segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

LIBERTAÇÃO CÁRMICAS QUE FORAM CRIADAS PELOS ANTEPASSADOS


SERVIÇO DE LIBERTAÇÂO DE ANTEPASSADOS 


*Ó! Deus Todo-Poderoso, presente em meu coração. Ó! Mestra Astrea, Anjos Azuis, Anjos Rosas, Anjos de Ouro, Anjos Brancos, Anjos Violetas, Anjos Verdes, Anjos Rubis, Legiões da Luz. Descei aqui nesta casa e apoderai-vos do menor vestígio de discórdia que nela se puder encontrar e ficai aqui em permanência. Ficai, ficai, ficai aqui em permanência!
Eu Sou, Eu Sou, Eu Sou

Nós te agradecemos, Mestra Astrea, Tu atendeste ao nosso apelo.
*Ó! Deus Todo-Poderoso, presente em meu coração, Hércules e Bem-Amado Saint Germain, joga sobre mim teu grande manto de Chamas Azuis, que elas me protejam e que elas me guardem.
Nós te agradecemos, Hércules e Bem-Amado Saint Germain.

*Ó! Deus Todo-Poderoso, presente em meu coração. Expulsa de meus pensamentos e de meu corpo toda imperfeição que eu atrai em torno de mim através dos séculos. Consome-a e faz-me pensar somente na Tua Glória. Inunda-me com Teu Poder. Que ele produza a perfeição e a beleza que eu desejo.

*Ó! Deus! Todo-Poderoso, presente em meu coração. Ó! Deus e Deusa da Chama Violeta, descei sobre a Terra e tomai todas as almas errantes em vossos Raios.
“Eu peço e comando que este apelo seja atendido com a rapidez do relâmpago, pela Luz do Grande Sol Central do Universo.”

*Astrea, nossa Mestra, purifica o reino do Astral, aplica teu círculo de Fogo em torno de cada alma que clama pela Luz. Consome todos os cascões que vagam e formas-pensamentos.
Eu Sou, Eu Sou, Eu Sou

Eu te agradeço, Ó Astrea, nossa Mestra, Tu atendeste ao meu apelo.
“Eu peço e comando que este apelo seja atendido com a rapidez do relâmpago, pela Luz do Grande Sol Central do Universo.”
*Ó! Deus Todo-Poderoso, presente em meu coração, Kuan-Yin, Deusa da Misericórdia, tomai todas as almas em Vossas Mãos de Luz e libertai-as do jugo de seu Carma. Descarregai-as de seus atos e de seus pensamentos, purificai seus sentimentos e guardai-as na Luz.
Eu Sou, Eu Sou, Eu Sou

Eu Sou o Eu Sou, a lei do perdão e da misericórdia sobre a Terra.
Nós vos agradecemos. Ó! Deus Todo-Poderoso, presente em meu coração e Kuan-Yin, apelo a que atendeste.
*Clemência, clemência, clemência dos Senhores do Carma (3 vezes a frase)
Sobre todas as almas errantes desce, desce, desce, desce.

Clemência, clemência, clemência dos Senhores do Carma (3 vezes)
Sobre os encarnados desce, desce, desce, desce.

Clemência, clemência, clemência dos Senhores do Carma (3 vezes)
Sobre toda a humanidade desce, desce, desce, desce.

“Eu peço e comando que este apelo seja atendido com a rapidez do relâmpago, pela Luz do Grande Sol Central do Universo.”
*Misericórdia, Misericórdia, Misericórdia dos Senhores do Carma (3 vezes)

Sobre nossos antepassados desce, desce, desce, desce (3 vezes ao todo)

“Eu peço e comando que este apelo seja atendido com a rapidez do relâmpago, pela Luz do Grande Sol Central do Universo.”

*Eu chamo a Lei do Perdão sobre minha cabeça,Eu chamo, eu chamo, eu chamo

Eu chamo a Lei do Perdão ao meu coração,

Eu chamo, eu chamo, eu chamo

Ó Vós, meus antepassados,
Perdoai-me, perdoai-me,
Perdoai-me em vossos corações
Eu Sou, Eu Sou, Eu Sou

Eu Sou o Eu Sou, a Vitória do Perdão que se espalha sobre a Terra.
Eu Sou, Eu Sou, Eu Sou

“Eu peço e comando que este apelo seja atendido com a rapidez do relâmpago, pela Luz do Grande Sol Central do Universo.”
Punhal de Chama Violeta, eu tiro de sua Bainha o Punhal Violeta que o Amor de Saint Germain me confiou. Eu enterro em todos os elos que tenho com os meus antepassados, direto na causa e no efeito de seu mal, e eu estou livre, livre para sempre deste problema. Eu sou um amigo da ação do Punhal Violeta Sagrado e Benfeitor de Saint Germain. Eu vejo agora a Chama Violeta da Liberdade e do Amor Divino se escorrer do fóco maléfico posto a nú por este punhal eficiente que transforma e purifica tudo o que não é Amor e Harmonia Divina.

*Ó! Deus Todo- Poderoso presente em meu coração, e Grande Coro dos Mestres Ascencionados! Destroi em mim todo o ressentimento e vê que eu perdoe absoluta e completamente tudo o que foi falso em meu ser e em meu mundo, que eu contactei no passado. Dá-me a compreensão e a realização da Liberdade Divina, que eu possa me separar de tudo que me limitou e que me agitou.
Eu peço e comando que o perdão sem condição sature a energia d emeu corpo mental e de meu corpo sentimental, tão forte e poderosamente que este perdão carregue minha atmosfera e abra a porta à abundância, à saúde, proteção Divina e a tudo o que eu desejo.

“Eu peço e comando que este apelo seja atendido com a rapidez do relâmpago, pela Luz do Grande Sol Central do Universo.”
*Ó! Deus Todo-Poderoso presente em meu coração. Ó! Kuan-Yin, Deusa da Misericórdia, estendei Vosso perdão como um grande véu sobre a Terra e envolvei tudo o que vive dentro dela. Que todos os seres do planeta sejam livres de seu Carma e que eles sejam perdoados pela força do Grande Sol Central do Universo.

Eu Sou, Eu Sou, Eu Sou
Eu Sou o Eu Sou, a lei do perdão para a Terra. Eu te agradeço, Kuan-Yin, o apelo que me deste.
Eu Sou, Eu Sou, Eu Sou

*Ó! Grande Sol Central do Universo e Kuan-Yin, Deusa da Misericórdia, descei nos corações dos humanos e enchei-os de Amor e de Misericórdia até transbordar! Que o perdão corra de boca em boca e de coração em coração. Que os homens esqueçam a discórdia, o ressentimento, a crítica, a vingança e a tristeza. Que a alegria da misericórdia se derrame em todas as almas humanas. Ó! Kuan-Yin, Deusa da Misericórdia, enche todos os seres com Teu perdão e Tua felicidade.

Eu Sou, Eu Sou, Eu Sou
Eu te agradeço Kuan-Yin, o apelo que me deste.

“Eu peço e comando que este apelo seja atendido com a rapidez do relâmpago, pela Luz do Grande Sol Central do Universo.”
Ó! Grande Sol Central do Universo, nosso Pai, toma o Palácio de Diamantes em Tua Luz e Liberta as almas que aí estão, de todo ressentimento, dá-lhes tua compreensão e Tua discriminação. Esclarece-as. Banha-as com o Amor ao próximo, o Amor à humanidade, o Amor aos seus amigos e o amor aos seus inimigos.

Ó! Kuan-Yin, Deusa da Misericórdia, dá-lhes Teu senso de perdão, esclarece-as pela Tua bondade. Ó! Divindades do Grande Silêncio, descei todas no Palácio de Diamantes e carregai todas essas almas com Vosso Amor, com Vossa Luz.

Ensinai-lhes o perdão, daí-lhes a iluminação Divina.
Ó! Deus Todo-Poderoso, presente em meu coração! O! Grandes seres Cósmicos.
Ó! Mestres Ascensionados, Anjos, Arcanjos.
Ó! Legiões da Luz, ide Todos ao Palácio de Diamantes e iluminai as almas presentes.
Eu sou.

*Eu Peço que a chama do Coração do Grande Silêncio se escorra por toda parte e submerja toda discórdia da Terra. Eu peço que ela expulse todas as hordas sinistras de nosso país. Que esta chama do Perdão e do Esquecimento se espalhe por toda parte e que cesse automaticamente toda discórdia por toda parte onde ela surja.
Eu Sou, Eu Sou, Eu Sou

Ó! Toda-Poderosa Presença Eu Sou e Bem-Amado Arcturus, eu peço que a Chama do Coração do Grande Silêncio desça em mim e ponha em ordem o que me rodeia.
Eu peço que esta Grande Chama do Amor, de Paz e de Perdão tome possessão de meus negócios e que Ela aí instaure seu equilíbrio. Eu peço que os Poderes dos 7 Elohim do coração do Grande Silêncio desçam em todas as condições do mundo físico e que delas tomem possessão.
Eu Sou, Eu Sou, Eu Sou
Eu Sou o Eu Sou, a guarda invencível estabelecida, sustentada e mantida sobre meus pensamentos, sobre meu corpo, sobre meu mundo, sobre minha casa e sobre meus negócios.
Eu Sou, Eu Sou, Eu Sou

“Eu peço e comando que este apelo seja atendido com a rapidez do relâmpago, pela Luz do Grande Sol Central do Universo.”
Ó! Deus Todo-Poderoso presente em meu coração. Ó! Bem-Amado Saint Germain, liberta o caminho, liberta o caminho, liberta o caminho para nós teus filhos (3 vezes)
Eu Sou, Eu Sou, Eu Sou

“Eu peço e comando que este apelo seja atendido com a rapidez do relâmpago, pela Luz do Grande Sol Central do Universo.”
Eu Sou o Eu Sou, a energia e o poder calmos, contrrolados e equilibrados da invencível pressão do Grande Silêncio.
Eu peço que a Vitoriosa Presença desça em mim, em torno de mim, a fim de que eu me torne Sua Felicidade, Sua Paz, Sua Iluminação e que as transmita a todos aqueles com quem eu convivo, por toda parte e para sempre.
Eu Sou, Eu Sou, Eu Sou

Eu peço que tudo o que eu desejo no mundo exterior me venha pelo invencível Amor Cósmico do Grande Silêncio, que dirige tudo com a Chama de Perfeição Suprema, por toda parte e para sempre.
“Eu peço e comando que este apelo seja atendido com a rapidez do relâmpago, pela Luz do Grande Sol Central do Universo.”

VIVENDO A EVOLUÇÃO - Nove códigos básicos para o pensamento, sentimento e ação, visando a sintonização com a Energia Matriz.

NOVOS CÓDIGOS - ENERGIA MATRIZ


 
Nove códigos básicos para o pensamento, sentimento e ação, visando a sintonização com a Energia Matriz.
O que precisamos saber sobre a Energia Matriz
“A Energia Matriz é aquilo que lhe permite viver em absoluta paz e harmonia. É o arquétipo do Universo da Luz. Nada, neste universo, foi criado sem essa energia. É a energia do Pai e da Mãe juntos - a Fonte. Por isso é Matriz. É a peça fundamental que permite que tudo seja criado. Toda a existência deve a sua vida à Energia Matriz. O Arquétipo. A Energia Primordial. O que insufla e anima a criação. É a energia a que todos os seres humanos devem a sua existência, e foram criados para vibrar, porque aquilo que é criado – a obra – espelha o criador. E os humanos, como sabem, foram criados à imagem e semelhança da Fonte – o Pai e a Mãe juntos. Trazem, dentro de si, os seus arquétipos que são a Luz e o Amor, respectivamente. Por isso, a Energia Matriz é a pacificação e a serenidade total. Vibrá-la é regressar a Casa; é o Regresso ao Lar, à Unidade. É estar em paz. …
Se a Energia Matriz está a ser intensificada é porque chegou o tempo de se instaurar na Terra, definitivamente, o Reino da Luz e do Amor.
Outros tipos de matrizes, ainda implantados neste planeta, que não lhe correspondam serão erradicados. Mas só uma coisa permite a sua erradicação: a Entrega Total usando o livre arbítrio.
A Energia Matriz é o padrão que anima a humanidade.
Poder-se-ia dizer a Luz do Pai e o Amor da Mãe ou o Amor do Pai e a Luz da Mãe, pois são faces diferentes da mesma moeda, que se completam e interligam, fundindo-se na unidade.
Cada ser humano é um espelho de essa realidade una.
E o ser que vai descer à Terra – o portador máximo dessa Energia Matriz - vem acompanhado de muitos outros para ajudar a humanidade a fazer a sua escolha, reclamando, para a Fonte, o Reino do Amor e da Luz.
Esse ser, que cumprirá a sua função de sempre, sou eu: Sananda.
Muitos se encontrarão em frente a mim, daqui a uns tempos.
Muito obrigado.”


“Eu sou Gabriel e volto ao vosso contacto para vos dizer algo mais sobre a Energia Matriz: A Energia Matriz é aquilo que o gerador deste universo recebeu da Grande Fonte. Tal como vocês foram criados à imagem e semelhança da Fonte deste universo, também a Fonte foi criada à imagem e semelhança da Grande Fonte. Foi uma espécie de dádiva que cada Fonte recebeu, com a incumbência de gerar universos respeitando uma série de factores, entre os quais estava, evidentemente, já nesse nível, o livre arbítrio. É por isso que nem todas as Fontes deram o mesmo tratamento à Energia Matriz, que receberam da Grande Fonte. Muitas foram as formas luminosas geradas com base nessa matéria-prima. Só uma foi adulterada. No entanto, foi aceite como uma experiência. E ao mais alto nível hierárquico, se quiserem assim, muito foi aprendido com ela. Talvez vocês se considerem cobaias, tendo em conta o que experimentaram em função das manipulações do Senhor da Sombra, para que a Grande Fonte pudesse constatar o que era possível fazer com aquilo que ela mesma é. A vossa consciência terrena poderá ter essa tentação, mas o Grande Decisor, que gere a existência de cada um de vós, consentiu que assim fosse. E mesmo quando o planeta teve que ser evacuado (Atlântida), não foi uma catástrofe. Do ponto de vista da maioria dos que viveram essa experiência decerto foi uma catástrofe, mas quem a viveu com a consciência amplamente desenvolvida, reconheceu que não foi. …
Perguntarão se isso deixou marcas.
A resposta é: sim, deixou marcas profundas em muitos.
Mas é sobre esses, precisamente, que tem incidido a nossa atenção especial, a fim de lhes proporcionar as condições de libertação dessas memórias. No entanto, raramente o conseguimos devido ao peso enorme delas. Aprendemos muito com essa experiência e muito nos incomodaram as vossas atribulações. Mas não dispusemos de grande margem de manobra por termos de respeitar o vosso livre arbítrio.
Nós não podemos proibir; apenas podemos criar mecanismos de controlo ou de neutralização do que é feito. Por isso, aqui estou agora, outra vez, para vos ajudar - na medida em que vocês se deixarem ajudar - na eliminação daquilo a que já deram o nome de “medo da iluminação”. Em muitos casos é disso que se trata.
Não interessa saber quem são esses casos específicos. Interessa dizer que todos devem pôr a possibilidade de ainda guardarem esse medo.
Depois, por uma questão de segurança, decretem a sua eliminação. Como sempre dizemos - porque é verdade - decidam o que decidirem, continuarão a ser respeitados incondicionalmente.”


Primeiro Código - Aspirante à Ascensão
1) Um Aspirante à Ascensão avançado já não gera conflito, discórdia e desequilíbrio. Se o fizer entra em contradição total com a própria definição de Aspirante à Ascensão.
2) Um Aspirante à Ascensão avançado que se preze é o «manso que herdará a Terra».
3) Um Aspirante à Ascensão avançado vai ao encontro da conjuntura desfavorável; não contra ela.
4) Um Aspirante à Ascensão avançado, perante a adversidade, aceita o sucedido, dá-lhe as boas-vindas e só depois trata de resolver a questão.
5) Um Aspirante à Ascensão tem de ser capaz de fazer uma abordagem amorosa; se optar pelo confronto, intensifica o aspecto da controvérsia. Atacando, põe a outra parte em alerta, na defensiva, pronta para contra-atacar.
6) Um Aspirante à Ascensão não participa na Batalha das Razões. Não quer ter razão, porque não precisa de ter razão; limita-se a expressar a sua, baseada na emanação da sua luz interna, sem esperar a aderência e a concordância seja de quem for.
7) Um Aspirante à Ascensão não fica incomodado se os outros o aceitam ou não, pois já sabe que, diga ele o que disser ou faça o que fizer, será aceite por uns e rechaçado por outros.
8) Um Aspirante à Ascensão conhece as regras do jogo e, portanto, não se deixa envolver. E já que sustenta o seu sentimento de segurança e estabilidade num nível alto, não se sente culpado por ver que alguns rejeitam as suas ideias ou se aborrecem com o seu discurso.
9) Um verdadeiro Aspirante à Ascensão há muito deixou de fazer a velha pergunta: «Que mal fiz eu para eles se sentirem incomodados?»
10) Um verdadeiro Aspirante à Ascensão não age em função das reacções alheias. Essa não é, obviamente, uma das suas características.
11) Um verdadeiro Aspirante à Ascensão não luta porque não pretende ganhar. Ele somente quer a paz.


Segundo Código - Entrega Total

Procure responder sinceramente ao seguinte questionário:

1) Até que ponto está disposto a entregar a sua vida ao Espírito… apesar de não saber o que lhe será pedido… apesar de desconhecer que tipos de consequências poderão advir?
2) Até que ponto já não lhe interessa o que possa acontecer na sua vida terrena… apesar de, provavelmente, ainda ter projectos pessoais para o futuro… apesar de ainda querer alcançar alguns objectivos?
3) Até que ponto já não receia as dificuldades financeiras… apesar de, eventualmente, estar habituado a encarar o dia-a-dia numa postura de sobrevivência… apesar de achar muito difícil passar a viver automaticamente no plano da abundância… apesar de não compreender como chegará ao ponto de não se preocupar com o dinheiro?
4) Até que ponto está disposto a abdicar das suas escolhas pessoais para agir segundo o Espírito… apesar de saber que o seu ego vai estrebuchar… apesar de saber que se vai sentir inseguro… apesar de reconhecer que vai continuar a querer que a vida decorra da forma como julga que deve decorrer?
5) Até que ponto já não o incomodam os comentários e pressões dos familiares… apesar de o acusarem de estar a seguir por caminhos suspeitos… apesar de, segundo dizem, estar tomar decisões muito estranhas?
6) Até que ponto está disposto a deixar que a sua vida se reformule por sugestão do Espírito… apesar de desconhecer que direcção as coisas vão tomar… apesar de não saber qual a natureza do novo padrão que lhe vai ser proposto, se tal for necessário?
7) Até que ponto está em condições de abdicar, se for necessário, da sua carreira profissional e da tutela dos seus filhos… apesar de reconhecer que ainda não atingiu o topo da carreira... apesar de sentir que não pode viver sem ter por perto a sua descendência?
8) Até que ponto está disposto a ir para o lugar onde tem de estar, relacionar-se com as pessoas com quem tem de colaborar, fazer o que tem de fazer… apesar de gostar muito do sítio onde mora… apesar de sempre ter receado o contacto com estranhos… apesar de dizer que só sabe fazer aquilo que tem passado a vida a fazer?
9) Até que ponto aceita as necessárias mudanças na sua personalidade para que a Entrega Total seja uma realidade… apesar de dizer que os seus defeitos são muito vincados… apesar de garantir que ainda tem muito carma para pagar?
10) Até que ponto está disposto a cumprir integralmente a «missão» que o trouxe ao planeta, no seu potencial máximo… apesar de saber que isso poderá ser continuar a fazer o que está a fazer, apenas com outro grau de consciência?
11) Até onde está disposto ir… apesar de nada saber, realmente, acerca do que tudo isto implica?



Terceiro Código - Co-criação
1) Co-criação é a capacidade de o co-criador alterar a sua realidade, com a colaboração do Espírito.
As situações e as sincronicidades criadas, que o co-criador nunca experimentaria de outra maneira, são obtidas através da simples declaração, em voz alta, de uma intenção.
2) Co-criar implica ser capaz de aceitar, no coração, o resultado da intenção verbalizada, e não ter medo de beneficiar da resposta recebida – mesmo que a mente racional a deteste ou rejeite.
3) Co-criar é o fim da necessidade de pedir; é a aproximação do co-criador à sua própria Essência declarando vontades com intenção pura. Co-criar é requisitar o que já existe, uma vez que o universo não cria nada, apenas concretiza potenciais, desde sempre existentes.
4) Ao co-criar, o co-criador mobiliza os Amigos interdimensionais, deixando de interpor resistência à suave fluência da vida.
5) A co-criação não tem excepção nem limites. O co-criador pode expressar a intenção de vir a beneficiar seja do que for, físico ou metafísico. Contudo, a natureza das intenções que verbaliza (mais básicas ou mais elevadas) dependerão do seu grau de consciência.
6) O poder da co-criação não deve ser usado para prejudicar outra pessoa ou para prever o futuro.
7) O co-criador deve co-criar pondo firmeza na declaração verbal. Uma co-criação verbalizada com dúvida não gera os resultados pretendidos; verbalizada com insegurança não proporciona a certeza da resposta; verbalizada com intenção pura, dificilmente falhará.
É só uma questão de tempo.
8) Se o co-criador sente que co-cria com insegurança, deve começar por verbalizar a eliminação desse factor condicionante.
9) A função do co-criador não se limita a iniciar o processo verbalizando uma intenção; terá de fazer a tua parte ao longo do processo. A energia é sempre devolvida para que ele dê o passo seguinte. A co-criação co-responsabiliza-o; se não fizer a sua parte, os resultados dificilmente surgirão.
10) O co-criador só pode co-criar para si. Se alguém precisar de ajuda, em vez de co-criar o seu restabelecimento, o co-criador pode ensiná-lo a co-criar ou enviar-lhe energia através de uma visualização.
11) O co-criador deve saber que os pilares básicos da co-criação são:
1) A intenção de escolher o que pretende
2) A determinação que mantém nessa escolha;
3) A verbalização convicta da intenção escolhida;
4) A aceitação da colaboração dos Planos Superiores;
5) A realização da parte que lhe compete;
6) Não ter expectativas quando à natureza e ao prazo de chegada dos resultados.

Existem, porém, algumas situações que poderão contribuir para que uma co-criação não se concretize no prazo desejado:
- O co-criador não está preparado para lidar com os resultados pretendidos. Neste caso, entra num período de preparação, de duração indeterminável.
- O processo está parado porque o co-criador não fez a parte que lhe compete;
- Falta de tempo de serenidade e silêncio para ouvir as respostas;
- O co-criador verbalizou a sua intenção com falta de convicção;
- Há muita ansiedade em relação ao momento da chegada dos resultados;
- A solução que o co-criador gostaria de ver aplicada impede que a solução superior se manifeste;
- O co-criador não decretou a eliminação de todas as resistências à concretização da verbalização efectuada



Quarto Código - Desapego

1) Desapego não significa aderir à pobreza; significa despojamento.
2) Um nomade do Espírito não percorre o Caminho da Luz levando na bagagem os frutos podres dos caminhos anteriores. Sabendo que não os pode levar, decide livrar-se deles. Se não o fizer, o caminho parecerá longíssimo.
3) Um nomade do Espírito jamais poderá deixar de se desapegar da tendência para a gritaria, para que o silêncio possa surgir. Ele desapega-se da revolta para que a aceitação emerja, ao mesmo tempo que se desapega da inveja para que o desprendimento surja à luz.
4) Um nomade do Espírito sabe que o desapego não pode ser orientado apenas para as coisas físicas. Ele sabe que a posse de certas ideias que se transformaram em dogmas e certas emoções que se metamorfosearam em dependências são muito mais difíceis de transcender.
5) Um nomade do Espírito sabe que os três sentimentos mais difíceis de transcender são: o sentimento de perda (por morte, roubo, etc.); o sentimento de dependência (de pessoas, dinheiro, drogas, sexo, poder, etc.); o sentimento de abandono (por pessoas, entidades, etc.).
6) Um nomade do Espírito é aquele que decidiu deixar de usar o gume da espada que mata, para passa a usar o outro, que corta todas as dependências e apegos. Por isso, o único combate que merece a pena vencer é aquele que ocorre dentro da própria consciência.
7) Um nomade do Espírito verdadeiro aprendeu que, muitas vezes, uma coisa ou pessoa não estava presente na sua vida por ser essencial, mas por hábito. Depois, reconheceu que o hábito desencadeou um sentimento de posse. Finalmente, escolheu sair desse torvelinho.
8) Um nomade do Espírito verdadeiro está permanentemente pronto para abdicar – renunciar - de tudo o que conseguiu construir e arrecadar até ao momento, a fim de seguir em frente para outra conjuntura.
9) Um nomade do Espírito verdadeiro há muito se desapegou da ideia de querer saber qual é a sua missão. Sabendo-se livre, não permite ser condicionado seja pelo que for ou por quem for.
10) Um nomade do Espírito verdadeiro assimilou que o primeiro passo do Caminho é a neutralidade em relação às coisas do mundo e que o último é a desidentificação total e absoluta das coisas do mundo.
11) Embora a sensação de perda, no mundo, possa ser dolorosa, é ilusória espiritualmente falando. Por isso, um iluminado sabe que não pode perder, simplesmente porque não possui.



Quinto Código - Canalização

1) As Entidades de Luz não mentem.
2) As Entidades de Luz, por não poderem interferir no livre arbítrio humano, jamais promovem os ensinamentos divulgados desde esta ou de outra dimensão.
3) As Entidades de Luz nunca se apresentam como a fonte exclusiva da informação que transmitem.
4) As Entidades de Luz não fazem exigências evocando “contratos” assumidos antes do nascimento, noutra dimensão.
5) As Entidades de Luz não criticam ou julgam, engrandecem ou diminuem qualquer outra entidade ou ser humano.
6) As Entidades de Luz não transmitem “certezas” acerca do que vai acontecer. Como o processo é comandado pelo livre arbítrio humano é impossível divulgar qualquer desfecho.
7) As Entidades de Luz jamais pedem para alguém abdicar da sua liberdade ou para violar o seu código de integridade política, religiosa, etc.
8) As Entidades de Luz sempre respeitarão as crenças, os sistemas de pensamento e a forma de viver seja de quem for.
9) As Entidades de Luz jamais promovem a divisão, a discriminação ou a proibição seja do que for.
10) Somente a maturidade espiritual - a abertura do coração - poderá dizer se uma canalização tem uma origem luminosa ou sombria.
11) O canal emissor (extradimensional) não deve ser considerado como um deus; o canal receptor (humano) não deve ser considerado um ser bastante desenvolvido espiritualmente, pois tal pode não ocorrer.



Sexto Código - Paciente e Terapeuta Vibracional

Código Básico do Paciente1) Antes de qualquer consulta, convém que o paciente verbalize, não um desejo de cura mas de mudança.
2) O paciente é o responsável pela doença que o aflige e o único que pode autorizar a sua cura.
3) Não existe cura sem autotransformação.
4) O paciente, em vez de valorizar demasiado os conhecimentos do terapeuta, deve aperceber-se do tipo de vibração que ele emana.
5) O trabalho do terapeuta poderá consistir em preparar o paciente para que, mais tarde, outro terapeuta lhe proporcione as condições para que ele se possa curar.
6) Quando algo causa irritação ou dor, o paciente deve examinar porquê.

Código Básico do Terapeuta
7) Curar não pode ser um modo de ganhar a vida; tem de ser uma entrega. O resto virá por acréscimo.
8) Um terapeuta vibracional é apenas um farol: limita-se a iluminar com a sua Luz; a técnica que utiliza é secundária.
9) Convém que o terapeuta vibracional, antes de iniciar a consulta, pergunte ao paciente se ele se autoriza a ser curado através da requalificação do seu DNA.
10) O terapeuta vibracional tem de estar equilibrado para equilibrar o paciente e possibilitar-lhe a tomada de decisões baseadas na energia que recebeu. Assim, o terapeuta deve cuidar de si mesmo.
11) O encontro entre o terapeuta vibracional e o paciente é sempre um reencontro significativo.



Sétimo Código - Nova Família
1) Os membros da Nova Família sabem quem são e, por isso, não mentem; confiam e, portanto, não controlam, não exigem, nem fazem chantagem. Todos estes hábitos antigos têm de estar superados.
2) Os membros da Nova Família sabem que o seu objectivo os transcende. Por alguma razão, têm de estar juntos para desempenhar uma tarefa e permanecerão juntos enquanto essa tarefa fizer sentido ou estiver incompleta, desconhecendo se vão separar-se quando terminar ou se surgirá outra, depois dessa terminada.
3) Os membros da Nova Família não receiam o futuro nem fazem projecções; limitam-se a viver o dia-a-dia. Já não receiam perder porque deixaram para trás o sentimento de posse.
4) Os membros da Nova Família sentem que a razão por que estão juntos os transcende, e diariamente agradecem por poderem cumprir a sua função e por desfrutarem, amorosamente, o prazer de estarem juntos.
5) Os membros da Nova Família sentem que tudo flui. Sabem que, se for preciso um ajuste ao nível da personalidade, reconhecer-lhe-ão o propósito. Não haverá, portanto, lugar a discussões ou resistência.
6) Os membros da Nova Família sabem que o amor não se esgota, nem pode transformar-se, repentinamente, em ódio e aversão. Ambos sabem que viver em amor incondicional significa ver o outro a manifestar-se da forma que entende por mais correcta.
Numa palavra: praticam a aceitação.
7) Os membros da Nova Família não lutam pelo poder. Na sua relação não há combate pelo controle e pelo domínio, pois já perceberam que não há nada para controlar e dominar.
8) Os membros da Nova Família não estão no planeta ao serviço do seu Eu Superior, mas como seus representantes. São «emissários de», não “estão ao serviço de”. Esta postura reflecte uma sintonia perfeita entre eles e a Fonte. Portanto, enquanto seres interdimensionais, estão a servir-se a si próprios, pois atingiram o estado da mestria.
9) Os membros da Nova Família vivem no plano da mestria. Logo, qualquer circunstância da sua vida não respeita o velho padrão onde predomina o controlo, a exigência, a chantagem e a falta de respeito. Este modelo de comportamento, porém, apesar de já ter sido desactivado, ainda permanece activo em muitos humanos.
10) Os membros da Nova Família não têm qualquer dificuldade na aplicação destes conceitos.
11) Os membros da Nova Família são dois mestres relacionando-se entre si.



Oitavo Código - Sexualidade

1) A sexualidade, tal como tem vindo a ser praticada, vai deixar de existir. Cada membro do par, para experimentar a união total, terá de decidir expressar a energia da Fonte. E, ao decidir assim, entrará num profundo processo de transformação.
2) Dado que a sexualidade é uma forma sagrada de expressão, os corpos devem ser entendidos como a expressão do Espírito. Homens e mulheres vão ter de deixar de funcionar somente através dos genitais, começando por uns simples preliminares mecânicos.
3) A prática sexual deixará de ser «fazer amor» para passar a ser «fusão» – que é a linguagem do Espírito. Sexo é acasalamento. Não é bom nem é mau, apenas tem sido uma necessidade humana.
4) Para experimentarem a fusão cósmica – a prática rica e abrangente da sexualidade -, os amantes devem disponibilizar-se para se transformarem no cadinho onde se renova o processo da Criação.
5) Antes da fusão sexual, os amantes devem fazer silêncio e meditar durante alguns minutos, a fim de convocar a Fonte para o momento e aceitando expressá-la.
6) Os amantes devem esquecer as experiências afectivas já vividas. Assim, devem co-criar a limpeza de todas as suas memórias e condicionamentos relativas ao arquétipo sexual. Tudo o que não corresponder ao grau de vibração da Fonte não poderá continuar a estar presente.
7) Mudar o padrão de relacionamento íntimo implica uma forma distinta de usar a energia sexual. Ambos os amantes devem começar por um exercício de união dos chacras para que as suas vibrações se inter-relacionem harmonicamente.
8) A fusão sexual implica concentração, silêncio e ausência de tabus. Só depois há lugar para a brincadeira e para o diálogo entre os parceiros.
9) O padrão sexual que garantiu a sobrevivência do ser humano até hoje é, agora, o promotor do seu desencanto. A sua recusa de se preparar para expressar a vibração da Fonte – quer na sexualidade, quer em qualquer outra situação -, pode até vir a promover a sua saída do planeta.
10) Não mais uma simples penetração carnal. Em vez dos ardores da paixão, experimentará a intensidade da vibração - algo novo para a maioria. Não se trata de ausência de prazer, mas de um deleite alargado a todas as áreas do corpo.
11) Convém que os amantes se entreguem mutuamente apenas quando tiverem condições, de tempo e apetência, para o fazer. Uma fusão sexual é sempre um ato sagrado, uma doação da energia, a forma possível de viver, na Terra, o poder criativo da Fonte.



Nono Código - Crianças Prateadas

1) As Crianças Prateadas olham tudo desassombradamente. São transparentes e amorosas. Potencialmente, espelham a Energia Matriz, a nova realidade terrena a implementar em todos os seres humanos.
2) As Crianças Prateadas denunciam tudo o que seja injusto, incongruente, falso, mesmo que socialmente aceitável.
3) As Crianças Prateadas rejeitam o que não compreendem.
Frases como «É assim porque tem de ser…», ou «Fazes porque eu é que mando…» deixarão de gerar os habituais resultados.
4) As Crianças Prateadas não pactuam com o que é ilógico, desadequado e moralmente incorrecto. Elas perguntam:
a) Se alguém, em casa ou na escola, é injusto, como pode ensinar a justiça?
b) Se não ama, como quer ser amado?
c) Se não respeita, como quer ser respeitado?
5) As Crianças Prateadas são atentas e estão interessadas em soluções pacificadoras. A sua capacidade de sentir a realidade ultrapassa o que, comumente, se espera de uma criança.
6) As Crianças Prateadas têm um forte sentido de justiça e são absolutamente intransigentes na sua defesa. Funcionando como espelhos para os mais velhos, denunciam os aspectos mais subtis das suas arbitrariedades e incongruências.
7) As Crianças Prateadas têm «bom coração» mas não são «boazinhas». Para elas, a bondade, como expressão da obediência e de boas ações, não tem sentido.
8) As Crianças Prateadas não têm medo, o que representa uma mudança na forma como a Humanidade se relaciona com o mundo.
9) As Crianças Prateadas, embora mais resistentes a certas doenças, são muito vulneráveis ao nível da alimentação e da estabilidade emocional.
10) As Crianças Prateadas têm um forte sentido de humor. A capacidade de brincar com as coisas mais sérias reflecte a sua saudável habilidade de lidar com a irrealidade do mundo dos mais velhos.
11) As Crianças Prateadas limitam-se a pedir aos adultos para aceitarem incondicionalmente a sua forma de expressão amorosa e conciliadora.

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Fonte:
http://www.velatropa.com/yasmin/index.php?option=com_content&task=view&id=259&Itemid=51
Colaboração - http://clik.to/stelalecocq

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Conhecendo os nossos corpos evolutivos - Plexo Solar e o CORPO ASTRAL OU EMOTIVO

"O Corpo Astral ou Emotivo"
 Chakra do Plexo solar.



O corpo astral é o veiculo das emoções e dos sentimentos, e, de fato, pode também ser chamado “corpo emotivo” ou “corpo senciente”.
O termo astral foi escolhido pela maioria dos estudiosos de ciências esotéricas para indicar o aspecto luminoso, brilhante, quase “estelar” (astral) desse corpo, tal como ele se apresenta aos olhos de um clarividente. Alguns autores, ao contrário, usam esse termo com referência ao corpo etérico, mas isso pode gerar confusões e mal-entendidos.
O corpo astral, juntamente com o mental inferior (que analisaremos a seguir), faz parte de um nível da estrutura do homem que já não é física, mas ainda não é espiritual, constituindo aquela dimensão que os psicólogos chamam de psique.
Os orientais usam a expressão Kama-manas (desejo-mente) para refere-se ao conjunto desses dois corpos, pois, embora sejam na realidade dois veículos bem distintos, eles se influenciam reciprocamente, misturam-se sem cessar e confundem as suas vibrações.
De fato, no homem comum é raro encontrar um intelecto não ofuscado pelas emoções e pelos sentimentos e uma função emotiva não condicionada ou limitada pela mente.
Queremos deixar bem claro que libertar o corpo emotivo de influências mentais e o corpo mental de influências emotivas é uma forma de purificação. A palavra purificação deriva, com efeito, da raiz sânscrita pur, que significa “livrar de contaminações”.
O homem deve aprender a discernir entre o que é mental e o que é emotivo, assim como a utilizar os seus veículos da maneira correta, reencontrando a sua função exata. A “confusão funcional” constitui a impureza e o erro, como afirma Sri Aurobindo.
O Corpo Astral se compõe de uma energia particular, que tem um comprimento de onda e características e qualidades próprios que a distinguem tanto da energia material propriamente dita quanto da energia mental e de qualquer outro tipo de energia.

 Todavia, nesse corpo existe também um aspecto “consciência”, dotado de qualidades, faculdades e características que em seu conjunto constituem a função que em psicologia é chamada emotiva ou do sentimento, ou seja, o conjunto de todas as emoções, afetos, desejos e sentimentos do homem.
Esse corpo também se subdivide, como o físico-etérico, em sete subplanos ou gamas vibratórias que exprimem qualidades e faculdades emotivas, desde as mais baixas e grosseiras (paixões violentas, ciúme, ódio, ira, medo, angústia, amor sensual e egoísta, etc.) até as mais elevadas e apuradas (amor desinteressado, compaixão, simpatia, alegria pura, devoção, emoção mística, emoção estética, ternura, etc.).
Seu símbolo é a água, porque a energia que o compõe assemelha-se a uma substância fluida, móvel e impressionável que “assume a cor e o movimento do seu ambiente, recebe as impressões de cada desejo fugaz e entra em contato com cada capricho e fantasia do seu ambiente;
cada corrente passageira a coloca em movimento; cada som a faz vibrar...” (De Cartas sobre a Meditação Oculta, de A. A. Bailey.)
 E isso faz com que ele seja exatamente como a água, que também é fluida e móvel e assume a forma e a cor do recipiente que a contém, refletindo-lhe as menores luzes e sombras.
Há, todavia, uma razão oculta para essas características particulares da substância astral que encobre o verdadeiro objetivo do corpo emotivo. Ele deveria ser o “refletor” do aspecto Amor do Eu e o “transmissor” deste para os outros.
O corpo emotivo, quando está calmo e tranquilo, é um instrumento de sensibilidade, de “empatia”, de união com as outras pessoas; é uma espécie de ponte que pode colocar-nos em contato com o ambiente e com os outros e elevar-nos até o Eu, num impulso de pura aspiração.
Em geral, contudo, por estar agitado, perturbado, movido por desejos e impressões, ele constitui o maior obstáculo ao progresso espiritual, gerando uma neblina densa que ofusca a luz e cria miragens e ilusões que nos afastam da direção correta.
Uma das características mais interessantes do corpo astral é a sua capacidade de gerar “formas” e “cores” sob o estimulo de emoções, desejos e sentimentos.
Cada emoção, dependendo da sua qualidade, manifesta- se com uma cor particular; cada sentimento, além de expressar-se com a cor, manifesta-se com uma forma...
 Todavia, essas cores e formas mudam sem cessar, não têm estabilidade e consistência e por isso constituem o que nas doutrinas esotéricas é chamado de a grande ilusão.
Muitas pessoas dotadas de clarividênda, astral acreditam ter alcançado um poder muito importante porque “vêem” essas formas e essas cores, mas não sabem que só fizeram despertar uma sensibilidade psíquica de nível inferior — fonte de ilusões, extravios e perigos — que as pessoas primitivas e pouco evoluídas também possuem.
Na época da Atlântida, quase todos possuíam essas sensibilidades, porque o centro mais desenvolvido era o Plexo Solar, correspondente à função emotiva e ligado ao plano astral.
Esses poderes ou sensibilidades, entretanto, indicavam apenas o alto desenvolvimento do corpo emotivo (ou desejo) que aqueles homens alcançaram, sem purificação e sem o correspondente despertar da consciência espiritual.
 Seus objetivos eram egoístas e negativos, tanto assim que usaram os seus poderes como Magia Negra, ou seja, para afirmar o eu e satisfazer aos seus instintos. Essa parece ter sido a causa da destruição daquela civilização.
O corpo astral, portanto, se for mal-utilizado e não estiver purificado, pode constituir um dos problemas mais difíceis de serem superados pelo homem, tanto do ponto de vista oculto quanto do ponto de vista meramente psicológico.
Por exemplo, a capacidade de ligação e união do corpo emotivo, à qual nos referimos há pouco, manifesta-se como possessividade e apego mórbido na pessoa pouco evoluída e ainda identificada com o seu eu inferior.
Na realidade, por trás de cada apego existe um “movimento” de energia emotiva que se projeta para uma pessoa ou para um objeto e a ele adere, formando uma ligação, uma espécie de mecanismo inconsciente de automatismo muito difícil de superar.
Eis por que sofremos tanto com cada perda, com cada separação, com o fim de cada relacionamento, que nos fazem sentir como se uma parte de nós fosse mutilada.
Tudo isso acontece porque ainda não descobrimos a consciência do verdadeiro eu, do nosso Eu, que não se apega porque já tem a consciência da Unidade, que não teme a perda porque já é completo em si mesmo, que não se prende a nada porque é liberdade absoluta...
Assim o corpo astral, sendo embora um instrumento necessário para exprimir a sensibilidade e a capacidade de relacionamento do Eu no plano da manifestação, deve ser purificado, transformado e usado no sentido correto para poder revelar sua verdadeira natureza.
 Isso somente poderá acontecer depois que o transcendermos pela superação da emotividade limitada, dos sentimentos personalistas, dos apegos humanos, dos desejos de posse, e alcançarmos aquele nível interior no qual se revela a beleza do Ser.
Enquanto tivermos necessidade de “ter”, não poderemos “ser”, como diz Eric Fromm.
Voltemos agora ao aspecto mais “técnico” do corpo astral, ou seja, à sua estrutura e energia particulares.
Também ele, como o corpo etérico, penetra o corpo físico denso e preenche todos os interespaços atômicos, ressaindo-se, a seguir, da forma material como um halo mais ou menos extenso que se mistura com a aura puramente prânica.
Esse halo é uma irradiação que pode ser percebida, ou até vista, por quem tenha essa capacidade e revela o estado de ânimo, a qualidade emocional, a vibração do indivíduo.
No que concerne às cores e à forma (que, como já dissemos, indicam sentimentos, emoções, etc.), pode-se dizer que mesmo não sendo clarividente é possível ter uma noção a respeito delas, inclusive através de sonho que assumem um caráter particularmente vívido.
 De fato, os sonhos, como diz a psicologia, podem ser tanto a representação simbólica de nossos estados inconscientes quanto uma verdadeira experiência na dimensão astral (ou plano astral) onde o corpo astral vive durante o sono do corpo físico.
O vermelho, em geral, indica o aspecto Amor do homem. Mas, dependendo de sua clareza, luminosidade e tonalidade, ele indica um amor mais ou menos puro e desinteressado.
De fato, essa cor pode apresentar-se nas tonalidades do vermelho- escuro e até manchado de marrom; nesse caso, significa paixão e sensualidade; ou então nas tonalidades do vermelho vivo e brilhante, indicando um amor puro, conquanto ainda humano e imbuído de apego;
ou, enfim, pode apresentar-se na tonalidade rósea, da mais viva e acesa à mais clara; nesse caso, corresponde a um amor que nada tem de instintivo e sensual, mas se inclina a “dar”, a proteger, a ajudar, como pode suceder com o amor materno, a amizade, etc.
O verde costuma indicar “adaptabilidade”, ou seja, aquela qualidade de flexibilidade, sensibilidade e participação que permite criar uma “ponte” com as pessoas e as coisas.
 Dependendo da tonalidade e do matiz do verde, a adaptabilidade pode ser mais ou menos consciente e verdadeira. Pode haver também uma falsa adaptabilidade, que cheira a hipocrisia, ou uma adaptabilidade inconsciente, que melhor seria chamar de passividade, influenciabilidade, fraqueza...
O azul e o violeta, com todos os seus matizes, indicam religiosidade e espiritualidade mais ou menos livres e autênticas.
Em todos os casos a clareza e o brilho das cores indicam a qualidade elevada que elas têm e a pureza do sentimento que as provocou.
O amarelo e o laranja também estão presentes na aura astral, conquanto essas duas cores, de acordo com os estudiosos, pertençam mais ao nível mental do que ao nível emotivo. Entretanto, há um reflexo do nosso mundo intelectual também na natureza emocional que, como já dissemos, é movida e influenciada pelo pensamento.
O laranja é o pensamento misto de orgulho e ambição, enquanto o amarelo indica busca intelectual pura e desinteressada.
As cores escuras, como o marrom, o cinza e o preto, indicam estados de espírito negativos e pouco elevados, como medo, ódio, ciúme, inveja, rancor, sensualidade grosseira, etc.
E interessante lembrar que hoje em dia a própria ciência está se aproximando, de forma indireta, da descoberta do valor, do significado e do poder misterioso das cores...
 Estão-se efetuando pesquisas sobre a cromoterapia, ou seja, a utilização das cores para curar doenças físicas e psíquicas, e sobre o significado psicológico da escolha das cores na arte e na maneira de se expressar.
 Admite-se hoje que cada cor tem um comprimento de onda próprio e produz certo tipo de vibração. Em outras palavras, está sendo descoberta a relação entre a cor e a emoção.
O critério a levar em conta quando se estuda o homem do ponto de vista esotérico é que “tudo é energia”. Esse critério é a chave tanto para se entender as complexas manifestações da natureza humana quanto para se encontrar uma ponte entre as doutrinas esotéricas e a ciência.
O caminho a ser percorrido por essa última ainda é bastante longo, mas é de esperar que ele conduza inevitavelmente o pesquisador honesto, sério e livre de preconceitos a descobrir a realidade misteriosa que se oculta por trás das aparências dos fenômenos.
Ângela Maria  La  Sala Batà

sábado, 16 de fevereiro de 2013

O PODER DIVINO HABITA NO MEU SER - O DESPERTAR DOS CHACRAS

O Despertar dos Chacras


Quando nos damos conta da existência daquela parte divina dentro de cada um de nós; quando descobrirmos com a emoção mais profunda do coração que nossa Divindade Íntima quer que desvendemos as esferas superiores de nossa Consciência; enfim, quando em nossas viagens internas começamos a responder à inteligência do Pai Íntimo, então sim, como filhos pródigos poderemos nos considerar um Deus, em potencial.

A investigação de nossa Alma nos faz conceituar que existem poderes que levariam nossa vida a uma mudança tão radical que os limites de nosso cotidiano se confundiriam com o ilimitado. Com o uso de sons vocálicos, mântricos, podemos conquistar nossa herança mágica, perdida num passado longínquo. Mantras são invocações sonoras que o mago utiliza para harmonizar seu corpo e seus Centros com as forças mais sutis da Natureza.

O homem possui ao todo 12 poderes, ou sentidos. Cinco sentidos físicos (olfato, audição, paladar, tato e visão) e sete suprafísicos, atrofiados na grande maioria de nós. Eventualmente, um ou outro sentido suprafísico se manifesta, dando-nos a certeza de que eles existem. Esses poderes são:

Clarividência
Clariaudiência
Intuição
Telepatia
Viagem Astral
Recordação de Vidas Passadas
Polividência


1. Clarividência: É a Terceira Visão. Com este poder, apresenta-se ante nosso olho interior todo o universo oculto, as dimesões superiores e inferiores, os elementais e os anjos, os corpos sutis, os desencarnados e as formas-pensamento. Desenvolve-se a clarividência despertando o chacra frontal (entre as sobrancelhas) e trabalhando-se a Ira. As virtudes para se despertar este chacra são paciência, serenidade e Imaginação consciente (não confundir com fantasia). A cor deste chacra é azul com matizes de rosa e prata. O mantra para seu despertar é INRI...


2. Clariaudiência: É o chamado Ouvido Interno ou Oculto. Com este sentido podemos escutar a voz dos desencarnados, dos Mestres, a Música das Esferas, compreender cada palavra pronunciada, valorizar a virtude do amor à Verdade e compreender as Leis de Causa e Efeito. O chacra deste sentido é o Laríngeo, situado na base da garganta. Suas cores são índigo e prata. O mantra é ENRE...



3. Intuição: É a voz divina que nos fala por meio do Cárdias, o chacra do coração. Com este sentido captamos o profundo significado das coisas e ficamos sabendo com antecedência o que fazer. Os místicos afirmam que este chacra desenvolvido nos dá também o poder da levitação (Jinas). A virtude para este chacra é o Amor. E a cor é o dourado. O mantra é ONRO...



4. Telepatia: Quando andamos pela rua, pensamos em alguém e logo passamos por ele; isso se chama captação de pensamento, e é despertado com as virtudes do respeito a tudo e a todos, a discrição, o não julgar ninguém. O chacra é o do plexo solar, na altura do umbigo. É chamado de Solar por ser o acumulador dos átomos ígneos, ou Prana, que vêm do Sol. Aclaramos que a Transmissão das ondas de pensamento se faz por meio do chacra frontal e a captação pelo solar. As cores são o verde e o amarelo.O mantra é UNRU...

5. Viagem Astral: Todos, sem exceção, saímos do corpo físico nas horas de sono. Nossos sonhos são vivências (quase sempre inconscientes) de fatos ocorridos no mundo astral, ou quinta dimensão. Quem de nós, em um dado momento, estando relaxados, de repente nosso corpo sente um leve choque, como que assustados? Na verdade, sem o saber, estivemos saindo gradativamente do corpo físico e voltamos bruscamente. Quando um indivíduo domina relativamente esse poder, consegue conversar com os mestres e todos os desencarnados, penetrar nos templos das igrejas elementais, viajar a qualquer lugar do mundo, acima e sob a terra. Quando todos os chacras, especialmente cardíaco, prostático e hepático, estão em perfeita sintomia com as forças sutis do Cosmos, a saída astral se torna mais consciente. A virtude é a Vontade e os defeitos a serem trabalhados são a preguiça, o medo e a gula. A cor é o azul celeste. O mantra é FARAON...


6. Recordação de Vidas Passadas: Essa função depende de um sistema nervoso equilibrado, ou seja, um cérebro e uma coluna vertebral carregados de energias transmutadas. Porém, os chacras ligados a esse poder são os pulmonares, que se situam na parte superior das costas. A virtude requerida para o despertar desse centro é a Fé consciente e serena. Trabalhando-se com os chacras pulmonares conseguimos absorver a experiência e o conhecimento acumulados de vidas passadas. A cor é o violeta. O mantra é ANRA


7. Polividência: É a virtude dos atletas da meditação, dos adeptos do Êxtase espiritual, ou pré-Samadhi. O chacra coronário, o do topo da cabeça, é a porta de entrada e saída da Essência. A polividência é a capacidade da nossa consciência (Essência ou Budhata), desligar-se parcialmente de seus sete corpos e penetrar na Realidade Única, na essência profunda e na razão de ser das coisas. Todas as sete cores ao mesmo tempo. O mantra sagrado é TUM...


Despertando os 7 Chacras
Existem 7 Templos sagrados no mundo astral ligados aos elementos cósmicos e nos conectamos magneticamente a eles por meio de nossos sete principais chacras, batizados no esoterismo crístico de Igrejas do Apocalipse ou Velas do Candelabro do Templo. De acordo com o Yoga, os chacras principais são :

Muládhara (Igreja de Éfeso ou Básico): situa-se entre os genitais e o ânus, e sua raiz fica na ponta da espinha dorsal. Liga-nos ao elemento Terra e seus mantras principais são o IAO e o S (como o silvo prolongado de uma serpente). Os grandes magos afirmam que ao se despertar esse centro dominamos externamente os gnomos e pigmeus, além dos fenômenos telúricos, como terremotos, erosão, pragas de formigas, lesmas e outros. Internamente, desenvolvemos a Paciência, a Diligência e a Laboriosidade. Todos os chacras das pernas (dos joelhos, do descarrego nos calcanhares, das solas dos pés etc.) estão subordinados ao Básico.


A Kundalini acha-se encerrada no chacra muládhara e deste chacra emanam quatro Nádis semelhantes a pétalas da flor de lótus. Muládhara é a morada do Tattwa Prittivi (ou, Elemento Etérico da Terra).

Swadhishtana (Igreja de Smirna, Prostático; chamado de uterino, nas mulheres): Localiza-se a quatro dedos acima dos órgãos sexuais, no púbis. Seus mantras principais são M e Bhuvar. Com ele trabalhamos o Tattwa Apas, com os elementais das águas, ondinas e nereidas, dominando as nuvens chuvosas, as ondas dos mares, as enchentes e as leis de equilíbrio da natureza (chamadas de Leis do Trogo Autoegocrático Cósmico Comum. É um nome complexo, mas significa Tragar e Ser Tragado, Receber e Doar, Dar para Receber). Interiormente, desenvolvemos a Castidade, a Fidelidade e a compreensão da Prosperidade. Este chacra é o centro de irradiação e controle de outros, como o da bexiga, testículos (ou ovários) e rins.

Manipura (Igreja de Pérgamo ou Solar): Confere o poder da telepatia. Mas também dominamos o Fogo, e seus seres, as Salamandras e os Vulcanos. Psiquicamente, pode-se dominar os incêndios, as fogueiras, o poder curativo das velas. Seus mantras principais são: U e RAM. Tattwa Tejas. Este chacra domina os chacras secundários e terapêuticos, como do fígado, do baço, do pâncreas, o da boca do estômago etc.

Anahát (Igreja deTiatira, Cárdias): O chacra cardíaco, por nos ligar aos elementais do Ar, Silfos e Sílfides, Fadas e Elfos, nos dá poderes sobre o vento, os furacões, as brisas, a levitação, o teletransporte. Tattwa Vayú. Também nos confere a compreensão da natureza pela teologia, pelos rituais e a mensagem dos símbolos pela Intuição. O Cárdias controla os chacras pulmonares, os das axilas, dos cotovelos e os das palmas das mãos.


Vishudda, Ajna e Sahásrara (Igrejas de Sárdis, Filadélfia e Laodicéia; Laríngeo, Frontal e Coronário): Auxiliam-nos a trabalhar e compreender as energias cósmicas, superiores, do Ser, como o desapego, a sabedoria, a verdade, a inteligência, a justiça, a misericórdia etc., já que a Loja Branca Atômica de nosso corpo físico situa-se no cérebro. Esses três chacras sagrados têm sob sua influência outros, como o do cerebelo, o “chacra oculto”, os sete chacras especiais que circundam o coronário, o do hipotálamo, do timo, do palato etc.


Enfim, nosso organismo psíquico contém uma fantástica constelação de chacras que nos ligam às mais variadas energias cósmicas e telúricas. Alguns afirmam que nosso corpo astral possui cerca de 10 mil chacras e o corpo mental está estruturado com mais de 200 mil chacras. Isso, sem contar os chacras dos outros corpos.

Conhecendo a parte enferma da alma e do corpo, deficiências ou com bloqueios, podemos trabalhar com as salamandras, os gnomos etc. Conhecendo o procedimento ritualístico, os símbolos, os mantras, os nomes das Deidades especialistas em determinadas energias, podemos iniciar um verdadeiro trabalho magístico. O grande segredo é o Conhecimento prático, e não unicamente a teoria estéril. É o que se propõe ensinar neste site.




Prática 1
Procure mais uma vez uma postura de relaxamento e meditação. Imagine que seus chacras tomam a forma de luminosas flores cor de rosa. Dos mantras acima citados (para despertar um dos sentidos paranormais), escolha um deles que você sinta mais afinidade e pratique por cerca de 10 minutos. Visualize que o chacra correspondente ao mantra escolhido se transforma num templo dentro de você. Penetre com a Imaginação Consciente dentro desse templo e sinta a Sabedoria ali contida. Ore à sua Mãe Divina e peça que Ela preencha seu corpo e sua Consciência com Amor, Sabedoria e Força. Lembre-se: cada exercício deve ser praticado por pelo menos uma semana, e todos por toda sua vida. Sinta a energia contida em cada prática. Ao final de cada exercício mântrico, agradeça ao Pai Celestial por mais esta oportunidade de espertar sua Consciência.



Prática 2
Fique de pé, feche os olhos e relaxe seu corpo. Imagine que das solas de seus pés saem gigantescas raízes coloridas e muito fortes. Essas raízes penetram no mais profundo da terra, alcançando as regiões mais inacessíveis do corpo planetário. Invoque a Divina Mãe Terra. Suplique-lhe seus atributos e poderes, tais como saúde, estabilidade, sabedoria, contemplação, compreensão profunda etc. Imagine que tudo o que você pediu está penetrando pelas raízes de seus pés e se espalha por todo o coro e finalmente até sua Alma e sua Consciência.

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TANTRA - O CAMINHO DO AUTO-CONHECIMENTO




 Origem da expressão

A palavra "tantra" é composta por duas raízes acústicas: "tan" e "tra". "Tan" significa expansão e "Tra" libertação.
Tal denominação tem as suas raízes em fatores históricos muito sutis, pois esta filosofia comportamental, durante a época medieval, foi severamente reprimida na India Hinduista, fortemente espiritualizada. Esta era a forma como os seguidores desta filosofia a viam. Libertadora, mas mantida em segredo (na escuridão)[1].
Dispondo de imensos significados e interpretações, mais ou menos corretos, tais como teia, trama ou entretecido. Tantra pode ser interpretado, mais correctamente, como algo que é regulado por regras gerais[1].

 Descrição

Tantra é uma filosofia hindu muito antiga cuja natureza comportamental mais lhe faz delinear, tendo por características: matriarcal, sensorial, naturalista e desrepressora [carece de fontes?], também é o Tantra um complexo sistema de descrição da realidade objetiva tornando-o assim uma ciência prática e aplicável, sendo a base do pensamento de um povo muito muito antigo que até hoje faz ecoar sua influência sobre a sociedade contemporânea.
Nas sociedades primitivas não-guerreiras, na qual a cultura não era centrada na guerra, a mulher era fortemente exaltada e até mesmo endeusada, na medida em que dava vida a outros seres humanos. Dai, a qualidade matriarcal. A partir dessa qualidade desdobra-se a qualidade sensorial ("a mãe dá à luz pelo seu ventre e alimenta o filho pelo seu seio") e a desrepressora, tendo que a mãe é sempre mais carinhosa e liberal que o pai, pelo facto de o filho ter nascido do seu corpo e a própria natureza, normalmente, ter o macho de mais agressivo [carece de fontes?].
Baseado quase inteiramente no culto de Shiva e Shakti, o tantra visualiza o Brahman definitivo como Param Shiva, manifesto através da união de Shiva (a força ativa, masculina, de Shiva) e Shakti (a força passiva, feminina, de sua esposa, conhecida também como Kali, Durga, Parvati e outras).
Está centrado no desenvolvimento e despertar da kundaliní, a "serpente" de energia ígnea, de natureza biológica e manifestação sexual, situada na base da espinha que ascende através dos chakras até se obter a união entre Shiva e Shakti, também conhecida como samadhi.
No Tantra, ao contrário da maioria das filosofias espiritualistas, se vê o corpo não como um obstáculo mas como um meio para o conhecimento, para o Tantra, todo o complexo humano é vivo e possui consciência independente da consciência central e por isso mesmo é merecedor de atenção, respeito e reconhecimento, para tanto, usa mantras (vocalização de sons e ultra sons em sânscrito), yantras (figuras geométricas, desde simples a complexas, como mandalas, por exemplo, que representam as diversas formas de Shakti) e rituais que incluem formas de meditação de grande complexidade (realizadas apenas com apoio de um guru experiente, pois podem ser fatais).
Afirma-se que poucas pessoas estão prontas para o tantra, principalmente aquelas tipo pashu-bava (disposição animal). A observância da honestidade, respeito aos mais velhos, limpeza corporal, limpeza ritual através de orações e outros processos, por longos anos, deve levar ao abandono dos desejos, ambição, etc. Se ainda assim estas características persistirem, a pessoa não está apta para o tantra. Portanto, mais ainda que outros yogas, o tantra, seja hindu ou budista, é um sistema que depende de um guru e que tem poucos adeptos fora da Índia.

 Os dois ramos

Segundo alguns autores o tantra é composto por dois ramos denominados a "mão esquerda" e a "mão direita". Embora o objectivo geral dos dois seja o mesmo, os processos utilizados diferem. A "mão esquerda" está ligada muitas vezes à procura de poderes ocultos e à extroversão de energia psíquica sob forma de capacidades supra-normais. A "mão direita" está ligada à canalização de toda a energia para a elevação espiritual do ser humano. Este é também conhecido como Vidya Tantra ou tantra do conhecimento e a mão esquerda como Avidya Tantra. O tantra correctamente praticado acelera rapidamente o progresso espiritual do ser humano. Apesar disso o tantra é muitas vezes encarado com desconfiança devido a certos aspectos do avidya tantra. É bem conhecido o fato de que o Budismo Tântrico sempre enfatiza a necessidade de supervisão por um orientador de confiança.

 Influência no ocidente

Alega-se que o tantra teve forte influência no ocidente nas ciências ocultas. Diversos ramos do ocultismo contemporâneo, particularmente os que se dizem gnósticos ensinam alguma versão de "sexo sagrado", e são conhecidos pela expressão "espermo-gnósticos".
Muito da linguagem sexual encontrada na alquimia supostamente tem sua origem em tradições orientais relacionadas com o Tantra.
Particularmente a linha thelemita, fundada pelo polêmico mago e ocultista do início do século XX, Aleister Crowley, alega ter levado essa influência ao seu maior extremo e se apresenta como um tantra ocidentalizado.
Outra linha tântrica, que pode ser chamada de Tradição da Mão Direita, foi muito difundida, Arnold Krumm-Heller e Samael Aun Weor. Para eles, o Tantra teria como "braço mágico" certas práticas que canalizariam a energia sexual para o Despertar da Consciência Espiritual
13. O prazer como alavanca para a evolução interior
 A proposta do tantra é desencadear autoconhecimento e evolução interior a partir do prazer. É o exacerbar do prazer físico a tal dimensão que irá extrapolar os limites físicos e transbordar levando ao aprimoramento. A corrente tântrica produz portanto aprimoramento através do prazer.

Vários povos, ao longo de várias épocas, utilizaram estas técnicas: existe um Budismo tantrico, um Taoísmo tantrico, um Yôga tantrico e até mesmo um Cristianismo tantrico.

14. A relação sexual


No tantra, a relação sexual é denominada maithuna. O maithuna compreende, desde que haja intenção, oito maneiras diferentes de se estabelecer contacto sexual:
-         Olhar para alguém do sexo oposto;
-         Andar com alguém do sexo oposto;
-         Falar com alguém do sexo oposto;
-         Pensar em fazer sexo com alguém do sexo oposto;
-         Desejar a união sexual com alguém do sexo oposto;
-         Propor a união a alguém do sexo oposto;
-         Ter a determinação quanto ao acto sexual com alguém do sexo oposto;
-         Cumprimento do acto sexual com alguém do sexo oposto.

Ao contrário dos costumes arianos, o tantra não trata questões morais ou depende dos modismos sociais. No tantra não há dogmas e muito menos culpa ou pecado, conceitos típicos das tradições patriarcais.

Na tradição tântrica, ao contrário da tradição brahmácharya, a mulher ocupa um papel preponderante: é ela quem, de modo geral, toma a iniciativa para o sexo. Uma forma de identificar a influência do tantra numa escultura ou pintura hindu, que represente um homem e uma mulher, é verificar se a mulher está por cima ou à frente do homem (em primeiro plano).

15. O contacto sexual sem orgasmo


No Dakshinacharatantra, o contacto sexual sem orgasmo é uma opção recomendada. De notar que orgasmo e ejaculação são coisas diferentes: o orgasmo é a energia que se descarrega no final da relação; ejaculação é a matéria orgânica (sémen) que se elimina em simultâneo com o orgasmo, ou não. Para o tantra apenas interessa o aproveitamento dessa energia, o orgasmo (que usualmente é desperdiçada no final da relação, quer na mulher, quer no homem).
Com a sua postura desrepressora, o tantra conhece as funções, dá ênfase e tira proveito da prática do maithuna, permitindo o desenvolvimento das potencialidades do ser humano, levando-o ao auto-conhecimento. Apesar de o tantra o ensinar há muito, só agora começa a ser confirmado através de pesquisas científicas feitas no mundo inteiro sobre a energia orgástica.
Analisando os dois gráficos abaixo, constatamos que no primeiro há uma subida de excitação, uma brusca elevação (orgasmo), e em seguida a depressão rápida até ao nível zero. No segundo gráfico, observamos que antes da energia sexual chegar ao clímax e culminar no orgasmo, o praticante diminui a intensidade do contacto, deixa que o corpo se restabeleça, e dá continuidade ao exercício. Exercício esse que pode durar alguns minutos e prolongar-se por várias horas.
Na relação sexual do tantra, o que ocorre na esfera genital com a ampliação energética, é que a excitação e o prazer vão tomando conta de todo o corpo e psiquismo do praticante.
Com o desenvolvimento da potência sexual e da contenção do orgasmo, pode-se entrar em níveis de consciência supra-humanos (sabe-se há muito que o ser humano utiliza apenas 10% das suas capacidades). É por este motivo que o tantra considera o parceiro sexual como uma divindade em carne e osso.
Ambas as linhas, negra e branca, pretendem a ampliação da energia sexual. Entretanto, há diferença de opiniões entre as duas: depois de um longo contacto e de uma intensa satisfação, enquanto que, na linha negra tem-se o orgasmo no final da relação, na linha branca sugere-se a contenção do orgasmo. Segundo esse ponto-de-vista, o orgasmo nada mais é do que o fim do prazer: Omni animale post coitum triste est.
Na retenção orgástica o indivíduo aumenta tanto a força genésica que, simplesmente, a natureza o preserva. Com isso, atenua-se tanatos, o impulso da morte e destruição; e intensifica-se eros, o impulso de vida. Sendo um reprodutor em potencial, possivelmente útil à espécie ser-lhe-á garantida uma vida mais longa e plena.
Entre as consequências da exacerbação do prazer e do refreamento do orgasmo estão: o aumento do próprio desempenho sexual, a melhoria da saúde, o aumento da capacidade imunológica, ampliação dos sentidos, das percepções sensoriais e extra-sensoriais, dos reflexos, bem como mais alegria e menos depressões, melhor produtividade no trabalho, nos estudos, no desporto, etc.
Para usufruir da energia gerada pelo maithuna saudavelmente é necessário que o indivíduo tenha uma excelente infra-estrutura física e psíquida. Essa infra-estrutura é obtida pelas técnicas do yôga, nomeadamente pelo ashtanga sádhana. Além das consequências do maithuna acima citadas, o praticante de yôga constatará que a sua força sexual irá auxiliá-lo no despertamento da kundaliní e, consequentemente, ao alcance do samádhi, a meta do yôga.
 17. Yôga Tântrico, Yôga Brahmácharya, e a Kundaliní

 Existem dois grupos opostos de yôga: o de linha tântrica e o de linha brahmácharya. Ambos afirmam que despertar a kundaliní é fundamental. Porém, apenas a linha tântrica utiliza o maithuna como alavanca de evolução, explorando a sensorialidade. A outra classe, praticada pela grande maioria dos yôgis na Índia, restringe o contacto sexual. Consequentemente, é anti-sensorial. O yôga de tendência brahmácharya encontra-se na segunda categoria.

20. Tantra Yôga

 Tantra yôga: é o yoga sensorial. Utiliza técnicas sensoriais que trabalham as energias subtis do nosso plano físico, dirigindo-as aos centros energéticos responsáveis por estados de elevação da consiência.

21. Káma Sútra

Ao contrário do que se possa pensar, o Káma Sútra não tem nada a ver com o tantra. O livro Káma Sútra é um tratado de etiqueta sexual encomendado pelo Marajá ao sábio Vatsysyána para educação dos seus filhos. É provável que o verdadeiro texto do Káma Sútra seja bastante diferente da maior parte das traduções publicadas no mercado. O seu conteúdo não apresenta técnicas tântricas ou expõe os princípios ou propostas dessa filosofia comportamental.
Kamasutram (Sânscrito: कामसूत्र), geralmente conhecido no mundo ocidental como Kama Sutra, é um antigo texto indiano sobre o comportamento sexual humano, amplamente considerado o trabalho definitivo sobre amor na literatura sânscrita. O texto foi escrito por Vatsyayana, como um breve resumo dos vários trabalhos anteriores que pertencia a uma tradição conhecida genericamente como Kama Shatra.
Kama é a literatura do desejo. Já o Sutra é o discurso de uma série de aforismos. Sutra foi um termo padrão para um texto técnico, assim como o Yôga Sútra de Pátañjali. O texto foi escrito originalmente como Vatsyayana Kamasutram (ou "Aforismos sobre o amor, de Vatsyayana"). A tradição diz que o autor foi um estudante celibatário que viveu em Pataliputra, um importante centro de aprendizagem. Estima-se que ele tenha nascido no início do século IV. Se isso for correto Vatsyayana viveu durante o ápice da Dinastia Gupta, um perído conhecido pelas grandes contribuições para a literatura Sânscrita e para Foi dito por alguém que não há ordem ou momento exatos entre o abraço, o beijo e as pressões ou arranhões com as unhas ou dedos, mas que todas essas coisas devem ser feitas, de um modo geral, antes que a união sexual se concretize, ao passo que as pancadas e a emissão dos vários sons devem ocorrer durante a união. Vatsyayana, entretanto, pensa que qualquer coisa pode ocorrer em qualquer momento, pois o amor não se incomoda com o tempo ou ordem."