sexta-feira, 20 de maio de 2016

O PODER DA ORAÇÃO - Como utilizar o poder da oração - Trechos dos escritos de Paramahansa Yogananda

USANDO  O PODER DA ORAÇÃO...




No passado, talvez você já tenha se decepcionado porque suas preces não foram atendidas. Mas não perca a fé. (...) O Senhor não é um Ser mudo e insensível. Deus é amor. 

Se você aprender a meditar e a estabelecer contato com Ele, Deus responderá a suas carinhosas exigências. 

Saber exatamente como e quando orar, segundo a natureza de nossas necessidades, é o que produz os resultados desejados. A aplicação do método correto coloca em ação as leis divinas pertinentes, cujo funcionamento produz resultados científicos.

A primeira regra da oração é pedir a Deus para satisfazer somente os desejos legítimos. A segunda regra é orar pedindo a realização desses desejos com a atitude de um filho e não de um mendigo: “Sou Teu filho; Tu és meu Pai. Tu e eu somos um.” Se você orar assim, com profundidade e persistência, seu coração se encherá de alegria. Não se dê por satisfeito até experimentar esta alegria, já que quando seu coração está inundado pela alegria você sabe que Deus escutou a mensagem da sua oração.

Então ore ao Pai do seguinte modo: 

“Senhor, esta é minha necessidade. 
Estou disposto a trabalhar para consegui-la, mas peço que me ajudes a pensar e agir corretamente para ter êxito. 
Usarei minha razão e trabalharei com determinação, mas guia Tu minha razão, minha vontade e minhas atividades ao objetivo certo.”

Ore a Deus intimamente, como filho que é. 
O Senhor não levanta objeções quando você ora partindo do ego como um estranho ou um mendigo, mas você comprovará que este nível de consciência limita seus esforços. 
Deus não deseja que você renuncie à sua própria força de vontade, que é seu direito divino de nascimento, pois você é filho Dele.

É comum a oração indicar uma abordagem de mendicância. Somos filhos de Deus e não mendigos: portanto, temos direito à nossa herança divina. Quando estabelecemos um vínculo de amor entre a alma e Deus, temos o direito de exigir afetuosamente que nos seja concedido o que pedimos nas preces legítimas.

Uma exigência incessante para conseguir algo, mentalmente sussurrada com incansável fervor e com fé e valor inquebrantáveis, desenvolve uma força dinâmica, que influi de tal modo no comportamento das faculdades conscientes, subconscientes e supra conscientes do ser humano que o objeto desejado é obtido. 

A repetição interior dos sussurros mentais deve ser incessante e inabalável diante de qualquer dificuldade; então se materializará o que 

No Santuário da Alma – Paramahansa Yogananda

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