluoxetina). O estudo constatou que o açafrão é tão eficaz quanto o Prozac no tratamento do transtorno depressivo maior.


Benefícios do açafrão

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O açafrão ou cúrcuma é uma especiaria indiana derivada dos rizomas da planta Curcuma Longa muito utilizada na alimentação e pela medicina Ayurvédica, principalmente nos países asiáticos. São conhecidos aproximadamente mais de 235 compostos da cúrcuma, entre eles os terpenos, diarilpentanóides, fenilpropenos, compostos fenólicos, esteróis e alcalóides. O seu principal componente é a curcumina, responsável pela sua coloração amarelada e por suas funções antiinflamatória, antioxidante e antimicrobiana. Em 100g de cúrcuma são encontradas quantidades quase que ideais de vitamina C, ferro, niacina, potássio e fósforo.
Estudos em animais demonstraram que ela é rapidamente metabolizada, conjugada no fígado e excretada pelas fezes. A sua biodisponibilidade em humanos ainda não é conhecida. Por conta desse rápido clearance os pesquisadores normalmente a associam com outros ativos que melhorem sua biodisponibilidade como a piperina, presente na pimenta do reino. É comum no envelhecimento e em doenças crônicas por conta da sobrecarga mitocondrial um aumento na produção de radicais livres e do estresse oxidativo, além da pobre defesa antioxidante natural.

A curcumina modula a resposta inflamatória via COX-2, lipoxigenase e óxido nítrico sintaze indutível. Além de inibir a produção de citocinas inflamatórias como a TNF-alfa, NFkappa-beta ILs (1,2,3,6,8) e MCP. Por conta disso ela pode proteger contra o câncer, artrite, condições oculares, gastrointestinais, pancreatite, doenças cardiovasculares, dislipidemias, entre outras.
A cúrcuma age exatamente na diminuição desses radicais livres e na melhora da síntese dos antioxidantes naturais (GSH, SOD e GPX). Além de diminuir componentes hepáticos inflamatórios e biomarcadores de dano oxidativo. Segundo estudos possui propriedades anti tumorais e previne o câncer. Algumas evidências indicam que ela possa inibir a atividade de algumas drogas quimioterápicas e/ou interferir em sua absorção e, por isso nesses casos deve haver indicação médica.
A promoção de um tumor está intimamente ligada a um estado pró-inflamatório e a curcumina diminui esse componente. Sua ação em estudos clínicos abrange a inibição da carcinogênese coloretal, pâncreas, gástrica, próstata, hepática, mama, orais e leucemia. Ela sequestra os radicais livres e impede a peroxidação lipídica protegendo contra doenças cardiovasculares como a aterosclerose e danos oxidativos ao DNA.
Ela vem sendo utilizada contra condições gastrointestinais como a dispepsia, infecção por H pilory, doença de Crohn, síndrome do intestino irritável e colite ulcerativa. Estudos mostraram que ela ajuda na melhora dos sintomas como dor abdominal, inchaço, alterações no trânsito intestinal e frequência de evacuação alta. Ela também participa das fases de detoxificação hepática melhorando o seu funcionamento.

Pele
Já são conhecidos os danos provocados pelos radicais livres ao nosso corpo e principalmente para o nosso maior órgão, a pele havendo assim a necessidade de uma maior defesa antioxidante. Um dos componentes da pele responsáveis pela sua firmeza são os fibroblastos. A cúrcuma apresenta um componente com alto poder antioxidante, a curcumina e segundo estudos ela ajudaria a diminuir o estresse oxidativo submetido a pele trabalhando portanto contra o envelhecimento precoce.
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Pesquisas indicam que o envelhecimento está ligado a falha progressiva dos sistemas de manutenção celular e reparação (MARS) e que estimulando esse sistema haja uma prevenção contra o envelhecimento. Além do estresse químico estamos sujeitos a outros tipos como a radiação UVB, temperatura, exercício, jejum prolongado, entre outros. Estudos demonstraram que a curcumina é capaz de aumentar a produção da enzima HO-1, protegendo os fibroblastos do estresse oxidativo.
Os pesquisadores ressaltam que ela agiria na indução da resposta ao estresse celular nos fibroblastos normais pela geração de radicais livres e redução no estado redox o que levaria a um aumento da HO-1 e outras enzimas antioxidantes naturais do organismo como a GSH melhorando assim a proteção contra danos futuros.

Exercícios
A função vascular endotelial está relacionada ao envelhecimento, a menopausa e a um aumento do risco de doenças cardiovasculares. Mudanças na dieta e a prática de atividade física vêm demonstrando melhorar a idade vascular. No caso da menopausa isso ocorre por conta do declínio dos níveis de estrogênio. Elevações na produção de citocinas inflamatórias e radicais livres resultam em disfunção endotelial. A curcumina um alcalóide presente no açafrão é conhecida por suas propriedades antiinflamatórias e antioxidantes.
Estudos recentes demonstraram que a ingestão de curcumina por 8 semanas em mulheres pós menopausa melhorou a função endotelial. A magnitude da melhora foi comparada a mesma exercida pela atividade física. Por conta disso outras pesquisas sugerem uma melhora ainda melhor quando a prática de atividade física é unida ao consumo de curcumina. O exercício aeróbio melhora a função endotelial, pois aumenta a biodisponibilidade de óxido nítrico (vasodilatador).
Os pesquisadores acreditam que a curcumina ajuda nessa função por inibir a produção de TNF alfa (inflamatório) exercendo efeito antiinflamatório. Eles sugerem que a combinação dos dois seja utilizada como estratégia terapêutica na melhora da função vascular endotelial, mas mais estudos com outros tipos de exercícios e publicações devem ser realizados para atestar essa propriedade da curcumina.
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Referências:
FERRARI, C.K.B. Curcumin: a culinary herb and its health benefits. Journal of Modern Medicinal Chemistry, 2013.
JURENKA, J.S. Anti-inflammatory properties of curcumin, a major constituent of Curcuma Longa: a review of preclinical and clinica research. Alternative Medicine, v.14, n.2, 2009.
LIMA, C. F. et al. Curcumin induces hme oxygenase-1 normal human skin fibroblasts through redox signalling: relevance for anti-aging intervention. Molecular Nutrition and Food Research, 2011.
NOBUHIKO, A. et al. Curcumin ingestion and exercise training improve vascular endothelial function in postmenopausal women. Nutrition Research, v.32, n.10, 2012.

sexta-feira, 11 de abril de 2014

EQUILÍBRIO E HARMONIA - Respiração: Uma fonte de reposição energética

Respiração: Uma fonte de reposição energética



O corpo precisa de energia para estar vivo em movimento.
Podemos reabastecê-lo de energia através de diversas fontes:
- alimentos;
-energia vinda das fontes naturais: sol, plantas, cachoeiras..
- energia cósmica;
-sono;
-respiração

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O ato de respirar leva oxigênio ( elemento fundamental para o trabalho cerebral) para todo o corpo alimentando nossas células. Quando há algum bloqueio ou diminuição da passagem do ar ( alterações nasais) consequentemente o corpo recebe menor quantidade de O2 ( menos alimento).
O fator emocional também altera imediatamente a respiração, percebemos que em estados de tensão retemos a respiração e bloqueamos o diafragma. Quando o medo surge há um aumento da freqüência respiratória. As emoções e os sentimentos estão relacionados diretamente com a freqüência respiratória.
A forma como cada pessoa respira também interfere na musculatura, como exemplo podemos usar os asmáticos que utilizam muito a musculatura respiratória acessória ( superior/apical) gerando encurtamento nestes músculos. Observa-se também que as pessoas com predominância da respiração diafragmática pouco expandem o tórax, gerando um encurtamento do músculo peitoral interferindo diretamente na postura.

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É importante estarmos atentos a nossa respiração e praticar exercícios que façam o nosso corpo respirar para uma melhor nutrição celular e uma melhora da energia.

Christiane Zapelini

DESPERTANDO O CONHECIMENTO - COMO É UM SINESTESISTA (PESSOA QUE VÊ AURAS)

COMO É UM SINESTESISTA (PESSOA QUE VÊ AURAS)


Energias humanas

Cientistas da Universidade de Granada, na Espanha, afirmam ter comprovado cientificamente que é possível ver a aura das pessoas.
A aura seria um campo de radiação luminosa que circunda uma pessoa como se fosse um halo.

Embora a aura seja usada em processos de cura por místicos desde a Antiguidade, poucos cientistas se aventuraram na área justamente pelo temor de serem associados ao misticismo, por definição algo diametralmente oposto à ciência.

Contudo, à medida que os sensores e a capacidade de medir campos de energia mais ténues vão se aprimorando, as pesquisas realmente científicas na área têm avançado, sobretudo no campo do magnetismo, embora ainda devidamente enquadradas no padrão oficial da ciência acadêmica.

Aura e efeito placebo

Segundo Emilio Gómez Milán e seus colegas, algumas pessoas, geralmente conhecidos como "curadores", de fato conseguem perceber um campo de energia ao redor das pessoas.

Isto, segundo a pesquisa, se deve a um fenómeno já bem conhecido dos cientistas, chamado sinestesia, um fenômeno neuropsicológico que parece mesclar os sentidos.

Segundo o grupo, isto pode explicar cientificamente a alegada prática virtuosa dos curadores: sua visualização geraria um "significativo efeito placebo" nas pessoas doentes, dizem os cientistas, que de fato as leva à cura.

Sinestesia

Nas pessoas sinestetas - que apresentam a sinestesia - as regiões do cérebro responsáveis pelo processamento de cada estímulo sensorial são fortemente interconectadas.

Ou seja, os sinestetas têm mais conexões sinápticas do que as pessoas "normais".

"Essas conexões extras fazem com que elas automaticamente estabeleçam associações entre áreas do cérebro que normalmente não são conectadas," explica o professor Gómez Milán.

Desta forma, os sinestetas podem ver ou tatear um som, sentir sabor das cores, ou formatos das palavras, entre outras inúmeras possibilidades.

O que as pessoas que conseguem visualizar auras possuem é o que os cientistas chamam de sinestesia emocional.

Qualidades de um místico curador

Os cientistas espanhóis afirmam que "nem todos os curadores são sinestetas, mas há uma elevada prevalência desse fenômeno entre eles. O mesmo ocorre entre pintores e artistas, por exemplo".

Eles estudaram um médium espanhol chamado Esteban Sánchez Casas, mais conhecido como "O homem santo de Baza".

Segundo a análise dos cientistas, a capacidade de Esteban Casas ver a aura das pessoas "é, de fato, um caso claro de sinestesia".

Ainda segundo o artigo, o místico apresentaria quatro elementos básicos que explicariam seu "poder de cura".

O primeiro é a sinestesia face-cor, na qual a região do cérebro responsável pelo reconhecimento facial é associada com a região de processamento de cores.

O segundo é a sinestesia toque-espelho, quando o sinesteta, ao observar uma pessoa que está sendo tocada ou que está sentido dor, consegue sentir a mesma coisa.

O terceiro é uma elevada empatia, a capacidade de sentir o que as outras pessoas estão sentindo.

Finalmente, o místico teria esquizotipia, um conceito psicológico amplo, que descreve um contínuo de características de personalidade que vão desde estados dissociativos normais e estados imaginativos, até extremos como a psicose e a esquizofrenia.

Explicações fisiológicas

"Estas habilidades fazem com que os sinestetas tenham a capacidade de fazer com que as pessoas se sintam compreendidas, o que lhes proporciona uma emotividade especial e uma capacidade de perceber a dor [dos outros]," escrevem os cientistas em seu artigo, publicado na revista Consciousness and Cognition.

À luz de suas explicações, os cientistas concluem que, "embora alguns curadores realmente tenham a capacidade para ver a aura das pessoas e sentir a dor dos outros devido à sinestesia", seus efeitos curadores devem-se unicamente a um "significativo efeito placebo"."
Algumas reflexões:

1.Efeito Placebo: um curador na verdade não cura, facilita a cura. A outra pessoa é que se cura ou não...depende da escolha que fizer.

2.Os curadores são sinestetas e o contrário é verdade também. É algo escondido. Este blog pretende alertar para esse facto. Talvez algumas pessoas encontrem a sua verdadeira missão ao ler estas linhas.

3.Caminhamos para um tempo em cada vez vão nascer mais curadores. Para já são mulheres em maior número, mas tenho encontrado homens também. Curiosamente não fazem ideia daquilo que são.

4.Algumas dicas: se examinar a palma da sua mão e vir muitas linhas, como no exemplo abaixo, é um curador. Se for a uma consulta de Tarot e a leitora das cartas ficar totalmente baralhada pelas infinitas possibilidades, é um curador.



5.Existe ainda a ligação profunda com a Terra, saber coisas que os outros não sabem e que ele próprio não sabe como o sabe.;)) Conseguir ter acesso mental a informações variadas e muito rapidamente.

6. E a coisa mais importante: um curador conhece sempre outro, instantaneamente. Existe uma ligação e um rapport muito forte.


Paz e Amor
 
http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=cientistas-dizem-realmente-possivel-ver-aura-pessoas&id=7728&nl=sit

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DESPERTANDO O CONHECIMENTO - Bio fotões: O corpo humano emite Luz, comunica-se com Luz, e é feito de Luz

Bio fotões: O corpo humano emite Luz, comunica-se com Luz, e é feito de Luz

Biophotons: The Human Body Emits, Communicates with, and is Made from Light

Cada vez mais a ciência concorda com a poesia da experiência humana direta: nós somos mais do que os átomos e as moléculas que compõem os nossos corpos, mas somos seres de luz também. Bio fotões são emitidos pelo corpo humano, podem ser libertados por meio da intenção mental, e podem modular processos fundamentais na comunicação célula-célula,  e no ADN.
 
Nada é mais surpreendente do que o fato altamente improvável de nós existirmos. Nós muitas vezes ignoramos este fato, alheios à realidade que, em vez de existir algo, poderia não haver nada, ou seja, porque é que há um universo (dolorosamente consciente de si mesmo através de nós), e não um vazio completamente inconsciente de si mesmo?
 
Considere-se que a partir de luz, ar, água, minerais básicos provenientes de dentro da crosta da Terra, e pelo menos 3 bilhões de anos de informações contidas no núcleo de uma célula zigoto diploide, forma-se o corpo humano, e em que a alma que vive nesse corpo é capaz de, pelo menos, tentar compreender o seu corpo e as suas origens espirituais.
 
Dada a pura insanidade da nossa condição existencial, e encarnação corporal como um todo, e considerando que a nossa existência terrena é parcialmente formada a partir de luz solar e exige o consumo contínuo de luz solar condensada na forma de alimentos, pode não soar tão absurdo que o nosso corpo emita luz.
 
Com efeito, o corpo humano emite bio fotões, também conhecidos como ultra fracas emissões de fotões (UPE, em Inglês), com uma visibilidade de 1000 vezes menor do que a sensibilidade do nosso olho nu. Embora não sejam visíveis para nós, estas partículas de luz (ou ondas, dependendo de como os esteja medindo) fazem parte do espectro eletromagnético visível (380-780 nm) e são detetáveis através de instrumentos modernos e sofisticados. [1], [2]
 
O Olho Físico e Mental emite luz
 
O olho em si, que é continuamente exposto aos fotões poderosos do ambiente, que passam por vários tecidos oculares, emitem luz visível induzida por emissões de fotões ultra fracas e espontâneas. [3] Foi mesmo posta a hipótese de que a luz visível induz bioluminescência com um atraso dentro do tecido ocular exposto, fornecendo uma explicação para a origem da pós-imagem negativa [4].

                                                                  Imagem retirada de...

Este gif animado tem duas ilusões: se você focar seus olhos na cruz central, verá um círculo verde que se movimenta. E ainda, se você focar MESMO na cruz central, as bolinhas rosas somem! O que acontece é que a cor verde é uma “imagem fantasma”, ou “pós imagem negativa”, que é criada pelos olhos após a visualização de uma cor intensa (no caso, as bolinhas rosas) na cor oposta à ela (no caso, verde).
 
Estas emissões de luz também têm sido associadas com o metabolismo energético cerebral e o stress oxidativo no cérebro de mamíferos. [5] [6] No entanto, as emissões do bio fotão não são necessariamente um epifenómeno. A hipótese de Bókkon sugere que os fotões libertados a partir de processos químicos dentro do cérebro, produzem fotos biofísicas durante a imagética visual, e um estudo recente descobriu que quando as pessoas imaginavam ativamente luz em um ambiente muito escuro a sua intenção produziu aumentos significativos das emissões de fotões ultra fracas. [7]
Isto é consistente com uma visão emergente de que os bio fotões não são os únicos subprodutos do metabolismo celular, mas sim, porque a intensidade dos bio fotões pode ser consideravelmente maior no interior das células do que fora, é possível para a mente acessar este gradiente de energia para criar fotos biofísicas intrínsecas durante a perceção visual de imagens. [8]

The Human Eye Emits Light
 
O olho humano emite luz
 
As nossas células e o DNA usam bio fotões para armazenar e comunicar informações
 
Aparentemente os bio fotões são usados pelas células de muitos organismos vivos para se comunicarem entre si, o que facilita a energia / transferência de informação que é várias ordens de magnitude mais rápida do que a difusão de produtos químicos. De acordo com um estudo de 2010, "A comunicação celular através de bio fotões foi demonstrada em plantas, bactérias, granulócitos neutrófilos de animais e células de rim." [9] Os investigadores foram capazes de demonstrar que "... diferentes estímulos de luz espectral (infravermelhos, vermelhos , amarelo, azul, verde e branco) em uma das extremidades das raízes nervosas sensoriais ou motoras espinhais resultou num aumento significativo da actividade biofotónica na outra extremidade. " Pesquisadores interpretaram a sua descoberta como sugerindo que "... a estimulação luminosa pode gerar bio fotões que se conduzem ao longo das fibras nervosas, provavelmente como sinais de comunicação neurais."
 
Mesmo quando se desce até ao nível molecular do nosso genoma, o ADN  também pode ser identificado como uma fonte de emissões de bio fotões. Um autor propõe que o DNA é tão dependente do modo bio fotão que tem propriedades como excimer laser, o que lhe permite existir num estado estável, longe do limar do equilíbrio térmico. [10]
 
Tecnicamente falando, um bio fotão é uma partícula elementar ou quantum de luz de origem não-térmica no espectro visível e ultravioleta emitida a partir de um sistema biológico. Geralmente  acredita-se que eles são produzidos como um resultado do metabolismo da energia nas nossas células, ou mais formalmente como "... um subproduto de reacções bioquímicas na qual moléculas excitadas são produzidas a partir de processos bioenergéticos que envolvem espécies de oxigénio activas," [11 ]




A maioria dos organismos se adaptaram as mudanças diárias de iluminação, exceto os que vivem sem contato com a luz do Sol e influência das marés. A isso chama-se ritmo circadiano.
 
Emissões circadianas dos  bio fotões do corpo
 
Porque o metabolismo do corpo muda de forma circadiana, as emissões de bio fotões também varia ao longo do eixo do tempo diurno. [12] Os investigadores mapearam localizações anatómicas distintas no interior do corpo em que as emissões de bio fotões são mais fortes e mais fracas, dependendo da altura do dia:
 
- Em geral, a variação nas contagens de fotões ao longo do corpo foi menor na parte da manhã do que à tarde. A região do tórax e abdómen possui a contagem mais baixa mas mais frequente. As extremidades superiores e a região da cabeça emite cada vez mais ao longo do dia. A análise espectral da emissão baixa, intermédia e alta, a partir da parte frontal superior da perna direita, a testa e as palmas da mão, na faixa de sensibilidade do fotomultiplicador mostrou a maior emissão espontânea na faixa de 470-570 nm. A área central da emissão na palma da mão mostrou uma maior contribuição dentro da gama de 420-470 nm do espectro de emissão espontânea, no Outono / Inverno. O espectro de luminescência retardada a partir da mão mostrou maior emissão na mesma gama que a emissão espontânea.-

 

Os pesquisadores concluíram que "Os dados espectrais sugerem que medidas poderiam muito bem fornecer dados quantitativos sobre o padrão individual de processos peroxidativos e anti oxidativo in vivo".
 
A Meditação e o consumo de Ervas afetam a emissão de bio fotões
 
A investigação descobriu uma diferença de stress oxidativo mediado na emissão de bio fotões entre meditadores versus não-meditadores. Aqueles que meditam regularmente tendem a ter menor emissão de fotões ultra fraca (UPE, emissão bio fotões), que se acredita resultar a partir do nível mais baixo de reações de radicais livres que ocorrem no corpo.

Em um estudo clínico envolvendo praticantes de Meditação Transcendental (MT), os pesquisadores descobriram:
 
As menores intensidades UPE foram observadas em dois pacientes que meditam regularmente. A análise espectral de UPE humana sugere que a emissão de fotões ultra fraca, é provavelmente, pelo menos em parte, um reflexo de reações dos radicais livres num sistema vivo. Tem sido documentado que as várias mudanças fisiológicas e bioquímicas ao seguir a prática de longo prazo da meditação e infere-se que a meditação pode afetar a atividade dos radicais livres. [13]
 
Curiosamente, uma erva bem conhecida pela sua utilização na redução do stress (incluindo reduções mensuráveis indutores de cortisol) e stress oxidativo aumentado associado, foi testada clinicamente na redução do nível de bio fotões emitidos em seres humanos. Conhecido como rhodiola, um estudo publicado em 2009 na revista Phytotherapeutic Research desvendou que aqueles que tomaram a erva por 1 semana tiveram uma diminuição significativa na emissão de fotões, em comparação com o grupo placebo. [14]
 
Pele humana pode captar a energia da luz solar e informação
 
Talvez mais extraordinário seja a possibilidade de que a superfície do corpo contém células capazes de prender de forma eficiente a energia e informação de radiação ultravioleta. Um estudo publicado no Journal of Photochemistry and Photobiology, em 1993, intitulado "A irradiação de luz solar artificial induz a emissão ultra fraca  de fotões nos fibroblastos da pele humana", descobriu que quando a luz de uma fonte de luz artificial foi aplicada a partir de fibroblastos tanto indivíduos normais ou com a doença do xeroderma pigmentoso, caracterizado por mecanismos deficientes em reparação do ADN, são induzidas muito mais elevadas emissões ultra fracas de fotões  (10-20 vezes) no grupo xeroderma pigmentoso.

Os investigadores concluíram a partir desta experiência que a "Estes dados sugerem que as células com xeroderma pigmentoso tendem a perder a capacidade de armazenamento eficiente de fotões a partir de emissões ultra fracas  , indicando a existência de um sistema intracelular de captura eficaz de fotões dentro das células humanas." [15] A investigação mais recente também identificou diferenças mensuráveis na emissão bio fotão entre as células normais e o melanoma [16].

Human Skin and Light

Num artigo anterior, "O pigmento da pele atua como um painel solar natural" , que explora o papel de melanina na conversão de luz ultravioleta em energia metabólica:
 
- A melanina é capaz de transformar a energia da luz ultravioleta em calor, num processo conhecido como "ultrarrápida conversão interna", mais do que 99,9% da radiação UV é absorvida e transformada a potencialmente genotóxica (provoca danos no DNA) luz ultravioleta em calor inofensivo.
Se a melanina pode converter a luz em calor, ela não poderia também transformar a radiação UV em outras formas úteis  de energia biológica / metabólica? Isso pode não parecer tão absurdo quando se considera que mesmo a radiação gama, que é altamente tóxica para a maioria das formas de vida, é uma fonte de sustento para certos tipos de fungos e bactérias. -
 
As emissões de  bio fotões a partir do corpo são governados por forças solares e lunares
 
Parece que a ciência moderna está apenas agora começando a reconhecer a capacidade do corpo humano para receber e emitir energia e informações diretamente a partir da luz emitida a partir do sol. [17]
 
Há também uma crescente perceção de que o Sol e a Lua podem afetar as emissões bio fotónicas através de influências gravitacionais. Recentemente, as emissões bio fotónicas a partir de mudas de trigo na Alemanha e no Brasil, descobriu-se estarem sincronizadas transcontinentalmente de acordo com ritmos associados com a maré lunissolar. [18] Na realidade, a força da maré lunissolar, para a qual contribuiu o Sol a 30% e a Lua a 60% em aceleração de gravidade combinada, regula um certo número de características do crescimento da planta na terra. [19]
 
A intenção é uma força viva da Fisiologia
 
A intenção humana em si mesma, o chamado fantasma na máquina, pode ter uma base empírica nos bio fotões.
Um comentário recente publicado na revista Investigacion Clinica intitulado "Evidências sobre o poder da intenção" abordou esta conexão:
 
- A Intenção é definida como um pensamento dirigido para executar uma determinada ação. Pensamentos voltados para um determinado fim podem afetar objetos inanimados e praticamente todos os seres vivos desde organismos unicelulares aos seres humanos.

A emissão de partículas de luz  (bio fotões) parece constituir o mecanismo por meio do qual uma intenção produz os seus efeitos. Todos os organismos vivos emitem uma corrente constante de fotões como meio de dirigir os sinais não-locais instantâneos de uma parte do corpo para outra e para o mundo exterior.

Os bio fotões são armazenados no DNA intracelular. Quando o organismo está doente dá-se uma mudança  nas produções produzidas de bio fotões. A intenção direta manifesta-se como uma energia elétrica e magnética que produz um fluxo ordenado de fotões. Nossas intenções parecem operar em frequências muito coerentes, capazes de alterar a estrutura molecular da matéria. Para a intenção ser eficaz, é necessário escolher o momento apropriado. De fato, os seres vivos são mutuamente sincronizados e com a Terra e suas constantes mudanças de energia magnética.

Demonstrou-se que a energia do pensamento também pode alterar o ambiente. Hipnose, fenómenos estigmas e o efeito placebo pode também ser considerada como um tipo de intenção, como as instruções para o cérebro durante um determinado estado de consciência. Casos de curas espontâneas ou de cura remota de pacientes extremamente doentes representam instâncias de uma imensa intenção de controlar as doenças ameaçadoras nossas vidas.

A intenção de curar, bem como as crenças do doente sobre a eficácia da cura têm influência na promoção da cura.

Em conclusão: os estudos sobre o pensamento e a consciência estão emergindo como aspetos fundamentais e não como meros epifenómenos e estão levando rapidamente a uma mudança profunda nos paradigmas da Biologia e da Medicina. -
 
Portanto, é isto que temos. A ciência cada vez mais concorda com a experiência humana direta: nós somos mais do que os átomos e as moléculas de que somos compostos, mas sim, seres que emitem luz, comunicam-se utilizando a luz, e são formados a partir da luz.
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Recursos:

 
[1] Herbert Schwabl, Herbert Klima. Espontânea ultrafraca emissão de fóton de sistemas biológicos e do campo de luz endógena. Forsch Komplementarmed Klass Naturheilkd. 2005 Abr; 12 (2) :84-9. PMID: 15947466
[2] Hugo J Niggli, Salvatore Tudisco, Giuseppe Privitera, Lee Ann Applegate, Agata Scordino, Franco Musumeci. Laser ultravioleta-A-induzida ultrafraca emissão de fotões, em células de mamíferos. J Biomed Opt. 2005 Mar-Apr; 10 (2): 024006. PMID: 15910080
[3] Chao Wang, István Bókkon, Jiapei Dai, István Antal. Induzida pela luz ultrafraca emissão de fóton espontânea e visível dos olhos de ratos. Brain Res. 2011 janeiro 19; 1369:1-9. Epub 2010 Out 26. PMID: 21034725
[4] I Bókkon, RLP Vimal, C Wang, J Dai, V Salari, F Relva, eu Antal. A luz visível induzido ocular bioluminescência em atraso, conforme a possível origem da pós-imagem negativa. J Photochem Photobiol B. 2011 03 de maio, 103 (2) :192-9. Epub 2011 Mar 23. PMID: 21463953
[5], M Kobayashi, M Takeda, T Sato, Y Yamazaki, K Kaneko, K. Ito, Kato H, H Inaba. In vivo de imagens de emissão de fóton ultrafraca espontânea do cérebro de um rato correlacionado com o metabolismo energético cerebral e estresse oxidativo. Neurosci Res. 1999 julho; 34 (2) :103-13. PMID: 10498336
[6] Y Kataoka, Y Cui, A Yamagata, M Niigaki, T Hirohata, N Oishi, Y Watanabe. Dependente da atividade de oxidação do tecido neural emite fótons ultrafraca intrínsecos. Biochem Biophys Res Commun. 2001 27 julho, 285 (4) :1007-11. PMID: 11467852
[7] B T Dotta, K S Saroka, M A Persinger. O aumento da emissão de fótons da cabeça ao imaginar a luz no escuro está correlacionada com alterações na potência do eletroencefalograma: apoio para a hipótese biophoton de Bókkon. Neurosci Lett. 2012 04 de abril, 513 (2) :151-4. Epub 2012 17 de fevereiro. PMID: 22343311
[8] Bókkon, V Salari, J Uma Tuszynski, eu Antal. Estimativa do número de biophotons envolvidos na percepção visual de uma imagem única do objecto: intensidade biofóton pode ser consideravelmente maior do que as células no interior do lado de fora. J Photochem Photobiol B. Agosto 2, 2010, 100 (3) :160-6. Epub Junho 10, 2010. PMID: 20584615
[9] Yan Sun, Wang Chao, Jiapei Dai. Biophotons como sinais de comunicação neurais demonstrada por in situ autography biophoton. Photochem Photobiol Sci. 2010 Mar; 9 (3) :315-22. Epub 2010 Jan 21. PMID: 20221457
[10] FA Popp, W Nagl, KH Li, W Scholz, O Weingärtner, R Wolf. Emissão biophoton. Novas evidências de coerência e de DNA como fonte. Biophys celulares. 1984 Mar, 6 (1) :33-52. PMID: 6204761
[11] Masaki Kobayashi, Daisuke Kikuchi, Hitoshi Okamura. Imagem de ultrafraca emissão de fóton espontânea do corpo humano mostrando ritmo diurno. PLoS One. 2009, 4 (7): e6256. Epub 2009 Jul 16. PMID: 19606225
[12] Masaki Kobayashi, Daisuke Kikuchi, Hitoshi Okamura. Imagem de ultrafraca emissão de fóton espontânea do corpo humano mostrando ritmo diurno. PLoS One. 2009, 4 (7): e6256. Epub 2009 Jul 16. PMID: 19606225
[13] Eduard PA Van Wijk, Heike Koch, Saskia Bosman, Roeland Van Wijk. Caracterização anatômica da emissão de fótons ultra-humano fraco em praticantes de meditação transcendental (MT) e indivíduos controle. J Altern Complement Med.. 2006 Jan-Feb; 12 (1) :31-8. PMID: 16494566
[14] FWG Schutgens, P Neogi, EPA van Wijk, R van Wijk, G Wikman, FAC Wiegant. A influência da adaptógenos sobre ultrafraca biophoton emissão: a experiência-piloto. Phytother Res. 2009 Ago, 23 (8) :1103-8. PMID: 19170145
[15] H J Niggli. Irradiação de luz solar artificial induz ultrafraca emissão de fóton em fibroblastos da pele humana. J Photochem Photobiol B. 1993 May, 18 (2-3) :281-5. PMID: 8350193
[16] Hugo J Niggli, Salvatore Tudisco, Giuseppe Privitera, Lee Ann Applegate, Agata Scordino, Franco Musumeci. Laser ultravioleta-A-induzida ultrafraca emissão de fotões, em células de mamíferos. J Biomed Opt. 2005 Mar-Apr; 10 (2): 024006. PMID: 15910080
[17] Janusz Slawinski. Emissão de fóton de perturbado e morrendo organismos: perspectivas biomédicas. Forsch Komplementarmed Klass Naturheilkd. 2005 Abr; 12 (2) :90-5. PMID: 15947467
[18] Cristiano M Gallep, Thiago Um Moraes, Samuel R Dos Santos, Peter W Barlow. Coincidência de emissão biophoton por mudas de trigo, durante testes de germinação transcontinentais simultâneos. Protoplasma. Junho 2013, 250 (3) :793-6. Epub 2012 Set 26. PMID: 23011402
[19] Peter W Barlow, Joachim Fisahn. Força Lunisolares corrente e o crescimento das raízes de plantas, e algum outro dos seus efeitos sobre os movimentos de plantas. Ann Bot. 2012 Jul; 110 (2) :301-18. Epub 2012 20 de março. PMID: 22437666

 
Escrito por: Sayer Ji


Sayer Ji
 
Sayer Ji é um autor, pesquisador, palestrante e membro do conselho consultivo da Federação Nacional de Saúde.