segunda-feira, 10 de setembro de 2018

DESPERTANDO O CONHECIMENTO - A CURA PELA VOZ - Quinto chakra -Xamanismo

A CURA PELA VOZ




A palavra falada ou cantada é o elemento de manifestação com maior poder vibratório, motivo pelo qual o rádio e a televisão têm mais eficácia que os jornais. Povos nativos compreendem (ou compreendiam) bem a força da voz, especialmente na canção, para criar e perpetuar a realidade que desejavam.

O Espírito Santo que habita em mim irradia a  Graça da  Força da Vida.
Seja feita a vontade de Deus. Amém. Dharmadhannyael
                                                                                  
Acredito que, quando não cessamos de reverenciar a vida — agradecer
pelo que temos —, a energia à nossa volta se intensifica e tornamo-nos veículos de manifestação mais poderosos.

Místicos de numerosas culturas concordam quanto ao poder absoluto do som. Começamos pelo som, somos mantidos íntegros pelo som e um dia regressaremos à Música cósmica das Esferas.

O som é a experiência mística original da criação. O mestre sufi Hazrat lnayat Khan, músico de grande renome, assim comenta a Bíblia e outras obras de igual importância:

Na Bíblia, encontramos as palavras: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus”; e vemos também que o Verbo é Luz, a qual, surgindo, fez com que a criação inteira se manifestasse. Esses não são meros versículos religiosos; para o místico ou o vidente, a revelação está contida aí.


Eles ensinam que o primeiro sinal de vida a manifestar-se foi a expressão audível ou som — em suma, o Verbo. Comparando essa interpretação à filosofia do Vedanta, percebemos que ambas são idênticas.

 Ao longo das idades, yogues e videntes da Índia reverenciaram o Deus Verbo ou Deus-Som; e em torno dessa idéia elaborou-se todo o misticismo do som ou da fala. Não apenas entre os indus, mas também entre os profetas das raças semíticas foi reconhecida a importância do verbo.

“...O sânscrito é uma língua morta ha muito tempo, mas, na meditação dos yogues hindus, alguns de seus termos são ainda usados em virtude da força do som e das vibrações que contêm...”

Em 1986, tive o privilégio de assistir a uma dança dos índioscoast salish. Foi maravilhoso estar entre jovens e velhos, homens e mulheres reunidos em círculo em volta de um grande tambor, cada qual marcando o ritmo com uma baqueta e entoando canções tradicionais, enquanto todos, inclusive as crianças e os anciãos, ensaiavam os passos simples e graciosos que passam de geração em geração.

Inteiradas do poder que vem da harmonização do ritmo dos corações da comunidade e de como a dança e a canção exprimem as emoções da alma, praticamente todas as culturas fazem uso dessas artes, saindo em procissão para fazer chegar suas vozes e espíritos à divindade invocada.

Os índios shoshone, coast salish e huichol do México acreditam (ou acreditavam) que os frutos não vingarão, o salmão não aparecerá e o Sol não se erguerá a menos que eles entoem suas preces de agradecimento e realizem seus ritos sazonais. Pensadores modernos costumam ver essas idéias como superstições, sem vínculo algum com a realidade.

No entanto, quando o último shoshone, o último coast salish, o último huichol, a última árvore portentosa e a última das gigantescas reservas
petróleo desaparecerem da face da Terra, ficaremos surpresos se o salmão não aparecer (como já sucede em muitas regiões), se os frutos não vingarem, se o planeta sair dos eixos e (como os hopis advertem) a Lua tomar cor do sangue?

Como evitaremos essas catástrofes — ou sobreviveremos a elas?

Pela canção. Pela descoberta da voz interior. Pois, a crermos nos anciãos de todas as culturas, a vida começa com o Verbo. Graças à respiração e — Verbo, damos vida aos pensamentos. Graças ao poder vibratório do Verbo da Canção, penetramos no âmago da vibração da qual toda vida emerge.

Meu amigo índio Craig Carpenter costuma dizer: “Quando cantamos, agradecemos. E quando agradecemos, os milagres começam a acontecer.

Sei que isso é verdade. Minha vida se transformou numa sucessão agradecimentos e fico constantemente espantada com as coincidências, sincronia e os milagres que atravessam o meu caminho. Ouço o mesmo
testemunho de amigos e alunos que se dispõem a meditar e a agradecer pelo dom da vida — com palavras, canções, preces e silêncio.

Quando achamos não ter ninguém a quem agradecer por nossa boa sorte, exceto nós mesmos; quando deixamos de cantar e dar graças pelo que temos; quando acreditamos ser indivíduos totalmente isolados num universo sem sentido e sem conexão alguma com o Grande Mistério ou cosmos; quando pensamos que nossas canções não afetam em nada o universo — então nossa vida é vazia e não levamos a sério os milagres.

Modificando nossa maneira de pensar, lembrando-nos de ser gratos por tudo quanto possuímos e dando voz às nossas canções interiores, adquirimos a capacidade de aumentar nosso próprio magnetismo, influenciar o magnetismo da Terra e criar — produzir — milagres. Já vi isso.

O modo como os aborígines australianos entendem (ou entendiam) a realidade é que a energia, em geral, se move muito depressa. Quando, porém, capta uma idéia, vai mais devagar; e quando diminui acentuadamente o ritmo, torna-se manifestação física.

O Verbo é a ponte entre a energia e a manifestação material. A energia se transforma em som e o som nos transporta para a realidade concreta.

A palavra falada ou cantada é o elemento de manifestação com maior poder vibratório, motivo pelo qual o rádio e a televisão têm mais eficácia que os jornais. Povos nativos compreendem (ou compreendiam) bem a força da voz, especialmente na canção, para criar e perpetuar a realidade que desejavam.



Acredito que, quando não cessamos de reverenciar a vida — agradecer
pelo que temos —, a energia à nossa volta se intensifica e tornamo-nos veículos de manifestação mais poderosos.

Para a maioria dos caucasianos da América do Norte, canção e dança se foram para sempre. Na maioria das vezes, a vida se resume na busca do dinheiro: o papel elimina as árvores frondosas e os metais preciosos são arrancados dos recintos sagrados.
Viver hoje em nosso planeta é encarar um momento de decisão assustador e penoso. Podemos adotar um modo de vida mais responsável e espiritual, descobrindo as canções pessoais e comunitárias que estão dentro de nós; solicitando orientação e milagres, ou tornarmo-nos apáticos e indiferentes....

Cura pelo Som. É a aplicação terapêutica das frequências sonoras ao corpo/ mente de uma pessoa com o intento de criar um estado de harmonia e saúde.

A Dança do Sol é outro ritual poderoso dos Iakotas que foi ensinado a um santo homem chamado Kablaya, durante uma Busca da Visão. Seguindo as instruções, ele convidou todas as tribos vizinhas a participar da cerimônia. Ensinou melodias aos cantores e pediu-lhes que arranjassem um grande tambor redondo. O ritual tem início com cantos e danças, quando o Sol se ergue no horizonte. Os cantores devem cantar o dia inteiro sem descanso, a fim de manter a tensão para os dançarmos.

Nos velhos tempos, uma vareta bem fina era enfiada no peito do dançarino e ligada por uma correia a um tronco de choupo no centro da arena. Os dançarmos, inclinando-se para trás, rodopiavam sob o sol cálido, durante todo o dia, sem comer e sem beber, até que as correias lhes laceravam as carnes.

 Pouco antes do ocaso, um cachimbo era passado entre os dançarmos e tocadores de tambor, e eles paravam para fumar. Mais tarde dava-se uma festa estrondosa, pois as pessoas sabiam que uma grande coisa acontecera e a nação Iakota sairia fortalecida por essa cerimônia.

 A Dança do Sol ainda é executada hoje em dia, mas sem as lacerações.
Os ferimentos provocados nos dançarmos do sol não diferem muito da cerimônia da circuncisão praticada pelos aborígines australianos durante mais de cem mil anos.

 Tive o privilégio de passar algum tempo numa aldeia aborígine perto de Alice Springs, há cerca de dois anos, e acredito que uma versão desse ritual ainda seja observada. O que se segue é uma descrição extraída de Voices ofthe First Day, de Robert Lawlor.

“Vários meninos são levados para a mata e pintados com o sangue dos mais velhos, o que simboliza um novo nascimento na consciência. Não comem nem podem falar enquanto permanecem despertos noites a fio, sempre em presença de canções e danças repetitivas que acabam por mergulhados em transe. Então os anciãos, ainda cantando e dançando, os instruem nas leis, verdades e lendas imemoriais da tribo.

Como cadáveres, os meninos são levados de volta ao acampamento, onde as carpideiras desempenham o seu papel lamentando os filhos mortos. As mulheres alimentam os meninos, que em seguida são conduzidos numa jornada cerimonial para outras aldeias, onde se encontram com parentes distantes. Mais tarde regressam ao lar, para a etapa final da cerimônia.

Quando aparecem, toda a aldeia os aplaude. Mulheres choram e gemem, dançarmos pintados dançam em volta de uma fogueira até o instante do clímax. Então um grupo de homens corre para a fogueira, debruça-se sobre ela e forma uma espécie de mesa sobre a qual um menino é estendido. Um parente corta-lhe o prepúcio com uma lâmina afiada de quartzo, enquanto o avô o tranquiliza.

Enquanto isso, toda a comunidade executa uma dança frenética, cantando, gemendo e agitando bullroarers (espécie de aerofones na forma de varetas com ponta em chicote) que produzem no ar um som baixo e lamentoso. A cerimônia da circuncisão é um teste da capacidade do menino de cair em transe sem sentir dor.

Terminada a circuncisão, o garoto permanece isolado, sem licença para falar (pode apenas fazer gestos). A dança continua noite adentro, enquanto os velhos instruem os meninos sobre seus deveres sagrados para com a terra e o sentido da jornada que terão de empreender após a morte.

Imediatamente depois da circuncisão, cada jovem é presenteado com dois bullroarers e informado de que esses são seus novos pais, a quem devera recorrer em caso de necessidade. Os bullroarers encerram o poder hipnótico que assegura a entrada no Tempo do Sono.

Espanta-nos como certos aspectos da circuncisão aborígine lembram a “captura” de candidatos relutantes para a Dança do Espírito dos índios nooksack coast salish, a noroeste de Washington. Por ocasião dessa dança, os participantes ficam possuídos por uma canção, syowen, que se apresenta e exige ser expressa.

A pessoa tem mais probabilidade de passar por essa experiência quando está numa condição altamente sensível: durante um episódio de febre, quando pranteia a perda de um ente querido ou mesmo num momento de cólera violenta contra a criatura amada. Ela deve chorar continuamente até que seus gritos se transformem nos gemidos característicos de um Dançarino do Espirito. Então, ao que se diz, a syowenfica com pena do infeliz.

Por outro lado, se a criatura amada está com câncer ou outra doença grave, a pessoa pode transformar-se num Dançarino do Espírito a fim de ajudar a curá-la. Os Dançarmos do Espírito, segundo se acredita, contam com proteção contra moléstias e acidentes, vivendo quase sempre ate idade muito avançada.

No final dos anos 70, cerca de 20% dos coast salishparticipavam da cerimônia( não tenho informações atualizadas). A  captura  era o meio mais comum de arranjar novos membros. Uma família podia escolher um filho a ser capturado por causa de um problema de alcoolismo ou comportamento rebelde. O garoto ou garota tinha que concordar ao menos em parte com a captura e a família devia desejá-lo ardentemente, por causa das obrigações rituais que daí decorriam.

Como nas práticas dos aborígines australianos, quando o candidato é escolhido, alguns homens da comunidade dançante literalmente o agarram, levantam-no no ar e levam-no embora, mantendo-o desperto e isolado por um longo período. Nessa condição de privação sensorial, combinada com cânticos e toques de tambor, o jovem, esgotado, cai em transe e começa a ter visões, geralmente de um espírito animal benfazejo.

A força, a música e a dança do jovem vêm desse espírito.
Quando a pessoa está dominada pela dança e a música, a família e os amigos se juntam para dançar e percutir tambores, vertendo seus próprios sentimentos na melodia, O dançarino é dominado por uma sensação de liberdade e plenitude. “Quando o toque do tambor está no ritmo certo, parece que ele flutua!”

A Igreja Pentecostal é uma das muitas seitas adotadas pelos nativos norte-americanos. Ela é muito popular entre os coast salish porque evoca de perto algumas de suas experiências de transe. Nas igrejas pentecostais e batistas, a possessão é reconhecida quando assume a forma de falar línguas estranhas, o que se parece bastante com o fenômeno da syowen.

Eis a descrição da experiência por uma mulher que, quando criança, pertencia à Igreja Pentecostal na Califórnia do Sul:

Após o sermão, o pastor orou pelos pecadores, dando-lhes a oportunidade de aproximar-se para serem salvos — submetendo-se a Cristo. A igreja inteira pôs-se num estado de meditação enquanto rezava. Fechei os olhos e era como se a prece não terminasse nunca. Eu podia ouvir, aqui e ali, pessoas que falavam entrecortadamente, murmurando coisas como “Querido Jesus!”, agradecendo a Deus e dizendo-Lhe quão bondoso Ele é, dando aleluias, e por aí vai.

Se a pessoa se sentisse chamada, podia caminhar pela ala até o altar, ajoelhar-se e deixar que todos vissem a entrega do seu coração a Jesus. Às vezes, encontrava ali outras pessoas. Se você fica diante do altar, implorando o perdão de seus pecados, obviamente não contém o pranto; é tudo muito, muito emotivo. Tudo o que fez de errado vem à tona....

Em seguida, os líderes da igreja se aproximam, impõem-lhe as mãos e oram por você. A energia então parece aumentar. A sensação é indescritível. Lembro-me de quando fiz isso. Tínhamos um pastor visitante que pousou as mãos em minha cabeça, sujeitando-me ao poder do Espirito Santo. Parecia que eu ia desmaiar.

Acho que alguém me colocou de pé, pois eu caíra de costas e lá ficara a murmurar palavras sem nexo. De repente, pus-me a falar sem parar coisas que eram de outra esfera, à qual eu não pertencia. Não mais tinha poder algum sobre minha língua.

E assim que emitimos sons e falamos línguas estranhas. Mas não parecia outro idioma. Não consigo reproduzi-lo, nem mesmo imitá-lo. Uma série de onomatopeias, de “lá-lá-lá”. Usam-se repetidamente as mesmas silabas, para captar-lhes o poder. Tudo numa certa cadência. É, pouco mais ou menos, uma música sem grandes variações.

Tudo termina, obviamente, por um “Ó Jesus, obrigado!” Você sente como se tivesse estado com Deus. Todos os problemas desaparecem. Ja não tem mais preocupações, pois estas ficaram nas mãos de Deus. Depois, quando você ora, mesmo longe da igreja, tudo recomeça.”

Todos esses rituais são experiências espirituais autênticas, em que os participantes realmente alcançam as esferas do além com a ajuda da entonação e do canto. Não são de modo algum rituais vazios, nem obra de magia ou fraude. Os resultados podem ser curas miraculosas, mas a finalidade principal é expressa na canção mais apreciada dos Dançarmos do Sol:

Wakantanka, tem piedade de mim.
Quero viver; por isso ajo assim.”

Os Sons da Semente. Certos sons, incluindo os vocálicos, foram usados pelas culturas antigas de todo o mundo para aumentar ou diminuir as energias antes de se manifestarem no plano material.

 Os caçadores aborígines da Austrália sabiam que certos ritmos e sons coagulam (aumentam) ou dispersam (diminuem) as energias formadoras de cada espécie. Acreditavam que o magnetismo da Terra ou Serpente Arco-Íris (muito semelhante ao nosso espectro eletromagnético) engendrava as criaturas em nosso plano. Segundo Lawlor, antes de sair à caça de determinado animal, os homens emitiam os sons  Semente “no lugar onde o poder daquela criatura havia depositado durante o Tempo do Sono” a fim de aumentar-lhe a fertilidade e a abundância.

Isso talvez não seja tão absurdo quanto parece. A semente de nosso corpo está nos genitais. O aumento e o decréscimo da população dependem da fertilidade ou esterilidade de nossas sementes. A música e a canção quase sempre acompanham a dança; certas melodias e passos podem ser considerados uma espécie de preliminares e a música, não raro, acompanha a expressão sexual.

Na tradição céltica, o Beltane, último dos três festivais primaveris da fertilidade, ocorre no dia 1 de maio e é frequentemente acompanhado por uma Dança do Mastro. Poucas pessoas se dão conta de que ‘o mastro é um símbolo óbvio do princípio masculino, enquanto a coroa de flores representa o útero. O mastro puxa a energia da Terra até o topo, disseminando fertilidade por todos quantos dançam à sua volta...

 Para os aldeões, era uma festa de sexualidade desbragada, com casais fazendo amor livremente nos campos e jardins a fim de proporcionar seiva às plantações”.

Também os hindus tinham sons de semente. Davam-lhes o nome de bija e acreditavam que certas vibrações se manifestam como sons correspondentes às diversas vibrações de cor de cada chakra. Cada chakra é visto como uma espécie de lótus com certo número de pétalas e cada pétala tem um som. Assim, os cinquenta fonemas da língua sânscrita estão contidos nos chakras. Harish Johari, músico, compositor, poeta, artista e estudioso tântrico do norte da Índia, produziu uma fita com esses “Sons dos Chakras”5 .



Cura de Ossos Quebrados.
Li dois relatos de duas culturas inteiramente diferentes sobre cura quase instantânea de ossos quebrados, ambos envolvendo som.

Estudos havaianos kalntna. A avó de Combs foi uma das mais poderosas kalitma ou curadoras da ilha de Oahu.

Combs participava de uma festa na praia junto à casa da velha kalwna quando viu um dos convidados aparecer ligeiramente embriagado. Ao descer do carro e pisar a areia fofa, caiu. Ouviu-se o som característico de ossos quebrados. Uma inspeção sumária revelou duas lascas apontando da pele, acima do tornozelo. Combs, que também ja tivera uma dessas fraturas duplas, preparou-se para levar o homem ao hospital.

Mas então a velha kahuna chegou. Esticou a perna do ferido e delicadamente pôs os ossos no lugar, pressionando a área onde as pontas haviam perfurado a pele e entonando uma prece em voz baixa. Depois, ficou em silêncio. Suas mãos se moveram de súbito, desprenderam-se da perna ferida e ela murmurou em havaiano: “A cura terminou. Levante-se. Já pode andar.”

 O homem, agora completamente sóbrio, ergueu-se e, espantado, deu um passo, depois outro. A cura fora completa e perfeita: a perna não revelava sinal algum de fratura.

É notável a semelhança desse relato com o de Mano Morgan sobre um episódio que ela afirma ter testemunhado quando viajava com um grupo de aborígines australianos. Segundo Morgan, um dos caçadores caminhava à beira de um barranco quando o chão cedeu e ele caiu a uns três metros de profundidade.

 Os companheiros içaram-no e deitaram-no numa laje: apresentava uma grave fratura múltipla entre o joelho e o quadril. “O osso ressaltava como uma enorme presa, uns cinco centímetros para fora da pele escura”, escreve a autora.

Os aborígines chamados Homem Médico e Mulher Curadora postaram-se dos lados do ferido. Morgan aproximou-se e viu o Homem Medico passar as mãos para cima e para baixo da perna machucada, cerca de três centímetros de distância da pele, em movimentos suaves, primeiro as duas juntas, depois alternando-as uma em cada direção.

 O ferido e os dois curadores começaram a falar em tom de prece. O Homem Médico colocou ambas as mãos em volta do quadril e a Mulher Curadora ajoelhou-se do lado, pondo também as duas mãos sobre o joelho.

Cantavam ou cantarolavam ao mesmo tempo, mas melodias diferentes, até erguerem as vozes em uníssono e gritarem alguma coisa. Morgan não percebeu nenhum movimento para empurrar o osso: mas o osso recuou pelo orifício de onde saíra”.

Finalmente, o Homem Médico juntou as bordas da ferida e a Mulher curadora empregou uma espécie de visco negro (feito de coágulos de sangue rua1) para selá-la.

Escreve Morgan: ‘Na manhã seguinte, o Caçador Pedra Grande levantou-se e acompanhou-nos. Nem mesmo mancava. O ritual realizado, disseram-me, reduziria a pressão óssea e impediria o inchaço. Funcionou. Durante vários dias dias, observei bem a perna e notei que o isco negro ia secando até desprendendo-se. Em menos de uma semana, desapareceu, viam-se apenas leves cicatrizes no lugar por onde o osso havia saído.

Como pode o corpo curar-se assim tão depressa? Segundo Morgan, “Explicaram-me que o movimento das mãos para cima e para baixo sobre a área afetada, sem toque direto, era um meio de restaurar o padrão anterior da perna ferida.

 Eliminaria todo o inchaço durante a fase de recuperação. O Homem Médico forçara a memória do osso a evocar a verdadeira natureza de sua condição saudável. Isso silenciara o choque provocado pela fratura e o deslocamento do osso para fora da posição desenvolvida ao longo de trinta anos. Em suma, eles haviam ‘conversado’ com o osso.”

Max Freedom Long perguntou aos kahunas como conseguiam curar instantaneamente um osso quebrado e ouviu que “o corpo escuro (aka) do eu inferior é o molde de todas as células do corpo e, também, de sua forma geral ... para curar um osso quebrado, o Eu Superior dissolve-o, bem como a outros tecidos, em ectoplasma, que é invisível, mas nem sempre. Como o molde do corpo escuro é constituído de substância invisível, não pode romper-se nem ser afetado.

 Assim, com o molde da perna normal á mão, o material ectoplasmático das partes dissolvidas é novamente solidificado no molde, daí resultando que a cura é instantânea e o membro se restaura na condição primitiva”.

EQUILÍBRIO E HARMONIA - EGO,O FALSO CENTRO

EGO,O FALSO CENTRO

O primeiro ponto a ser compreendido é o ego.

Uma criança nasce sem qualquer conhecimento, sem qualquer consciência de seu próprio eu. E quando uma criança nasce, a primeira coisa da qual ela se torna consciente não é ela mesma; a primeira coisa da qual ela se torna consciente é o outro. Isso é natural, porque os olhos se abrem para fora, as mãos tocam os outros, os ouvidos escutam os outros, a língua saboreia a comida e o nariz cheira o exterior. Todos esses sentidos abrem-se para fora. O nascimento é isso.

Nascimento significa vir a esse mundo: o mundo exterior. Assim, quando uma criança nasce, ela nasce nesse mundo. Ela abre os olhos e vê os outros. O outro significa o tu. Ela primeiro se torna consciente da mãe. Então, pouco a pouco, ela se torna consciente de seu próprio corpo. Esse também é o 'outro', também pertence ao mundo. Ela está com fome e passa a sentir o corpo; quando sua necessidade é satisfeita, ela esquece o corpo. É dessa maneira que a criança cresce.

Primeiro ela se torna consciente do você, do tu, do outro, e então, pouco a pouco, contrastando com você, com tu, ela se torna consciente de si mesma. Essa consciência é uma consciência refletida. Ela não está consciente de quem ela é. Ela está simplesmente consciente da mãe e do que ela pensa a seu respeito. Se a mãe sorri, se a mãe aprecia a criança, se diz 'você é bonita', se ela a abraça e a beija, a criança sente-se bem a respeito de si mesma. Assim, um ego começa a nascer.

Por meio da apreciação, do amor, do cuidado, ela sente que é ela boa, ela sente que tem valor, ela sente que tem importância. Um centro está nascendo. Mas esse centro é um centro refletido. Ele não é o ser verdadeiro. A criança não sabe quem ela é; ela simplesmente sabe o que os outros pensa a seu respeito.

E esse é o ego: o reflexo, aquilo que os outros pensam. Se ninguém pensa que ela tem alguma utilidade, se ninguém a aprecia, se ninguém lhe sorri, então, também, um ego nasce - um ego doente, triste, rejeitado, como uma ferida, sentindo-se inferior, sem valor. Isso também é ego. Isso também é um reflexo.

Primeiro a mãe. A mãe, no início, significa o mundo. Depois os outros se juntarão à mãe, e o mundo irá crescendo. E quanto mais o mundo cresce, mais complexo o ego se torna, porque muitas opiniões dos outros são refletidas.

O ego é um fenômeno cumulativo, um subproduto do viver com os outros. Se uma criança vive totalmente sozinha, ela nunca chegará a desenvolver um ego. Mas isso não vai ajudar. Ela permanecerá como um animal. Isso não significa que ela virá a conhecer o seu verdadeiro eu, não.

O verdadeiro só pode ser conhecido por meio do falso, portanto, o ego é uma necessidade. Temos que passar por ele. Ele é uma disciplina. O verdadeiro só pode ser conhecido por meio da ilusão. Você não pode conhecer a verdade diretamente. Primeiro você tem que conhecer aquilo que não é verdadeiro. Primeiro você tem que encontrar o falso. Por meio desse encontro, você se torna capaz de conhecer a verdade. Se você conhece o falso como falso, a verdade nascerá em você.

O ego é uma necessidade; é uma necessidade social, é um subproduto social. A sociedade significa tudo o que está ao seu redor, não você, mas tudo aquilo que o rodeia. Tudo, menos você, é a sociedade. E todos refletem. Você irá à escola e o professor refletirá quem você é. Você fará amizade com as outras crianças e elas refletirão quem você é. Pouco a pouco, todos estarão adicionando algo ao seu ego, e todos estarão tentando modificá-lo, de modo que você não se torne um problema para a sociedade.

Eles não estão interessados em você. Eles estão interessados na sociedade. A sociedade está interessada nela mesma, e é assim que deveria ser. Eles não estão interessados no fato de que você deveria se tornar um conhecedor de si mesmo. Interessa-lhes que você se torne uma peça eficiente no mecanismo da sociedade. Você deveria ajustar-se ao padrão.

Assim, estão interessados em dar-lhe um ego que se ajuste à sociedade. Ensinam-lhe a moralidade. Moralidade significa dar-lhe um ego que se ajuste à sociedade. Se você for imoral, você será sempre um desajustado em um lugar ou outro...

Moralidade significa simplesmente que você deve se ajustar à sociedade. Se a sociedade estiver em guerra, a moralidade muda. Se a sociedade estiver em paz, existe uma moralidade diferente. A moralidade é uma política social. É diplomacia. E toda criança deve ser educada de tal forma que ela se ajuste à sociedade; e isso é tudo, porque a sociedade está interessada em membros eficientes. A sociedade não está interessada no fato de que você deveria chegar ao auto-conhecimento.

A sociedade cria um ego porque o ego pode ser controlado e manipulado. O eu nunca pode ser controlado e manipulado. Nunca se ouviu dizer que a sociedade estivesse controlando o eu - não é possível. E a criança necessita de um centro; a criança está absolutamente inconsciente de seu próprio centro. A sociedade lhe dá um centro e a criança pouco a pouco fica convencida de que esse é o seu centro, o ego dado pela sociedade.

Uma criança volta para casa. Se ela foi o primeiro lugar de sua sala, a família inteira fica feliz. Você a abraça e beija; você a coloca sobre os ombros e começa a dançar e diz 'que linda criança! você é um motivo de orgulho para nós.'Você está dando um ego para ela, um ego sutil. E se a criança chega em casa abatida, fracassada, foi um fiasco na sala - ela não passou de ano ou tirou o último lugar, então ninguém a aprecia e a criança se sente rejeitada. Ela tentará com mais afinco na próxima vez, porque o centro se sente abalado.

O ego está sempre abalado, sempre à procura de alimento, de alguém que o aprecie
E é por isso que você está continuamente pedindo atenção. 
Você obtém dos outros a idéia de quem você é. 
Não é uma experiência direta. 
É dos outros que você obtém a idéia de quem você é. 
Eles modelam o seu centro. 
Mas esse centro é falso, enquanto que o centro verdadeiro está dentro de você
O centro verdadeiro não é da conta de ninguém. 
Ninguém o modela. Você vem com ele. Você nasce com ele.

Assim, você tem dois centros. Um centro com o qual você vem, que lhe é dado pela própria existência.
 Esse é o eu. 
E o outro centro, que é criado pela sociedade - o ego. 
Esse é algo falso - é um grande truque. Por meio do ego a sociedade está controlando você
Você tem que se comportar de uma certa maneira, porque somente assim a sociedade irá apreciá-lo.

Você tem que caminhar de uma certa maneira; você tem que rir de uma certa maneira; você tem que seguir determinadas condutas, uma moralidade, um código.Somente assim a sociedade o apreciará, e se ela não o fizer, o seu ego ficará abalado. E quando o ego fica abalado, você já não sabe onde está, você já não sabe quem você é.

Os outros deram-lhe a idéia. E essa idéia é o ego. 
Tente entendê-lo o mais profundamente possível, porque ele tem que ser jogado fora
E a não ser que você o jogue fora, nunca será capaz de alcançar o eu. 
Por estar viciado no falso centro, você não pode se mover, e você não pode olhar para o eu. 
E lembre-se: vai haver um período intermediário, um intervalo, quando o ego estará se despedaçando, quando você não saberá quem você é, quando você não saberá para onde está indo; quando todos os limites se dissolverão. 
Você estará simplesmente confuso, um caos.

Devido a esse caos, você tem medo de perder o ego. Mas tem que ser assim. Temos que passar através do caos antes de atingir o centro verdadeiro. E se você for ousado, o período será curto. Se você for medroso e novamente cair no ego, e novamente começar a ajeitá-lo, então, o período pode ser muito, muito longo; muitas vidas podem ser desperdiçadas...

Até mesmo o fato de ser infeliz lhe dá a sensação de "eu sou". Afastando-se do que é conhecido, o medo toma conta; você começa sentir medo da escuridão e do caos - porque a sociedade conseguiu clarear uma pequena parte de seu ser... É o mesmo que penetrar numa floresta. Você faz uma pequena clareira, você limpa um pedaço de terra, você faz um cercado, você faz uma pequena cabana; você faz um pequeno jardim, um gramado, e você sente-se bem. Além de sua cerca - a floresta, a selva. Mas aqui dentro tudo está bem: você planejou tudo.

Foi assim que aconteceu. A sociedade abriu uma pequena clareira em sua consciência. Ela limpou apenas uma pequena parte completamente, e cercou-a. Tudo está bem ali. 
Todas as suas universidades estão fazendo isso. Toda a cultura e todo o condicionamento visam apenas limpar uma parte, para que ali você possa se sentir em casa.

E então você passa a sentir medo. Além da cerca existe perigo.

Além da cerca você é, tal como você é dentro da cerca - e sua mente consciente é apenas uma parte, um décimo de todo o seu ser. Nove décimos estão aguardando no escuro. E dentro desses nove décimos, em algum lugar, o seu centro verdadeiro está oculto.

Precisamos ser ousados, corajosos.

Precisamos dar um passo para o desconhecido.

Por um certo tempo, todos os limites ficarão perdidos. 
Por um certo tempo, você vai se sentir atordoado. Por um certo tempo, você vai se sentir muito amedrontado e abalado, como se tivesse havido um terremoto. 
Mas se você for corajoso e não voltar para trás, se você não voltar a cair no ego, mas for sempre em frente, existe um centro oculto dentro de você, um centro que você tem carregado por muitas vidas. 
Esse centro é a sua alma, o eu.

Uma vez que você se aproxime dele, tudo muda, tudo volta a se assentar novamente. Mas agora esse assentamento não é feito pela sociedade. Agora, tudo se torna um cosmos e não um caos, nasce uma nova ordem. Mas essa não é a ordem da sociedade - essa é a própria ordem da existência.

É o que Buda chama de Dhamma, Lao Tzu chama de Tao, Heráclito chama de Logos. 
Não é feita pelo homem. 
É a própria ordem da existência. 
Então, de repente tudo volta a ficar belo, e pela primeira vez, realmente belo, porque as coisas feitas pelo homem não podem ser belas. 
No máximo você pode esconder a feiúra delas, isso é tudo. 
Você pode enfeitá-las, mas elas nunca podem ser belas...

O ego tem uma certa qualidade: a de que ele está morto. Ele é de plástico. E é muito fácil obtê-lo, porque os outros o dão a você. 
Você não precisa procurar por ele; a busca não é necessária. 
Por isso, a menos que você se torne um buscador à procura do desconhecido, você ainda não terá se tornado um indivíduo
Você é simplesmente mais um na multidão. 
Você é apenas uma turba. 
Se você não tem um centro autêntico, como pode ser um indivíduo?

O ego não é individual. O ego é um fenômeno social - ele é a sociedade, não é você.
 Mas ele lhe dá um papel na sociedade, uma posição na sociedade. 
E se você ficar satisfeito com ele, você perderá toda a oportunidade de encontrar o eu. 
E por isso você é tão infeliz. 
Como você pode ser feliz com uma vida de plástico? 
Como você pode estar em êxtase ser bem-aventurado com uma vida falsa?

E esse ego cria muitos tormentos. O ego é o inferno. Sempre que você estiver sofrendo, tente simplesmente observar e analisar, e você descobrirá que, em algum lugar, o ego é a causa do sofrimento
E o ego segue encontrando motivos para sofrer...

E assim as pessoas se tornam dependentes, umas das outras. 
É uma profunda escravidão
O ego tem que ser um escravo. 
Ele depende dos outros. 
E somente uma pessoa que não tenha ego é, pela primeira vez, um mestre; ele deixa de ser um escravo.

Tente entender isso. 
E comece a procurar o ego - não nos outros, isso não é da sua conta, mas em você. 
Toda vez que se sentir infeliz, imediatamente feche os olhos e tente descobrir de onde a infelicidade está vindo, e você sempre descobrirá que o falso centro entrou em choque com alguém.

Você esperava algo e isso não aconteceu. 
Você espera algo e justamente o contrário aconteceu - seu ego fica estremecido, você fica infeliz. Simplesmente olhe, sempre que estiver infeliz, tente descobrir a razão.
As causas não estão fora de você.

A causa básica está dentro de você - mas você sempre olha para fora, você sempre pergunta: 
'Quem está me tornando infeliz?' 
Quem está causando a minha raiva?' '
Quem está causando a minha angústia?'
Se você olhar para fora, você não perceberá. 
Simplesmente feche os olhos e sempre olhe para dentro
A origem de toda a infelicidade, da raiva e da angústia, está oculta dentro de você, é o seu ego.

E se você encontrar a origem, será fácil ir além dela. Se você puder ver que é o seu próprio ego que lhe causa problemas, você vai preferir abandoná-lo - porque ninguém é capaz de carregar a origem da infelicidade, uma vez que a tenha entendido.

Mas lembre-se, não há necessidade de abandonar o ego. Você não o pode abandonar. E se você tentar abandoná-lo, simplesmente estará conseguindo um outro ego mais sutil, que diz: 'tornei-me humilde'...
Todo o caminho em direção ao divino, ao supremo, tem que passar através desse território do ego. O falso tem que ser entendido como falso. A origem da miséria tem que ser entendida como a origem da miséria - então ela simplesmente desaparece. Quando você sabe que ele é o veneno, ele desaparece. Quando você sabe que ele é o fogo, ele desaparece. Quando você sabe que esse é o inferno, ele desaparece.

E então você nunca diz: 'eu abandonei o ego'. Você simplesmente irá rir de toda essa história, dessa piada, pois você era o criador de toda essa infelicidade...É difícil ver o próprio ego. É muito fácil ver o ego nos outros. Mas esse não é o ponto, você não os pode ajudar.

Tente ver o seu próprio ego. Simplesmente o observe.

Não tenha pressa em abandoná-lo, simplesmente o observe. Quanto mais você observa, mais capaz você se torna. De repente, um dia, você simplesmente percebe que ele desapareceu. E quando ele desaparece por si mesmo, somente então ele realmente desaparece. Porque não existe outra maneira. Você não pode abandoná-lo antes do tempo. Ele cai exatamente como uma folha seca.

Quando você tiver amadurecido através da compreensão, da consciência, e tiver sentido com totalidade que o ego é a causa de toda a sua infelicidade, um dia você simplesmente vê a folha seca caindo... e então o verdadeiro centro surge.

E esse centro verdadeiro é a alma, o eu, o deus, a verdade, ou como quiser chamá-lo. Você pode lhe dar qualquer nome, aquele que preferir.

Osho, em "Além das Fronteiras da Mente"
Fonte: Osho Brasil

EQUILÍBRIO E HARMONIA - DA IMAGINAÇÃO A CONCRETIZAÇÃO - Como manifestar qualquer coisa que você queira.

EQUILÍBRIO E HARMONIA - DA IMAGINAÇÃO A CONCRETIZAÇÃO - Como manifestar qualquer coisa que você queira.

Como manifestar qualquer coisa que você queira.



Aprender a manifestar algo é mais fácil do que você pensa. Na verdade, o verdadeiro segredo é que, uma vez que você aprende, é quase ridiculamente fácil! As 'regras' a seguir podem ser aplicadas a qualquer coisa que você deseja trazer para a sua vida.

Tire o stress do processo. Por que tornar a manifestação em algo tão sério? Você já sabe o valor do trabalho duro, mas você não tem que transformar a manifestação num assunto sério de gente grande . Pense nisso como um jogo, um jogo puro de fingir como você fazia quando era uma criança. Aborde a manifestação a partir da perspectiva de jogo, prazer, diversão ... para remover as baixas vibrações de necessidade, desespero, medo e com base na escassez para fora da equação. A imaginação de uma criança não conhece limites. Infelizmente, como adultos, nós colocamos algumas limitações bastante robustas em nossa imaginação, sem uma boa razão, exceto que as outras pessoas diziam assim - por exemplo, "você não pode ir em frente sem uma educação universitária" ou "é preciso dinheiro para fazer dinheiro" ou "não é o que você sabe, mas quem você conhece." Quem disse? Diga um absurdo desses a muitos milionários que começaram sem educação, sem dinheiro, nada mais que um monte de imaginação e desejo. 

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Tente isto:
1. Finja que você não precisa dele. Tudo o que você quer é apenas para sua diversão. É a cereja no topo do bolo, um pouco mais para tornar a sua vida mais doce. Mas você não precisa dele.

2. Acredite no que você vê em sua mente. Tudo o que você quer já existe em sua imaginação, não é mesmo? Por isso, é tão real quanto qualquer outra idéia que você já teve que se tornou realidade. Jogue com a crença de que o que você quer já está esperando por você. Você já fez o pedido, agora você está no seu caminho para buscá-lo. O que você tem a perder? Afinal de contas, você não "precisa" o que você deseja, é só para se divertir. É tudo fingimento!

3. Acredite no poder de seus pensamentos e emoções.Você sabe como é bom ter o que você quer. Incorpore esse sentimento e deixe infundir a sua visualização com sua vibração poderosa. É tudo de bom. Relaxe nele e se divirta. 

4. Acredite no 'impossível'.Você só está jogando, e na "terra da imaginação 'tudo é possível e você sabe disso. Você não questiona, você só sabe. Deixe este saber transcender qualquer "mas" que aparecer em sua mente lógica! Divirta-se com isso e deixe a mente lógica em casa. Trata-se de usar o poder de pensamentos, emoções e suas intenções apenas. Você não precisa se preocupar se ou como ele irá se manifestar. É tudo jogo.

5. Lance-se nele. A criança coloca a si própria completamente em seu mundo imaginário. Ponha-se no seu!

6. Não se preocupe, seja feliz! Vibrações positivas atraem vibrações positivas. A maioria de nós pensa: "Eu serei feliz quando ... (achar alguém especial, fechar aquele negócio, tiver uma casa nova, etc) ..." claro que será, mas será que a sua vibração energética atual vai atrair as coisas que você quer?
  • Você está vibrando "Eu não acho que eu mereço isso, apesar de que seria muito bom ..." em vez de "Eu estou tão feliz, e mais coisas boas estão a caminho!"
  • Qual é melhor: "Estou apaixonada por esse sonho, mas eu não sei como fazer isso acontecer!" Ou "Eu estou apaixonado por este sonho e eu adoro a forma como tudo está acontecendo para mim! "
Acredite na sua visão! Já é real!
Preocupação, medo, ansiedade, dúvida ou resistência na forma de crenças limitantes poluem e diluem a sua vibração. Encha-te de emoções positivas. Preencha cada célula com amor, felicidade, alegria, paz ... e deixe que a luz, brilhante irradie energia para fora, para atrair o que você quer! Quanto mais você ampliar emoções positivas, maior e mais poderosa será sua vibração!

7. Veja o que você quer ver. A visualização é um poderoso reforço para a vibração. A realidade física não está muito atrás das idéias maravilhosas que você planta em sua imaginação - se você regá-las com amor, entusiasmo inabalável e muita felicidade.

8. Apenas por diversão, imagine que realmente é tão fácil manifestar qualquer coisa que você quiser. Fomos todos criados acreditando que o trabalho duro é a única maneira de conseguir o que queremos, mas isso não é verdade. O dinheiro é apenas um meio de troca, e se você colocar para fora as vibrações certas, você vai atrair as situações que pedem por ações inspiradas (leia-se alegre), e então você vai obter os resultados que deseja. É importante manter a sua visualização por tanto tempo quanto puder, sem qualquer interrupção mental ou emocional: busque pelo menos metade de um minuto, várias vezes por dia, de forma consistente, por um mês ou mais.

9. Atualize suas crenças.Muitas pessoas também têm um gargalo de energia positiva quando se trata de dinheiro - geralmente enraizada nas crenças de escassez e indignidade. Mas desde que o dinheiro nada mais é que um número e um meio de troca ... você acredita na escassez das coisas que você iria comprar com esse dinheiro? Hmmm ..... não, não é? Você acredita que você não é digno de ter comida, abrigo, coisas boas ... bem, aí você pode ter um pouco de dificuldade então eu o encorajo a ter uma conversa - um longo e profundo conversar - com o seu Eu Superior, e guias. Eles vão orientá-lo na direção certa de acreditar que você é um ser divino que É - absolutamente - digno do que você deseja.

10. Torne-se um criador consciente. Você já é um profissional em manifestar. Você, em sua maior parte, inconscientemente, criou um padrão de existência com base em suas crenças. Não há nenhuma razão para que você não possa criar uma vida incrível, utilizando as técnicas adequadas. Tudo o que você precisa fazer é tomar o controle consciente de manifestar, em vez de retornar ao padrão de suas crenças antigas. Crie novas crenças, guie os seus pensamentos, emoções e visualização; sinta o prazer de assistir a sua imaginação se tornar realidade, eleve a sua vibração sendo feliz e amoroso, e veja os seus sonhos se tornarem realidade!

Por: Christie Marie Sheldon